30.9.08
Japan Airlines pode cancelar 152 vôos no Japão
Incorporação de empresas aéreas pela VRG está no Diário Oficial
Embraer diz que aéreas enfrentam dificuldades de financiamento
Embraer mantém projeção de receita para 2008 e 2009
TAM anuncia início das operações para Lima
29.9.08
Airbus torna público reprojeto do A350 XWB

Bahia garante vôos da Tam para Miami
Webjet recebe Prêmio Catavento de Prata
Phenon 100 está exposto no São Paulo Boat Show
TAM inaugura GIG-MIA
Vôos do Brasil mudam em Londres
28.9.08
Airbus inaugura 1ª linha de montagem final na China
Uma segunda greve pode afetar o 787 Dreamliner
| Com a greve de "chão de fábrica" na Boeing a pleno vapor afetando os já críticos prazos de entrega de jatos como o 777, existe agora a iminência de uma segunda greve - esta, dos engenheiros - que poderia comprometer ainda mais as primeiras entregas do novo Boeing 787, já comprometidas pela greve em curso. Previsto originalmente para entrar em serviço em maio de 2008, a certificação e primeiras entregas do "Dreamliner" podem, segundo alguns observadores, se arrastar até 2010. Fonte: Jetsite | |
Familiares de vítimas do acidente da Gol cobram relatório da Aeronáutica
Há dois anos, avião caiu no Norte de Mato Grosso; 154 pessoas morreram. Em boletim preliminar, Aeronáutica descarta falha de radares.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado à Aeronáutica, ainda não concluiu o relatório da investigação sobre o acidente com o Boeing da Gol. O documento é esperado por familiares das vítimas. Logo após a queda da aeronave, o órgão disse que o trabalho deveria ser concluído em 12 meses.
O Boeing da Gol caiu em uma região de mata fechada no Norte de Mato Grosso, em 29 de setembro de 2006, depois de bater em um jato Legacy. Foi o segundo maior acidente aéreo do país; 154 pessoas morreram. O jato, com sete ocupantes, pousou em uma base aérea, no Sul do Pará.
"Os familiares com quem converso são unânimes em dizer que esse relatório será o ponto final sobre o caso. Eles estão indignados e revoltados com a demora para revelar o conteúdo do documento. Já se passaram dois anos", disse Leonardo Amarante, advogado que representa 60 famílias.
"A última vez que a FAB [Força Aérea Brasileira] disse que não poderia entregar o relatório era por causa da demora em traduzir documentos em inglês. Era prevista a conclusão no ano passado e, até agora, nada foi apresentado", afirmou Luciana Siqueira, da diretoria da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo 1907.
Compromisso
O brigadeiro Jorge Kersul Filho, chefe do Cenipa, disse ao G1, em 2007, que o documento seria finalizado abaixo dos 18 meses, que é o cronograma estabelecido em padrões internacionais de investigação de acidente aéreo. O documento deve revelar as causas do acidente, sem apontar culpados, segundo a FAB.
Na sexta-feira (26), a FAB divulgou boletim com balanço dos quase dois anos de investigações do acidente. O documento revela pontos do relatório final, que foi encaminhado, em agosto deste ano, para representantes da Comissão de Investigação no exterior (Estados Unidos e Canadá). Eles têm 60 dias para enviar comentários sobre o texto do Cenipa. O rito segue a Convenção de Chicago.
A FAB informou ainda que foram realizados ensaios, testes e simulações em laboratórios brasileiros e estrangeiros. Representantes do Cenipa participaram de cinco reuniões com familiares das vítimas. Em uma delas, os participantes viram a reconstituição do acidente.
A Aeronáutica disse, ainda, que já foram emitidas recomendações de segurança de vôo nesses dois últimos anos e que o relatório sobre o acidente deverá ser divulgado depois de finalizados os trabalhos da comissão do exterior.
Informações publicadas
No boletim, o Cenipa indicou as cinco principais informações publicadas durante as investigações sobre a queda do Boeing da Gol:
1- Não foram encontrados erro de projeto ou integração nos equipamentos de comunicação no jato Legacy, que colidiu com a aeronave da companhia brasileira;
2- Os pilotos do Legacy disseram que não tiveram intenção de interromper o funcionamento do transponder (equipamento anticolisão) da aeronave;
3- O transponder estava em condições de uso, porém não estava em operação no momento da colisão;
4- Algumas normas e procedimentos não foram corretamente executados, o que levou a comissão a analisar os motivos pelos quais isto ocorreu. As considerações serão prestadas no relatório final;
5- Não foram encontradas indicações de influência de cobertura de radares na área do acidente, por ineficiência ou deficiência de equipamentos de comunicação e vigilância no controle de tráfego aéreo.
Fonte: G1
Laudo do Instituto de Criminalística sobre acidente da TAM já foi concluído, diz
O laudo do Instituto Nacional de Criminalística sobre o acidente com o vôo JJ3054 da TAM já foi concluído e o delegado responsável pelo inquérito policial, em andamento em São Paulo, promete apresentar suas conclusões ao Ministério Público Federal na capital paulista no próximo mês.
Ao participar neste sábado (27/09) do encontro de parentes e amigos das vítimas da tragédia, que ocorre em Porto Alegre (RS), o delegado Antônio Carlos Barbosa prometeu concluir seu relatório durante os dias de férias que pretende tirar a partir do início do próximo mês. As informações foram repassadas à Agência Brasil pelo jornalista Roberto Gomes, irmão de uma das vítimas do acidente.
Segundo Gomes, assessor de imprensa voluntário da Associação dos Familiares das Vítimas do Vôo JJ 3054, o delegado reafirmou aos parentes das vítimas que embora possam não ter sido as principais causas do acidente, as condições da pista do Aeroporto de Congonhas e o descumprimento de normas de segurança, como a que proibia que aviões com problemas no reverso pousassem em Congonhas em dias de chuva, contribuíram para que o Airbus A320 não conseguisse parar, atravessando toda a pista e indo se chocar com o prédio onde funcionava o terminal de cargas da própria TAM.
Ainda de acordo com Gomes, o delegado confirmou informação divulgada pela revista IstoÉ deste fim de semana. A publicação diz que teve acesso a relatório confidencial em que técnicos do Instituto de Criminalística concluem que, depois de o piloto tentar pousar a aeronave, o sistema automático de frenagem do avião teria respondido de forma “inesperada”, conseqüência da não-abertura dos freios aerodinâmicos (spoilers) durante o pouso.
Gomes, no entanto, afirmou que, a partir das informações registradas pelo computador de bordo do avião, o delegado sugeriu que os spoilers teriam deixado de abrir devido ao posicionamento assimétrico das manetes.
Pelo registro do computador, no instante do pouso uma das manetes estava em posição de acelerar (climbing) e a outra em ponto morto (idle). Dessa forma, houve uma descompensação que impulsionou o avião para o lado esquerdo da pista. “A pergunta é até que ponto esse registro está correto e até que ponto pode ter havido uma interpretação equivocada por parte do computador?”, questionou Gomes.
Na última reunião dos parentes das vítimas, realizada no mês passado em Brasília, o perito do Instituto de Criminalística Antônio Nogueira afirmou que não era possível dizer que as manetes das aeronaves estivessem na posição errada no momento do pouso. “Com o que sobrou do mecanismo das manetes, não dá para determinar a posição delas. Pela interpretação da caixa-preta, a única coisa que dá para determinar é que uma [manete] ficou em climb e outra acionou para máximo reverso”. Na ocasião, o perito disse preferir não fazer suposição sobre se houve ou não falha do piloto.
Fonte: Agência Brasil
27.9.08
Boeing junta-se a grupo de líderes e acadêmicos da Aviação e Energia
A Boeing, em parceria com as maiores linhas aéreas do mundo, Honeywell e UOP – desenvolvedora de tecnologia – formaram um grupo para acelerar o desenvolvimento e comercialização de novos combustíveis sustentáveis para a aviação.Com o apoio e aconselhamento das maiores organizações ambientais do mundo, como o WWF e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), o SAFUG (do Inglês Sustainable Aviation Fuel Users Group, ou Grupo dos Usuários de Combustível Sustentável de Aviação na tradução) torna a aviação comercial o primeiro setor do transporte global a se voluntariar às ações sustentáveis na cadeia de suprimento de combustíveis.
O desafio do grupo é alcançar o uso comercial de fontes renováveis de combustível, que possam reduzir as emissões de gases provocadores do efeito estufa, ao mesmo tempo em que diminuem a exposição da aviação comercial à volatilidade do preço dos combustíveis e à dependência das matrizes fósseis. Dentre as linhas aéreas que apóiam os combustíveis sustentáveis estão a Air France, Air New Zealand, ANA (All Nippon Airways), Cargolux, Gulf Air, Japan Airlines, KLM, SAS e Virgin Atlantic Airways. Juntas, elas representam aproximadamente 15% do uso de combustível de avião no mundo.
"Estamos muito felizes com as reduções de gases que o setor de aviação irá promover e apreciamos seus esforços em assegurar a sustentabilidade das fontes de seu biocombustível”, disse Jean-Philippe Denruyter, coordenador global de Bioenergia do WWF e membro importante do board da Mesa Redonda dos Biocombustíveis. "Ao juntar-se à Mesa Redonda dos Combustíveis Sustentáveis, o setor de aviação pode construir processos sólidos com múltiplos parceiros, capazes de fortalecê-los."
Todo membro inscrito neste compromisso (http://www.boeing.com/commercial/environment/pdf/sustainable_aviation_fuel_users_group.pdf) estipula que qualquer biocombustível sustentável deve apresentar desempenho tão bom, ou melhor, quanto os combustíveis à base de querosene, mas com um menor ciclo de vida do carbono. O grupo de usuários comprometidos considera apenas fontes renováveis, que minimizem os impactos sobre a biodiversidade: combustíveis que demandem menos terra, água e energia em sua produção, e que não compitam com a produção de alimentos ou fontes de água potável. Além disso, o cultivo e colheita das matrizes vegetais devem agregar valor socioeconômico para as comunidades locais.
"Esta é uma tremenda oportunidade para que as linhas aéreas líderes, apoiadas por respeitadas organizações ambientais, ajudem a aviação comercial a controlar o futuro de seu suprimento de combustíveis, em termos de origem, sustentabilidade e impacto ambiental”, disse Billy Glover, diretor e gerente de Estratégia Ambiental da Boeing Commercial Airplanes. "A prioridade número 1 é levar adiante e completar os estudos sobre fontes sustentáveis, como as plantas, seu cultivo, colheita e impactos econômicos, o que pode nos ajudar a atingir nossa meta”, conclui.
O grupo anunciou dois projetos iniciais de pesquisa sobre sustentabilidade. O professor assistente da Escola de Estudos Ambientais e Florestais da Universidade de Yale, Rob Bailis, através do financiamento concedido pela Boeing, conduzirá a primeira revisão extensiva sobre a sustentabilidade do pinhão manso, o que inclui seu ciclo de vida e emissão de CO2 e também o impacto socioeconômico para produtores de nações em desenvolvimento. Similarmente, o NRDC conduzirá um estudo compreensivo e detalhado dos assuntos relacionados ao uso de algas, a fim de certificar o grupo de que seu emprego atende aos rígidos critérios de sustentabilidade.
Ambas as espécies têm potencial para tornar-se parte do portfólio de bases com biomassa renovável na produção de combustíveis, através de métodos de processamento e desenvolvimento de energia, conduzidos por grandes empresas como UOP.
"Esta força-tarefa vem no exato momento de ajudar linhas aéreas a cortar custos e reduzir emissão de gases causadores do efeito estufa”, disse Liz Barratt-Brown, conselheira sênior da NRDC. "Se feitos corretamente, os combustíveis sustentáveis podem diminuir a emissão de carbono das linhas aéreas, em tempos em que a indústria está se afastando dos combustíveis com altos níveis de poluentes, especialmente os que produzem poeira negra e resíduos líquidos”, explica Brown.
Fonte: Aviação Brasil
Airbus faz contrato com Singapore Airlines
Avião de companhia tunisiana sai da pista em aeroporto alemão
Empresas aéreas perderam R$ 1,27 bi em 2007, diz Anac
26.9.08
TAM inicia vôos para Miami e Paris a partir de Belo Horizonte
FlyBe é nomeada Centro de Serviços Autorizados da Embraer
Alitalia: maior sindicato italiano aceita venda da companhia
Gol e Varig se unem
25.9.08
Air France/KLM conquistam ISO 14001, da AFNOR, e Super Sector Leader, da Dow Jones
Cientes do impacto que suas operações podem ter no meio ambiente, as duas companhias já são há anos destaque por seus diversos programas de sustentabilidade.
Os dois índices de sustentabilidade do Dow Jones – DJSI World e DJSI STOXX – nomearam o Grupo AIR FRANCE KLM pelo quarto ano consecutivo como líder do setor de viagens e lazer em 2008. Com isso, o maior grupo aéreo do mundo em faturamento recebeu o título de “Super Sector Leader”, concedido pela instituição norte-americana. Jean-Cyrill Spinetta, chairman e CEO do grupo, comentou: “Isso reconhece e destaca o compromisso da AIR FRANCE KLM com o crescimento econômico em linha com valores sociais e ambientais. O grupo agora é uma referência não só no setor de transporte, mas também na indústria de viagens e lazer”.
Peter Hartman, presidente e CEO da KLM, complementou: “Nós também mantemos nosso foco em construir relações sustentáveis com nossos clientes, promovendo uma estratégia responsável de recursos humanos e contribuindo com o desenvolvimento econômico das comunidades onde atuamos”.
Estes índices não-financeiros colocam o Grupo AIR FRANCE KLM em posição de destaque. Além do DJSI World e do DJSI STOXX, ele também é listado no Aspi Eurozone, FTSE4Good e Ethibel Investment Register, com as classificações “Pioneer” e “Global 100”, que reúne as 100 corporações mais sustentáveis do planeta. Recentemente, o Grupo atingiu também “Gold Class” e se tornou “Sector Leader” de acordo com o grupo suíço SAM (Sustainable Asset Management Indexes GmbH).
O ISO 14001 foi concedido pela agência de certificação AFNOR a Pierre-Henri Gourgeon, diretor geral executivo do Grupo AIR FRANCE KLM. O certificado diz respeito à compatibilidade com regras de proteção ambiental para todas as operações da companhia, em todas as suas bases na França, tanto em terra quanto nas aeronaves.
Ele reconhece o compromisso da AIR FRANCE com o cuidado e com o controle sobre os riscos ambientais de seu negócio, tais como emissão de gás pelas aeronaves e consumo de água e energia no solo. Como parte desta certificação, os objetivos são definidos e checados todo ano. A próxima auditoria será em julho de 2009.Fonte: Aviação Brasil
Galeão terá dois vôos diários Rio - Santiago pela Lan Airlines
Segundo Jaime Fernandez, diretor geral da LAN para o Brasil, a nova oferta de vôos vem atender a crescente demanda, tanto de passageiros do Rio para o Chile como de chilenos que apreciam as belezas naturais e o clima tropical da Cidade Maravilhosa e região. “O mercado brasileiro, que é atendido pela LAN há 40 anos, mostra-se cada vez mais promissor, principalmente nas temporadas de neve e na de verão, que se aproxima” – explica o diretor.
Os novos horários são: o LA 757 parte do Rio às 8 horas e chega a Santiago às 13h15. Na volta, sai da capital chilena às 17h30 e chega ao Galeão à 00h35. O LA 751 sai da capital fluminense às 15h25 e aterrisa em Santiago às 20h40. Na volta, parte às 8h05 e chega ao Rio às 14h40.Fonte: Aviação Brasil
Gol deve passar por repaginação e abandonar o modelo de baixo custo/baixa tarifa
A Gol deverá passar por uma profunda reestruturação e deixará definitivamente de operar no sistema de low cost, exatamente o seu maior apelo comercial desde a fundação. Por conta do aumento dos custos operacionais e dos sucessivos prejuízos, a Gol não suporta mais este tipo de modelo.
Os Constantino vão aumentar as tarifas. Em contrapartida, farão uma completa repaginação nos serviços da companhia, até como forma de justificar a nova política de preços. As famosas barrinhas de cereais, que se tornaram um símbolo de duvidoso paladar do modelo low cost, vão sair de cena e dar lugar a um novo sistema de cathering.
O serviço de entretenimento a bordo também vai ser modificado, com a disponibilização para os passageiros de TVs portáteis – o que evitará expressivos desembolsos para a instalação de monitores em toda a frota.
Todas as mudanças serão pontuadas por uma grande campanha publicitária de reposicionamento da companhia.
Não obstante o reajuste das tarifas, a mudança do perfil e a melhoria do serviço de bordo são as apostas dos Constantino para aumentar a taxa de freqüência. A Gol vem operando abaixo dos 75% de ocupação, seu breakeven.
A metamorfose é também uma tentativa de reação em meio a um longo inferno astral. Noves fora a Varig, um problema que dispensa maiores comentários, a própria operação da Gol apresenta diversas turbulências. O aumento do preço do petróleo jogou as despesas operacionais para a estratosfera. Além das dificuldades no mercado interno, a Gol não conseguiu alavancar a rentabilidade de seus vôos internacionais, mesmo com o longo período de câmbio favorável.
Os próprios Constantino já classificam 2008 como um ano perdido. Apesar do aumento da receita de quase 50%, a companhia amargou no primeiro semestre um prejuízo de R$ 290 milhões.
Citation receberá motor ecológico da nova linha da Pratt & Whitny
Fórum de Acessibilidade em Aeroportos

Nos dias 02 e 03 de outubro, na cidade de São Paulo, acontecerá o I FÓRUM INFRAERO DE ACESSIBILIDADE EM AEROPORTOS. O evento, organizado pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura (Infraero) em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo, tem como foco a integração da acessibilidade nos aeroportos e transporte aéreo aos demais sistemas de transportes públicos e às cidades.
O Fórum contará com a participação de Órgãos reguladores, fiscalizadores e legisladores, entre eles a ANAC, e propõe um desafio aos participantes: como transformar os aeroportos em modelos de acessibilidade?
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: www.infraero.gov.br
Serviço:
FÓRUM INFRAERO DE ACESSIBILIDADE EM AEROPORTOS
Data: 02 e 03 de outubro
End: Av. Auro Soares de Moura Andrade, nº 564, Portão 10 - Barra Funda
Local: Sede da Secretaria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Auditório Parlatino, Memorial da América Latina.
Fonte: Infraero
24.9.08
Copa Airlines é eleita a melhor empresa aérea da América Central e Caribe
DayJet anuncia fim das operações, afetada por crise global
Vagas para setor de Tráfego Aéreo
Gol e Varig recebem novos aviões
Aeroporto de Londres ganha réplica de Airbus A380 da Emirates
Empresa alemã planeja vôos de luxo com fumo 100% liberado
Ryanair lança "dois milhões de bilhetes grátis"
23.9.08
Acidente com Fokker


Boeing modifica previsões
Singapore com o sexto A380
Desvalorização drástica de jatos mais antigos
22.9.08
BAA coloca à venda um de seus três aeroportos de Londres
Marsans diz que só venderá Aerolíneas Argentinas se Governo respeitar acordo
Sem acordo, Alitalia pode parar de voar em 1 semana
Fumaça em avião da Pantanal assusta Congonhas
21.9.08
Na expectativa do CRJ1000
Mudando de perfil
Inundação entre os impactos
A instalação do terceiro terminal em Cumbica, próximo da Bacia do Rio Baquirivu-Guaçú, e a conseqüente ampliação da área impermeabilizada do aeroporto de Guarulhos em 138.574 metros quadrados, aumenta os riscos de inundação em bairros vizinhos, segundo o parecer técnico do Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental (Daia) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.
Como medida preventiva, o Estado determinou que a Infraero construa até o fim de março do próximo ano um canal de escoamento de águas pluviais destinado a controlar as enchentes no Jardim Presidente Dutra, vizinho de Cumbica. O parecer cita ainda outros impactos.
“As obras pretendidas envolvem supressão de vegetação, limpeza de terrenos, terraplenagem, troca de solos, exploração de jazidas, utilização de locais para bota-fora, rebaixamento de lençol freático e abertura de caminhos de serviço, além das construções civis e pavimentação”, relata o comunicado.
“Se não forem promovidas as medidas mitigadoras para os riscos de enchentes e para o aumento no consumo de água, a licença de instalação não será emitida”, alerta a diretora do Daia, Ana Cristina Costa. Para a implementação das instalações hoje existentes no aeroporto, os afluentes da margem esquerda do Baquirivu-Guaçu foram reunidos em um único canal, numa extensão de 420 metros.
Especialistas consideram que a mudança no curso do rio ocorrida após a abertura do aeroporto é a principal causa das enchentes em Guarulhos. Agora, a construção do terceiro terminal “demandará a execução de aterros” sujeitos a recalque por adensamento ao longo do tempo, segundo o parecer.
“Por isso que todo o solo onde ficará o terceiro terminal será trocado por um terreno mais firme”, argumenta Ana Cristina Queiroz, coordenadora de Meio Ambiente de Cumbica.
O levantamento deu base ainda a outra determinação que a Infraero terá de cumprir: a criação de programas para o controle de aves, como urubus, para evitar o risco de colisões com aviões.
“O aumento do ruído nos bairros vizinhos, com o acréscimo de vôos, também é outro fator que pesa. Não deixa de ser um problema ambiental grave. E a nova impermeabilização acaba transferindo para os bairros vizinhos o problema das enchentes. Acho que o estudo de impacto ambiental deveria ser aprofundado”, afirma Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental.
Fonte: Jornal do Comércio
