31.8.08

Embraer entrega primeiro jato E 190 à companhia TACA



A Embraer entregou hoje o primeiro jato Embraer 190 para a companhia aérea TACA, de El Salvador. A aquisição das aeronaves, que serão utilizadas pela empresa am algumas rotas do Caribe e da América Central, foi anunciada em outubro do ano passado. A TACA possui um total de 11 pedidos firmes para o Embraer 190, com opção de compra de outros 15 aviões do mesmo modelo.

Estamos particularmente orgulhosos por entregar a primeira aeronave a uma das empresas aéreas mais importantes e que mais cresce na América Latina”, disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Temos certeza que o Embraer 190 é o avião adequado para a expansão da TACA no continente, proporcionando a capacidade certa nos mercados de média densidade, onde a TACA está crescendo rapidamente.”

Para oferecer ainda mais conforto aos viajantes, os novos Embraer 190 da TACA são configurados em duas classes de serviço e acomodam confortavelmente 96 passageiros – oito na classe executiva e 88 na econômica.

“O Embraer 190 incorpora todos os avanços tecnológicos e é um avião economicamente eficiente, além de ter um nível de conforto indiscutível, um dos grandes motivos de nossa escolha”, afirmou Roberto Kriete, presidente do Conselho Administrativo e CEO da TACA.“Voando ponto a ponto, o Embraer 190 nos ajudará a aumentar nossa rentabilidade, já que permite uma melhor adaptação às nossas operações, quer seja aumentando o número de freqüências ou atendendo a mercados em crescimento ou em desenvolvimento.”

Em 30 de junho de 2008, a família Embraer 170/190 de E-Jets tinha 847 pedidos firmes e 827 opções, totalizando 1.674 aeronaves, com mais de 400 E-Jets entregues para mais de 45 clientes em 30 países, em cinco continentes e ultrapassando 1,5 milhão de horas de vôo.

Perfil da TACA - A TACA é uma das mais importantes companhias aéreas da América Latina e liga a América Central com os Estados Unidos, Canadá, México, Caribe e América do Sul, voando para 38 destinos em 21 países. A TACA tem mais de 5.500 empregados, que trabalham para operar 140 vôos por dia, com uma média de 12 horas diárias de vôo por avião e 93% de pontualidade, oferecendo um serviço de classe mundial com calor latino. Em 2007, a TACA transportoua proximadamente 4 milhões de passageiros e registrou vendas de cerca de US$ 1 bilhão. | Site: www.taca.com.

Perfil da Família Embraer 170/190 de E-Jets - A família Embraer 170/190 é composta por quatro jatos comerciais com 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta performance destacada, grande economia operacional e uma ampla cabine.

Os E-Jets têm velocidade operacional máxima de Mach 0,82 e voam a 12.497 metros (41.000 pés) de altitude, com um alcance de até 4.448 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves resulta em uma excepcional redução nos custos de manutenção e de peças de reposição. Outro ponto forte é a tecnologia fly-by-wire utilizada no sistema de comandos de vôo, semelhante à empregada em jatos comerciais maiores e aeronaves militares.

A família de jatos Embraer 170/190 oferece conforto superior com o projeto da fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço que minimizam o tempo de permanência em solo. Os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro, em uma única ou em duas classes, que qualquer outra aeronave do mesmo tamanho.

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, e Defesa e Governo. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de junho de 2008, a Embraer contava com 23.855 empregados e sua carteira de pedidos firmes totalizava US$ 20,7 bilhões.

Fonte: Portal Fator

Aeroporto Internacional Tom Jobim registra crescimento de 9% em julho

De acordo com a Infraero, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim, além do crescimento no setor de cargas, registrou em julho um movimento total de 943.171 passageiros. Isso significa um crescimento de 9% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o movimento chegou a 866.158 passageiros.

O destaque foi o movimento de passageiros domésticos, que apresentou crescimento de 11%, passando de 668.135 em julho de 2007 para 740.483 em julho deste ano. Já o movimento internacional cresceu 2%.

De janeiro a julho deste ano, desembarcaram no Galeão 5.265.714 passageiros domésticos e 1.256.424 estrangeiros, num total de 6.522.138. Comparado, respectivamente, com 4.346.633 domésticos e 1.268.212 internacionais, ou 5.614.845 , no ano passado. O que representa quase um milhão (907. 293) a mais do que em 2007, no período em comparação.

Para dar vazão a essa quantidade de passageiros embarcados e desembarcados, o movimento de aeronaves também aumentou. Em julho de 2008, foram totalizados 11.264 movimentos, contra os 10.496 pousos e decolagens do mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 7%.

O Galeão continua a superar as expectativas para 2008, com o processo de revitalização que já foi iniciado. Segundo a Infraero, o objetivo é se aprimorar cada vez mais para atender à demanda crescente e receber com eficiência os turistas e atletas que virão ao Brasil para a Copa de 2014. No setor de desembarques internacionais no país, no mês de julho, segundo a Infraero, os aeroportos brasileiros registraram a entrada de 630.637 passageiros. Houve um aumento de 5,55% em relação ao mesmo mês do ano passado. Nos sete primeiros meses do ano, 3.836.199 pessoas desembarcaram no país em vôos vindos do exterior, representando um aumento de 3,13% em relação ao acumulado de janeiro a julho de 2007.

Se forem levados em consideração apenas os desembarques em vôos regulares, o crescimento no país é mais expressivo. Nos sete meses deste ano, a evolução é de 6%, comparado ao mesmo período de 2007. A variação em julho de 2008 em relação ao mesmo mês do ano passado é de 7,78%.

Além dos vôos regulares, o cálculo de desembarques internacionais considera os vôos não-regulares, ou charters, que foram responsáveis por 178.537 chegadas nos sete primeiros meses deste ano.O cálculo da Infraero leva em conta estrangeiros e brasileiros em retorno ao país.

Fonte: JB

Anac autoriza compartilhamento de vôos entre Gol e Varig

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou o compartilhamento de vôos entre as companhias aéreas Gol e Varig. De acordo com resolução da diretoria da Anac, publicada no Diário Oficial do dia 29, os consumidores terão que ser avisados da possibilidade de operações compartilhadas nas viagens pretendidas, inclusive quanto a eventual troca de equipamentos e tempo estimado de espera para conexões. Essas informações, de acordo com a Anac, terão que estar disponíveis "desde a mera consulta ao sítio eletrônico da empresa até qualquer outro meio pelo qual haja oferta de passagem".

A assessoria da Anac explicou que essa autorização para o compartilhamento de vôos não está relacionada ao pedido de fusão das duas companhias feito no início de agosto pela Gol. A Anac ainda está analisando a solicitação de integração das duas empresas aéreas e a previsão da agência é que este tipo de pedido leve em torno de três meses para ser respondido pelo órgão regulador.

Fonte: Agência Estado

Avião de carga venezuelano perde contato com torre de comando

As autoridades de aviação civil do Equador informaram hoje que se perdeu o contato com um Boeing 732 de carga da companhia venezuelana Conviasa, a 30 km do aeroporto de Latacunga, no centro do país.

O sinal foi perdido às 21h local do sábado (23h de Brasília), informou a direção de aviação civil, que não pôde dizer o número de tripulantes que viajavam na aeronave.

As equipes de resgate se dirigiram para a região, que fica a cerca de 90 km ao sul de Quito.

Fonte: G1

O filme esquecido de Santos Dumont

Curta com imagens do aviador aos 28 anos é redescoberto por cineasta em um raro mutoscópio, no museu do Ipiranga, em SP

Fotos Coleção Santos Dumont/Acervo do Museu Paulista/USP

Seqüência de fotogramas em que Dumont explica seu balão dirigível a nobre inglês, filmados provavelmente em 1901, em Londres, e restaurados por Carlos Adriano a partir de cartões fotográficos

Em pé, um homem de cabelo dividido ao meio e bigode se dirige, com ar composto de professor, a um observador atento que permanece sentado e às vezes interage com ele.

O que restou desta cena, registrada em película há mais de cem anos, dura pouco menos de um minuto e teria valor apenas no domínio da arqueologia do cinema se o personagem em pé, então com 28 anos, não fosse o aviador Alberto Santos Dumont (1873-1932).


As imagens correspondem ao curta-metragem "Santos Dumont Explaining His Air Ship to the Hon. C.S. Rolls" (Santos Dumont explicando seu balão dirigível ao Honorável C.S. Rolls), filmado provavelmente entre 22 e 28 de novembro de 1901, em Londres, pela filial britânica da produtora American Mutoscope & Biograph Company, e exibido pela primeira vez em 3 de dezembro de 1901, no Palace Theatre, também na capital britânica.


Não se conhecia mais nenhuma cópia do filme até que o cineasta Carlos Adriano, 41, resolveu pesquisar um artefato cinematográfico mantido no acervo da sala Santos Dumont do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, no Ipiranga.

De acordo com o termo de doação da família, era uma "roda cinematográfica"; segundo a catalogação do museu, que o incluiu na seção "outros", tratava-se de um "cinetoscópio".

Certo de que não era nem uma coisa nem outra, Adriano desconfiava de que fosse algo raríssimo, um mutoscópio (leia quadro ao lado), e de que os 1.322 cartões fotográficos guardados em seu carretel (658 com imagens e 664 brancos ou pretos) representassem um registro de Santos Dumont que merecia investigação detalhada.

Em 2004, decidiu transformá-la em matéria-prima de seu doutorado na Escola de Comunicações e Artes da USP.

No último dia 11 de agosto, a tese foi aprovada "com distinção e louvor" pela banca, que avaliou o trabalho de um pesquisador-cineasta, ou cineasta-pesquisador, como o próprio Adriano se define.

Em dois volumes, que começa a preparar para publicação, ele fez um estudo do dispositivo e da produtora Mutoscope, da visualidade em Santos Dumont, dos processos de restauração e do uso de materiais de arquivo no cinema.

"Santoscópio"

Além disso, a tese -que recebeu bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo)- compreendeu também um curta-metragem experimental de 14 minutos e meio, "Santoscópio = Dumontagem", realizado por ele a partir do material encontrado no mutoscópio (e que, na velocidade de restauração, tem 52 segundos e 16 quadros).

A Folha assistiu na última quinta-feira, no estúdio do editor de som Eduardo Santos Mendes, professor da ECA-USP, à versão quase finalizada do curta, que deverá ser concluído no próximo mês (leia texto à direita). A primeira exibição pública, no entanto, ainda vai demorar.

"Espero lançá-lo em julho de 2009, mesmo mês em que Santos Dumont nasceu [no dia 20, em 1873, em Minas Gerais] e morreu [no dia 23, em 1932], junto do documentário sobre a descoberta que começarei a filmar em setembro, com patrocínio da Petrobras, por meio das leis de incentivo do Ministério da Cultura", conta Carlos Adriano.

"Pré-cineasta?"

O documentário tem o título provisório de "Santos Dumont Pré-Cineasta?" e será uma espécie de desdobramento da "investigação histórica, conceitual e artística" que Carlos Adriano empreendeu para a tese, orientada na USP pelo professor Ismail Xavier.

"A cena que aparecia nos cartões do mutoscópio era muito enigmática", lembra Adriano. "Só no final da pesquisa, por exemplo, consegui descobrir o título do filme", completa.

Interessado pelos aspectos conceituais do cinema, Adriano viu também ali, na aula ministrada a Rolls (que viria a ser fundador da Rolls-Royce) por Santos Dumont, a "própria idéia do cinema se expressando como pensamento em ação" e "um patrimônio esquecido do audiovisual brasileiro".

Fonte: Folha de SP

30.8.08

Boeing entrega dois novos 737-800s à Varig


Na última terça-feira, a Boeing entregou dois novos 737-800s à brasileira Varig. Os jatos, que trazem a nova identidade visual de fábrica, deixaram o campo da Boeing com destino direto a São Paulo. A nova pintura da Varig traz sua reluzente estrela em diferentes locais da aeronave, respeitando o novo esquema de cores. Os jatos 737-800 são equipados com winglets mistos e o pacote especial Short Field, desenvolvido especialmente para desempenhar o melhor pouso em pistas de curta extensão, como a do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

“A família de jatos Boeing 767 Next-Generation combina o baixo custo operacional e a alta performance, permitindo ao nosso modelo de negócio oferecer baixas tarifas por toda a América do Sul”, disse Fernando Rockert de Magalhães, vice-presidente técnico da GOL e Varig. A GOL, uma das líderes mundiais no segmento de linha área de baixo custo, adquiriu a Varig no ano passado. Um terceiro 737-800 também da Varig (foto em anexo) está em fase de testes para ser entregue em breve.

Fonte: Boeing (www.edelman.com)

Delta busca reforçar os mercados do Norte e Nordeste do Brasil

A partir de 20 de dezembro, a Delta vai oferecer o vôo nonstop triangular Manaus - Atlanta- Manaus. De acordo com vice-presidente da Delta para a América Latina, Christophe Didier, o vôo vai atender a demanda de pessoas que trabalham em 100 empresas da região com matriz no Japão e poderão usar a conexão de Atlanta direto para aquele país.

Fonte: Jetsite

Spanair, MD-82 estava com reverso travado

De acordo com informações divulgadas ontem pelo jornal espanhol El País, o MD-82 da Spanair que sofreu acidente semana passada na Espanha matando 154 pessoas teve um dos reversos desligados pelos técnicos da própria companhia aérea no último dia 17 de agosto. Os problemas com a aeronave espanhola começaram menos de um mês atrás, quando um comandante interrompeu uma decolagem de Palma de Mallorca (Espanha) para Copenhague (Dinamarca) depois de perceber um ruído excessivo no trem de pouso. Outro episódio foi o do dia 17, quando os mecânicos decidiram desligar o reverso direito do avião porque ele apresentava defeito. No dia do acidente, o comandante interrompeu a primeira decolagem devido a um superaquecimento em uma válvula de ar. Os técnicos da Spanair, mais uma vez, solucionaram o defeito desligando o equipamento. Na segunda decolagem, o avião perdeu força e caiu. O El País ressalta que as aeronaves podem voar com reversos desligados por dias, sem apresentar problemas.

Fonte: Jetsite

Anac libera preço de passagem aérea

Liberdade tarifária entre o Brasil e outros países da América do Sul começa a vigorar segunda-feira. Os descontos nas tarifas aéreas eram limitados e foram ampliados gradativamente até a liberação

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) implanta, a partir de segunda-feira, a liberdade tarifária para vôos entre o Brasil e outros países da América do Sul. O sistema derruba o limite nos descontos que era utilizado no Brasil. Os demais países do continente já praticam a liberdade tarifária nos vôos internacionais. Para vôos domésticos, as tarifas no país são liberadas desde 2005, por meio da Lei nº 11.182, de criação da Anac.

Segundo a agência, os descontos não são obrigatórios e caberá a cada companhia aplicar as tarifas que achar conveniente, de acordo com suas políticas de vendas e promoções. A expectativa da Anac é que o aumento da concorrência estimule a queda nos preços finais ao consumidor, principalmente, na baixa temporada.

O órgão destaca que para que as companhias aéreas pudessem se preparar, a medida foi gradual: Até fevereiro, era limitada a 30%, em 1º de março foi autorizado desconto de até 50% - aplicado sobre o valor de referência da Associação Internacional de Transporte Aéreo, (Iata, na sigla em inglês). Em 1º de junho passou a vigorar o limite de 80% de desconto e, em 1º de setembro, não há mais limite para descontos. A nova regra é válida para companhias nacionais e estrangeiras, em vôos que saem do Brasil com destino aos 12 países da América do Sul: Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.

A Anac informa que a liberação tarifária atende à Resolução nº 07 de 2007 do Conselho Nacional de Aviação (Conac), que recomendou ao órgão regulador que buscasse maior integração com a América do Sul, e é aplicada em um momento em que o Brasil também amplia a possibilidade de vôos para o continente.

Segundo a agência, em 2007, após sete anos, a América do Sul voltou a ser o continente que mais recebe passageiros vindos de vôos com origem no Brasil, superando a Europa. No ano passado, mais de 2 milhões de pessoas viajaram do Brasil para os países da América do Sul, um crescimento de 20,5% em relação a 2006.

PARCERIA

A Anac autorizou o compartilhamento de vôos entre as companhias aéreas Gol e Varig. De acordo com resolução da diretoria da Anac, publicada ontem no Diário Oficial, os consumidores terão que ser avisados da possibilidade de operações compartilhadas nas viagens pretendidas, inclusive quanto a eventual troca de equipamentos e tempo estimado de espera para conexões. Essas informações, de acordo com a Anac, terão que estar disponíveis "desde a mera consulta ao site da empresa até qualquer outro meio pelo qual haja oferta de passagem.

Fonte: Jornal do Comércio

29.8.08

Winglet Espiral...


Recebi diversos e-mails perguntando como seriam esses "winglets" em espiral, então para quem não conhecia eu resolvi colocar a foto.

Um abraço

RAFAEL MATERA

OceanAir: nova malha a partir de outubro

A OceanAir começa no dia 1° de outubro uma nova malha e, inicia a divulgação do novo slogan - "OceanAir: voando para conquistar você" - com base na pontualidade dos vôos. "Estamos ajustando nossas rotas em função da rentabilidade", justifica o diretor executivo da empresa, Renato Pascowitch. Com isso, o executivo exemplifica, as rotas para Montes Claros e Uberaba, ambas em Minas Gerais, deixarão de operar. Entretanto, a OceanAir vai lançar vôos de Brasília para Aracaju (SE), Manaus (AM), Juazeiro do Norte e Fortaleza (CE). "Aumentaremos a oferta de assentos em 24% e o número de vôos em 13% e continuaremos operando com dez aviões", completa. "E teremos outra grande vantagem para nossos clientes: vamos fortalecer a malha nos finais de semana, inclusive na ponte aérea."O executivo diz que o índice de pontualidade da OceanAir neste mês - entre os dias 1° e 26 - foi de 95% e o de regularidade, 99%. "Esse alto índice de pontualidade é a base de nossa nova campanha de marketing, que começaremos a veicular amanhã", revela ele. Ainda no mesmo período do mês, Pascowitch conta que o índice de ocupação na malha foi "acima de 75%" e na ponte aérea, de 73%. Para o próximo ano, explica o executivo, a empresa deve começar a receber os 28 aviões Airbus comprados pelo Grupo Synergy, holding que controla a OceanAir. Serão sete A-319, 14 A-320 e sete A-330.

Fonte: Jetsite

TAM pretende investir US$ 4,2 bilhões até 2020

O presidente da TAM, David Barioni Neto, anunciou ontem que a companhia aérea pretende investir US$ 4,2 bilhões até 2020. Desse total, 90% serão destinados ao aumento da frota e à substituição de aviões. O executivo lembrou que a empresa fez uma encomenda firme de 22 aviões da Airbus, com outras dez opções de compra. A empresa tem ainda um pedido de quatro Boeings 777 - para vôos de longa distância, com previsão de entrega a partir de 2012 -, e firmou contratos de leasing para mais dois Boeings 767-300, também para rotas internacionais longas. Com os dois novos 767-300, o plano de frota para 2008 passa de 123 para 125 aviões. De acordo com a empresa, o objetivo é ter capacidade para expandir os vôos internacionais, já que o crescimento no exterior superou as estimativas. A TAM possui hoje 70,89% do mercado internacional entre as companhias brasileiras.

Fonte: Jetsite

BRA apresenta hoje nova proposta aos credores

O fundador e ex-presidente da BRA, Humberto Folegatti, deixará de ser acionista da companhia aérea, que está em recuperação judicial e não voa desde novembro de 2007. Seu irmão, Walter Folegatti, que já era sócio da empresa, vai se manter como acionista majoritário, com cerca de 58% das ações. A Brazilian Air Partners (BAP), união de sete fundos de investimentos, permanecerá com 42% da BRA.

Com essa mudança societária, a BRA apresenta hoje uma nova proposta aos seus credores, na tentativa de que ela seja aprovada. Os planos apresentados anteriormente no processo de recuperação não foram aceitos e, há pouco mais de um mês, a companhia aérea cogitava pedir falência. A dívida da BRA soma cerca de R$ 220 milhões.

Pela nova proposta, a BRA voltará a operar como companhia de vôos fretados, especialmente para pacotes turísticos. Duas aeronaves Boeing 737, alugadas, seriam usadas no início das operações. Segundo Thomaz Felsberg, advogado da BRA, a empresa pode voltar a operar em um ano e meio. O plano prevê investimentos iniciais de R$ 7,5 milhões, sendo 1,5 milhão decorrentes da venda de ativos da empresa e R$ 6 milhões da obtenção de crédito. Para conseguir esse recurso, Walter Folegatti daria três hotéis em garantia.

No novo plano, os credores receberão os pagamentos devidos a partir do terceiro ano de operação da empresa aérea, em dinheiro ou ações, mas com desconto de 70% sobre os valores da dívida. "O desconto pode ser reduzido para 50% se os credores aceitarem receber debêntures da empresa", diz Danilo Amaral, administrador da BRA.

A BRA foi fundada para fazer vôos fretados, mas, em 2005, passou a ter vôos regulares. No fim de 2006, recebeu aporte de R$ 180 milhões da BAP. Após menos de um ano, no fim de 2007, deixou de voar em meio a uma crise financeira. A BAP reúne, entre outros, o fundo Gávea e o Darby. Pelo novo plano de recuperação, ela não investirá mais recursos na BRA.

Fonte: Valor Econômico

Delta aposta no Brasil para escapar da turbulência aérea

Afetada pela crise mundial, companhia vai operar em dois novos destinos no Brasil

O preço do combustível e a crise americana prejudicaram muito o setor aéreo mundial, que tenta driblar a redução de passageiros nos mercados promissores. A companhia americana Delta Air Lines é um exemplo. Aposta no Brasil como alternativa para fugir da turbulência internacional.

Enquanto a companhia cancela vôos que não têm demanda, investe em novos destinos para o Brasil. Já são 35 vôos semanais para o país. De acordo com o vice-presidente para a América Latina, Christophe Didier, a economia brasileira aquecida é um chamariz para tentar recuperar os prejuízos.

Quem mora na região Norte, Nordeste e Centro-Oeste não vai precisar fazer escala ou conexão pelo Rio e São Paulo para chegar aos Estados Unidos. A partir de 20 de dezembro, a Delta vai oferecer o vôo nonstop para Manaus–Atlanta.

O executivo prevê que o vôo vai atender a demanda de pessoas que trabalham em 100 empresas da região que têm matriz no Japão. Poderão usar a conexão de Atlanta direto para aquele país.

– O ecoturismo também atrai muitos americanos, europeus, canadenses e asiáticos para a região. Há dois anos, a Delta insiste na licença para aumentar a freqüência de vôos, concedida pela Agência Nacional de Aviação Civil e o Department of Transportation e a American Airlines (DOT) no fim de junho, num acordo bilateral entre os dois países. Tivemos o apoio dos governos locais – explicou Christophe Didier. – Estamos muito confiantes em relação ao Brasil, um país gigantesco. Além disso, será uma maneira de desafogar os vôos no país.

E dois dias depois, a partir do dia 22 de dezembro, a Delta também vai oferecer o vôo entre Recife- Fortaleza e Atlanta.

De acordo com o vice-presidente da Delta, o vôo vai atender o passageiro que vem de fora, principalmente da América do Norte, Canadá e um pouco da Ásia.

Demanda grande

– Também teremos um pouco do turismo de negócios. Com a extensão geográfica do Brasil, não podemos ficar restritos ao eixo Rio–São Paulo – justifica o executivo. – A economia brasileira está muito aquecida e de 11 anos para cá, quando iniciamos nossas operações no país, muita coisa mudou. Hoje a demanda é grande, qualquer cidade tem potencial de crescimento.

O executivo disse ainda que outro fator que favorece a nova freqüência de vôo é que as cidades são geograficamente mais próximas dos Estados Unidos.

– Temos uma demanda reprimida nessa região – destaca Christophe Didier. – Queremos ser uma opção para quem quer ir aos EUA. A previsão é atender 30% do mercado asiático, 30% europeu e 40% americano.

A Delta fechou acordo com a Gol para possibilitar a chegada ao destino final. Outro ponto destacado pelo executivo é a oferta de vôos oferecidos no aeroporto de Atlanta, que disponibiliza mais de mil vôos diários. Segundo ele, de lá o passageiro segue viagem para qualquer país do mundo.

Ele confirmou ainda a fusão com a NorthWest Airlines até dezembro com objetivo de transformar a empresa na maior companhia global. E ressaltou que é uma maneira de se adequar à crise mundial ao destacar ainda que o movimento possibilita além da economia de gastos, ampliação da rede e melhoria na qualidade do serviço oferecido.

Fonte: Jornal do Brasil

28.8.08

Primeiro avião da Azul pousa em Porto Alegre

Embraer 190 arrendado da JetBlue receberá as cores da nova companhia aérea brasileira no Salgado Filho

Aterrissou às 18h30min desta quarta-feira no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, o primeiro avião da Azul Linhas Aéreas. O jato Embraer 190, prefixo N288JB, foi arrendado da JetBlue. Como está com as cores da empresa norte-americana, receberá a nova pintura nos hangares da VEM, empresa de manutenção de aviões.

A Azul, lançada em março passado, está em fase de estruturação e prevê começar as operações em dezembro ou janeiro. Os vôos regulares devem ser iniciados com uma frota de seis aviões. Serão dois Embraer 190 (com capacidade até 114 passageiros) — o segundo deve chegar até o início de outubro, também arrendado da JetBlue — e quatro Embraer 195 (até 118 passageiros), que sairão da linha de montagem da fabricante em São José dos Campos (SP).

Inicialmente, o planejamento da Azul previa apenas aviões do modelo 195, comprados diretamente da Embraer. Como a empresa pretende antecipar o vôo inaugural para dezembro e ter uma frota maior logo no início das operações — para enfrentar possíveis reações das concorrentes —, buscou o arrendamento de aviões com a JetBlue. A empresa e a Azul tem em comum o mesmo fundador, o empresário David Neeleman. Filhos de pais norte-americanos e nascido em São Paulo, essa condição garantiu ao empresário o direito de abrir uma empresa aérea no Brasil, já que a legislação limita a participação de estrangeiros no setor.

Em palestra a alunos da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da PUCRS na sexta-feira passada, o vice-presidente operacional da Azul, Miguel Dau, que há mercado no Brasil para uma nova empresa aérea sem precisar tirar passageiros das atuais empresas. De acordo com dados do executivo, anualmente são vendidas no país cerca de 40 milhões de passagens aéreas

— Mas apenas entre 7 milhões e 8 milhões de CPFs. É muito pouco gente — acrescentou.

Atualmente quase 100 funcionários trabalham na sede da Azul. Localizada em Alphaville, São Paulo, o local já foi apelidado, por Neeleman, de Azulville. Até o fim do ano o quadro de funcionários da empresa deve chegar a 400 pessoas.

Winglets em espiral, muito promissores

A Aviation Partners, especialista no desenvolvimento e fabricação de winglets, volta a se interssar pelos modelos em "espiral" (spiroid) que testou num Gulfstream II. Eles tem a aparência de uma longa fita de metal que sai da ponta da asa e é dobrada sobre si e presa à parte superior da mesma. Os testes com o G II mostraram uma economia de até 10% no consumo de combustível.

Fonte: Jetsite

Viracopos inicia desapropriação para II pista

A Infraero começou a receber os proprietários de terrenos próximos ao Aeroporto Internacional de Viracopos, Campinas dando início ao processo de desapropriação de uma área de 12,36 km2 para a construção de uma segunda pista.

Fonte: Jetsite

Empresa aérea pode ter subsídio no querosene

O diretor da Anac Ronaldo Seroa da Motta afirmou que o Ministério da Defesa, o Snea (que reúne as empresas aeroviárias) e a Petrobras estão discutindo a hipótese de oferta de subsídio para as empresas aéreas em relação ao querosene de aviação. Segundo ele, as empresas querem uma política similar à que é adotada pela estatal para o GLP (gás liquefeito de petróleo). Pelos cálculos do Snea, o querosene de aviação acumula alta de 36,38% até o início deste mês.

Fonte: Folha de SP

27.8.08

David Neeleman tenta atrair a Embraer para o capital da Azul

David Neeleman enxerga na Embraer bem mais do que uma fornecedora de aeronaves. O empresário norte-americano está tentando cooptar a indústria de São José dos Campos para o capital da Azul. Já teriam ocorrido três reuniões entre Neeleman e executivos da Embraer. A proposta envolve a venda gradativa de 15% das ações da companhia aérea ao longo dos próximos dois anos. A investida sobre a Embraer é mais um passo na estratégia de Neeleman de rechear o capital da Azul com investidores de pedigree, o que não deixa de ser uma forma de conferir mais credibilidade à empreitada.

Já fazem parte deste vôo sócios do naipe de Julio Bozano, Armínio Fraga e Goldman Sachs. Mas por que cargas d'água a Embraer, que nunca se associou diretamente a companhias de aviação, faria um looping estratégico, aterrissando na Azul? David Neeleman acredita ter uma isca razoável na mão. O empresário tem planos de montar outras companhias de aviação regional na América Latina, especialmente na Argentina e em países andinos. Ele assegurou à direção da Embraer cadeira cativa no fornecimento de aeronaves para suas futuras empresas. Dentro da Embraer, o salto de fornecedor para sócio é visto com reservas, sobretudo diante do risco que envolve a criação da Azul.

Ainda assim, a promessa de reserva de mercado feita por Neeleman é considerada atrativa. Em tempo: não é a primeira vez que a Embraer ensaia se associar a uma empresa aérea, prática mais comum entre seus concorrentes internacionais. Durante o primeiro mandato de Lula, o governo chegou a costurar a participação da fabricante de aeronaves no projeto de fusão entre a Varig e a TAM. Posteriormente, uma negociação similar envolvendo a Gol começou a taxiar na pista, mas os flaps foram rapidamente recolhidos.

Fonte: Cidade Biz

Infraero desiste da quarta pista em Viracopos

Estatal e Ministério da Defesa farão ajustes na revisão do plano diretor, que será enviado para a Anac

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) promoveu ajustes na proposta do novo plano diretor do Aeroporto Internacional de Viracopos e desistiu da construção futura de uma quarta pista de pousos e decolagens. O primeiro esboço da expansão projetada para o aeroporto nos próximos anos continha dois sistemas de pistas, cada um com dois pisos. A estatal e o Ministério da Defesa decidiram mudar o projeto depois de análises de custo-benefício do empreendimento. Como a Infraero irá reformar a atual táxi way (local de taxiamento dos aviões) e criará um outro piso para atender à demanda de um novo setor de hangares, os executivos avaliaram que não haveria necessidade de uma quarta pista. Mais uma mudança promovida por técnicos da Infraero foi o acesso de entrada ao futuro terminal. Na primeira proposta, seria necessário desviar parte da Rodovia Santos Dumont (SP-75).

Agora, não será mais feita essa alteração. A estrada permanecerá como é atualmente. Com o novo traçado projetado para o sistema de entrada de Viracopos, foi preciso mexer também no estacionamento e no primeiro módulo do terminal de passageiros. O superintendente do aeroporto, José Clóvis Moreira, afirmou que os ajustes foram realizados antes de o projeto final do plano diretor ser encaminhado para a aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). “A área que seria destinada para a quarta pista vai abrigar um setor de hangares. O espaço ficará adjacente à pista atual. A implantação será a curto prazo. Há uma grande demanda da aviação executiva por hangares no aeroporto”, afirmou Moreira.

O executivo garantiu que o descarte do quarto piso não foi motivada pela demanda por hangares. “Não há nenhuma relação. Com o alargamento e reforma da táxi way, será possível, em qualquer urgência que paralise as atividades na pista atual, desviar o tráfego aéreo para a táxi”, explicou. O superintendente salientou que os ajustes foram decididos conjuntamente pela Infraero e o Ministério da Defesa. “Foi avaliado o custo-benefício do empreendimento. A quarta pista serviria para o balanceamento do sistema, o que poderá ser feito com a táxi way.” Se a construção da quarta pista fosse realizada, a Infraero teria de solicitar ao poder público municipal a desapropriação de novas áreas, inclusive um pequeno trecho com residências ao lado da atual pista.

Fonte: Cosmo On Line

Com pressa para decolar, Azul traz aviões da JetBlue

Para conseguir decolar antes do fim do ano, a Azul Linhas Aéreas terá de diversificar a sua frota, inicialmente prevista para operar apenas com jatos modelo Embraer 195. A empresa acaba de assinar um contrato de arrendamento de dois jatos Embraer 190 com a companhia americana JetBlue - empresa fundada pelo mesmo criador da Azul, o empresário David Neeleman. O primeiro chega hoje à noite a Porto Alegre, onde receberá as cores da Azul.

O segundo 190 está previsto para chegar entre o final de setembro e o início de outubro. Os dois jatos 190, de cem lugares, foram incorporados à frota da JetBlue em fevereiro e março. Porém, com a crise no setor aéreo americano - motivada pela combinação de alta do petróleo e desaceleração econômica -, a JetBlue resolveu arrendá-los para terceiros. A Azul espera que, até dezembro, outros "três ou quatro" jatos sejam entregues pela própria Embraer. O modelo a ser entregue dependerá da disponibilidade: poderá ser tanto o 190 quanto o 195, de 114 lugares.

Na Azul, os jatos da JetBlue ganharão mais uma fileira de assentos, passando a oferecer 106 lugares. "Mesmo assim, ficarão com um espaço entre as poltronas muito maior do que o praticado no mercado brasileiro", diz uma fonte na Azul. A companhia corre contra o tempo para obter a certificação operacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e assim conseguir estrear antes da alta temporada de festas de fim de ano.

O processo de certificação está em fase adiantada, embora a Anac esteja agindo com rigor no cumprimento da regulamentação de certificação. Documentos e procedimentos que no tempo do Departamento de Aviação Civil (DAC), antecessor da Anac, eram dispensados, hoje estão sendo cobrados. Fontes ligadas ao processo revelam que essa adequação às novas exigências atrasou o processo em "algumas semanas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal Exame

TAM voa para Santiago com 777-300ER

A TAM estreou hoje (26) sua primeira aeronave Boeing 777-300ER, recebida no último dia 18, nas operações dos vôos diários de Santiago do Chile. Com capacidade para 365 passageiros, o B777-300ER permanecerá provisoriamente nesta rota até o dia 19 de setembro. Ao longo deste semestre, a companhia receberá mais três unidades desse modelo, o que permitirá atender os vôos diários da companhia entre São Paulo e Frankfurt (Alemanha) e São Paulo e Londres (Inglaterra). As novas aeronaves substituirão os MD-11 hoje utilizados em rotas de longo curso e que serão devolvidos até o final deste ano.

O B777-300ER, além de possuir cabine mais espaçosa, tem também maior eficiência energética. Além de permitir uma redução no custo de sua operação, ao consumir menos combustível ele emite menos gases nocivos ao meio ambiente. Com a incorporação do novo Boeing 777-300 ER, a TAM passa a ter uma frota de 117 aeronaves, sendo 110 modelos da Airbus (17 A319, 76 A320, 3 A321, 12 A330 e 2 A340), 1 B777-300 ER, 2 B767-300 e 3 MD-11, além de 1 F-100 fora de operação e em processo de devolução.

Fonte: Jetsite

Londres investiga acidente

A Comissão de Investigação de Acidentes de Aviação Civil da Espanha enviou ao Reino Unido as duas caixas-pretas do avião MD-82 da Spanair acidentado na quarta-feira passada em Madri, para que sejam analisadas. Francisco Soto, secretário da comissão, afirmou que os gravadores de dados e de voz estavam muito danificados e foram enviados a Londres porque as autoridades britânicas têm experiência na recuperação de informações nessas situações. Soto revelou que, depois de decolar, a aeronave atingiu o solo primeiro com a cauda, na área divisória com a pista, e sua parte traseira se desprendeu. Depois disso, o avião se deslocou em terra por 1.200m até parar e se incendiar.

Fonte: Correio Braziliense

Canhedo tenta salvar empresas que restam

Com a iminência da decretação da falência da Vasp pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, o empresário Wagner Canhedo, dono da companhia, entrou com pedido de recuperação judicial para outras três empresas de sua propriedade: a Fazenda Agropecuária Vale do Araguaia, a transportadora Wadel e a empresa de ônibus urbano de Brasília, Viplan. O Tribunal de Justiça do DF, onde os pedidos foram feitos, concedeu prazo de 10 dias para que as empresas apresentem toda a documentação exigida pela Lei de Recuperação Judicial, como demonstrações contábeis e relação de credores.

Os ativos da Vale do Araguaia estão estimados em R$ 40,6 milhões, os da Viplan em R$ 28,3 milhões e os da Wadel, em R$ 11,8 milhões. O interventor judicial da Vasp, Roberto de Castro, que representa Canhedo, explica que a intenção do empresário é proteger os três negócios de “contaminação” com o processo da Vasp. “O pedido de recuperação se deve ao fato de que as companhias estão perdendo receita por conseqüência do processo da Vasp.”

Os bens e as receitas das três empresas são alvo constante de pedidos de penhora por parte de advogados trabalhistas que representam credores da Vasp. Para os trabalhadores, os pedidos de recuperação judicial das três empresas de Canhedo representam “mais uma manobra do proprietário da Vasp para impedir uma possibilidade, que não está afastada, de decretação da falência de todo o grupo econômico”, afirma a presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Graziella Baggio.

Fonte: Correio Braziliense

26.8.08

Seminário de Aviação e Mudanças Climáticas: Atualidades e Perspectivas


A Superintendência de Estudos, Pesquisa e Capacitação para a Aviação Civil (SEP), em parceria com a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), realizará o Seminário Aviação e Mudanças Climáticas: Atualidades e Perspectivas. O evento acontecerá no dia 5 de setembro, a partir das 8h30, no Auditório Dourado do Hotel Glória (Rua do Russel, 632 – Glória), no Rio de Janeiro. O evento congregará especialistas em meio ambiente do setor público e representantes de empresas aéreas.


O objetivo é ampliar o debate sobre a influência da aviação nas mudanças do clima e as estratégias de adaptação à nova conjuntura internacional dos diversos agentes econômicos envolvidos. Isso porque, apesar de ser pequena a contribuição da aviação – cerca de 2% do total em escala global – as emissões de gases de efeito estufa pelos motores das aeronaves são crescentes e sua influência nas mudanças climáticas deve ser levada em consideração.


Para participar do seminário, é necessário preencher o formulário anexo e aguardar a confirmação da inscrição. O credenciamento acontecerá no dia e local do evento, a partir das 08h30.


Clique aqui e veja a Programação do Seminário.
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Embraer vai entregar primeiro jato à Taca

A Embraer irá realizar no dia 29 de agosto uma cerimônia de entrega do primeiro jato Embraer 190 para a companhia aérea Taca, de El Salvador. Precedido por uma apresentação da aviação comercial sobre o mercado da América Latina, às 16h30, o evento se realizará às 18h30, na sede da empresa, em São José dos Campos, localizada na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2170.
Interessados devem confirmar presença até o dia 28 por e-mail flora.santos@embraer.com.br ou pelos telefones (12) 3927-1311 ou 3927-3619.
Fonte: Mercado e Eventos

História da Pioneira em novo hangar

Com a venda da Varig para a Gol, o museu da ex-companhia aérea gaúcha vai mudar de endereço: O novo hangar será o campus central da PUCRS. A universidade vai ser responsável pelo acervo que conta a história da empresa fundada há oito décadas no Rio Grande do Sul. Na PUCRS, o DC-3 deve ser exposto, e a parte documental ficará na biblioteca. Para motores e peças de avião do Museu da Varig, será reservado um espaço especial no Museu de Ciências e Tecnologia.
Fonte: Jetsite

Ryanair faz pouso forçado na França após despressurização

Um Boeing 737 da companhia Ryanair fez na noite de ontem uma aterrissagem de emergência em Limoges (sudoeste da França), após ter sofrido uma depressurização na cabine e uma queda de 8 mil metros em cinco minutos. O avião carregava 168 passageiros. De acordo com a agência de notícias France Presse, 16 pessoas foram hospitalizadas. O vôo ia de Bristol (Inglaterra) para Barcelona, na Espanha. Segundo a companhia, a aeronave decolou do aeroporto de Bristol e foi desviada como medida de precaução para Limoges, onde um técnico da Ryanair se deslocou para investigar a ocorrência. Foto ilustrativa.

Fonte: Jetsite

Azul participa de workshop de segurança da IATA

O presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, participou ontem da abertura do IOSA Awareness Workshop, evento promovido pela IATA. O evento irá continuar por toda a semana e é aberto a todas as companhias aéreas que estiverem interessadas em obter a certificação IATA Operational Safety Audity (IOSA). O workshop é parte de um plano de ação da entidade para preparar as empresas latino- americanas para a auditoria na América Latina. O foco da certificação é garantir que a empresa esteja de acordo com as normas de segurança para aviação. "A Azul é uma empresa que já nasce IOSA, ou seja, começa a operar já com os parâmetros criados pela IATA para elevar o nível de qualidade em segurança na aviação mundial", disse Janot.

Fonte: Jetsite

Infraero já negocia lotes perto de Viracopos

No 1.º dia, 5 proprietários recebem avaliações feitas pela Infraero

A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) começou ontem a receber os proprietários de terrenos próximos do aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (a 95 km de São Paulo), para a entrega de laudos técnicos e formalização de acordos de desapropriação da área de 12,36 quilômetros quadrados onde será construída a segunda pista do aeroporto. O valor total previsto para indenizações é de R$ 161 milhões, com recursos da própria Infraero.
Cinco pessoas foram até o aeroporto no primeiro dia de atendimento e tomaram conhecimento dos processos. A Infraero não informou se os primeiros proprietários formalizaram acordo ou optaram por contestar o valor judicialmente. Há cerca de mil ações para desapropriar a área, seguindo dois decretos de utilidade pública (15.378/06 e 15.503/06) equivalentes a 3.172 lotes urbanos e 88 propriedades rurais.

Por meio de carta e agendamento de horário, os proprietários recebem o laudo e o valor da indenização. A correspondência de convocação chega acompanhada de um guia de desapropriação, no qual constam informações sobre a documentação necessária para apresentar-se na reunião com representantes da Infraero e dados sobre o processo. O agendamento é individual e feito diariamente.

Um terceiro decreto, de 18 de julho, coloca uma nova área de 6,7 quilômetros quadrados como de utilidade pública. A Infraero contratará uma empresa para fazer o cadastramento físico e social da área e elaborar os laudos de avaliação dos imóveis. Segundo a empresa, os laudos técnicos de avaliação dos imóveis abrangidos pelos dois primeiros decretos, de 2006, já foram concluídos.
Todo o processo de desapropriação deverá ser concluído até o fim de 2010, com a liberação das áreas para realização das obras previstas no Plano de Ampliação do aeroporto. O início das obras da segunda pista está previsto para o segundo semestre de 2009.

Atualmente, Viracopos tem capacidade para receber 4 milhões de passageiros por ano. No ano passado, o aeroporto recebeu 995 mil passageiros, 29,2 mil aeronaves e 239,9 mil toneladas de cargas. O superintendente do aeroporto, José Clóvis Galvão, informou que a construção da segunda pista e da estrutura de apoio (pista de taxiamento, sistema de ligação, terminal de passageiros) permitirá até 2015 o recebimento de 9 milhões de passageiros por ano, 105 mil aeronaves e 745 mil toneladas de cargas.

Em visita a Campinas em fevereiro, o presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, afirmou que em 30 anos o aeroporto terá capacidade para acolher 90 milhões de passageiros, o que tornará Viracopos o maior aeroporto do Hemisfério Sul.

Fonte: O Estado de SP

24.8.08

Especialistas temem falta de mão-de-obra no setor aéreo

Falta de mão-de-obras qualificada na aviação civil é uma ameaça

O alto custo dos cursos de formação de pilotos e mecânicos de aviões somado à escassez de vagas de trabalho no setor depois da quebra da Vasp, da Transbrasil e da Varig contribuíram para diminuir o interesse por essas carreiras. Agora, com a retomada do crescimento da aviação civil, a ameaça de que falte mão-de-obra qualificada já preocupa especialistas e autoridades do setor aéreo.

No início do mês, a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) alertou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, para o problema. Segundo o presidente da entidade, Rui Thomaz de Aquino, o país já convive com um déficit anual de 40% na formação de pilotos comerciais e mecânicos. De acordo com Aquino, o Brasil precisa formar mil pilotos por ano, mas só consegue habilitar 600.

– Vamos ter problemas a curto prazo para encontrar pilotos que atendam os aviões de grande porte – disse Aquino, apontando a falta de uma política governamental como principal razão para o baixo número de novas habilitações.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não confirma os números divulgados pela Abag, mas admite que os especialistas concordam que a mão-de-obra para a aviação civil está escasseando. Segundo a agência, enquanto a demanda por transporte aéreo cresceu a taxas anuais que variaram entre 12% e 16% nos últimos quatro anos, a estimativa é de que a quantidade média de licenças concedidas para pilotos privados tenha crescido apenas 2% no mesmo período. Para pilotos comerciais, a média foi de 3% e para pilotos de linha aérea, 4%.

Enquanto os pilotos comerciais precisam ter no mínimo 150 horas de vôo para poder trabalhar profissionalmente, seja para uma empresa de táxi-aéreo, seja pilotando um avião particular, o piloto de linha aérea deve ter no mínimo 1.500 horas de vôo para poder trabalhar nas companhias regulares. Até há bem pouco tempo, com o excesso de mão-de-obra, as empresas costumavam exigir mais experiência.

A própria Anac considera que, mantida a atual configuração da frota de aviões no Brasil, é legítimo supor que em 2010 o número de pilotos privados será insuficiente. O mesmo acontecerá com os pilotos comerciais por volta de 2014 e com os pilotos de linha aérea por volta de 2020. Para a agência, só não é possível afirmar categoricamente que irão faltar pilotos porque as empresas aéreas podem alterar a configuração interna de suas aeronaves para se adequar a um cenário de maior demanda e pouca mão-de-obra.

– A sensação é de que estamos entre uma situação de equilíbrio entre a demanda e a oferta de profissionais e a falta de pilotos e de mecânicos. Por enquanto não há carência no transporte aéreo regular, mas as linhas regionais e os táxis-aéreos já estão sendo afetados – afirma o gerente da Regional Sul da Anac, Roberto de Carvalho Netto.

De acordo com Netto, o fato é preocupante, já que aviação regional é a porta de entrada para quem está começando a carreira e almeja pilotar grandes aeronaves. Formados nos aeroclubes ou cursos superiores de ciências, os pilotos têm que voar um determinado número de horas antes de assumir o comando de uma aeronave de uma companhia regional e, por fim, conquistar uma vaga em uma empresa regular.

– Se diminuirmos o ritmo na base da cadeia, as companhias começam a reduzir os requisitos para a contratação, especialmente em termos de horas de vôo. Daí começam a faltar pilotos nas fases iniciais da carreira, como táxis-aéreos e transporte aéreo regional. E isso a gente já tem observado – diz Netto.

O diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Paulo Ricardo Krepsky, concorda que a possibilidade de faltarem pilotos vai depender do ritmo de crescimento do setor.

– Se continuarmos crescendo nesse ritmo, com certeza serão necessários mais pilotos. Hoje, eu diria que a situação está equilibrada devido ao encolhimento da aviação brasileira após a quebra da Vasp, da Transbrasil e da Varig. Muitos pilotos experientes dessas empresas foram trabalhar fora do país – disse.

Fonte: Jornal Correio do Brasil

Manifestantes fecham Avenida contra decisão da Anac

Cerca de mil pessoas participaram da manifestação em Ilhéus na manhã deste sábado

Aproximadamente mil manifestantes bloquearam, por volta das 11h da manhã deste sábado, 23, a Avenida Barão de Rio Branco, em Ilhéus, para protestar contra a medida da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que proíbe a realização de vôos por instrumentos no Aeroporto da cidade. Empresários, estudantes, funcionários do Aeroporto e membros da comunidade reclamaram alegando que a decisão da Anac vai gerar desemprego, especialmente no turismo, indústria tecnológica e nos negócios agrícolas, além de inviabilizar economicamente o Aeroporto.

Em 2007, o Aeroporto já tinha tido o número de vôos reduzido a cinco por dia. Com a nova determinação, a quantidade caiu para apenas três. No mesmo ano, a área de escape da pista principal foi ampliada em 110 metros e sinaleiras e cancelas foram implantadas para impedir que veículos de grande porte passassem próximos ao local durante as aterrissagens.

O Aeroporto de Ilhéus é a principal rota de ligação entre as regiões Sul e Sudeste do Estado. Sem o seu funcionamento, o Estado só poderá ser cruzado por via terrestre. Os manifestantes, que consideram a decisão catastrófica para Bahia, cobraram do Governador Jaques Wagner que este interceda junto ao Ministro da Defesa Nelson Jobim para que se encontre uma solução para o problema até que o novo Aeroporto seja construído.

Fonte: A Tarde On Line

23.8.08

Governo pede ajuda da Fiesp para aliviar gargalos do setor aéreo

A pedido do Ministério da Defesa, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estados de São Paulo) formou um grupo para discutir os gargalos e as propostas para melhoria do setor aéreo no Brasil. A deficiente infra-estrutura, a falta de pilotos, de aeroportos, de helipontos e os procedimentos desatualizados já estão na lista. O relatório final será entregue em 16 de setembro.

O governo participa da discussão --na última reunião foi representado por Carlos Eduardo Duarte, da Secretaria de Aviação Comercial--, com Infraero (estatal que administra os aeroportos) e Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A Fiesp também escalou entidades como Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral) e Sneta (Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo), além de empresas, consultores e engenheiros.

A Folha Online teve acesso ao ultimo encontro, que lançou os principais desafios do setor e criou uma agenda de debates. Embora o principal ponto seja a aviação geral, que exclui a regular, a discussão de infra-estrutura e recursos humanos abrange todo o setor.

Segundo Fernando Botelho, vice-presidente da Fiesp e coordenador do grupo, o objetivo é "ajudar o governo a encontrar saídas para melhorar o sistema aéreo brasileiro". "A aviação está em uma situação muito complicada, e não precisava estar."

Ele defende a entrada de capital privado na construção de aeroportos e ampliação de pistas nos principais terminais, além da melhoria dos espaços regionais pelo interior do país.

Mão-de-obra

Na questão da falta de mão-de-obra, a Fiesp quer apresentar uma proposta de financiamento para formação de pilotos e mecânicos. Segundo estimativa da Anac, o custo para a formação de pilotos em avião monomotor é de cerca de R$ 7.000 para piloto privado e de R$ 26 mil para piloto comercial.

Uma das alternativas discutidas no grupo é que parte dos custos seja financiada com recursos da Caixa Econômica Federal, mas ainda sem definição.

O professor de engenharia aeronáutica da USP James Waterhouse defende que os candidatos a piloto e mecânico contem com crédito educacional.

Ele afirmou, ainda, que a formação de mecânicos é comprometida pela falta de material. Segundo Waterhouse, apenas 1% da bibliografia da área é traduzida para o português, o que dificulta no processo de aprendizagem.

De acordo com o apresentado pela Abag, outro problema é a frota velha: 72,3% das aeronaves de aviação geral têm mais de 20 anos, o que aumenta os custos com manutenção e segurança. Já na aviação executiva, segundo os dados da Abag, 70% dos jatos têm menos de 20 anos e, entre os helicópteros, 73% têm até dez anos de fabricação.

Demanda

A Abag apontou ainda que apenas 3,3% das cidades brasileiras são atendidas pelas companhias aéreas regulares. Ou seja, os moradores de 96,7% dos municípios têm de se locomover para utilizar o sistema aéreo. Segundo a Anac, 183 cidades foram atendidas em 2007 pelas companhias aéreas brasileiras.

Há cerca de um mês, a Abag divulgou que o Brasil pode viver, em 2014, o maior colapso do setor aéreo com a realização da Copa do Mundo. A previsão é que os embarques dobrem no país durante o evento.

Segundo estimativas da entidade, cerca de 500 mil turistas estrangeiros devem vir ao Brasil assistir aos jogos em 2014. Se, em média, esse torcedores assistirem a jogos em quatro cidades diferentes, os embarques devem chegar a 4 milhões --número atual registrado no país, sem eventos extraordinários.

À época, a Infraero rebateu o dado, informando que está investindo R$ 3,8 bilhões nos aeroportos que administra.

O Brasil tem atualmente 739 aeródromos, sendo 63 administrados pela estatal Infraero, 320 pelo Comar (Comando Aéreo Regional), da Aeronáutica, 190 por governos estaduais, 155 por prefeituras e os demais por aeroclubes ou empresas.

Fonte: Folha OnLine

Azul inicia contratação de segunda leva de pilotos e comissários

Em setembro, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras inicia nova seleção de Pilotos e Comissários. A nova companhia começa a operar em janeiro de 2009 e tem como meta chegar a 116 pilotos e 153 comissários na primeira fase de operações. A opção tem sido recrutar profissionais experientes até que a empresa esteja bastante estruturada e os primeiros contratados possam atuar como multiplicadores de informação. Os interessados em se candidatar a uma das vagas devem preencher o formulário em www.voeazul.com.br.

Fonte: Jetsite

Administração da Gol é premiada pela IATA

Constantino de Oliveira Júnior, CEO da Gol Linhas Aéreas Inteligentes, foi premiado pela IATA com o GALA (Galería Aeronáutica Latinoamericana) na categoria "Empresários Ilustres do Transporte Aéreo". O reconhecimento foi oferecido durante a conferência "Wings of Change", da FIDAE (Feira Internacional do Ar e Espaço). Segundo a associação, a premiação é uma homenagem para os executivos e instituições que mais colaboram com o desenvolvimento da indústria de aviação na América Latina. Júnior foi o único brasileiro do setor premiado.

Fonte: Jetsite

Ponte Rio-SP tem falha de comunicação

Segundo relatório, controles das duas áreas não informam quando há mudança no plano de vôo após decolagem

A auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) no sistema informatizado de controle do tráfego aéreo encontrou problemas na troca de informações entre os centros de controle de aproximação (APPs) do Rio e São Paulo, encarregados pelo monitoramento da ponte aérea mais movimentada do mundo. Por meio de entrevistas com controladores, observações in loco e fotos, os técnicos verificaram que, quando há mudança no plano de vôo após a decolagem, um centro não comunica a alteração ao vizinho.

“Com base em informações imprecisas, o controlador pode emitir uma instrução incorreta e colocar em risco a segurança das aeronaves”, adverte o relatório do TCU. “Esse problema se agrava já que, por acordo operacional, a transferência de aeronaves entre o APP-RJ e o APP-SP é automática, ou seja, quando a aeronave atinge o limite entre as duas áreas de controle terminal, é transferida sem que haja contato verbal entre os controladores.”

No item “efeitos reais e potenciais”, os auditores dizem que a falha aumenta o nível de stress dos controladores e compromete a segurança dos serviços prestados. Por fim, recomenda que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) promova alterações nos sistemas do Rio e de São Paulo. Procurada, a Força Aérea Brasileira (FAB) disse que não se pronunciaria sobre os apontamentos dos auditores federais.

Um oficial envolvido no controle de tráfego aéreo ouvido pelo Estado disse que as afirmações feitas pelos auditores são equivocadas. O militar explicou que todas as alterações feitas por um dos centros de aproximação são automaticamente atualizadas pelo sistema. Assim que uma aeronave deixa uma área de monitoramento, o controlador que vai herdar aquele tráfego recebe uma tarjeta de papel com as informações básicas do plano de vôo, como altitude e velocidade. “Não há qualquer risco à segurança de vôo”, afirma o militar.

O relatório do TCU também reavivou um ponto controverso: a mudança automática do nível de vôo sem o consentimento do controlador. Embora exista há mais de uma década, o recurso foi colocado em xeque depois do acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol. Controladores de plantão no dia da tragédia alegaram que demoraram para tentar se comunicar com o jato, que seguia na “contramão”, porque haviam sido induzidos a erro pelo sistema.

Os auditores do TCU dizem ter ouvido queixas de todos os controladores entrevistados. “Disseram que o ideal seria o sistema indicar que existe alteração de nível prevista no plano do vôo, alertar o controlador que a aeronave está voando em um nível diferente do previsto para aquele trecho e, se houver perda de contato radar, manter a última informação sobre o nível real da aeronave”, afirmam.

Ao TCU, os representantes do Decea disseram não concordar com a remoção do recurso. Alegaram que o sistema funciona dessa forma há anos e só depois do acidente é que houve contestação. O X-4000, derivação de um sistema desenvolvido na década de 80 por engenheiros franceses e brasileiros, está instalado nos Cindactas 1 (Brasília), 2 (Curitiba) e 3 (Recife).

Fonte: O Estado de SP

TCU aponta risco de panes em Cindactas

Relatório de auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no ano passado e divulgado na última quarta-feira constatou falhas e riscos graves no sistema de visualização do radar X-4000, utilizado em todos os cindactas do País. O relatório mostra falhas e sugestões, apontando o sistema de Manaus, o cindacta-4, como o mais problemático.

Na conclusão, o relatório aconselha a Aeronáutica, entre vários itens, que: estabeleça parâmetros objetivos para avaliação de tolerância a falhas, promova alterações no sistema X-4000, visando impossibilitar o travamento de consoles de visualização decorrentes de comandos inseridos pelos usuários, adquira as peças necessárias ao restabelecimento das consoles inoperantes, e promova alterações nos sistemas dos centros de controle de aproximação do Rio de Janeiro (APP-RJ) e de São Paulo (APP-SP), para que apresentem a informação correta quando houver alteração no plano de vôo após a decolagem.

Um trecho do relatório, de 83 páginas, diz: “Os controles de aproximação do Rio de Janeiro e de São Paulo, nos dias em que foram visitados pela equipe, possuíam algumas posições inoperantes. A situação do controle de aproximação de Manaus é, por sua vez, mais preocupante, pois há risco potencial do sistema parar de funcionar a qualquer momento devido à escassez no mercado de peças de reposição para seus computadores”.

Segundo uma fonte do cindacta-4, uma das falhas mais importantes detectadas pelo relatório foi o fato de que não há contrato de manutenção dos equipamentos de hardware do sistema. Os cuidados e substituições de equipamentos danificados são feitas por técnicos da própria Aeronáutica.

O relatório destaca que a falta de padronização dos equipamentos utilizados no sistema X-4000 dificulta e encarece a aquisição de peças de reposição. No controle de aproximação de Manaus, de acordo com os gestores e técnicos do sistema, os computadores têm mais de 10 anos de uso e não há peças de reposição no mercado.

Para o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção aos Vôos, Jorge Botelho, o relatório do TCU “lavou a alma” de sua categoria. “Agora, ninguém mais vai poder dizer que nós (controladores) estávamos mentindo e sabotando equipamentos”, afirmou Botelho.

Na avaliação dele, a recente liberação, pelo Congresso, de R$ 153 milhões para o Ministério da Defesa adequar o parque tecnológico e a capacidade de monitoramento do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (Sisceab) é uma prova de que os problemas são mais graves do que parecem.

Fonte: Jornal do Comércio

Argentina poderá ter fábrica da Embraer

País vizinho também cogita comprar aviões da empresa para a recém-estatizada Aerolíneas Argentinas

O ministro do Planejamento argentino, Julio de Vido, participou de reuniões ontem em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e com o presidente da embraer, Frederico Curado, para discutir a compra de aviões da embraer para a recém-reestatizada Aerolíneas Argentinas e a possibilidade de instalação da companhia no país vizinho.

"Analisamos, entre outros temas, a possibilidade de instalação da embraer na Argentina, para a fabricação de partes de aviões", disse De Vido à agência de notícias oficial de seu país, após a reunião com Lula, marcada de última hora.

O ministro viajou acompanhado do secretário de Transporte, Ricardo Jaime, que estaria negociando a compra de aeronaves da embraer, ainda não confirmada.


Além disso, discutiram a possibilidade de aumentar a quantidade de passagens de fronteira entre os dois países, para intensificar o comércio entre os Estados do Sul brasileiro e do norte argentino.

Fonte: Correio Braziliense

22.8.08

Azul recebe hoje o primeiro avião

A Azul Linhas Aéreas recebe hoje o primeiro avião Embraer 195 de sua frota que prevê um total de 76 aeronaves desse modelo. Outros cinco serão entregues até dezembro, quando a empresa pretende fazer o vôo inaugural, antecipando em um mês o início das operações. Além de adiantar a decolagem, a companhia terá o dobro de aviões previsto para a largada.

Ontem em Brasília, o presidente da Azul, David Neeleman, apresentou ao ministro do Turismo, Luiz Barreto, a estratégia da empresa em ocupar o espaço da antiga Varig no mercado da aviação no Rio de Janeiro. A intenção é obter slots (espaços para pousos e decolagens) e lojas desativados nos aeroportos Santos Dumont e Galeão.

Com a meta de chegar a 116 pilotos e 153 comissários na primeira fase de operação, a Azul já começou a segunda etapa de seleção. As inscrições são feitas no site www.voeazul.com.br.

Fonte: Zero Hora

Especulações da SPANAIR

Das 172 pessoas a bordo, 19 sobreviveram. Parentes das vítimas focaram sua raiva em uma decisão para eles inexplicável: a Spanair permitiu a decolagem apesar dos problemas apresentados pela aeronave uma hora antes. Agora surgem evidências que anteciparam o desastre.

No hotel alugado pela companhia aérea para abrigar os parentes das vítimas, que tentam reconhecer os corpos carbonizados, corre uma história ilustrativa. Após saber que o avião apresentara problemas técnicos, um dos passageiros pediu para retirar-se da aeronave, mas foi impedido pela tripulação de bordo.

O balde de água fria vem à tona no momento em que Spanair defende a decisão de ter permitido a decolagem apesar de ter abortado uma tentativa anterior porque um medidor mostrara um aquecimento da válvula de captação de ar.

Testemunhas contam que o motor esquerdo do avião incendiou-se no momento da decolagem, forçando a queda. A aeronave é desenhada para decolar mesmo quando um dos mecanismos falha, mas fontes de aviação sugeriram que a válvula queimada deve ter girado e lançado fragmentos sobre a cauda da aeronave e o motor direito.

Outra versão que emergiu ontem é de que o o piloto do avião tenha usado o controle do reverso, normalmente acionado para pousos.

Javier Mendoza, vice-diretor de operação da companhia, disse que todos os procedimentos normais foram seguidos.

Para além da crise financeira, o trágico acidente de Barajas agrava o futuro da Spanair. Segundo o jornal El Mundo, até o co-piloto seria despedido dentro de um mês e meio. A empresa previa dispensar 1.100 pessoas para tentar evitar a crise.

Fonte: Jornal do Brasil

As portas estão abertas comissários (as)...

"No mês que vem, a Azul Linhas Aéreas inicia uma nova seleção de pilotos e comissários de vôo. A primeira turma de profissionais já foi contratada e está em treinamento. Os pilotos foram para Orlando, nos Estados unidos, treinar nos simuladores, enquanto os comissários de vôo e técnicos de manutenção estão tendo aulas em São Paulo e em São José dos Campos, na Embraer.
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A Azul, que pretende começar a voar antes do plano inicial e com uma frota maior do que a pensada inicialmente, tem como meta chegar a 116 pilotos e 153 comissários na primeira fase de suas operações. A opção, por enquanto, tem sido recrutar profissionais experientes até que a empresa esteja bastante estruturada e os primeiros contratados possam atuar como multiplicadores de informação.
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Neeleman disse que sua equipe vem estudando 27 cidades com mais de um milhão de habitantes e que são potenciais alvos da Azul. “O mercado brasileiro de aviação poderia ser três ou quatro vezes maior. Para isso, acontecer e para uma nova empresa crescer, é preciso voar para onde as outras não voam. Queremos, de fato, criar a terceira grande companhia aérea brasileira”, disse Neeleman."

Fonte: Blog Meio Aéreo

Nordeste voltará a voar no Brasil

Com o nome fantasia Flex, empresa, em recuperação judicial, consegue autorização para vôos regionais

Os brasileiros voltam a ter mais uma opção de companhia aérea para vôos regionais. Ontem, foi publicada no Diário Oficial da União a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a Nordeste Linhas aéreas S.A, que adotou o nome fantasia Flex e que está em recuperação judicial, a voltar a prestar o serviço público de transporte aéreo não-regular de passageiros, cargas e mala postal. A empresa terá de andar na linha, ou seja, “está obrigada a manter-se adimplente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com a Fazenda Nacional e com as demais obrigações legais pertinentes”.

A Anac não informou quais rotas voltarão a ser oferecidas pela Nordeste. Mas a decisão entrou em vigor ontem, na data da publicação da autorização. Em outra decisão, a Anac também liberou a Korean Air Lines, coreana, a também operar serviços aéreos regulares de passageiros, carga e mala postal em território brasileiro.

Para a diretora de projetos e análise de Mercados da All Consulting, Simone Escudero, a volta da Nordeste Linhas aéreas ao mercado, em um primeiro momento, não deve representar reflexos expressivos. “O turismo está aquecido e, com boa ocupação dos vôos, as margens não ficam comprometidas.” Mas ela lembra que para o próximo ano também está previsto o início de operações da Azul, que deve chegar para aumentar ainda mais a acirrada concorrência por passageiros. “Em todos os sentidos, quem tende a ganhar é o consumidor, que vai ter mais uma opção de escolha, o que motiva a guerra de tarifas”, lembra. Porém, a consultora adverte que, se houver desaceleração da economia e do turismo, os problemas também chegam voando. “E a economia é muito instável”, reforça.

Em momentos de problemas é que as companhias mais fracas ficam mais prejudicadas e correm o risco de não suportar as pressões. “Foi o que ocorreu com a BRA, depois do apagão aéreo do ano passado”, observa Simone Escudero. Ela reforça que as empresas menores e mais fracas são mais vulneráveis em momentos de crise e que esse é um “mercado de risco”.

A Nordeste Linhas aéreas iniciou suas operações em 9 de junho de 1976 e seu controle acionário pertencia à Transbrasil, ao governo da Bahia e à Votec. Em 1995, a empresa foi adquirida pela Rio Sul, do grupo Varig. Em 2 de setembro de 2002, as operações das três empresas passaram a ser integradas, até a crise da Varig, que acabou com a recuperação judicial. A Varig foi vendida para a Gol em abril do ano passado.

Fonte: Correio Braziliense

Varig renova frota

A Varig recebeu um Boeing 737-700, o primeiro de uma série de sete novas aeronaves previstas para entrega até o final do mês e que fazem parte do plano de renovação da frota da empresa, que até o final do ano substituirá os modelos Boeing 737-300 e 767-300. “São quatro Boeing 737-700 e três Boeing 737-800, aeronaves tidas como mais seguras e confortáveis, com baixos custos com manutenção, combustível e treinamento, e altos índices de utilização e eficiência”, diz Fernando Rockert de Magalhães, vice-presidente Técnico da Gol Linhas Aéreas Inteligentes, controladora da Varig. O novo avião garante uma economia de até 3% ao ano de combustível e tecnologia que reduz o ruído na decolagem.

Fonte: Correio Braziliense

21.8.08

Recorde de acessos em um dia...

Caros leitores,

É com grande orgulho que eu informo que ontem (20.08.08) o Blog bateu o Recorde de acessos em único dia. Foram 535 usuários !!!

Por isso, gostaria de agradecer a todos que fazem deste Blog um sucesso.

Principalmente vocês, porque sem os leitores nada disso teria sentido.

Muito obrigado!!!

Um grande abraço

RAFAEL MATERA

Outras fotos do Acidente com o MD-82 da Spanair

Outras fotos do Acidente com o MD-82 da Spanair...







Aeroporto da Pampulha vai a consulta pública

A Anac vai realizar uma consulta pública antes de decidir sobre a volta de vôos nacionais com aviões de grande porte para o aeroporto da Pampulha. Qualquer pessoa interessada poderá participar do processo, que será disponibilizado somente pela Internet, ainda sem data definida para acontecer. Nesse caso, o assunto é o pedido feito pela Tam e Gol - para que a portaria nº 993, de setembro 2007, seja alterada. A portaria proíbe a operação de aeronaves com capacidade acima de 50 passageiros, pois o aeroporto é destinado a atender apenas a aviação regional.

De acordo com o documento, vôos do aeroporto da Pampulha com destino às capitais de outros Estados podem ser realizados com a execução de ao menos uma escala intermediária, em aeroporto do interior de Minas. A mesma regra vale para os vôos de chegada a Pampulha vindos de outras capitais. As empresas, no entanto, alegam que a Anac não teria competência legal para proibir a operação das companhias. Ao todo, Gol e TAM planejam ofertar 40 vôos, aproximadamente, com destino a Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: Jetsite

Bombeiros vasculham local de acidente em Madri em busca de desaparecidos

Bombeiros vasculham hoje o local onde caiu o avião acidentado nesta quarta-feira no aeroporto de Barajas, em Madri - em acidente no qual morreram 153 pessoas -, em busca de restos mortais de duas pessoas que seguem desaparecidas.

Um porta-voz do serviço de emergências de Madri informou à Agência Efe que os trabalhos começaram com as primeiras luzes do dia, no declive no qual caiu o MD-82 da companhia aérea Spanair segundos após decolar do aeroporto madrilenho de Barajas.

Os bombeiros voltaram a rastrear o local do acidente, reviraram e movimentaram partes da fuselagem do aparelho para tratar de localizar restos das pessoas ainda desaparecidas.

As caixas-pretas da aeronave, que registram a atividade dos instrumentos e as conversas na cabine de comando, foram localizadas poucas horas depois do acidente e serão o principal elemento de investigação da tragédia.

Um juizado de Madri assumiu a liderança da investigação e das operações de traslado dos 153 corpos a um local próximo ao aeroporto para que pudessem ser realizadas as autópsias e identificações dos mortos.

O sindicato de pilotos Sepla, o maior do país, pôs à disposição das autoridades seu departamento técnico e de segurança para ajudar na investigação do acidente.

Em comunicado, o Sepla ofereceu "o conhecimento e a qualificação profissional" de seus "especialistas para esclarecer em profundidade todas as causas que possam ter levado a uma das maiores tragédias aéreas" da história recente da Espanha.

O sindicato, que reúne quase todos os pilotos espanhóis, pediu prudência para evitar a proliferação "de hipóteses errôneas que venham a prejudicar o adequado esclarecimento dos fatos".

O diretor para a área de segurança do Colégio Oficial de Pilotos da Aviação Comercial (Copac) da Espanha, Francisco Cruz, apontou à Efe outros possíveis erros nos instrumentos do avião como causa da catástrofe.

Segundo Cruz, "não é lógico que com uma falha do motor o avião caia". "Deve haver algo mais", uma possibilidade que "pode corresponder a problemas nos sistemas hidráulicos ou elétricos", completou.

Cruz advertiu que "pode demorar meses e até um ano para que as causas do acidente sejam conhecidas", e que por isso também aconselha cuidado na hora de se tirar conclusões.

O acidente ocorreu durante a decolagem, em uma manobra que os pilotos "treinam muito nos simuladores", sobretudo em meio à possibilidade de ter uma falha em um dos motores, assegurou.

O modelo MD-82 é considerado muito seguro, segundo Cruz, que afirmou que se as companhias aéreas o estão retirando do mercado isso não quer dizer que o mesmo esteja obsoleto.

Pode ser porque "consomem muito combustível", cerca de 25% a mais que um avião de nova geração, acrescentou.

O aeroporto de Barajas, de onde saiu o avião acidentado, voltou nas últimas horas à normalidade, segundo disseram à Efe responsáveis aeroportuários, que acrescentaram que os vôos da Spanair também operam com regularidade. EFE

Fonte: Estado de SP

Azul estréia em dezembro, com frota de seis aviões

Empresa quer oferecer 90 vôos diários saindo do Rio

A Azul Linhas aéreas antecipou sua estréia de janeiro para dezembro e iniciará suas operações com seis jatos Embraer 195 - o dobro do previsto inicialmente. O primeiro jato será entregue hoje e será usado na fase de certificação. Os outros cinco serão entregues até dezembro, conforme revelou ontem no Rio de Janeiro, o presidente da Embraer, Frederico Curado.

A Azul possui uma encomenda de 76 jatos, entre pedidos firmes e opções. A fabricante está empenhada no projeto da Azul, que levará pela primeira vez aos céus brasileiros os seus jatos regionais. “Nós temos certos (a encomenda de) 41 aviões no mercado brasileiro nos próximos três anos. Essa é uma pequena revolução, tendo em vista a frota que temos hoje. Esse número pode chegar a quase 100 aviões num período talvez de cinco a seis anos”, afirmou Curado após fazer palestra na Coppe, instituto que coordena os programas de pós-graduação de engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além da encomenda da Azul, há também mais cinco jatos ERJ 145 para a Trip Linhas aéreas, que também fez a opção de compra de outras 15 unidades do mesmo modelo.

A antecipação das entregas da Azul foi possível devido às solicitações de adiamento feitas pela americana JetBlue e pela australiana VirginBlue, motivadas pela alta do petróleo. Como a Azul pegou o lugar dessas empresas na fila, a previsão de entregas da Embraer para 2009, de 195 a 200 aeronaves, não sofrerá alterações.

Segundo fontes do setor, a rota inaugural da Azul será a ponte aérea Rio-São Paulo. A rota não deve ser a principal da empresa, dada a escassez de espaço para pouso e decolagem (slot) em Congonhas. Mas a idéia, para a cerimônia de lançamento, é aproveitar ao máximo a visibilidade das duas maiores cidades do Brasil.

Ontem em Brasília, o fundador e presidente do Conselho de Administração da Azul, David Neeleman, apresentou ao ministro do Turismo, Luiz Barreto, as linhas gerais do modelo de negócios da companhia. A empresa pretende instalar sua principal base operacional no Santos Dumont. E até o final do primeiro semestre, a intenção é de uma oferta de 90 partidas diárias a partir do Santos Dumont.

“Nossa sede é em São Paulo, mas estamos falando em Santos Dumont, um lugar interessante para nós e para o Rio de Janeiro”, disse ao Estado, após audiência com o ministro. “A Varig tinha muita presença lá, e achamos que podemos servir muitas cidades grandes que não têm serviço de vôos para o aeroporto.”

Neeleman não revelou as rotas de interesse da empresa, por questões de concorrência. Mas observou que os jatos da Embraer, de 118 lugares, têm condições de fazer vôos sem escala de até 3 mil quilômetros - o que permitiria fazer vôos em rotas não tradicionais, como Porto Alegre-Salvador e Rio-Aracaju. A empresa, porém, vai brigar por espaço na ponte aérea Rio-São Paulo e vôos como Rio-Belo Horizonte e Rio-Brasília.

Na audiência, o ministro do Turismo entregou a Neeleman um estudo com os 65 destinos turísticos considerados prioritários pelo governo.

Fonte: O Estado de SP

Comissão do Senado aprova indenização por overbooking

Benefício deve atingir quem não puder embarcar em vôo

A Comissão de Infra-Estrutura do Senado aprovou ontem projeto de lei que obriga o pagamento de indenizações a passageiros de companhias aéreas que não conseguiram embarcar por causa de overbooking (excesso de reservas de assentos para um mesmo vôo). Agora, a proposta tem de ser submetida ao plenário do Senado e depois à Câmara dos Deputados.

De acordo com o projeto, haverá indenizações em casos de atrasos superiores a duas horas e de perda de bagagem. A proposta é de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT).

"Uma das causas mais freqüentes de reclamação de usuários de transportes aéreos diz respeito a essa prática largamente utilizada pelas empresas", diz a senadora, na justificativa da proposta. "E o Código Brasileiro de Aeronáutica não prevê qualquer reparação."

Segundo o projeto de lei, a indenização terá valor equivalente ao da tarifa para o trecho considerado. "Em classe econômica ou superior, sem desconto. E [a indenização] será paga imediatamente após a negação do embarque, em moeda nacional ou na forma de crédito aberto, a critério do passageiro", diz a proposta.

Ainda de acordo com a proposta, a indenização não exime a empresa de garantir ao passageiro o direito contratual de transporte previsto no bilhete de embarque.

Fonte: Folha de SP

Os dez melhores aeroportos de 2008

Pelo sétimo consecultivo, o Aeroporto Internacional de Hong Kong foi eleito o melhor aeroporto do mundo, segundo a pesquisa anual da Skytrax – empresa londrina especializada em aviação.
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A pesquisa, realizada ao longo de dez meses, contou com a participação de mais de 8 milhões de passageiros em mais de 190 aeroportos em todo mundo, que julgaram os dez melhores segundo 40 critérios diferentes, como lojas, restaurantes, cortesia e eficiência dos profissionais, sinalização, despacho de bagagem, limpeza, acesso à Internet e segurança.
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Como todos os anos, os aeroportos da Ásia obtiveram excelentes colocações. No topo da lista, temos em primeiro lugar o Aeroporto de Hong Kong - com a sua reputação de eficiência e conforto, seguido pelo Aeroporto Changi, em Cingapura, e o Aeroporto Seoul Incheon, na Coréia do Sul, em segundo e terceiro lugar respectivamente. Além destes, no TOP 10 ainda estão o Aeroportos de Kansai, no Japão, e o Aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia.
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Outros aeroportos na Europa completam a lista dos dez mais, como o Aeroporto de Munich, na Alemanha, o Aeroporto de Copenhague, na Dinamarca, o Aeroporto de Zurich, na Suíça, e o Aeroporto de Helsinki, na Finlândia. O único da lista fora do eixo Europa-Ásia é o Aeroporto da Cidade do Cabo, na África do Sul.
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Para Edward Plaisted, CEO da Skytrax, um dos fatores que mais contribuíram para este ranking final, foi o fato de que todos estes aeroportos possuem trens de alta velocidade que transportam rapidamente os passageiros do aeroporto para o centro da cidade, além de contarem com uma infinidade de opções de serviços internos e acesso à Internet sem fios. “São aeroportos do século 21”.
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Conheça um pouco mais sobre cada um dos dez melhores aeroportos de 2008, segundo a Skytrax:
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Aeroporto Internacional de Hong-Kong. No topo da lista há sete anos, possui um sofisticado trem expresso para o centro da cidade, snack-bar com diversas cozinhas do mundo, além de acesso gratuíto à Internet sem fios. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Changi, em Cingapura. Além do exuberante orquidário no meio do saguão, ainda conta com piscina e oferece um “city-tour” gratuito. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Seoul-Incheon, na Coréia do Sul. Possui campo de golfe com 72 buracos, cabeleireiro, centro de negócios, salão com brinquedos para as crianças, além de spa que oferece ducha e massagem para os passageiros. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia. Um dos aeroportos com o melhor nível de serviço de imigração. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Munique, na Alemanha. O aeroporto tem campo de minigolfe, cinema para até 60 pessoas, salão de beleza com fisioterapêutas, além do espaço “kinderterminal” onde crianças aprendem como funciona um aeroporto. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Kansai, no Japão. Neste aeroporto, localizado em uma ilha artificial, os passageiros podem alugar DVDs, deixar os seus animais de estimação em um hotel especial para animais, cuidar da saúde bucal em um consultório odontológico, além de ter uma reunião de negócios na sala de conferência VIP. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Copenhague, na Dinamarca. A principal característica deste aeroporto é o seu requinte e decoração interior, que inclui chão de madeira e peças de arte em exposição em todos terminais. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Zurique, na Suíça. O metro simplesmente passa dentro deste aeroporto, onde ainda os passageiros podem alugar quartos com cozinhas e soliciraem serviços de quarto, além de poderem deixar as crianças em uma escolinha com profissionais qualificados. Confira aqui video do aeroporto.
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Aeroporto de Helsinki, na Finlândia. Há uma sala de meditação com ar-condicionado, que ajuda os passageiros a se adaptarem ao fuso-horário. Ainda são oferecidas diversas salas de espera com Internet sem fios.
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Aeroporto da Cidade do Cabo, na África do Sul. O aeroporto que subiu três posições do ranking de 2007, prepare-se para a Copa de 2010. Conta com porteiros que carregam a bagagem de um terminal para outro por uma pequena taxa. A infra-estrutura ainda conta com uma clínica médica que atende diversas especialidades e uma sala de espera silenciosa, onde passageiros podem fazer até orações antes de um vôo ou embarque.

Fonte: Blog Meio Aéreo [Fontes Indiretas: Forbes e Meio Aéreo. Fotos: Chop (Hong-Kong), Eric Bronson (Cingapura), T. Pete (Incheon), F. Sabatini (Kuala-Lumpur), Cobby (Munique), Martin Tenbones (Kansai), Peter L. (Copenhague), Caribb (Zurique), Teemu R. (Helsinki)]


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