31.7.08

Quanto vale um banho no spa da Emirates? (por Marcelo Ambrosio)

"...O A380 que foi incorporado à frota da Emirates tem disponível, para a Primeira classe, dois banheiros com chuveiro completo. Parte da tripulação da aeronave foi treinada, inclusive, para manter as instalações impecáveis após cada uso.

As fotos, que acabei de receber, mostram o box e o resto do spa, exclusivo para um grupo bastante reduzido de passageiros. Como o espaço no avião é delimitado, imagino que o tanque de água apenas para o chuveiro deve ter reduzido um pouco a capacidade de carga ou de passageiros.

deve ser ótimo poder desembarcar de banho tomado



Também seria interessante poder descobrir se a água usada no banho será descartada ou reaproveitada, por exemplo nos sanitários, como ocorre em prédios mais modernos. Abaixo, a imagem do interior da aeronave na classe executiva - cujas poltronas são bastante largas. Gostei do carrinho que serve café, direto da cafeteira expresso, para quem vai na business. Tomara que o pessoal da econômica tenha esse tipo de serviço também.

Olha a cafeteira

Fonte: JB Online SLOT

Causa do Acidente com 747 da Qantas

A causa do incidente com o B747 já está determinada. Peritos que investigavam a explosão no jato da Qantas localizaram, no teto da cabine de passageiros, a válvula do tubo de oxigênio de emergência da tripulação. O cilindro metálico desapareceu, tragado pela descompressão aberta com o buraco no compartimento de carga, mas a peça encontrada explica a mecânica do incidente: por razões que ainda faltam ser determinadas, mas que são mais simples de descobrir, a válvula do cilindro de oxigênio explodiu durante o vôo, a 29 mil pés de altitude. Possivelmente o problema foi causado por um erro de abastecimento, com a pressão sendo maior que a capacidade de retenção da válvula.

A detonação lançou o artefato para cima como se fosse um projétil, e este perfurou o teto do compartimento, o piso da cabine, atingiu parte da tranca da porta e acabou se alojando no teto da área de passageiros. De acordo com os técnicos, não houve risco de abertura da porta em função do impacto da peça, "porque são feitas para jamais serem abertas no ar". Ainda que a explicação tenha um sentido tranquilizador, fica a impressão de que o aparentemente insólito incidente só não virou uma tragédia de grandes porporções por uma série de coincidências. A primeira é justamente o fato de o estojo das garrafas de oxigênio estar localizado sob uma área onde não se acomoda nenhum passageiro. A segunda é a de que, mesmo tendo batido no mecanismo da porta,não ter aberto no compartimento de passageiros um buraco que forçasse a descompressão.

Fonte: JB Online - SLOT

Gol e Varig podem se tornar uma só empresa

A Gol informou ontem que apresentou à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pedido para fazer uma reorganização societária das subsidiárias Gol Transportes Aéreos e da Varig. O objetivo é unir as duas em uma só companhia aérea. O comunicado ressalta, no entanto, que as duas marcas continuariam a existir.


O pedido foi divulgado pouco mais de um mês após a aprovação da operação de compra da Varig pela Gol no âmbito do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), no final de junho.

Segundo a Gol, a proposta de reorganização pretende otimizar a estrutura operacional do grupo, com maior eficiência na prestação de serviços aéreos por meio da integração das operações entre as duas empresas. A idéia, segundo a Gol, é explorar sinergias e ampliar a oferta de serviços aos clientes.

Há cerca de duas semanas, executivos da companhia foram à sede da Anac em Brasília para uma primeira conversa sobre o assunto. "A reorganização simplificará a estrutura societária das subsidiárias da Gol, maximizando sua eficiência administrativa, otimizando as receitas e reduzindo custos financeiros e operacionais, além da obtenção de maior flexibilidade operacional", informou a empresa, em nota.

Fonte: Folha de SP

Acordo evita greve na Infraero

Uma negociação de última hora entre a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e os funcionários impediu que a greve programada para atingir 12 dos 67 aeroportos administrados pela estatal ocorresse ontem. Os impasses entre os trabalhadores e a companhia foram superados na noite de terça-feira. A maior parte dos aeroportos operou normalmente desde as primeiras horas da manhã. O protesto foi cancelado porque a categoria aprovou em assembléias a nova proposta da Infraero: reajuste nos salários dos aeroportuários em 5,5%, aumento do valor do vale refeição/alimentação de R$ 584 para R$ 600 e autorização do pagamento de um resíduo na participação nos lucros de 2002 a todos os que têm direito — totalizando cerca de R$ 700 para cada empregado.

Fonte: Correio Braziliense

Embraer pode vender aviões à Aerolíneas

Por causa da falta de aviões para a Aerolíneas Argentinas e sua subsidiária Austral, o secretário de Transportes da Argentina, Ricardo Jaime, disse que viajará ao Brasil para analisar a compra de aviões da Embraer para vôos domésticos. A idéia recebeu críticas, já que o anúncio foi feito antes de completada a reestatização.

Fonte: O Estado de S. Paulo

30.7.08

Emirates recebe primeiro superjumbo A380 e fecha a compra de mais 60 aviões da Airbus


A Emirates Airlines, de Dubai, assinou cartas de intenção para a compra de 60 aeronaves da fabricante européia Airbus. Pelo acordo, ela deverá adquirir 30 unidades do modelo A350XWB e 30 do A330-300. Considerando os preços de tabela, a transação pode alcançar valor total de US$ 13,45 bilhões.


O acordo foi fechado durante a entrega do primeiro superjumbo A380 à companhia de Dubai. As cartas foram assinadas pelo presidente do conselho e executivo-chefe da Emirates, xeque Ahmed Bin Saeed Al Maktoum, e pelo presidente e executivo-chefe da Airbus, Tom Enders, no centro de entregas do A380, em Hamburgo, Alemanha.


No último Airshow de Dubai, ocorrido em novembro do ano passado, a Emirates havia acertado a compra de 70 aeronaves A350XWB, com opções para mais 50 unidades. O acordo de hoje representa a transformação de parte dessas opções em pedidos firmes, elevando para 100 o número de A350 adquiridos pela Emirates.


A Emirates continua a impressionar com seu ritmo de crescimento. Estamos honrados com a confiança que a Emirates deposita na Airbus e estamos muito felizes que a visão e a inovação que são as marcas registradas do A330, do A350 e de todos os aviões da Airbus possam ajudar a sustentar o crescimento e o sucesso da Emirates, afirmou Enders. Esses pedidos e a entrega do primeiro A380 (à Emirates) fazem desse um dia verdadeiramente notável na história das duas companhias, completou.

Fonte: José Sergio Osse | Valor Online

Embraer admite fabricar aviões em Portugal

Os investimentos da Embraer anunciados para Évora, no sábado, poderão resultar no lançamento de uma unidade de construção de aeronaves da fabricante brasileira em Portugal.

O presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, apontou ao Jornal de Negócios que "a implantação dessas operações e tecnologias em Portugal representa um enorme passo para capacitar o país a fabricar aeronaves no futuro", ainda que, por ora, "não há planos específicos para isso". Até lá, diz, "muitas outras condições precisarão de ser tidas em conta para uma decisão dessas" como os "custos de uma operação de montagem e as economias de escala".

Mas a ideia já está presente nos planos da Embraer. Aliás, segundo apurou o JdN, além dos dois terrenos que a companhia brasileira vai adquirir junto ao aeródromo para edificar as fábricas anunciadas no sábado, um outro terreno foi já garantido pelos brasileiros para o caso de decidirem avançar com a construção de aviões em Évora.

Fonte: Jornal de Negócios Online (Portugal)

"Gestão da INFRAERO no Galeão é um desastre..."

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), criticou a gestão da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão) e defendeu que a administração dos aeroportos do País seja realizada em parceria com o setor privado. "Estou muito angustiado, o Aeroporto do Galeão está muito ruim", disse. Segundo Cabral, a administração do aeroporto "é um desastre, pois não está no nível mínimo de boas condições de serviços disponíveis aos oito milhões de usuários, como corredores sujos e banheiros em situações inadequadas".

Apesar das críticas, o governador afirmou que ocorreram melhoras expressivas com a malha aeroportuária brasileira, a partir da posse do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e da atual presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira. "Avançou muito com o ministro Jobim e com a presidente da Anac, que é uma grande executiva, mas pode melhorar mais", disse ele, ao participar de palestra na Câmara Americana de Comércio (Amcham).

O governador do Rio defendeu a participação do setor privado na administração dos aeroportos. "Do ponto de vista da gestão dos aeroportos, eu acho que esse é um negócio para ser administrado pelo setor privado. Temos exemplos no mundo inteiro de aeroportos administrados pelo setor privado, com enorme sucesso", disse.

Na avaliação de Cabral, a parceria da Infraero com o setor privado deveria ser feita nos mesmos moldes das concessões de estradas, metrô e telefonia. "A Infraero entraria junto, teria resultados, mas a gestão deveria ser privada, com regras de investimento, compromissos (administrativos). Seria o caso de estabelecer uma performance, acho que isso ajudaria muito o Brasil. Sei que o governo federal estuda alternativas para a questão aeroportuária, confio no ministro Jobim e na presidente da Anac."

Fonte: A Tarde On Line

Fusão British Airways e Iberia

A diretoria da companhia aérea britânica British Airways e da espanhola Iberia aprovaram por unanimidade a união entre as duas empresas, que agora deve receber o aval dos acionistas.

Cada uma das empresas manteria seu nome atual e depois confluirão em um único grupo, com ações na bolsa em Londres e Madri.

A fusão entre a British Airways e a Iberia deveria prever um intercâmbio de ações entre as duas sociedades, afirmou um comunicado da companhia espanhola.

Segundo a Iberia, o esquema da operação aponta para a constituição de uma nova sociedade, que comprará as duas companhias simultaneamente. A Iberia explicou que não quer aumentar sua participação na British, para além da cota de 9,9%, entre ações (2,99%) e instrumentos derivados (6,99%), adquirida nos meses de maio e junho passados a fim de concretizar uma "simetria" com a participação da British na companhia espanhola.

Os derivados financeiros deveriam ser substituídos "no momento oportuno" com a compra de ações da British.

Os títulos da Iberia estão suspensos na bolsa de Madri, onde ganhavam mais de 4%.

A nota explicou que há previsão da criação de uma nova sociedade cotizada em Madri e Londres, e que serão mantidas as marcas de cada uma das companhias.

A fusão da Iberia e da British Airways levará a sinergias "relevantes" e benefícios comerciais que "melhorarão o serviço ao cliente".

"A união parte da já estreita relação entre as companhias e servirá para reforçar a Aliança Oneworld, bem como a posição de Madri como o principal aeroporto de ligação entre América Latina e Europa", disse a Iberia.

Por volta do meio-dia local, a Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) decidiu suspender por cautela a cotização dos títulos da empresa espanhola.

Nesse momento, as ações da Iberia registravam um aumento de 4,27%, até 1,71 euros, acumulando assim a maior alta do Ibex.

Fonte: JB Online SLOT

Greve da Infraero atingirá 12 de 67 aeroportos

Uma greve dos funcionários da Infraero nos principais aeroportos do País, programada para começar à 0h de quarta-feira, pode provocar atrasos nos vôos e causar transtornos aos passageiros. A greve, em 12 dos 67 aeroportos administrados pela Infraero no País, vai incluir os mais movimentados: Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, e Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.A paralisação, anunciada por líderes sindicais e confirmada pelo governo, tem como principal reivindicação o aumento salariais. O Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina) promete manter equipes de cobertura para que os aeroportos continuem abertos, mas são esperadas longas filas nos check-ins e muitos vôos atrasados."Certamente, transtornos vão acontecer, vai ter atraso. Está garantida pelo menos 30 por cento da operação", disse o presidente do Sina, Francisco Lemos.O sindicato cobra aumento salarial de 6%, uma série de benefícios adicionais e uma nova administração na Infraero, empresa estatal responsável pelos aeroportos no País. "Não há um único funcionário de carreira na diretoria", disse Lemos.

A Infraero informou na terça-feira que continua disposta a negociar com o sindicato. Segundo um funcionário do órgão, não há plano de contingência. Os aeroportuários atuam em serviços como fiscalização de bagagens no embarque e desembarque, controle do movimento de aeronaves na pista e operação de equipamentos de raio X.

Fonte: O Dia

16 mil processos se acumulam na Anac

Agência determinou que autuações aplicadas em 2003 sejam priorizadas, para que não prescrevam após 5 anos

Cerca de 16 mil processos de autos de infração estão acumulados na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) à espera de solução. O leque de possíveis irregularidades ainda sem punição é amplo: vão desde reclamações de passageiros sobre extravio de bagagens até o desrespeito a regras de segurança de vôo. A situação é tão crítica que a direção da agência criou uma força-tarefa e determinou aos técnicos que priorizem as autuações aplicadas em 2003, para evitar que elas atinjam o prazo de 5 anos e prescrevam.

No fim do ano passado, quando assumiu a presidência da Anac, Solange Paiva Vieira disse ter herdado 20 mil processos. Até agora, 4 mil resultaram em multas, referentes ao período entre 2003 e 2008. A Assessoria de Imprensa da agência, no entanto, não soube informar quantos processos de autos de infração são julgados por mês nem qual o porcentual de autuações aplicadas durante a crise aérea já foi revertido em multa.

O acúmulo de processos, segundo a agência, começou durante o processo de transição do extinto Departamento de Aviação Civil (DAC) - autarquia ligada ao comando da Aeronáutica - para a Anac, ocorrido em 2003. Entretanto, o último diretor-geral do DAC, brigadeiro Venâncio Grossi, nega que isso tenha ocorrido em sua gestão. “Quem controlava esse processo era o TCU (Tribunal de Contas da União). Se o processo se arrastasse muito, eles vinham para cima”, afirma o militar da reserva. “Na minha época, resolvíamos o processo em, no máximo, 60 dias.”

O ex-diretor da agência Joseph Barat também afirma que parte dos processos acumulados nos últimos anos veio do DAC, mas admite que a falta de funcionários dificultava o trabalho. “Os procedimentos do DAC eram diferentes dos adotados pela agência. Além disso, o quadro técnico era insuficiente para dar conta do volume de processos”, disse Barat.

Preocupada com as conseqüências do acúmulo de processos parados, no início deste ano Solange solicitou ao presidente do TCU, ministro Walton Alencar Rodrigues, uma auditoria completa das autuações. São dois os objetivos da inspeção: identificar “pontos relevantes para futuras autuações” da agência e “verificar a atuação da agência no exercício de seus atribuições”.

Embora a Anac não informe se parte desses processos prescreveram, fontes ligadas à agência consideram provável que alguns autos de infração expiraram sem que tenham recebido um parecer oficial. Iniciada em maio, a auditoria está sendo conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Desestatização do TCU e ainda não há prazo para que seja concluída.

No último dia 16, a Anac anunciou outra medida que, indiretamente, deve ajudar a aliviar a carga de trabalho dos técnicos encarregados de analisar os processos. A agência decidiu oferecer desconto de 50% para o pagamento de multas ou o parcelamento da quantia em até 24 vezes, respeitando o valor mínimo de R$ 1 mil por parcela. Com isso, evita-se que o caso se arraste por todas as instâncias de julgamento, uma vez que, com a multa quitada, o processo é arquivado.

SEM PUNIÇÃO

Para especialistas e militares ligados à prevenção de acidentes aeronáuticos, a falta de punição aos infratores - sejam eles companhias aéreas ou tripulantes - contribui para o aumento dos acidentes aeronáuticos. “Se você não aplica as punições previstas em lei, indiretamente está desrespeitando a segurança de vôo”, afirma o engenheiro Jorge Leal de Medeiros, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e ex-chefe de gabinete de Solange na Anac. “Na agência inglesa de aviação civil, por exemplo, 60% do quadro de pessoal atua em segurança de vôo. Aqui, não conseguimos aplicar a lei”, compara o especialista.

Militares da Aeronáutica ouvidos sob a condição de anonimato também criticaram a fiscalização feita pela Anac. “Se os inspetores não chegam a todos os lugares, o piloto que comete infrações continua fazendo errado impunemente, a oficina que deveria consertar o defeito mecânico não faz direito e o avião cai”, disse um oficial.


NÚMEROS
20 mil processos
foram herdados pela atual presidência da Anac, segundo Solange Paiva Vieira

4 mil desses processos
resultaram em multas, referentes ao período entre 2003 e 2008

5 anos
é o prazo para uma autuação prescrever

Fonte: O Estado de SP

29.7.08

Lula quer sede de nova empresa aérea no Rio

RIO - A Azul Linhas Aéreas Brasileiras vai ter sua sede no Rio por determinação do presidente Lula, que atendeu pedido do governador Sérgio Cabral, com o argumento de que, com o fechamento da Varig, todas as outras empresas aéreas têm sua administração em São Paulo, causando esvaziamento para o turismo fluminense.

A mais nova empresa de aviação brasileira vai ocupar as instalações da antiga Varig ou da Vasp no Aeroporto Santos Dumond, dependendo de estudos que estão sendo feitos pela Agência Nacional de Avião Civil (Anac) e pela Infraero.

A Azul vai começar a operar em janeiro de 2009 e, para isso, já encomendou uma frota de 76 jatos à Embraer. A proposta, segundo a empresa, é oferecer um serviço diferenciado de hubs ligando cidades não servidas pelas atuais linhas aéreas. As aeronaves Embraer 195 da Azul serão equipadas com bancos de couro e as fileiras terão apenas duas poltronas, ao contrário de outras aeronaves que têm três.

Fonte: O Globo (Plantão | Publicada em 27/07/2008 às 15h04m, Gilson Monteiro - O Globo)

Obs.: Não sei dizer se essa notícia é verdadeira, mas se alguém tiver alguma novidade.... please faça um comentário no Blog. Obrigadão!!!!


Emirates recebe o seu primeiro A380

"...A Emirates recebeu, na manhã de hoje, em Hamburgo, o seu primeiro A380, que fará a rota Dubai-NY. A entrega ocorreu nas instalações feitas apenas para a aeronave, o Jurgen Thomas Centre. A companhia dos emirados, embora não tenha sido a primeira a receber o superjumbo, estava no topo da lista dos clientes, já que foi a primeira a confirmar a encomenda de sete unidades, em julho de 2000, com um cheque de US$ 1,5 bilhão. Em novembro de 2007, o pedido foi ampliado, chegando aos atuais 58 unidades com encomendas firmes (ou seja, cujo sinal já foi pago ao fabricante).

Chuveiros nas suítes da Primeira Classe.....

Diferentemente dos modelos já entregues os jatos da Emirates terão turbines Engine Alliance JP7200, no lugar das Trent900 fabricadas pela G&E. De acordo com a empresa, a aquisição significa a economia de 500.000 litros de combustível por ano, sem falar na questão da redução de consumo em litros por passageiro por quilômetro. O dado apresentado indica um consumo abaixo de 3,1 l-pax-km, "melhor que o apresentado pelo Toyota Prius, que é de 4,4 l-pax-km". Na prática, costuma-se desconfiar desse tipo de comparação; há muitas variáveis que podem levar a um resultado tão positivo para uma aeronave tão grande e quadrirreator. Quem sabe se o cálculo não foi feito com o jato leve e não em um vôo de cruzeiro, transoceânico, com assentos, tanques e porões lotados?

Por dentro, o A380 da Emirates se propõe a ser o máximo em termo de possibilidades para os passageiros. Luxo e conforto há de sobra, sobretudo na Primeira Classe, com 14 assentos. A Business oferece 76 e a Econômica "apenas" 399. Para um projeto que tem capacidade máxima de 800 passageiros, a configuração escolhida pela companhia denota uma aposta em exclusividade e em serviços a bordo. A jóia da coroa é, sem dúvida, o Shower Spa na Primeira Classe, onde há dois banheiros completos que incluem até chuveiros. Os comissários dessa área receberam treinamento especial na Escola de Dubai para cuidar do chuveiro de forma a "mante-lo imaculado após cada uso".

Outra feature interessante é o Onboard Lounge, um espaço entre a Primeira e a Business que reproduz as condições que os passageiros desfrutam nas Salas Vip. A Primeira, se mesmo assim não quiser se misturar aos plebeus, conta ainda com um bar e lounge exclusivo no deck superior. Para quem voa na Econômica, a configuração oferece "uma cabine mais ampla, de forma a ampliar a sensação de espaço, sem contar a iluminação especial e o baixo nível de ruído". Podiam ter pensado também em um espaço tipo lounge para esse pessoal - a econômica da Emirates é espaçosa - afinal todo mundo merece esse cuidado... "

Fonte: JB Online SLOT

Anac abre novas inscrições para bolsa de estudos de pilotos

Estão abertas as inscrições para o preenchimento de 23 bolsas de estudo remanescentes do programa de formação prática de pilotos civis. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está oferecendo bolsas relativas a 75% das horas-aula necessárias para formação prática de cada licença, em aeroclubes localizados no Rio Grande do Sul.

Na primeira seleção, realizada em maio, das 135 bolsas disponíveis, 112 foram concedidas para homens e mulheres de nove estados mais o Distrito Federal. As 23 bolsas ainda disponíveis estão divididas em 19 para Pilotos Privados (PP) e quatro para Pilotos Comerciais (PC).

Os aeroclubes participantes são: Bento Gonçalves, Carazinho, Caxias do Sul, Eldorado do Sul, Erechim, Montenegro, Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Veranópolis.

As inscrições podem ser feitas de hoje (28/07) até o próximo dia 4 de agosto. A idade mínima para fazer as provas é 18 anos. Para concorrer as bolsas, os candidatos devem seguir as exigências:

Piloto privado de avião – O candidato não pode ter completado 31 anos até a data de inscrição; ter concluído o ensino fundamental; apresentar certificado de capacidade física de segunda classe – nível piloto privado; ter sido aprovado em Banca de Exames da Anac para Piloto Privado de Avião, com validade posterior a 10 de janeiro de 2009; e possuir, no mínimo, 9 horas de instrução prática realizada em entidade de ensino homologada ou 14 horas, para entidade não-homologada pela ANAC.

Piloto Comercial de Avião – O candidato não pode ter completado 36 anos até a data de inscrição; ter concluído o Ensino Médio; apresentar certificado de capacitação física de 1ª classe – nível Piloto Comercial; ter sido aprovado em Banca de Exames da ANAC para Piloto Comercial, com validade posterior a 10 de janeiro de 2009; e possuir, no mínimo, 29 horas de vôo de instrução realizadas em curso de Piloto Comercial em entidade homologada ou 79 horas se não realizadas em entidade homologada pela ANAC.

O processo seletivo consta, além da inscrição gratuita, de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, e de Exame de Proficiência Técnica, também de caráter eliminatório. Após comprovadas essas condições, é realizada a matrícula no curso.

Informações pelo email capacitação.ger5@anac.gov.br ou pelo telefone (51) 3373-5555.

Fonte: Mercado e Eventos

Iberia e British Airways iniciam conversas para fusão

A Iberia e a British Airways convocaram a imprensa na data de hoje, onde as 14 horas local em Madrid, na Sala Albéniz do Hotel Intercontinental de Madrid, Fernando Conte, presidente da Iberia e o Delegado do Conselho da British Airways

A Iberia e a British Airways convocaram a imprensa na data de hoje, onde as 14 horas local em Madrid, na Sala Albéniz do Hotel Intercontinental de Madrid, Fernando Conte, presidente da Iberia e o Delegado do Conselho da British Airways, Willie Walsh, falarão a imprensa sobre o acordo de ambas as empresas para iniciar processo de fusão.

Fonte: Aviação Brasil

BRA tenta voltar como companhia de vôos fretados

A companhia aérea BRA, inoperante desde novembro do ano passado, vai elaborar um outro plano de recuperação judicial como uma das poucas alternativas para evitar a falência. A idéia foi proposta pela administração da empresa e aprovada ontem pelos credores, que deverão avaliar a proposta dentro de um mês.

O novo plano estabelecerá que a BRA volte às origens e seja uma companhia aérea de vôos fretados ("charters") - nos mesmos moldes em que a empresa operou entre 1999, quando foi criada, e 2005, ano em que passou a ter vôos regulares. Em comparação com a proposta de recuperação anterior, o modelo de fretamentos exigirá "um aporte de capital menor para a retomada das atividades da BRA, bem como a utilização de um menor número de aeronaves inicialmente", diz a ata da assembléia de credores que aconteceu ontem de manhã, em São Paulo.

O plano anterior previa a operação de vôos regulares em mercados regionais, com aeronaves da Embraer 195 que foram encomendadas pela BRA no ano passado. Contudo, para que isso ocorresse, era necessária a entrada de um novo investidor disposto a aportar cerca de R$ 50 milhões na companhia - sem contar os recursos necessários para a aquisição dos aviões. A administração da BRA contratou a consultoria Rosenberg & Associados para buscar interessados, mas nenhuma negociação avançou. No último mês, houve conversas entre a BRA e a Union National, instituição financeira que cobra R$ 34 milhões da empresa aérea e demonstrou interesse em assumir a companhia. Na semana passada, porém, a Union desistiu oficialmente do negócio.

Na avaliação de dois profissionais da Rosenberg que preferiram não ser identificados, são duas as razões do desinteresse de potenciais investidores: a incerteza em relação à capacidade de a BRA se recuperar e quitar dívidas que somam perto de R$ 250 milhões; e as dificuldades do setor aéreo geradas pela alta dos preços do petróleo e pelo aumento da concorrência no Brasil diante da criação da Azul Linhas aéreas, do empresário americano David Neeleman.

A falta de investidores e, portanto, da possibilidade de a BRA dar prosseguimento aos seus planos, levou a companhia a estudar um pedido de auto-falência na semana passada. "Foi o que nos restou, a primeira idéia que surgiu antes que se pensasse num novo plano de recuperação", afirma Joel Thomaz Bastos, do escritório Felsberg e Associados, contratado da BRA. "Enquanto houver alguma luz, vamos tentar. Se os credores não aprovarem um novo plano, não terá feito diferença pedir a falência ou trinta dias mais tarde", diz.

Segundo Bastos, a proposta que projeta uma BRA com vôos fretados deve ficar pronta por volta do dia 10 de agosto. Ela deverá ser distribuída aos credores para que eles tenham tempo de avaliá-la. No dia 28 do mesmo mês, deverá ser apreciada em assembléia. Os investimentos previstos no novo plano serão infinitamente menores do que no anterior. "Arrisco dizer que será em torno de um décimo dos R$ 50 milhões", diz Bastos. Danilo Amaral, vice-presidente da BRA que está à frente da gestão da companhia, foi procurado, mas não retornou o pedido de entrevista do Valor.

O novo plano deverá manter o item que determina que os credores financeiros, representantes da maioria, troquem suas dívidas por debêntures conversíveis em ações da BRA, conforme a ata da assembléia de ontem.

Ainda não está claro, porém, se a nova proposta de recuperação vai manter o item do antigo plano que determinava que os atuais acionistas da BRA façam um aporte de cerca de R$ 35 milhões na empresa para quitar dívidas trabalhistas e ficais. Os irmãos Walter e Humberto Folegatti, detentores de 58% do capital, injetariam R$ 20 milhões por meio da transferência de três imóveis. A Brazilian Air Partners (BAP), união de sete fundos de participação que detém os outros 42%, injetaria R$ 15 milhões. A BAP é formada pelos fundos Gávea, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, Darby, Millenium, HBK, Development Capital, Goldman Sachs e Bank of America.

A BRA entrou em crise financeira no segundo semestre do ano passado e suspendeu todos os seus vôos em sete de novembro, de forma a prejudicar 70 mil passageiros. No dia 30 do mesmo mês, a empresa entrou em recuperação judicial. O caso surpreendeu porque, menos de um ano antes do colapso, a companhia aérea havia recebido investimentos de R$ 180 milhões da BAP. Quando parou de voar, a BRA tinha 1,1 mil funcionários, 3,5% do mercado aéreo doméstico e 5,8% do mercado internacional.

Além da BRA, outras duas companhias aéreas estão em recuperação judicial. A Nordeste, antiga Varig, ainda precisa completar o quadro de credores para deixar o processo. A Vasp, por sua vez, enfrenta sérias dificuldades para dar andamento ao seu plano. Na última assembléia, ocorrida em 17 de julho, a maioria dos credores votou pela falência da companhia. O juiz do caso, Alexandre Alves Lazzarini, da 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, ainda deve se pronunciar sobre o pedido. Ele também cuida do processo da BRA. Na segunda quinzena de agosto, termina o prazo de dois anos para que a Vasp coloque seu plano de recuperação em prática. Com nenhuma etapa do plano cumprida, a falência é tida como caminho mais provável.

Fonte: Valor Econômico

Argentina...

Gol e Varig afirmaram ontem que endossam os bilhetes das Aerolíneas de acordo com a disponibilidade de assento. A TAM disse que não foi procurada pelas Aerolíneas para acordos de endosso.

Fonte: Folha de SP

Mais um dia de atrasos

Brasileiros tiveram dificuldades para voar de Buenos Aires ao interior do país. Aerolíneas admite que vendeu passagens em excesso

Depois de um final de semana de martírio, os brasileiros que voavam pela empresa aérea Aerolíneas Argentinas enfrentaram mais atrasos e cancelamentos na segunda-feira. Ontem, a dor de cabeça atingiu, principalmente, os turistas que tentavam chegar às cidades do interior da Argentina para passar férias. Os destinos mais prejudicados são a Patagônia e o norte do país. A crise, gerada por uma excessiva venda de passagens, provocou atrasos e cancelamentos dos vôos que partiam do aeroporto metropolitano portenho, o Jorge Newbery — mais conhecido como Aeroparque — rumo a destinos como Bariloche, El Calafate e Ushuaia. Pelo menos 39 vôos atrasaram.

O mineiro Marcelo Távora, 16 anos, estava sentado desconsolado no chão do primeiro andar do Aeroparque. “Cheguei com amigos a Buenos Aires na sexta-feira à noite. Nosso vôo para Bariloche estava programado para as 8h. Mas atrasou. Se atrasar mais, não compensará ir até Bariloche, já que ia voltar de lá na quinta-feira. Nesse caso, prefiro ficar em Buenos Aires. Mas, por outro lado, em Bariloche já está tudo pago. Ia ver neve e esquiar pela primeira vez”, contou.

De acordo com os passageiros, não são oferecidas por parte da Aerolíneas Argentinas refeições e hospedagens em hotéis para os passageiros atingidos, como pressupõe a regulamentação do setor. A publicitária Leila Almeida, que fez escala na Argentina depois de viajar para a Espanha, teve de pagar do próprio bolso um hotel em Buenos Aires. Ela chegou ontem ao Aeoporto Internacional Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, depois de enfrentar mais de 24 horas de atraso. “Foi uma sucessão de cancelamentos, e os passageiros desses vôos iam sendo deslocados para os seguintes, provocando um efeito dominó”, contou.

Administração anterior

A companhia, que passou das mãos do grupo espanhol Marsans para o governo argentino há duas semanas, alega que o problema se deve à venda excessiva de passagens para os 28 aviões em operação, prática conhecida como overbooking. A assessoria de imprensa da companhia explica que “faltam aeronaves para atender todos os vôos programados pela administração anterior e, por isso, alguns são reprogramados, provocando atrasos”. No domingo, 18 vôos sofreram atrasos de até 24 horas.

“A maioria das aeronaves está fora de serviço por falta de manutenção, o que provoca o overbooking”, argumentou o ministro do Planejamento e Obras, Julio De Vido, que acusou a Marsans de emitir passagens — em valor equivalente a US$ 140 milhões — sem ter uma frota com capacidade para atender os passageiros. Segundo o Sindicato dos Pilotos, a Marsans emitiu passagens como se todos os 67 aviões da empresa estivessem em pleno funcionamento.

No início deste ano, a Argentina sofreu um apagão aéreo provocado por uma seqüência de greves de pilotos e aeromoças, além da forte neblina e fumaça nos aeroportos de Buenos Aires. Entre março e abril, os aeroportos foram atingidos pela fumaça das queimadas na área rural perto da capital. Em maio, foram as cinzas do Vulcão Chaitén, no Chile, que se espalharam até o sul, interrompendo o trânsito aéreo.

Fonte: Correio Brasiliense

28.7.08

Gol adota medidas para gerar economia

A Gol Linhas Aéreas começa, a partir de hoje, a desligar um dos dois motores dos seus aviões após o pouso para reduzir o consumo de combustível. Além disso, planeja alterar o sistema gerador de eletricidade e ar condicionado para o avião. As mudanças recém-anunciadas pela empresa foram testadas nos últimos meses e podem representar uma economia de cerca de R$ 22 milhões neste ano, o equivalente a 0,6% da conta de combustível prevista pelo grupo.

Um dos motores das aeronaves será desligado três minutos após a aterrissagem. Segundo comunicado da Gol, cada vez que isso ocorrer serão poupados R$ 66. "É um procedimento muito comum entre as companhias aéreas dos Estados Unidos", afirma Fernando Rockert de Magalhães, vice-presidente técnico da companhia. "Atualmente, somos a única empresa no país que emprega essa medida."

A Gol também vai mudar a forma de operar o sistema que gera eletricidade e ar-condicionado para o avião enquanto ele estiver no solo - chamado de unidade auxiliar de força, ou APU, conforme a sigla em inglês. Ao invés de ser acionado imediatamente após o pouso, só começará a funcionar três minutos depois. A economia calculada é de R$ 16 por procedimento.

Segundo Rockert, a Gol, que reúne as marcas Gol e Varig, faz 270 mil pousos por ano e é sobre esse número que a economia total foi calculada. As medidas, porém, não devem acontecer em todas aterrissagens, uma vez que em alguns aeroportos o tempo entre o pouso e o estacionamento da aeronave leva menos do que três minutos. As ações terão efeito nos aeroportos mais movimentados como o do Galeão, no Rio de Janeiro. Lá, segundo Rockert, a Gol concentra 25% dos seus vôos e o intervalo de tempo entre o pouso e o desligamento dos motores é de nove minutos, em média.

Desde que a alta vertiginosa nos preços do petróleo teve início, em outubro do ano passado, a Gol reforçou medidas secundárias de redução do uso de combustível. "Antes, as iniciativas não faziam sentido, mas agora podem resultar em economias relevantes", diz o vice-presidente da companhia.

Trocar aviões antigos por novos é a iniciativa mais eficaz de economia. Gol deve substituir um terço da sua frota neste ano

A TAM, maior companhia aérea brasileira, informou em nota que "desde o início da recente crise já operava com a melhor relação consumo/velocidade da aeronave e com procedimentos operacionais que contemplam, entre seus fundamentos, a eficiência energética." Há um ano, o barril de petróleo WTI era negociado a US$ 75,88. Na sexta-feira, ele custava US$ 123,26.

No caso da Gol, as medidas secundárias de economia também incluem a redução da velocidade dos vôos em cerca de cinco quilômetros na velocidade de cruzeiro. Em conseqüência, o tempo de viagem aumenta em dois minutos num vôo entre Rio e São Paulo, por exemplo, que dura normalmente 40 minutos. Outras ações são: concentração do abastecimento em estados onde o ICMS é mais barato, como Rio e Minas Gerais; lavagem mais freqüente das fuselagens, para reduzir o atrito com o ar e aumentar a eficiência; instalação de "winglets" nas asas, peças que também reduzem o atrito. Juntas, essas medidas são capazes de eliminar 0,4% dos gastos com combustíveis, que sozinho equivale a mais de 40% dos custos de uma empresa aérea.

A ação mais eficaz de economia, entretanto, é a substituição de aeronaves mais velhas por novas. Tanto a Gol quanto a TAM devem concluir a troca este ano. A Gol tem ainda perto de um terço de sua frota de 110 aviões composta por aviões Boeing 737-300 ou 767-300 que serão trocados. A TAM, que substituiu todos os antigos Fokker 100 até março, adota neste ano os MD-11, usados provisoriamente nas rotas internacionais, por Boeings 777 novos.

A recente alta do petróleo motivou outras medidas curiosas ao redor do mundo. No mês passado, uma reportagem do "Financial Times" mostrou que as fabricantes de motores aeronáuticos Rolls-Royce, General Electric e Pratt & Whitney elevaram o consumo de metais raros como o rênio, o cromo, o cobalto e o titânio para produzir novas super-ligas metálicas que ajudam a reduzir o consumo de combustível por parte dos aviões.

O jornal inglês também informou que a UPS, uma das maiores empresas de logística e entregas do mundo, criou um sistema de informática que monitora os preços dos combustíveis de aviação em aeroportos de todo o mundo e indica alternativas de abastecimento para os aviões da companhia. Nos últimos anos, a receita das empresas aéreas para economizar combustível também englobou a substituição de carrinhos de bordo por modelos mais leves e até a redução da quantidade de revistas e jornais distribuídos aos passageiros, para que o avião voasse com menos peso.

Fonte: Valor Econômico

Eles querem voar alto

Como a parceria entre a Embraer e o criador da companhia Azul pode transformar a aviação brasileira

Uma nova parceria pode mudar o cenário da aviação brasileira. De um lado está o empresário David Neeleman, 48 anos, fundador da JetBlue, uma das maiores companhias aéreas de baixo custo nos Estados Unidos. Do outro, a brasileira Embraer, terceira maior fabricante de jatos do mundo. O que os une é um negócio de 2,5 bilhões de reais, quantia que Neeleman vai pagar por 36 aeronaves da Embraer. Em seis meses, os primeiros aviões dessa encomenda começam a voar no Brasil pela Azul, a nova empresa de Neeleman. O valor da transação, por si só, já chamaria atenção, mas são algumas particularidades do negócio que o tornam tão relevante para as duas partes – além de ser inédito no país. Será a primeira vez que os jatos da Embraer, cujos maiores mercados estão nos Estados Unidos e na Europa, voarão no Brasil. Será também o desbravamento de rotas até agora inexploradas. O plano de Neeleman é oferecer – "a preços de uma passagem de ônibus" – vôos diretos entre grandes cidades às quais só se chega hoje de avião depois de muita escala. A parceria é fundamental para ambos. Resume Neeleman: "Sem os jatos da Embraer, meu negócio seria inviável. Eles vão permitir cortar custos". Para a Embraer, é uma chance de ganhar mercado num momento em que a empresa perde terreno para sua principal concorrente, a canadense Bombardier. "Ganhamos uma vitrine no Brasil", diz Frederico Curado, presidente da Embraer.

Alguns números sobre o mercado de aviação brasileiro foram determinantes para a decisão de Neeleman de investir no país. Um deles diz respeito ao déficit de vôos entre grandes cidades, como Salvador e Belo Horizonte. Hoje, 80% das viagens aéreas se concentram em somente dez capitais brasileiras, enquanto sessenta grandes cidades contam com um único vôo diário – que sempre tem São Paulo ou Brasília numa das pontas. Essa carência de vôos se acentua com o aumento do número de usuários: ele hoje é o dobro do de quatro anos atrás. São 10 milhões os brasileiros que viajam de avião. As planilhas de Neeleman sugerem que 45 milhões de pessoas que utilizam regularmente o ônibus para cobrir grandes distâncias podem ser eventualmente incorporadas à clientela da aviação. Um indicador de que os cálculos de Neeleman têm um bom embasamento está no fato de que dois de seus concorrentes na aviação de baixo custo também manifestam, em público, interesse pelo Brasil: o irlandês Michael O’Leary, dono da Ryanair, e o inglês Richard Branson, da Virgin Atlantic (mas nenhum dos dois traçou planos mais concretos até agora). "Entre os países emergentes, o Brasil é aquele em que a aviação tem o maior potencial para crescer", diz o consultor Paulo Bittencourt.

A experiência mostra, no entanto, que não é tão fácil prosperar na aviação brasileira, especialmente nas rotas que estão na mira de Neeleman. A tentativa recente de duas novatas trouxe à luz uma dificuldade básica: não é tão simples atrair para os aviões pessoas que não têm o hábito de voar – ainda que já possuam dinheiro para pagar pela passagem e disponham de tarifas baixas. A BRA, que fechou as portas há oito meses, chegou a vender passagens até 70% mais baratas. As margens de lucro da empresa encolheram, mas os aviões não lotaram. Apenas metade dos assentos ficava ocupada, 10% menos do que o mínimo necessário para um vôo se tornar rentável. Algo parecido ocorreu com a OceanAir. Em 2002, ao inaugurar seus vôos, a empresa ambicionava 15% do mercado brasileiro. Hoje, patina em 4%. "Foi um processo doloroso, em que tivemos de abandonar as rotas menos rentáveis", conta German Efromovich, dono da Ocean-Air. Ambas fizeram uma aposta parecida com a da Azul: chegar a lugares hoje desguarnecidos de vôos. Até a década de 90, o governo incentivava as empresas a operar em tais cidades por meio de subsídios. Quando a fonte oficial secou, as companhias maiores deixaram as rotas. Naquele tempo, os aviões voavam para 280 municípios brasileiros. Hoje vão a apenas 150.

A diferença fundamental do projeto de Neeleman para os que já fracassaram está, basicamente, no uso dos jatos da Embraer. Antes de tudo porque, sendo mais leves, eles consomem 20% menos combustível – uma economia-chave, já que o petróleo representa o maior de todos os gastos envolvidos no negócio. A situação piorou ainda mais com a alta acelerada do barril, hoje valendo 125 dólares, o dobro do que no ano passado. O combustível passou a responder por 40% dos custos do vôo, cenário para o qual as empresas não estavam preparadas. Antes, elas costumavam fazer encomendas antecipadas para se proteger de uma eventual alta do petróleo. De dois anos para cá, justamente quando o preço do barril começou a subir, decidiram comprar menos combustível de uma só vez. Pensavam que os preços logo voltariam ao antigo patamar – o que não aconteceu. Nos últimos seis meses, quarenta companhias de baixo custo anunciaram falência nos Estados Unidos e na Europa. Até as gigantes se viram obrigadas a adotar medidas para reduzir os estragos: a American Airlines começou a cobrar pelo despacho de malas e a Northwest – pasmem – passou a abastecer os banheiros dos aviões com 25% menos água.

É nesse contexto que a economia de combustível proporcionada pelo avião da Embraer se torna vital para o negócio da Azul. Ela se deve a um conjunto de tecnologias (veja o quadro) e ainda ao tamanho do jato, de 118 lugares. Menor do que a média, ele é também mais adequado à demanda das cidades em que a nova empresa pretende operar. A Embraer decidiu investir 1 bilhão de dólares na fabricação de jatos maiores do que aqueles que costumava produzir, com no máximo 50 lugares, motivada pela brecha que se abriu no mercado com a falência da holandesa Fokker e o fim da produção comercial da sueca Saab. Eram empresas especializadas em aviões de porte médio para vôos regionais. Também depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, o número de passageiros despencou no mundo inteiro, e as companhias precisaram cortar custos. Uma das medidas adotadas por muitas delas foi substituir uma grande frota de pequenos jatos por uma frota menor de aviões médios, reduzindo concomitantemente o número de vôos. Com a alta do petróleo, esse tipo de avião passou a ser ainda mais requisitado. "Foi o momento certo de investir nos novos jatos", conclui Mauro Kern, vice-presidente da Embraer. A empresa sempre apostou em aviões menores porque a concorrência era menos acirrada. Prosperou na Europa e nos Estados Unidos, onde a aviação regional é consolidada. No Brasil, ela nunca foi adiante.

A experiência de David Neeleman na aviação de baixo custo pode ajudar. Entre admiradores e desafetos, ninguém questiona sua capacidade de levar a idéia de um vôo econômico às últimas conseqüências. Ele já colocava em prática parte dessa cartilha na Morris Air, empresa de baixo custo que fundou em 1992. Passou o negócio adiante para a gigante Southwest e, aos 40 anos, abriu a JetBlue, onde, aí sim, fez fama de pão-duro. Para enxugar o quadro de funcionários, criou o bilhete aéreo emitido pela internet e um sistema de call center terceirizado, no qual as atendentes eram senhoras que faziam o trabalho de casa. Ainda racionou o lanche e passou a operar em aeroportos pequenos. Os vôos passaram a custar cerca de 40% menos, fórmula que Neeleman traz agora ao Brasil. Será a primeira nesses moldes no país. A que mais se aproximou disso foi a Gol. Antes de inaugurar vôos, o empresário Constantino Junior fez até um estágio na sede da JetBlue, em Nova York. Copiou a idéia do bilhete eletrônico e, no princípio, ofereceu passagens a preços mais baixos. Durou pouco. Só no ano passado, as tarifas da Gol subiram 67%. Diz Neeleman: "No Brasil, a lógica é a do baixo custo para as empresas e do alto custo para os passageiros".

Poucos empresários da aviação têm tanta facilidade em atrair investidores – ainda que este não seja exatamente o melhor momento profissional de Neeleman. No ano passado, ele foi pressionado a deixar o comando da própria empresa depois de dois anos consecutivos de prejuízos. Ficou com apenas 10% das ações. Mesmo assim, juntou 300 milhões de reais em seis meses para abrir a Azul, dinheiro que veio, entre outros, da Gávea Investimentos (de Armínio Fraga) e do megainvestidor George Soros. Agora vai precisar se adaptar a certas peculiaridades do mercado brasileiro. Enquanto nos Estados Unidos existem sessenta companhias aéreas, no Brasil apenas duas delas, TAM e Gol, detêm 90% do mercado. Sem concorrência, elas atingem margens de lucro de 8%, quatro vezes mais do que a média do setor no mundo inteiro. Juntas, somam 230 aviões. A Azul começará em janeiro com apenas três. Diz o consultor Respicio do Espírito Santo: "Para neutralizar a nova empresa, a tendência é que TAM e Gol passem a operar nas mesmas rotas, mesmo que tenham prejuízo".

Outra novidade para Neeleman será fazer negócio num país em que o setor de aviação passa por turbulências – não apenas econômicas, mas do ponto de vista da infra-estrutura e do marco regulatório. No ano passado, as companhias foram obrigadas a mudar suas rotas três vezes. Em meio ao caos aéreo, era uma tentativa de desafogar aeroportos congestionados. O governo também restringe a 20% o capital estrangeiro em companhias de aviação. Neeleman, que passou a vida nos Estados Unidos e é filho de pais americanos, só conseguiu abrir uma empresa no Brasil por um fato curioso de sua biografia. Na década de 50, o pai veio ao Brasil como missionário mórmon e ele nasceu em São Paulo, onde ficou até os 7 anos. Voltou ao país apenas aos 18, também como missionário, ocasião em que cruzou quase todos os estados nordestinos pregando a Bíblia. Casado e pai de nove filhos, ele costuma citar o Velho Testamento para platéias de empresários, embora tenha lido apenas trechos dele. Com diagnóstico de déficit de atenção – síndrome na qual a pessoa não consegue se concentrar no mesmo assunto por muito tempo –, Neeleman jamais chegou ao fim de um livro. "Mas os médicos dizem que tenho criatividade em excesso – e pretendo usar isso a meu favor no Brasil." Será preciso.

Fonte: Revista Veja

Meu reino por uma tomada - por Claudio de Moura Castro

Texto de Claudio de Moura (Revista Veja)

"Por que melhora o comércio e piora o conforto do passageiro? Há um grande desafio a ser encarado: criar regras para que as empresas públicas ou monopolistas sirvam aos seus clientes, e não a si próprias"

Viciados em cigarros são cada vez mais raros. Em compensação, explode o número de viciados em notebooks. A Infraero conduz uma batalha cívica, cortando o suprimento do vício, a eletricidade. Salas de espera de aeroportos congregam dezenas de dependentes. No Santos Dumont e no Galeão velho, a solução foi drástica: zero tomada. Nos outros aeroportos quase não há. Como viciado, levo um benjamim na pasta, para compartilhar as poucas existentes.

A Infraero se preocupa também com a forma física dos passageiros. Para que pratiquem seu exercício diário, ela alonga a caminhada pelos corredores. Em Guarulhos, quem desembarca na extremidade do terminal, já divisando a sua porta, tem de ir na direção oposta e contornar todo o edifício. Em Confins, é preciso ir ao final do corredor, a fim de descer a escada e, embaixo, voltar tudo para alcançar a saída.

O sistema de check-in é burro. Para quem comparece com reserva, o computador precisaria saber apenas se há malas. Um cartão digital (como o de milhas) desencadearia todo o processo. Aliás, com a informatização dos manifestos de vôo, a maquininha que lê o código de barras do viajante só serve para criar emprego.

Alguns aeroportos mandam tirar o notebook da pasta, outros não. Segurança depende de geografia? Faz sentido retornar ao check-in por causa de um saquinho plástico para a pasta de dentes? A Polícia Federal não descobriu que turismo é uma indústria como outra qualquer. Defeitos de fabricação espantam clientes. Um exemplo: com mais da metade das cabines vazias, os estrangeiros são obrigados a agüentar filas enormes para mostrar seu passaporte.

Funcionários da Infraero que tenham ido à Disney (passagem de cortesia?) viram no aeroporto de Miami um carregador retirando as malas das esteiras e enfileirando-as ao lado. No Brasil, enquanto os estrangeiros pagam seus pecados em horrendas filas, suas malas congestionam as esteiras. Cronometrei na semana passada: mais de uma hora para brotarem todas as malas no carrossel. É bem mais tempo do que para voar entre Rio e São Paulo. Ainda bem que a manutenção dos aviões não é feita pela Infraero.

Parte considerável dos viajantes já entrou na idade de se preocupar com colesterol e glicemia. Por que, então, tudo o que se vende nos bares dos aeroportos ou é gorduroso ou é doce? Em Washington, as concessões são obrigadas a cobrar o mesmo que em suas lojas na cidade. Nos aeroportos brasileiros, um picolé custa mais que nos Estados Unidos. Heathrow (em Londres) oferece chuveiro de graça. Em Confins, custa 28 reais. Se não houvesse atrasos, talvez fossem aceitáveis as cadeiras desconfortáveis e com braços, empecilho para deitar.

Os pisos de borracha com relevo fazem as malas ressoar como motocicletas. A nova área de embarque do Santos Dumont, toda de vidro, seria perfeita em Helsinque, pois funcionaria como estufa, dispensando o aquecimento. Mas no Rio de Janeiro o calor é intolerável, mesmo com ar condicionado. Há um banheiro no Galeão com uma saboneteira quebrada há cinco anos e um toalheiro há dois.

Aeroportos são ambientes privilegiados para exposições de arte, pois há espaço e tempo para apreciá-las. Contudo, o que nos expõem os daqui jamais seria aceito em galerias respeitáveis. Aeroporto é cartão de visita, não é camelódromo.

Nos Estados Unidos, os táxis podem "fazer lotação", e há tarifas próprias para tal. No Brasil, não podem. Além disso, têm de voltar vazios, pois não são autorizados a pegar passageiros. Com isso, dobram o consumo de gasolina, as emissões de carbono e os preços.

Desabafos de um viajante rabugento? É possível, mas antes de tudo evidenciam as dificuldades de fazer uma burocracia pública colocar a satisfação do cliente como seu principal objetivo. Aliás, o único serviço competente no aeroporto é o free shop. Por que melhora o comércio e piora o conforto do passageiro? Há um grande desafio a ser encarado: criar regras para que as empresas públicas ou monopolistas sirvam aos seus clientes, e não a si próprias.

Fonte: Revista VEJA

Brasileiros ficam até 6 h em aviões parados na Argentina

Ao menos 500 brasileiros que viajavam pelas Aerolíneas Argentinas foram afetados Empresa diz que overbooking e falta de aeronaves, herdados da administração do grupo espanhol Marsans, motivaram atrasos dos vôos

Ao menos 500 brasileiros enfrentaram no fim de semana horas de espera em aeroportos para ir à Argentina e voltar por problemas na maior companhia aérea do país, a Aerolíneas Argentinas, recém-reestatizada. Os atrasos também afetaram milhares de argentinos e passageiros de outros países.

Devido ao atraso e cancelamento de vôos nos aeroportos de Ezeiza (internacional) e Aeroparque (domésticos), passageiros protestavam pela falta de informações e faziam longas filas para pedir à Aerolíneas, e à sua subsidiária Austral, o pagamento de refeições e hospedagem. Alguns vôos chegaram a ter atrasos de até 24 horas.

Segundo o cônsul-adjunto do Brasil em Buenos Aires Alexandre Silveira, na madrugada e na manhã de ontem, o plantão do consulado recebeu dezenas de chamadas de familiares que ligavam do Brasil para saber informações sobre seus parentes.

Dois brasileiros apresentaram problemas de saúde (pressão alta e problemas intestinais), mas receberam atendimento médico imediato.

No sábado, 33 vôos da empresa atrasaram e quatro foram cancelados. Ontem, um vôo para o Brasil foi cancelado e ao menos cinco atrasaram.

O novo gerente-geral da empresa, designado pelo governo, Julio Alak, disse que os problemas foram causados por overbooking e pela falta de aeronaves, problemas herdados da administração do grupo espanhol Marsans. "Recebemos a gerência da empresa há quatro dias. Houve uma gigantesca sobrevenda de passagens diante da escassez de aviões que se tem para a temporada de inverno."

Recém-reestatizada, a empresa tem dívida de US$ 890 milhões e metade da frota está parada por falta de reparação e de combustíveis. Segundo o gerente, os vôos devem se normalizar ao longo da semana.

Sem comida

"O nosso vôo era para ter saído de Bariloche às 11h de ontem, mas acabamos entrando no avião quase à meia-noite", contou a estudante Ana Carolina Rodrigues, 16, ao desembarcar no aeroporto Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

"Paramos em Buenos Aires para o que seria só uma escala, mas ficamos seis horas trancados dentro do avião, sem receber explicação e sem comida."

Segundo ela, apenas na manhã de ontem os passageiros deixaram a aeronave. "Ficamos esperando umas quatro horas no aeroporto, que estava lotado." Às 16h, abatido e exausto, o grupo desembarcou no Rio. Alguns adolescentes choravam.

"Ficamos sem saber o que estava acontecendo, acompanhando as notícias pela internet", conta a bancária Mônica Sppezapria, mãe de um deles.

O desembarque, porém, não significou o fim dos problemas. Alguns passageiros, como Carolina Balboa, 15, tiveram a mala extraviada. "A mala não veio. Disseram que ela pode estar no vôo seguinte, e já estou esperando há uma hora e meia."

No setor de embarque, a tensão também era grande. Irritados, passageiros com rumo a Bariloche reclamavam da falta de informações sobre o atraso, que já chegava a 24 horas.

"Deveríamos ter embarcado ontem [sábado], mas até agora nada", reclamava o médico Antônio Carlos Pereira de Souza Júnior por volta das 16h30 de ontem. Ele, a mulher e os três filhos, de 10, 11 e 22 anos, tiveram que passar a noite em um hotel, sem as malas, que tinham sido despachadas.

Em São Paulo, passageiros também reclamaram ter passado sede, fome e frio. O empresário Arnaldo Nannetti Dias Jr., 28, saiu anteontem de Miami para São Paulo, com conexão para Buenos Aires. Ele filmou quando os passageiros no setor de embarque bateram palmas em protesto pela falta de informação. Segundo ele, no avião, quando alguém pedia água, o "comissário dizia que não podia dar por causa da condição financeira da empresa".

Fonte: Folha de SP

27.7.08

VARIG com promoção para Santiago

A VARIG está com tarifa promocional para vôos entre Rio e Santiago do Chile. Quem sai da capital fluminense pode comprar bilhetes ida e volta a US$ 399. No sentido inverso, o valor é de US$ 349 (se alguém me perguntar, não sei dizer a razão da diferença). As tarifas promocionais irão até 15 de agosto, em todos os canais de vendas da VARIG e valem para viagens entre 1 e 31 de agosto. Os bilhetes devem ser adquiridos com pelo menos 24 horas de antecedência, com estadia mínima de duas noites. As milhas também contam no Smiles.

Fonte: JB Online - SLOT

Avaliação do Acidente com 747 da Qantas

Texto de Marcelo Ambrósio do JB Online

"...Estou acompanhando atentamente os debates entre profissionais de aviação sobre o estranho acidente com o Boeing 747 da Qantas que seguia ontem de Hong Kong para Melbourne e perdeu um pedaço da fuselagem. A peça (fairing, segundo um gentil leitor) fina na junção da asa com o corpo da aeronave e, ao se desprender, deixou exposto um enorme buraco no compartimento de babagens. A descompressão violenta provocou o colapso do teto do compartimento de cargas e o afundamento do piso ao lado de uma das cadeiras da tripulação, bem junto à uma das portas laterais. Um susto em tanto.

A primeira análise que obtive apontava para a ruptura de rebites que prendem a peça, uma das que sofrem maior pressão aerodinâmica durante o vôo. Como se destacou seguindo justamente os pontos de conexão, a possibilidade poderia ser até viável. Hoje, no entanto, pilotos e outros profissionais, observando as imagens do acidente, levantam outras hipóteses que não estariam ligadas ao estado das chapas metálicas da estrutura (o mesmo gentil leitor me informou em um comentario anterior que o Jumbo tem 17 anos de idade e que havia ficado em terra por um tempo por problemas de corrosão). Um comandante afirma que, pelo formato do buraco apostaria no rompimento de um duto de ar comprimido, ou seja, uma explosão concentrada e de dentro para fora. O mesmo profissional acrescenta que naquele local ou perto dali há uma junção de diferentes seções do sistema. Uma falha em uma dessas conexões poderia levar a um estouro.

A segunda hipótese diz respeito a problemas em uma das garrafas de oxigênio do suprimento habitual da aeronave - e que não seriam as mesmas da tripulação. O piloto que lembra disso destaca que dentro do compartimento de carga dos 747 que conhecia o ponto de ruptura ficam dois depósitos, um principal e um secundário. O estouro estaria mais perto do depósito principal. Essa teoria, na verdade, pode ainda ser complementada pela da ruptura da tubulação de ar comprimido. Há, ainda, uma terceira avaliação, esta apontado para a possibilidade de a tampa do compartimento de bagagens não ter ficado completamente travada. O problema não apareceria para a cabine, mas estaria na fadiga das garras que fazem o trinco se manter travado, cuja checagem é feita através de uma tampa transparente, pouco antes do push back (desengate do finger)..."

Fonte: JB Online - SLOT

Acordo expande vôo de carga para Ásia e Oceania

Os acordos da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para aumentar o número de vôos e de escalas permitidas expandirá o transporte de cargas.

Negociação concluída com os EUA permitirá viagens para a Ásia com escala no país. Outro acordo bilateral com a Austrália torna possíveis os vôos para o país via Europa, África ou pelo Cone Sul.
Antes do acordo, só a Japan Airlines fazia rotas de carga do Brasil para a Ásia. Para a Oceania, nenhuma companhia aérea de carga voou no ano passado.

Além da permissão para fazer escalas, as empresas também receberam aval para firmar parcerias de "code share" com empresas estrangeiras que façam o trecho entre uma cidade norte-americana e a Ásia, ou de outra cidade na América do Sul, na Europa ou na África para chegar à Austrália.

No próximo mês, entra em negociação mais um acordo desse tipo com África do Sul e Índia. A reunião acontece em Pretória, na África do Sul, na primeira semana de agosto.

Fonte: Folha de SP

Aeroportos param quarta-feira

Os funcionários da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) decidiram quinta-feira, em assembléia, iniciar greve por tempo indeterminado a partir da meia-noite da próxima quarta-feira. Além da paralisação, eles resolveram incluir um novo pedido na pauta de reivindicação: a troca de toda a diretoria da Infraero. Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, os funcionários rejeitaram a oferta da estatal, por terem dúvidas em relação ao cumprimento de algumas cláusulas da proposta apresentada pela empresa. “O texto (da proposta) não era muito claro e a falta de capacidade da empresa para dialogar com os funcionários dificultou um acordo.”

Lemos informou que os funcionários reivindicam a troca dos diretores, que têm contratos especiais, por servidores de carreira da estatal. “Na grande maioria, são trabalhadores com mais de 20 anos de Infraero, que ficam reféns de gente que não sabe tomar decisão dentro do setor aéreo e muito menos dialogar com quem está trabalhando nos aeroportos”, disse. A categoria quer aumento salarial, reajuste do vale-alimentação e bônus de Natal, entre outras exigências.

O presidente do Sina adiantou que os principais aeroportos do país, como Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Campinas (SP), Congonhas (SP) e Confins (MG), entre outros, vão parar as atividades no dia 30. “Vai ser mantido apenas o mínimo de funcionários necessário para garantir a operacionalização e a segurança dos aeroportos.” Desde ontem, o sindicato distribui panfletos, em inglês e português, para alertar os passageiros sobre o movimento e sobre possíveis transtornos operacionais nos aeroportos.

Fonte: Estado de MG

26.7.08

Southwest Airlines é a única a ter lucro

A Southwest Airlines foi a única grande companhia aérea dos Estados Unidos até agora a não registrar prejuízo no segundo trimestre do ano. O lucro líquido da empresa cresceu 15%, para US$ 321 milhões (US$ 0,44 por ação), em comparação com os US$ 278 milhões (US$ 0,36 por ação) do mesmo período de 2007. O resultado se deveu ao programa de hedge para o preço do combustível. A receita da Southwest cresceu 11%, para US$ 2,87 bilhões. A empresa informou que não vai expandir sua capacidade além dos 4% necessários para desenvolver alguns mercados em 2008 e que poderá não expandir a capacidade em 2009.

Fonte: O Estado de S. Paulo

BRA pode vender lugar na fila de espera dos jatos 195

Com dívidas superiores a US$ 50 milhões, a BRA, que está em recuperação judicial, poderá colocar a venda seu lugar na fila dos 20 jatos Embraer 195 encomendados em agosto do ano passado, no valor total de US$ 730 milhões. Como a demanda por jatos comerciais é grande, a companhia poderia negociar sua posição na fila por, aproximadamente, US$ 1 milhão. Assim, ela arrecadaria US$ 20 milhões para saldar parte das dívidas. Até o momento, a BRA não desistiu do pedido. A Embraer, por meio de sua assessoria de imprensa, informou apenas que "cada contrato tem as sua peculiaridades, sendo que todos são regidos por cláusulas de confidencialidade". Em outubro de 2007, a empresa enviou ofício à Anac admitindo problemas operacionais. Em 7 de novembro, cancelou todos os vôos e demitiu seus 1,1 mil funcionários. A empresa detinha 4,6% do mercado de vôos domésticos.

Fonte: Jetsite

Compartilhamento TAM - Lufthansa

A ANAC autorizou a TAM e a Lufthansa a realizarem operações de code share. A autorização foi publicada ontem (24) no Diário Oficial da União. A Anac também permitiu esse tipo de operação à Varig e à Gol, assim como à Varig com a espanhola AirEuropa.

Fonte: Jetsite

AIR CHINA suspende operações no Brasil

A companhia aérea Air China confirmou que a partir do dia 18 de setembro estará suspendendo seus vôos diretos para a China. A rota que ligava o país ao Brasil, via Madri, na Espanha, ficará em suspenso até o primeiro quadrimestre do ano que vem.

Segundo gerente comercial da empresa, Marcos Sousa, o motivo da suspensão é o mesmo que aflige todo o setor aéreo: o alto preço do petróleo. “É impossível manter um vôo de 22 horas com o preço dos combustíveis nesse patamar. Apesar de no primeiro semestre termos registrado ocupação de 78% e crescimento de ocupação e venda, a rota se tornou insustentável”. Ainda segundo Sousa, a companhia dará toda assistência aos passageiros que já adquiriram suas passagens e àqueles que queiram ir para a China. A empresa usará seu codeshare com a Lufthansa para levar os passageiros à Europa e depois para a Ásia.

Apesar da suspensão da rota, a empresa continua otimista com o mercado brasileiro e confirma que durante os jogos olímpicos a ocupação dos vôos será de 100% e que pretende levar três mil pessoas para a competição.A Air China começou a operar no Brasil no dia 10 de dezembro de 2006, com três vôos semanais, oferecendo 251 lugares por vôo.

Fonte: Brasilturis

Funcionários da Infraero decidem pela GREVE

Na assembléia de ontem, dia 24, os funcionários da Infraero decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir da meia-noite da próxima quarta-feira (30) e incluíram entre as reivindicações a troca de toda diretoria da Infraero. Nem todos os aeroportos aderiram a greve.Hoje, o sindicato começa a distribuir panfletos nos aeroportos, em inglês e português, para alertar os passageiros sobre o movimento e os possíveis transtornos operacionais.O presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, disse que os principais aeroportos, como o Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Campinas ( SP) e Congonhas (SP), entre outros, vão parar as atividades no próximo dia 30, conforme informações da Agência Brasil.

Entre as reivindicações estão aumento salarial, reajuste do vale alimentação e bônus de Natal.Segundo Lemos os funcionários rejeitaram a oferta da estatal, por terem dúvidas em relação ao cumprimento de algumas cláusulas da proposta apresentada pela empresa e ainda que os funcionários reivindicam a troca dos diretores, que têm contratos especiais, por servidores de carreira da estatal. “Na grande maioria são trabalhadores com mais de 20 anos de Infraero, que ficam reféns de gente que não sabe tomar decisão dentro do setor aéreo e muito menos dialogar com quem está trabalhando nos aeroportos”, disse Lemos.


Fonte:
Brasilturis

Jetbird confirma pedido de mais três Phenom 100 da Embraer

A Embraer e a JetBird confirmaram aas três opções de compra para o jato Phenom 100, pela JetBird, incrementando assim o pedido firme da empresa aérea para 53 aeronaves deste modelo. A companhia irlandesa fez um pedido inicial de 50 jatos Phenom 100 em maio de 2006, com opções para outros 50. A primeira entrega está prevista para 2009."Nossa decisão reflete a confiança que temos no Phenom 100 como a melhor aeronave de sua categoria, oferecendo alta utilização e eficiência, juntamente com tecnologia no estado e conforto superior de um jato particular", disse Stefan Vilner, Presidente da JetBird.

Fonte: Mercado e Eventos

25.7.08

Buraco em fuselagem leva avião a fazer pouso de emergência

Um avião com cerca de 350 pessoas a bordo teve de fazer um pouso de emergência em Manila, nas Filipinas, depois que um grande buraco apareceu na fuselagem em pleno vôo.

O Boeing 747 da Qantas Airway havia saído de Londres em direção a Melbourne, na Austrália, via Hong Kong. O incidente ocorreu pouco depois de a aeronave deixar a cidade asiática.

Um porta-voz da Qantas disse que ninguém ficou ferido no episódio, definido apenas como um "problema técnico".

Os engenheiros investigam o que pode ter causado o buraco de cerca de 2,5 m e 3 m de diâmetro.

Passageiros disseram ter ouvido um barulho e visto pedaços da fuselagem voar ao redor deles. Houve queda de pressão e máscaras de oxigênio foram liberadas. O avião teria perdido cerca de 6 mil metros de altitude.

Outros passageiros citados no site de um jornal com sede na Austrália disseram que uma porta pode ter se deslocado do avião durante o vôo.

O porta-voz do aeroporto de Manila, Octavio Lina, disse que parte do chão do avião foi destruída perto da área afetada, deixando à mostra a carga, e que parte do teto também caiu.

"Ao desembarcarem, alguns passageiros vomitaram. Dava para ver que eles estavam bem assustados", disse Lina.

A passageira Olivia Lucas disse à BBC que todos ficaram "bem assustados por alguns momentos."

"Depois, todos mundo se concentrou em colocar suas máscaras de oxigênio. Todos ficaram calmos e quietos, e houve um grande alívio quando pousamos. Todos aplaudiram o piloto", contou Lucas.

Fonte: O Globo

ATR-72 em operação

A Trip Linhas Aéreas incorporou oficialmente à sua frota o primeiro bimotor ATR 72-500. A aeronave, décima nona da sua frota, entrou em operação na linha Campinas (SP)/Maringá (PR)/Rondonópolis(MT)/ Cuiabá (MT)/Sinop(MT)/Alta Floresta(MT), com uma freqüência diária. Maior e mais moderna aeronave da sua frota, o ATR 72-500 difere pelo arranjo interno da cabina, pelas novas turbinas com hélices multipás mais silenciosas, pelos sistemas de última geração. A chegada desse primeiro ATR 72-500 permitirá também remanejar a malha de linhas da empresa, que a partir do dia 28 de julho inaugura duas novas linhas: São José dos Campos (SP)/Rio de Janeiro(RJ) e Belo Horizonte(MG)/Vitória da Conquista(BA)/Salvador(BA). Três outras aeronaves do mesmo tipo chegam da Europa para a Trip nos próximos meses de agosto, outubro e dezembro. Em 2009 receberá mais quatro os 4 restantes da encomenda em 2010. A atual frota da Trip inclui doze ATR 42-320 e cinco ATR 72-200.

AA apressa "aposentadoria" dos A300

A American Airlines anunciou o desejo de retirar de serviço todos os seus 34 jatos Airbus A300-600 no final de 2009. Anteriormente ela tinha previsto sua desativação em 2012, mas a crise da aviação comercial norte-americana mudou os planos da companhia.

Fonte: Aerobusiness

Embraer anuncia duas fábricas em Portugal

O anúncio da instalação de duas fábricas da Embraer em Portugal fez com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidisse estender, por mais uma manhã, a estada no país. O acordo entre a empresa brasileira e a OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal, da qual a Embraer é acionista majoritária, será assinado amanhã. As fábricas produzirão componentes para aviões produzidos no Brasil.

Fonte: Estado de SP

Obra da Infraero abre crise com Cesar

Tentativa de licitação no aeroporto de Jacarepaguá seria irregular

A Infraero pretende realizar uma obra, para fins comerciais, em um terreno com mais de 20 mil metros quadrados no aeroporto de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Segundo a empresa, o plano representará um crescimento econômico para a região. Para o prefeito Cesar Maia, a medida é irregular, já que seu foco é a atividade comercial, não permitida na área.

– É uma fraude porque será comércio de rua e não de aeroporto. Além disso a prefeitura não liberará alvará para funcionamento por se tratar de área inadequada para os fins – declarou o prefeito em edição de seu ex-blog.

Uma parte dos terrenos, com mil metros quadrados, será para escritórios. Segundo Cesar Maia, o alvará também será negado:

- Outra vez uma fraude, pois não serão escritórios para as funções internas do aeroporto. Construção em local não permitido é tão favelização quanto qualquer outra.

No comunicado da Infraero, é explicito que as obras são para o comercio da Barra e não para o aeroporto.

A Infraero diz que não se trata de "ilegalidade", uma vez que outras áreas, semelhantes, já estão ocupadas comercialmente e possuem o habite-se da Prefeitura.

Cesar Maia, em resposta à Infraero, disse que quando da impugnação, que a empresa recorra e apresente suas razões. A Infraero não quis comentar as declarações do Prefeito.

Briga já é antiga

Em 2006, a Prefeitura tentou construir um hospital na região do aeroporto. A Infraero foi contra e a obra acabou embargada na Justiça. Recentemente, após uma solicitação de ampliação da pista, o prefeito decretou a proibição e além disso, proibiu vôos comerciais no terminal. Mas, como o aeroporto é de responsabilidade do governo federal, as medidas de Cesar Maia não funcionaram na prática.

Fonte: JB

24.7.08

Embraer exibe modelo do Phenom 300 no Show Aéreo Oshkosh


Visitantes poderão conhecer o interior do jato da categoria light nos Estados Unidos.

A Embraer participará do 56º AirVenture Oshkosh, realizado anualmente pela Associação de Aeronaves Experimentais (Annual Experimental Aircraft Association - EAA) em Wisconsin, nos Estados Unidos, um dos mais conhecidos eventos de aviação do mundo, ponto de encontro de profissionais e admiradores. A edição deste ano será realizada de 28 de julho a 3 de agosto no aeroporto regional de Wittman. A Embraer ocupará o estande S32, localizado na AeroShell Square, onde exibirá o modelo do jato Phenom 300. O Legacy 600 será exposto no dia 28 e a JetBlue Airways levará ao evento um jato EMBRAER 190, que será exibido no dia 30 de julho.

"Estamos empolgados por participar pelo terceiro ano consecutivo da EAA AirVenture, evento que atrai pessoas de todas as partes do mundo, que vêm em busca do que há de melhor em termos de aviões experimentais, clássicos da guerra e modelos novos e atrativos", disse Ernest Edwards, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para os EUA, Canadá, México e Caribe - Aviação Executiva. "Os visitantes poderão conhecer o modelo em tamanho real do Phenom 300, com sua ampla cabine, confortáveis assentos, espaçoso compartimento de bagagem e cabine de comando Prodigy® no estado-da-arte, fabricada pela Garmin."

A Embraer realizará uma coletiva de imprensa na segunda-feira, dia 28 de julho, às 14h, no estande da Empresa. Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva, apresentará os mais recentes avanços no recém-expandido portfólio de jatos executivos da Embraer, que conta com o Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 600 e Lineage 1000. O jato da categoria super midsize Legacy 600 está em operação em 23 países, com mais de 140 aeronaves entregues. As primeiras entregas do Phenom 100 e do Lineage 1000, das categorias entry-level e ultra-large, estão planejadas para o segundo semestre deste ano, ao passo que o Phenom 300, da categoria light, entrará em serviço na segunda metade de 2009. O Legacy 500 e o Legacy 450, das categorias midsize e midlight, apresentados pela primeira vez ao público em abril passado, devem entrar em serviço no segundo semestre de 2012 e 2013, respectivamente.

O Phenom 300 tem o maior volume de cabine da categoria light, acomodando confortavelmente até dez ocupantes. O avião é capaz de voar a 45.000 pés (13.716 metros) de altitude, atinge velocidade máxima de Mach 0,78 e é projetado para operar em pistas curtas e em condições de alta temperatura e elevada altitude (hot and high). Com seis ocupantes e reservas NBAA IFR (35 minutos de espera e alternativa de 100 milhas náuticas), o alcance do Phenom 300 será de 3.334 km (1.800 milhas náuticas), permitindo aos clientes voar sem escalas de São Paulo a Manaus ou Santiago, no Chile; de Buenos Aires a Salvador; ou de Caracas, Venezuela a Jacksonville, Florida, EUA, ou às ilhas Bermudas, a um custo operacional menor que o de aeronaves concorrentes. O Phenom 300 é muito atrativo para empresas que operam aeronaves turboélices maiores ou jatos da categoria light.

Perfil - A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 110 assentos que tem 36 anos de experiência em projeto, desenvolvimento, fabricação, venda e suporte pós-vendas de aeronaves destinadas aos mercados globais de aviação Comercial, Executiva, e de Defesa e Governo. Sediada em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Embraer mantém escritórios e bases de serviços ao cliente nos Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de junho de 2008, a Embraer contava com 23.855 empregados e sua carteira de pedidos firmes totalizava US$ 20,7 bilhões. | www.embraer.com.br

Fonte: Portal Fator Brasil

Azul dá início ao programa de treinamento de pilotos, comissários e técnicos de manutenção

O treinamento de pilotos, comissários e técnicos de manutenção da Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi iniciado anteontem (21/07), na sede da empresa, Azulville, em Barueri (SP).

O treinamento de pilotos, comissários e técnicos de manutenção da Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi iniciado anteontem (21/07), na sede da empresa, Azulville, em Barueri (SP). O programa, como determina a legislação, foi aprovado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e deve se estender até agosto para comissários e até setembro para os pilotos. A companhia planeja começar a operar no início de 2009.

Representantes da agência reguladora devem visitar a empresa hoje para auditar o curso. Toda a diretoria da empresa está participando dos três primeiros dias de treinamento.

Nos três primeiros dias, de segunda até hoje, os 15 comissários e os 10 pilotos estarão juntos, durante o treinamento. A partir do quarto dia, receberão treinamento específico, em separado. Na seqüencia, os comissários seguem para a Embraer, em São José dos Campos (SP), e os pilotos vão para Orlando, nos Estados Unidos, onde darão continuidade ao treinamento, usando simuladores de vôo. Os técnicos de manutenção, futuros chefes de base e lideres de grupo nos aeroportos que a companhia vai operar, estão fazendo os 40 dias de treinamento na Embraer.

A primeira leva de profissionais contratada pela Azul é composta de comandantes, comissários e técnicos de manutenção experientes, grupo que deverá funcionar como multiplicador das informações e valores transmitidos.

Fonte: Aviação Brasil

Matlin é acusado de dilapidar bens da VarigLog

Ex-sócios brasileiros dizem que o fundo negocia venda da subsidiária mexicana da empresa

Os acionistas brasileiros da VarigLog, afastados judicialmente da gestão da empresa e da sociedade com o fundo americano Matlin Patterson, acusam o ex-sócio de dilapidar o patrimônio da empresa. Marco Antonio Audi, um dos acionistas, afirma que o Matlin estaria negociando a venda da subsidiária da VarigLog no México, avaliada em até US$ 25 milhões. Outras negociações já teriam sido realizadas, como a transferência de seis aeronaves da Airbus, adquiridas pela VarigLog, para a companhia americana de cargas Arrow Cargo, comprada recentemente pelo fundo.

Audi obteve na Justiça de São Paulo uma decisão para responsabilizar o Matlin por eventuais prejuízos com a venda de ativos. Segundo o advogado deles, Marcelo Panella, a medida não proíbe a venda, mas é uma forma de coibir a negociação da filial mexicana da VarigLog, além de outras tentativas. A medida judicial chama-se protesto contra alienação de bens, deferida na terça-feira pela 36ª Vara Cível de São Paulo.

"A VarigLog México é uma empresa mexicana independente e controlada pela própria VarigLog. É uma concessão que tem um terminal de cargas na Cidade do México e cujo valor, avaliado em 2007, estava entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões. Só que o fundo está negociando por um preço inferior", diz Audi. Segundo ele, a Airbus e o fundo terão de mostrar os documentos da transferência de aviões para a Arrow Cargo.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a VarigLog, controlada pelo Matlin, nega intenção de transferir ativos, mas responde que "os aviões não pertencem à empresa, são alugados". A empresa não se pronunciou sobre a filial mexicana, mas acrescenta que "as manobras diversionistas do sr. Marco Audi têm por objetivo escamotear a realidade". "Sua meta é criar situações artificiais que encubram a verdade: a de que ele desviou criminosamente os fundos da VarigLog - o que motivou sua exclusão da empresa pela Justiça."

A VarigLog já havia dado um sinal de US$ 2 milhões pela compra das seis aeronaves A330 da Airbus. O negócio foi fechado em abril de 2007, diz Audi. Panella, por sua vez, diz que os clientes da VarigLog que utilizam a rota Miami-São Paulo também estariam sendo transferidos para a Arrow Cargo.

Audi e seus sócios Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel foram afastados judicialmente da VarigLog e da sociedade com o Matlin Patterson por gestão temerária. As duas partes estão em litígio desde que venderam a Varig à Gol, em março do ano passado, por US$ 320 milhões. Desde então, travam um duelo judicial que levou a VarigLog a ser controlada temporariamente 100% pelo Matlin, em desacordo com as regras do setor, que impõem limite de 20% de capital estrangeiro em companhia aérea nacional.

Fonte: Estado de SP

Ribeirão Preto será ampliado

Internacionalização e terminal alfandegado de cargas, projetos de mais de dez anos para o aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, por enquanto não saíram do papel. Mas, finalmente, devem começar, na próxima segunda-feira, as obras de ampliação do terminal de passageiros.

Graças ao governador paulista José Serra, que, em visita à cidade, em março do ano passado, achou muito tacanho o terminal para o porte de Ribeirão Preto e determinou a secretários que ele fosse ampliado e modernizado "imediatamente".

Sérgio Augusto de Arruda Camargo, superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Transportes e que administra o Leite Lopes, enviou nesta semana ofício ao prefeito Welson Gasparini informando que "não há mais qualquer impedimento de ordem técnica ou jurídica" para o início das obras de ampliação do terminal. Quanto à internacionalização e ao terminal alfandegado de cargas, não há qualquer previsão.

Fonte: Gazeta Mercantil

Mercado Aberto - Coluna de Guilherme Barros

TERRINHA

A Embraer promove megaevento em Lisboa sábado. Lula deve comparecer. A empresa nega que o evento seja de assinatura de contrato de venda de aviões.

TUDO AZUL

A Azul Linhas Aéreas encomendou 76 aeronaves para a Embraer -o mercado estimava cem. A revelação foi feita pelo presidente da Embraer, Frederico Curado, em entrevista na próxima edição da "Ibef News".

Fonte: Folha de SP

Ameaça de caos na Copa

O Brasil pode viver, em 2014, o maior colapso do setor aéreo com a Copa do Mundo, com a previsão de que dobre o número de embarques no país durante o mês do campeonato. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), cerca de 500 mil turistas estrangeiros devem vir ao Brasil assistir aos jogos. Se, em média, esses torcedores assistirem a jogos em quatro cidades diferentes, os embarques devem chegar a 4 milhões —número atual registrado no país, sem eventos extraordinários.

A preocupação da Abag é com a malha aeroportuária e sua condição de atender ao aumento da demanda. “Não há infra-estrutura e estamos superatrasados. Não há nenhuma possibilidade de construir um aeroporto em menos de três anos. A partir desse tempo, depende de vontade política, mas pode levar até oito anos”, afirmou Rui Thomas de Aquino, presidente da Abag.

Na avaliação de Aquino, a crise pode ser amenizada com a construção de um aeroporto na região metropolitana de São Paulo, de uma segunda pista no Aeroporto Viracopos, em Campinas, e de adaptações nos aeroportos de Brasília, Belo Horizonte e no Galeão, no Rio, com mais hangares.

Austrália

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negociou com o governo australiano o aumento do número de freqüências semanais entre os dois países. Para vôos mistos (que levam passageiros e carga), o número dobrou de sete para 14 vôos de ida e volta por semana. De acordo com a Anac, nenhuma companhia realiza vôos diretos nessa rota, porém o acordo passou a permitir escalas em outros países e parcerias com o compartilhamento de aeronaves.

Fonte: Correio Braziliense

23.7.08

Pesquisa para Doutorado

Caro Leitores do Direto da Pista,

Recebi uma solicitação do colega Alexandre Hamilton, que é estudante do Programa de Doutorado em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (USP) e está realizando uma pesquisa sobre o sistema de segurança e facilitação da aviação civil na América Latina.

Para tanto, ele desenvolveu um questionário com a finalidade de analisar o impacto do 11 de setembro de 2001 sobre a política de segurança e facilitação de transporte aéreo dos 22 países da CLAC (Comissão Latino-Americana da Aviação Civil).

As questões dizem respeito a quesitos como: administração (modelo de gestão das agências), infra-estrutura aeroportuária; estudo, investigação e formação (profissional); defesa e segurança nacional, serviços aéreos, tráfego aéreo e relações internacionais.

Deste modo, ele gostaria de contar com o precioso apoio dos diversos leitores do Blog para o preenchimento do supracitado instrumento de coleta de dados, que também está sendo enviado para autoridades aeronáuticas dos 22 países da CLAC, incluindo, diretores, superintendentes, gerentes, chefes, pesquisadores, enfim, pessoas cuja expertise é aviação civil.

Para preencher o questionário é só acessar: www.surveyserver.com.br/prolam


Por fim, gostaria de ressaltar que a presente pesquisa é um trabalho de tese de doutorado cujo propósito é científico (acadêmico), como também, devo enfatizar que todos os respondentes terão sua identidade preservada, pois o sistema de banco de dados elaborado não permite identificações.

Atenciosamente,

RAFAEL MATERA

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Esses são os dados do Alexandre para se alguém quiser entrar em contato com ele:

Alexandre Hamilton - DOUTORANDO PROLAM/USP
Professor e Pesquisador do Programa de Mestrado em Administração - PMAD
Linha de Pesquisa: Políticas Públicas e Gestão de Serviços em Transporte Aéreo
Centro Universitário Euro-Americano - UNIEURO
Sítio Eletrônico: http://www.unieuro.edu.br/mestrado_adm/
Link CV Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=N535795

Anac lança anuário com estatísticas do setor aéreo de 2007

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) acaba de publicar o Anuário Estatístico do Transporte Aéreo 2007, que conta com diversas informações sobre o setor aéreo nacional e internacional.

O anuário foi feito levando em conta os dados fornecidos por 57 empresas aéreas, sendo 23 nacionais e 34 internacionais. Quanto às informações nacionais, a publicação mostra destinos e origens dos vôos por cidade e região brasileira, frotas regulares, e números de funcionários e tripulação de cada companhia. Já relativo à dados internacionais, o anuário contém números do tráfego internacional e passageiros que sairam e entraram no Brasil, separados por país de origem e empresa aérea.

Os dados do anuário podem ser vistos na área estatística do site, através do link
http://www.anac.gov.br/estatistica/estatisticas1.asp.

Fonte: Mercado e Eventos