31.1.09

Gol faz a festa no Recife

Para comemorar o aniversário da cidade de Recife, a companhia aérea Gol lançou a promoção "Você faz a festa". Na compra de passagens aéreas de ida e volta, somente a volta é paga. Para ter direito ao desconto, o usuário deve permanecer de duas a dez noites em Recife. A passagem de volta deve ser marcada entre os dias 10 e 12 de março. No dia 12 de março é o aniversário do Recife. A promoção está disponível para vôos partindo de Fortaleza, Salvador , Belo Horizonte, Confins-MG, RIO-Galeão, Natal, Petrolina e São Paulo-Guarulhos. As passagens promocionais serão vendidas até o dia 10 de março. Para comprar as passagens e saber mais informações acesse o site da Gol. 

Fonte: Jetsite

Galeão moderniza sistema de informações para os usuários

O Terminal de Passageiros 1 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão-Antonio Carlos Jobim conta com novos monitores informativos. Eles estão instalados em posições estratégicas para melhor visualização dos passageiros e usuários: nos 21 portões de embarque, 11 esteiras de restituição de bagagem e em seis pontes de embarque. Todos são em LCD de 26 polegadas. 

O investimento é da ordem de R$ 2.280 mil. Até maio, o Galeão deverá dispor de 400 novos monitores, em ambos os terminais.

O Sistema Integrado de Soluções Operacionais (SISO), ora em fase de implantação, otimiza o tempo/resposta das atualizações de informações. Os novos monitores de LCD, e suas respectivas unidades de processamento, dão mais evidência às informações de vôo e facilitam as exibições de avisos. A nova tecnologia agiliza, ainda, a inclusão de logomarcas de novas empresas que vierem a operar no aeroporto. 

No momento, os 101 visualizadores dos balcões de check-in estão sendo substituídos. Os usuários já contam com monitores de 52 polegadas, como o instalado no meio do Salão de Embarque Público, e de 40 polegadas, como o do setor de desembarque. Os canais de inspeção do embarque doméstico também receberam a novidade tecnológica. Na próxima semana, será a vez do Terminal 2 começar a troca de seus monitores. 

Nesse mês, em que comemora 32 anos de existência, o Galeão conquistou a manutenção de sua Certificação ISO 9001:2000, que atesta a eficiência do Sistema de Garantia da Qualidade do aeroporto. Essa é a segunda vez consecutiva que o Galeão mantém a certificação, emitida pelo Bureau Veritas Certification às organizações que desejem alcançar um status internacional de qualidade. 

A auditoria é realizada uma vez por ano e tem como objetivo aferir os processos dos trabalhos realizados nas áreas do Galeão. Os auditores visitaram o Aeroporto na semana passada.

Fonte: Aviação Brasil

Falso engenheiro da Qantas é preso

"...Foi preso o homem que trabalhava como engenheiro da Qantas, sem licença, digamos um engenheiro Fake, o cidadão tinha 27 anos, e segundo a corte australiana ele colocou milhares de vidas em perigo.

Ele trabalhava como supervisor de novos engenheiros, o que atrapalha mais ainda a sua sentença. A corte decidiu que ele ficará 3 anos e 5 meses na prisão. 

Talvez seja daí o motivo para aqueles dois acidentes com 747 da Qantas. Ele passou 9 meses trabalhando na Companhia, inspecionando aeronaves que partiam ou chegavam no aeroporto de Sydney..."

Fonte: PPRuNe e Eaglesky

30.1.09

Foto "minuto-a-minuto" do içamento do A320 da US Airways

Embora eu já tenha colocado aqui no Blog diversas fotos da retirada do A320 da US Airways do Rio Hudson, achei essa compilação de fotos bem legal.

Um abraço para todos,

RAFAEL MATERA
(Webmaster)




















Boeing elimina 10.000 postos de trabalho

Com o enfraquecimento da economia mundial, que afecta o tráfego aéreo e o financiamento às companhias aéreas, a construtora aeronáutica americana vai eliminar dez mil postos de trabalho este ano. Esta redução de empregados já inclui as 4 500 supressões anunciadas no início deste ano. A extinção destes postos de trabalho será feita através de incentivos e reformas antecipadas.
No último ano a Boeing registou lucros de 2.03 mil milhões de euros, menos 34 por cento que no ano anterior.

Fonte: Opção Turismo

Embraer pede ajuda ao BNDES para clientes

A Embraer decidiu pedir ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ajuda aos compradores dos seus aviões para que não suspendam ou adiem as encomendas já feitas. Até agora, a empresa não recebeu nenhum pedido de cancelamento, mas diversos clientes já pediram para adiar entregas.

Em casos de financiamento de curto prazo, a própria Embraer decidiu utilizar com recursos próprios. Foi assim com a venda de um jato para a Azul, companhia que acaba de estrear no mercado.

Esse tipo de ajuda "é uma operação localizada de curto prazo, uma espécie de ponte" , procura explicar o vice-presidente executivo de aviação comercial da Embraer, Mauro Kern.

- Não é nossa intenção financiar as vendas; por isso estamos procurando o BNDES - completa o executivo.

Segundo ele, além do BNDES a fabricante de aviões está também procurando outros bancos para tentar intermediar o financiamento para que os clientes não precisem pedir o adiamento de pedidos. A Embraer não divulga quais clientes pediram para postergar as entregas.
Quatorze encomendas

O ano começou bem em termos de entregas para a Embraer. A empresa entregou esta semana um jato para até 122 passageiros para o grupo alemão Lufthansa. Serão mais 14 aeronaves para essa companhia ao longo do ano. Mas as perspectivas de fechamento de novos negócios não parecem tão promissoras.

- Este será um ano difícil com a contração da atividade - afirma Kern. - Apesar de termos uma carteira sólida o cenário traz dificuldades. 2009 será um ano desafiador.

A dificuldade em vender agora deverá se refletir no ritmo da atividade da Embraer no futuro. Talvez por conta disso, a empresa já se antecipou e decidiu não preencher as vagas que estão sendo abertas no processo de " turnover " que a direção da empresa considera natural. Segundo porta-voz da empresa, a direção garante que fará de tudo para evitar cortes. O total de empregados da empresa começou a diminuir já na virada do ano. Passou de 23.700 em setembro para 23.500 no fim de 2008.

Afetada pela crise mundial, a carteira de pedidos da companhia diminuiu 3,2% no último trimestre saindo de US$ 21,6 no final de setembro para para US$ 20,9 bilhões no fechamento do ano. Em 2008, a Embraer registrou recorde de entregas, de 204 aeronaves, 20% acima do total de 2007. Para 2009, está mantida a projeção divulgada no início de novembro de entregar 270 aeronaves. A aviação comercial representa 63,7% da receita da Embraer, que fechou ficou em US$ 7,6 bilhões nos nove primeiros meses de 2008. O total do ano ainda não foi divulgado. É na América do Norte onde está a maior parte dos clientes da companhia (45,11%)

Ao mesmo tempo que enfrenta um cenário mais difícil por conta da crise, a Embraer sabe que precisa manter o ritmo de desenvolvimento das futuras aeronaves para acompanhar tanto os concorrentes tradicionais, como a canadense Bombardier, como também os novos em outros países, como a Rússia.

- Respeitamos todos os concorrentes e, por isso, estamos trabalhando firme nas nossas novas tecnologias - diz Kern.

Fonte: O Globo

Tráfego aéreo de carga tem recuo maior do que após 11/9

Redução em dezembro foi de 22% e reflete desaceleração do comércio global.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira que o volume de transporte aéreo de carga no mundo caiu 22,6% em dezembro em relação ao mesmo mês de 2007, refletindo a crise financeira global. A queda, descrita como "sem precedentes" pela organização, superou até mesmo o recuo de 13,9% de setembro de 2001 - quando ocorreram os atentados em Nova York e Washington e boa parte da frota global permaneceu em terra por razões de segurança.

"Não há melhor medida da desaceleração do comércio global", disse Giovanni Bisignani, diretor-geral da Iata, comentando os números do mês passado.

A Iata também revelou que o volume de tráfico de passageiros também caiu em dezembro, ficando em -4,6% em relação ao mês anterior.

Montadoras

Ainda nesta quinta-feira, a montadora Ford anunciou que teve um prejuízo de US$ 5,9 bilhões no último trimestre de 2008 e de US$ 14,6 bilhões ao longo do ano, reforçando as perspectivas pessimistas das gigantes do setor nos Estados Unidos.

Na Europa e na Ásia, também foram divulgados indicadores que indicam o agravamento da crise financeira global. Na Alemanha, a maior economia da Europa, a taxa de desemprego subiu para 8,3% em janeiro, contra 7,4% em dezembro.

Segundo a agência do governo que acompanha as estatísticas do mercado de trabalho, o número de desempregados chegou a 3,48 milhões em janeiro - 170 mil pessoas a mais do que em janeiro de 2008. Na Inglaterra e no País de Gales, estatísticas oficiais mostram que o valor médio dos imóveis caiu 13,5% em 2008. Em dezembro, a queda em relação a novembro foi de 2%.

Ásia

Por sua vez, no Japão, a Sony, gigante do setor de eletrônicos, anunciou ter tido uma queda de 95% nos lucros no último trimestre de 2008. Atuando no mesmo setor, a Toshiba revelou que espera perdas de mais de US$ 3 bilhões no ano fiscal corrente, que vai até março, e que está demitindo 4,5 mil empregados.

A economia japonesa está mergulhando em uma recessão por causa da demanda fraca do mercado interno e a cotação alta do iene. As exportações tiveram uma redução recorde de um terço no ano passado. De acordo com previsões divulgadas na quarta-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia global ficará praticamente estagnada em 2009 com expansão de 0,5%.

Fonte: G1

Cresce o tráfego em Viracopos

A TAM Linhas Aéreas pretende operar a partir de 9 de fevereiro os destinos Porto Alegre-Campinas-Salvador no Aeroporto Internacional de Viracopos. A rota é a mesma que a Azul Linhas Aérea Brasileiras iniciou em 15 de dezembro e sinaliza que a entrada da empresa no segmento mexeu com as concorrentes, que passaram a adequar e otimizar suas operações em Campinas. Desde a estréia da Azul no mercado local, o volume diário de voos regulares aumentou 40%. Boa parte dos novos horários de transporte (hotrans) é da companhia, mas as concorrentes também se mexeram para utilizar melhor as rotas.

Antes da chegada da empresa comandada por David Neeleman, o aeroporto tinha 30 voos regulares diários de segunda a sexta-feira e agora conta com 42 voos. Os números ainda são bem modestos perto de grandes hubs (bases de distribuição dos voos), como Congonhas e Cumbica, porém são vistos pelo segmento e especialistas como um impulso para fomentar o mercado local. Dados da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) mostram que no começo de novembro, mais de um mês antes do início das operações da Azul, haviam 30 voos diários durante a semana. Aos finais de semana, o movimento era de 21 operações aos sábados, e de 24 aos domingos. Os números atuais apontam uma expansão para 42 voos regulares de segunda a sexta-feira. No sábado, a quantidade é de 33 movimentos e aos domingos de 38. Segundo a estatal, desde novembro até agora foram registrados 222 voos fretados. Eles saem apenas aos finais de semana e atendem ao mercado de turismo.

A Azul já divulgou que deve iniciar mais rotas saindo de Campinas nos próximos meses. Um destino seria o Rio de Janeiro e o outro Recife. Com a vinda da Azul, houve também uma briga de tarifas. A concorrência reduziu o custo de bilhetes para destinos que começaram a ser operados pela empresa, como Porto Alegre e Salvador. A Gol jogou para R$ 129,00 o preço, por trecho, da passagem para a capital gaúcha. A empresa criada pelo norte-americano começou a voar para a capital gaúcha em 14 de janeiro a partir de R$ 159,00 ( por trecho para viagens de ida e volta). É importante ressaltar que os valores promocionais têm prazo de validade e que qualquer informação pode ser consultada nos sites das companhias e nos agentes.

O pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marcos José Barbieri Ferreira, afirmou que as duas companhias, Gol e TAM, que já estavam no mercado brasileiro, cresceram depois da quebra de empresas como a Transbrasil e a Vasp. "Elas se fortaleceram no mercado com estratégias distintas. A TAM era uma regional que aumentou o volume de voos e passageiros com a saída das antigas aéreas. E a Gol chegou com uma nova proposta e gestão do negócio." Ele destacou que elas estabeleceram suas operações na concentração de rotas e horários para se tornarem mais eficientes. A chegada da Azul mostrou que ainda existem espaços a serem ocupados, justamente onde as grandes não têm uma atuação forte. "A estratégia dela é muito boa. A companhia explora mercados intermediários que têm grande potencial, mas eram pouco explorados pelas empresas que operavam no Brasil. Outro fator positivo é que a Azul trabalha com o ponto a ponto e aeronaves adequadas ao volume de público dos mercados que ela se propõe a transportar", analisou o especialista no mercado de aviação.

Para ele, a experiência de Neeleman foi fundamental na elaboração dessa tática. "Ele criou a JetBlue, cuja estratégia é semelhante à que foi implantada na Azul" , comentou. Para Ferreira, os passageiros foram beneficiados com a chegada da companhia. "Os campineiros foram os primeiros que ganharam com essa disputa . O custo das passagens das outras empresas caiu e é possível voar com preços menores." Ele disse ainda que a escolha por Viracopos ajudou na estratégia da companhia, pois o aeroporto está em uma região com grande potencial econômico e tem infraestrutura para atender passageiros.

Fonte: Jetsite

Greve de metalúrgicos faz Boeing fechar 4º tri com prejuízo

A Boeing divulgou nesta quarta-feira que encerrou o quarto trimestre com prejuízo, devido a uma greve de metalúrgicos que reduziu entregas de jatos comerciais e criou encargos por atraso na produção do novo jumbo 747.

A companhia também previu que o lucro de 2009 ficará bem abaixo do esperado por Wall Street, já que ainda lida com as consequências financeiras dos atrasos em seu mais novo avião, o 787 Dreamliner, que não será entregue até 2010.

A empresa, que perdeu para a Airbus a corrida por encomendas de aviões no ano passado, teve prejuízo líquido de US$ 56 milhões, ou US$ 0,08 por ação, ante lucro de US$ 1,03 bilhão, ou US$ 1,36 por ação, um ano antes.

O prejuízo foi causado pela greve de 58 dias que reduziu entregas de aviões nos terceiro e quarto trimestres. Para 2009, a Boeing espera lucro de US$ 5,05 a US$ 5,35 por ação. Analistas esperavam, em média, US$ 5,74 por ação.

Fonte: Terra

Webjet quer ter fatia de 5% do mercado este ano

A companhia aérea Webjet, controlada pela operadora de turismo CVC, pretende encerrar 2009 com uma participação de 5% no fluxo de passageiros transportados no País. Isso representaria o dobro da sua fatia no ano passado, de 2,46%. A informação é do novo presidente da empresa, Wagner Ferreira, que por quase 10 anos foi vice-presidente comercial da TAM. Segundo ele, que substitui Paulo Enrique Coco, sua missão na Webjet é trazer rentabilidade à operação, o que ele acredita ser possível até o final deste ano.

"Se não fecharmos no azul em 2009, vamos pelo menos empatar (despesas e receitas). Vai depender de duas coisas: volatilidade do preço do petróleo e do câmbio", diz Ferreira, que admite ter tido uma "recaída" ao aceitar o convite do fundador da CVC, Guilherme Paulus, para presidir a Webjet. Quando saiu da TAM, Ferreira chegou a afirmar que se dedicaria apenas aos negócios da família. "Mas sou viciado em querosene de aviação", brinca.

A crise desacelerou os planos de expansão de frota da Webjet em 2009, admite Ferreira. A empresa pretendia trazer até cinco aviões da Boeing, modelo 737-300, em meados de março. Mas essa definição ficou para junho.

A Webjet também poderá reduzir o número de cidades atendidas durante a alta temporada (15 atualmente), mas planeja reforçar as rotas mais rentáveis com o aumento de frequência de voos diários, dos atuais 53 para até 67. A companhia também adiou o plano de fazer um voo regular de São Paulo para Buenos Aires. Poderá, no entanto, operar essa rota por meio de voos fretados ainda em 2009.

Fonte: Estado de SP

29.1.09

British Airways vai diminuir a emissão de carbono pela metade até 2050

A British Airways acaba de estabelecer a mais ambiciosa meta de uma companhia aérea na diminuição da emissão de carbono. A companhia vai reduzir o volume de 16 milhões de toneladas em 2005 para 8 milhões até a metade do século.

Ao revelar esses planos, o CEO da empresa, Willie Wash, afirmou: “Algumas pessoas dizem que em tempos de situação econômica tão desesperadora como esses, nós poderíamos dar-nos ao luxo de colocar os problemas relacionados às mudanças no clima de lado. Eu não poderia discordar mais”.

Wash complementa que “reduzir pela metade a emissão de dióxido de carbono até 2050 é um objetivo extremamente desafiador, mas estou certo de podermos alcançar”. A British Airways pretende alcançar essa meta por meio do investimento em aeronaves mais limpas, uso de combustíveis alternativos, rotas de vôos mais eficientes e disseminação, para todo o mundo, da experiência utilizada na diminuição das emissões na Europa.


A British Airways é a única companhia a ter experiência nas estratégias de diminuição das emissões e tem investido em um fundo de pesquisa sobre combustíveis com menos emissão de carbono. A companhia está constantemente trabalhando para desenvolver opções de combustível alternativo.

“Nós temos levado os problemas relacionados ao clima muito a sério há muito tempo. Mais de uma década atrás, nos tornamos a primeira companhia aérea a publicar as metas de uso de combustível eficiente – e atingimos um aumento de mais de 30% desde então”.

A British Airways e a compensação de carbono: O principal projeto da British Airways no Brasil, nesta área, é o trabalho com a usina hidrelétrica de Faxinal dos Guedes, em Santa Catarina. O objetivo da estrutura é gerar até 21.725 MWh de eletricidade por ano, substituindo a energia gerada por carvão, principal fonte na localidade. Além desta iniciativa, a companhia aérea também procura parceiros para projetos contra o desflorestamento no país. O programa visa reduzir o impacto da aviação no meio ambiente e, principalmente, na alteração do clima.

O projeto usa o certificado das Nações Unidas para redução de emissão de carbono no financiamento de programas de energia menos poluente em países em desenvolvimento.

Os clientes que compensarem suas emissões de gás carbônico ao voar com a British Airways estarão ajudando aos projetos da companhia no Brasil, além de colaborar com uma usina hidrelétrica e produção de energia com moinhos de vento em uma das regiões mais pobres da China.

O programa é ainda mais prático para clientes que quiserem reservar seus vôos e comprar sua compensação pelo site www.ba.com. O custo da compensação de carbono de um vôo Londres até Nova Iorque, por exemplo, é de £ 16.

Hillary Benn, Secretário para assuntos de Meio-Ambiente, Alimentação e Agricultura do Reino Unido comentou sobre o programa: “Depois de evitar e reduzir as emissões, a compensação de gás carbônico nos ajuda a diminuir o impacto na mudança do clima no globo. Espero que este programa incentive os clientes da British Airways a compensarem a emissão de carbono de seus vôos”, complementa Benn.

Além dos programas de compensação, a British Airways vai investir em uma gama de projetos para ajudar a proteger a floresta tropical brasileira e melhorar as maneiras de combater as maiores fontes do efeito estufa.

A British Airways também vai trabalhar junto com a Universidade de Cambridge para estabelecer conhecimento científico sobre os efeitos do CO2 da aviação até 2012. Silla Maizey, diretora de Responsabilidade Corporativa da companhia, disse que as novas iniciativas enfatizaram o comprometimento da British Airways com o combate às alterações no clima terrestre. “Nós somos a primeira empresa aérea a oferecer compensação de carbono, e nós pretendemos continuar pioneiros nesta área. As alterações de clima são de responsabilidade de todos, e acreditamos que, controlando as emissões de carbono com aeronaves mais modernas e programas de compensação, estamos ajudando a melhorar meio-ambiente globalmente. Os clientes terão acesso ao nosso programa de forma fácil, basta um click no www.ba.com.”, afirma Silla.

Hidrelétrica de Faxinal dos Guedes - A Hidrelétrica de Faxinal dos Guedes é um projeto único na região de Santa Catarina. É uma usina hidrelétrica de pequeno porte que usa o Rio Chapecozinho para gerar energia. O curso do rio não será praticamente alterado, o que não terá impacto ambiental. A iniciativa pretende reduzir a emissão de CO2 em 5.672 toneladas por ano. A usina irá gerar 21.725 MWh de eletricidade anuais, o que evitará apagões na região, além de criar empregos e atrair investimentos.

Uma família brasileira usa em média 2.4 MWh por ano de eletricidade em casa. O consumo de energia de uma casa no sul do país é o equivalente a 0.7 toneladas de CO2 por ano. Isto quer dizer que a hidrelétrica de Faxinal dos Guedes está projetada para sustentar 8.103 casas brasileiras sem emissão de gás carbônico.

British Airways - Desde outubro, a British Airways oferece aos passageiros do Rio de Janeiro a comodidade de três vôos semanais diretos para Londres, com o Boeing 777 ER. As partidas a partir da cidade também vão desembarcar no T5, o terminal de uso exclusivo da British Airways no aeroporto de Heatrhow, em Londres.

Com o lançamento dos novos vôos, a companhia passa a oferecer dez freqüências semanais Brasil-Londres, contando com os vôos diários que saem de São Paulo, no Boeing 747 400.

Com chegada em Heathrow, a British Airways permite mais de 150 conexões para diferentes destinos em todo o mundo. | www.ba.com

Fonte: Revista Fator

Anac realiza audiência pública sobre liberação das tarifas internacionais em Brasília

A Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou ontem a realização, no dia 11 de fevereiro, em Brasília (DF), de audiência pública sobre a proposta de liberação gradual das tarifas dos vôos internacionais com origem no Brasil. Atualmente, tanto companhias aéreas nacionais quanto estrangeiras são obrigadas a praticar preços mínimos tabelados, inibindo a competição e prejudicando os passageiros.

A proposta da Anac é permitir descontos graduais sobre a tabela de referência até a liberação tarifária total em 2010. A medida deveria ter entrado em vigor no dia 1º de janeiro de 2009, possibilitando 20% de desconto numa primeira fase, porém foi proibida pela Justiça, que atendeu a solicitação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), que representa, entre outras, os interesses da Tam – única companhia brasileira que realiza voos internacionais fora da América do Sul, onde as tarifas já são liberadas desde o ano passado.

Em 2008, o processo de liberação tarifária foi discutido com o setor e a Anac recebeu 14 contribuições por meio de consulta pública, pela Internet. Disponível na página da Anac na Internet por várias semanas, a consulta pública permite que qualquer cidadão ou empresa interessada possa enviar suas sugestões a qualquer hora do dia e de qualquer lugar do Brasil.

Numa audiência pública, a única forma de participar exige a presença do interessado, que precisará deslocar-se fisicamente até a cidade do evento no local e hora marcados para poder dar sua contribuição ou crítica à proposta.

Apesar das facilidades e do caráter mais democrático da consulta pública, a Justiça Federal decidiu, em caráter liminar, que uma audiência pública era necessária para este caso. Assim, a Diretoria da Anac revogou a Resolução nº 61 (que formalizava a proposta da Agência que já havia passado pela consulta pública) e agendou a audiência pública para o dia 11 de fevereiro.

O evento será realizado das 10h às 13h no auditório da Gerência Regional da Anac em Brasília (cidade sede da Agência), no Setor de Hangares, Lote 4, Aeroporto Internacional de Brasília. A participação é livre, mas para se manifestar verbalmente é necessário fazer inscrição até as 12h do dia 10 de fevereiro, enviando um e-mail com a identificação da empresa ou entidade representada e o nome do porta-voz para o e-mail: consultapublica.tarifas@anac.gov.br.

Fonte: Mercado e Eventos

AeroMexico dribla crise e anuncia dois novos vôos a partir de março

Voando sete vezes por semana na rota São Paulo - Cidade do México e registrando uma baixa de 15% na taxa de ocupação em comparação com o mesmo mês do ano passado, a AeroMexico aposta numa melhora e prepara para 07 de março o início de mais dois vôos regulares fazendo a ligação entre Brasil e México. Em entrevista exclusiva ao site MERCADO & EVENTOS, Lucio Yamashitafuji, gerente Regional Brasil, confirmou as duas novas ligações, operadas na parte da manhã, aos sábados e segundas.

Segundo ele, os dois novos voos vêm para atender a demanda de antes da crise econômica (em torno de 85% de ocupação) e uma estratégia para enfrentar a concorrência da Mexicana, que estreiou a mesma rota, cinco vezes por semana, em dezembro: "Já tínhamos esses dois slots, mas faltava definir o dia e horário. Sábado é um dia muito procurado para quem sai de férias e na segunda nosso objetivo é pegar mais o público corporativo, responsável por 60% da ocupação dos vôos", afirmou.

Como diferencial para enfrentar a concorrência da Mexicana, Yamashitafuji destaca o modelo de aeronave utilizado no trajeto, horário dos voos e parceria com as maiores operadoras de viagem do Brasil: "De sete voos semanais, seis são em B777, além de voarmos à noite, o horário preferido dos executivos. E por estarmos no Brasil desde 1995 já temos um nome consolidado e uma parceria muito boa com as maiores operadoras, entre elas a CVC e Nascimento", destacou.

Rio de Janeiro - Lucio Yamashitafuji confirmou que no acordo bilateral entre os dois países está previsto rotas saindo do Rio de Janeiro para o México. A curto prazo este novo destino não interessa, mas não descarta a hipótese de em menos de cinco anos está operando a partir da Cidade Maravilhosa.

"O Rio de Janeiro talvez seja depois de São Paulo nosso segundo mercado, mas é preciso pensar com cuidado, pois temos que deslocar funcionários, contratar uma nova equipe, terceirizar o serviço de aeroporto, além de hotéis para a equipe de bordo. Voo do Rio de Janeiro é uma ação que já pensamos há um bom tempo, uma idéia viável, mas que por causa da crise econômica talvez sofra um retardo para sair do papel", enumerou. Hoje a AeroMexico está presente no Brasil com 28 funcionários, sendo 15 no comercial.

Agentes de viagens - Com apenas uma loja no aeroporto de Guarulhos, a AeroMexico tem quase 100% das vendas feitas por agentes de viagens, a maioria agências corporativas. Para comemorar essa parceria, a empresa faz anualmente um encontro para parabenizar os dez profissionais que mais venderam a empresa durante o ano. Em 2008 a celebração foi em Los Cabos. Outra ação do mesmo molde, esta em São Paulo, é da Skyteam, aliança da qual a empresa faz parte junto com Air France-KLM, Allitalia, Korean Airlines, entre outras.

Fonte: Mercado e Eventos

Singapore Airlines anuncia novas diminuições temporárias de voos

A companhia aérea Singapore Airlines (SIA) anunciou hoje mais reduções temporários de voos, desta vez em suas rotas para Nova York e Los Angeles, para controlar os custos diante da crise financeira internacional.
 
As 14 viagens que oferecia semanalmente para Nova York e Los Angeles diminuirão para dez entre 17 de fevereiro e 25 de março.

Stepehn Forshaw, da SIA, disse através de um comunicado que a companhia aérea "não quer ter aviões um pouco vazios voando ao redor do mundo em um momento no qual não se pode permitir estas despesas".

Fonte: Yahoo

Empresa estatal fará cadastro de reserva

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) lançou ontem edital que irá formar cadastro reserva para ocupação de postos de níveis médio e superior. A seleção será organizada pela Fundação Carlos Chagas e constará de prova objetiva para todos os cargos. Os inscritos para áreas específicas também deverão fazer provas de redação e passar por curso de formação. As informações sobre critérios e condições foram publicadas no Diário Oficial da União.

Para nível médio, há vagas nas funções de profissional de apoio à navegação aérea (operador de estação aeronáutica e técnico em informações aeronáutica), profissional de meteorologia e profissional de tráfego aéreo. Os candidatos que possuem graduação podem concorrer ao cargo de analista superior, na especialidade de navegação aérea. De acordo com os valores indicados no edital de abertura, a remuneração mínima é de R$ 1.926,36 e a máxima, de R$ 3.203,53, em regime de trabalho de 40 horas semanais.

Os interessados podem se inscrever entre hoje e 11 de fevereiro, pelo site www.concursosfcc.com.br. A taxa de participação varia de R$ 64 a R$ 75. A primeira etapa de provas da seleção será aplicada em 29 de março nas cidades de Belém, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Guarulhos (SP).

Fonte: CorreioWeb

28.1.09

Buraco na fuselagem de avião assusta passageiros, conta leitor do "O globo"

Um buraco na fuselagem do avião obrigou um voo da Trip Linhas Aéreas a pousar no Tocantins e assustou os passageiros no último dia 21, conta o leitor Edson Santos. Segundo ele, houve um forte barulho, seguido de muita turbulência. Logo depois, os passageiros puderam ver piloto e co-piloto fazerem uma verificação da parte externa do avião pelas janelas laterais. Passados 10 minutos, a aeronave, procedente de Carajás (PA), de onde partiu às 14h15, pousou em Araguaína (TO), às 15h.
Depois do susto, no entanto, teve início o drama dos passageiros para seguir viagem a Brasília, destino final do internauta. Só após uma hora parados no aeroporto eles foram informados que o avião não tinha condições de voo e que outra aeronave, vinda de Belo Horizonte, estava prevista para partir para Araguaína às 19h.

- Por volta das 17h, alguns passageiros retornaram à pista para tirar fotos da avaria causada na aeronave. Somente então foi possível ver o tamanho do estrago ocorrido na fuselagem da aeronave - conta o leitor.

Segundo Edson, mais três horas passaram sem que a Trip desse qualquer assistência aos retidos:

- Após várias reclamações, foi servido um lanche de péssima qualidade. A Trip não deu hospedagem adequada aos passageiros, conforme manda Lei 7.565, e tivemos que ficar acomodados em cadeiras do próprio aeroporto. Depois de uma permanência de 8 horas em Araguaína, o voo proveniente de Belo Horizonte pousou. Cerca de 20 minutos após este pouso, o voo Trip 5603 finalmente prosseguiu viagem para Brasília, onde só chegou por volta das 2h do dia 22 de janeiro.

Fonte: O Globo

São Paulo ganha mais rotas a partir de março

Turkish Airlines e a israelense El Al iniciam operações no País

O ano de 2008 foi animado em termos de novos voos para o Brasil. Depois de sete anos longe dos aeroportos brasileiros, a Korean inaugurou a rota São Paulo-Los Angeles-Seul. No cenário doméstico houve a criação de uma nova companhia aérea, a Azul. Para 2009 há mais lançamentos programados, mesmo com a crise pairando sobre a economia mundial. Confira algumas das novidades:

Israel

Apesar dos conflitos entre Israel e Hamas, a promessa deste ano é o voo direto São Paulo- Tel-Aviv, que será operado pela El Al (www.elal.co.il). O diretor-geral para a Europa e vice-presidente da empresa, Izy Cohen, disse, semana passada, que a frequência deve estreitar as relações comerciais de Israel com o Brasil e com toda a América Latina. Ele espera que Tel-Aviv possa servir como escala para viagens à Jordânia e ao Egito.

Segundo Cohen, o horário dos voos (saindo às 22 horas de Tel-Aviv e às 19h30 de São Paulo) foi criado de olho no mercado executivo. Mas o turismo religioso deve representar uma importante parcela de passageiros. As aeronaves partirão de São Paulo aos domingos, terças e quintas-feiras e, de Tel-Aviv, aos sábados, segundas e quartas-feiras. A previsão é que os bilhetes possam ser adquiridos a partir de 1º de fevereiro e que o primeiro Boeing 777 parta da cidade israelense em 2 de maio.

Turquia

A partir de 22 de março, a Turkish Airlines (www.thy.com) deve inaugurar uma rota entre São Paulo e Istambul, com conexão de uma hora e meia em Dacar, no Senegal. O voo será operado duas vezes por semana, saindo da capital paulista às segundas e às quintas-feiras.
 
 Voo até Istambul sairá de SP 2 vezes por semana, com escala com uma hora e meia em Dacar, no Senegal

Estados Unidos

A crise econômica também parece não ter afetado os planos da Delta Airlines (pt.delta.com)no Brasil. A companhia anunciou, no ano passado, voos partindo de Atlanta e Los Angeles para Manaus, Fortaleza, Recife - já operantes - e São Paulo, cuja frequência deve ser iniciada em 22 de maio. Serão três saídas semanais - às segundas, quartas e sextas-feiras. De Los Angeles, as aeronaves partirão sempre às terças, quintas-feiras e sábados.

Brasil

A Azul (www.voeazul.com.br), que começou suas operações em meados de dezembro, deve concentrar as novidades nos voos domésticos. A empresa já conta com quatro rotas, todas partindo do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP): Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Vitória (ES). A empresa tem previsão de anunciar novas rotas a partir de março, mas os destinos ainda não foram divulgados.

Para os passageiros que saem da capital, a empresa oferece um serviço de ônibus partindo do Shopping Villa-Lobos. São nove horários, a partir das 4h30 até as 18h30. No sentindo inverso, também são nove horários, das 6h30 às 21 horas. Até 28 de fevereiro, o serviço será gratuito.

Fonte: Estadão

TAM entra nas rotas da Azul em Campinas

A chegada da Azul está fazendo a concorrência se movimentar. A TAM começa a operar, no dia 6 de fevereiro, dois voos diários de Campinas (SP) para Salvador e outros três de Campinas para Porto Alegre - as duas rotas inaugurais da nova companhia. Até então, a TAM só ligava o interior de São Paulo a Salvador e Porto Alegre por meio de voos com conexão. E antes mesmo da estreia da Azul, em 15 de dezembro, a Gol anunciou promoções bastante agressivas para essas mesmas rotas.

Para a Azul, que oferece quatro ligações diárias para cada um desses destinos, a resposta dos concorrentes não surpreende. “Já estávamos aguardando esse tipo de reação em todas as nossas rotas. Estamos preparados para isso. Nosso plano de negócios leva em conta essa reação”, afirma o diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano. A TAM informou apenas que sua “malha aérea doméstica é ajustada periodicamente para atender às variações de mercado de acordo com as mudanças de alta e baixa temporada”. A Gol/Varig, por sua vez, informou que as tarifas promocionais de alta temporada não se restringem aos voos para Campinas, mas incluem 45 destinos em todo o País.

Entretanto, quando lançou a promoção, os descontos para os voos que viriam a ser operados pela Azul foram os que receberam maior destaque na página da empresa na internet. Ao menos na estreia, a tarifa mais barata da TAM vai acompanhar a menor tarifa da Azul, R$ 219. Na Gol, contudo, o bilhete mais barato sai a R$ 209. De acordo com Febeliano, antes de a Azul começar a operar nessa rota, o bilhete da Gol começava em R$ 240 e o da TAM (com conexão) começava em R$ 300. Situação parecida vive a rota Campinas-Porto Alegre, segundo Febeliano.

Nas três companhias, o bilhete mais barato custa R$ 129. Antes da estreia da Azul, observa Febeliano, a Gol cobrava R$ 180 e a TAM, R$ 220, também por meio de um voo com conexão. A Azul acredita que essa movimentação da concorrência deverá se repetir nas rotas de Campinas para Curitiba e para Vitória, inauguradas há duas semanas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

OceanAir lança promoção nos vôos entre São Paulo e Salvador

Até 31 janeiro de 2009, passageiros da OceanAir podem aproveitar o período de férias e ainda economizar.

Para quem quer passar o verão em uma das cidades mais agitadas do Nordeste, a OceanAir oferece tarifas a partir R$ 473,00, até dia 31 de janeiro. A promoção é válida somente para vôos entre o aeroporto internacional de Guarulhos e Salvador.

Os tarifas são referentes ao bilhete de ida ou volta e não permitem acumular pontos no Programa Amigo. As reservas podem ser feitas pelo site da empresa (www.oceanair.com.br ), pela Central OceanAir de atendimento (telefones 4004-4040 para capitais e 0300 789 8160, para demais cidades) e por agentes de viagem autorizados.

OceanAir - A companhia aérea iniciou suas atividades em 2002, prestando serviços de táxi aéreo na Bacia de Campos (RJ). Hoje, cobre os principais destinos brasileiros, oferecendo serviço de bordo diferenciado, além de maior espaço entre as poltronas do que as outras empresas do mercado. Faz parte do grupo Sinergy, que também controla a Avianca, uma das mais tradicionais companhias aéreas comerciais do mundo.

Fonte: Fator

Crise leva principais firmas áreas japonesas a cortar voos

As duas principais companhias aéreas japonesas, Japan Airlines (JAL) e All Nippon Airlines (ANA), diminuirão a quantidade de voos nacionais e internacionais devido à crise, assegura hoje o jornal econômico "Nikkei". No total serão 22 as rotas afetadas em 2009, entre elas um voo internacional Osaka-Londres da JAL e dois da ANA para a China saindo do aeroporto de Nagóia.

De acordo com o jornal "Nikkei", com as novas medidas, ambas as companhias aéreas terão cortado juntas, desde 2007, 40 rotas até o fim de 2009, aproximadamente 10% do total. Se anteriormente a razão havia sido a alta do preço do combustível, agora a causa é a crise econômica que derrubou a demanda por passagens no mundo todo.

Em novembro a média de ocupação dos aviões das duas companhias japonesas caiu 70%, segundo o "Nikkei". A ANA e a JAL planejam fazer ainda esta semana o anúncio desses novos cortes em suas rotas.

Fonte: Yahoo

Azul e seus possíveis novos destinos

"Fontes confiáveis informaram que novos destinos já estão sendo analisados pela Azul. São elas: Navegantes, Goiânia, Uberlândia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, e talvez Brasília, João Péssoa entrem nessa também. Num futuro, as possíveis cidades a serem atendidas são: São Paulo, Ribeirão Preto e São José dos Campos. As rotas para Navegantes, Goiânia, Recife, Uberlândia, Belo Horizonte e Rio de Janeiro deverão começar a partir de março."

Fonte: ContatoRadar e Eaglesky Blog

27.1.09

United tem prejuízo de 5 bilhões de dólares em 2008


O ano de 2008 não deixa saudades na United Airlines. Após apresentar lucro de US$ 403 milhões em 2007, a companhia anunciou um resultado sombrio: perdas de US$ 5,35 bilhões. Deste montante, US$ 4,4 bilhões somente em prejuízo operacional. A empresa anunciou a demissão de mais 1.000 funcionários, depois de haver cortado nada menos que 7 mil empregos em 2008. Nada menos que 100 aeronaves estão sendo tiradas de operação. A capacidade em 2008 caiu em 6%. Os custos por assento-milha cresceram 34.1% e hoje estão na casa de 16,2 centavos de dólar. A frota encolheu de 739 para 689 ao final de 2008. 

Fonte: Jetsite

França dá 5 mil milhões para ajudar a Airbus

O Governo de Sarkozy tenta desta forma ajudar a salvar uma companhia em colapso por dificuldades de financiamento.

O Governo francês, através da SFEF - Sociedade de Financiamento da Economia Francesa -, procederá à emissão de 7.000 milhões de euros, dos quais 5.000 destinar-se-ão ao financiamento da Airbus.

Segundo o jornal Les Echos, o Executivo de Nicolas Sarkozy vai atribuir o montante através dos quatro bancos líderes em financiamento ao sector aéreo - Crédit Agricole, BNP Paribas, Société Générale e Natixis, embora esta lista não esteja ainda fechada, podendo acolher mais instituições financeiras.

Espera-se que esta decisão possa ser também partilhada pelos restantes países fundadores da Airbus - Alemanha, Reino Unido e Espanha -, pois só desta forma será possível evitar os atrasos e cancelamento de pedidos que se têm registado devido à actual crise financeira, que deixou a companhia sem margem de manobra.

Recorde-se que nos últimos quatro anos a Airbus registou perdas no valor de 438.000 milhões de dólares, dos quais 30% se explicam pelas dificuldades dos seus clientes em obterem crédito para a compra de aeronaves. É que um avião custa entre 60 e 200 milhões de dólares o que torna impossível a sua aquisição efectiva por qualquer empresa, sem recorrer à ajuda das instituições bancárias.

Fonte: http://aeiou.expresso.pt

JAL suspende treinamentos para reduzir despesas

A companhia aérea nipônica Japan Airlines (JAL) suspendeu parte dos programas de treinamento de pilotos prevista para janeiro, em uma tentativa de reduzir custos diante da deterioração da economia japonesa, revelou a empresa em comunicado.

Os programas em questão incluem cursos em que trainees acompanham outros pilotos em vôos comerciais, para se familiarizarem com as rotas. Além disso, está suspensa também a promoção de pilotos, o que se tornou bastante comum após a chegada de novas aeronaves e modelos mais sofisticados.

No dia 6 de novembro de 2008, a JAL recebeu os primeiros 10 aviões para vôos regionais comprados da Embraer. A aérea nipônica pretende começar a utilizar estas pequenas aeronaves, com capacidade para 76 passageiros, a partir de fevereiro deste ano, nas rotas aéreas que ligam Nagóia (centro) a cidades como Matsuyama e Fukuoka (ambas no sudoeste).

O modelo Embraer 170 será o primeiro avião brasileiro a voar no espaço aéreo japonês, segundo a agência de notícias Kyodo. Os novos aviões também serão usados em rotas que ligarão Tóquio a outras cidades do país, a partir da inauguração em setembro de 2010 da quarta pista de aterrissagem e decolagem do aeroporto de Haneda (próximo à capital japonesa).

A JAL registrou um avanço de 401,3% no lucro líquido entre abril e setembro de 2008, ou primeiro semestre fiscal da companhia, para 36,6 bilhões de ienes, em relação ao mesmo período de 2007. O resultado foi influenciado pelos ganhos resultantes da venda da JAL Card, subsidiária da empresa, ao Mitsubishi UFJ Financial Group.

Para o atual ano fiscal, que termina em 31 de março deste ano, a JAL prevê um lucro operacional no valor de 28 bilhões de ienes (US$ 289 milhões). A projeção, que representa um recuo de 44% em relação à estimativa anterior divulgada pela empresa, foi influenciada pela queda da demanda de passageiros devido à crise financeira mundial.

A aérea japonesa também prevê um recuo de 4,2% na previsão de vendas de passagens entre abril de 2008 e março de 2009, para 2,09 trilhões de ienes.

Fonte: InvestNews

Southwest, quem diria, pisa no freio


A crise chegou na mãe de todas as low-cost / low-fare. A Southwest Airlines fechou dois trimestres consecutivos no vermelho, fato que não ocorria há mais de 20 anos. Ainda assim, a empresa fechou 2008 com um lucro de US$ 178 milhões, em comparação com um resultado positivo de US$ 645 milhões em 2007. Gary Kelly, CEO da empresa, confirmou que vai reduizr a capacidade em 2009 em 4.4% sobre 2008. E que os planos de incremento de frota foram revistos para baixo. A empresa confirmou que irá receber 13 Boeing 737-700 este ano e aposentar pelo menos 15 aeronaves. E reduziu entregas em 2010 de 22 para 10 aeronaves e, em 2011, de 32 para 20 unidades. Mamma mia. 

Fonte: Jetsite

26.1.09

Aerolíneas Argentinas compram 12 aviões Boeing

As Aerolíneas Argentinas, recém-encampadas pelo Governo de Cristina Fernández de Kirchner comprarão 12 aviões Boeing 737/700 para rotas na América Latina, incluindo diferentes cidades do Brasil informou hoje a imprensa local.

De acordo com a Secretaria de Transporte, citada pela imprensa local, dois dos aviões foram adquiridos novos por um valor de US$ 38 milhões cada um, enquanto os outros dez são usados, com idades entre 2 e 9 anos, e serão incorporados sob regime de leasing (aluguel com opção a compra).

Além dos Brasil, a companhia aérea, expropriada da empresa turística espanhola Marsans por dívidas acumuladas, terá voos para Lima, Bogotá, Caracas, México, Panamá e alguns pontos do interior da Argentina.

Fonte: G1

Azul terá US$ 50 mi do BNDES para ampliar a Frota

O presidente da Azul, Pedro Janot, afirmou ontem que a companhia está prestes a receber um financiamento de US$ 50 milhões do BNDES para a aquisição de dois aviões da Embraer. Segundo Janot, a crise de crédito dificultou os planos da empresa de chegar ao final do ano com uma frota de 16 aeronaves. Hoje, a companhia opera com cinco aviões, e receberá mais três em janeiro e dois em fevereiro. A Azul transportou 60 mil passageiros neste mês.

Fonte: Folha de SP

Absa, de Campinas, é multada nos EUA

As companhias aéreas El Al, de Israel, Lan Cargo, do Chile e Absa, do Brasil, vão pagar um total de US$ 124,7 milhões em multas nos Estados Unidos após terem admitido ser culpadas das acusações de formação de cartel para fixar preços de transporte de carga. A Absa, que está sediada em Campinas (SP) e tem entre seus sócios o grupo Lan, também é ré num processo semelhante que corre no Brasil.

As empresas agiram em conjunto para "suprimir e eliminar a concorrência ao fixar as tarifas de frete cobradas de consumidores em remessas aéreas  internacionais, de e para os Estados Unidos", afirmam documentos da Justiça americana.

Um comunicado da Absa informa que a empresa brasileira, vai pagar multa de US$ 21 milhões em um prazo de cinco anos. A El Al pagará US$ 15,7 milhões e o resto do montante de US$ 124,7 milhões serão acertados pela Lan. A empresa chilena informou que já havia reservado US$ 75 milhões para fazer frente à multa.

As investigações nos Estados Unidos acerca de um cartel no transporte aéreo de cargas já envolveram diversas companhias, sendo que 12 delas e mais três pessoas físicas já admitiram culpa ou celebraram acordos. Juntas, as multas já acertadas somam US$ 1,275 bilhão. As maiores penalidades foram aplicadas a
Air France-KLM (US$ 350 milhões), British Airways (US$ 300 milhões) e Korean Air Lines (US$ 300 milhões).

O Brasil investiga uma formação de cartel similar entre transportadoras de carga aérea desde o fim de 2006, na esteira dos inquéritos no exterior. Em abril de 2008, o Ministério da Justiça abriu um processo contra várias companhias - American Airlines, Air France-KLM, Swiss, Lufthansa Cargo, Deutsche Lufthansa, Absa, Alitalia, United Airlines e VarigLog - e mais 15 pessoas físicas.

À época, o presidente da Absa, Norberto Jochmann, considerava que "a probabilidade de o processo evoluir contra as companhias aéreas" era muito grande. Ontem, um diretor de uma das companhias investigadas aqui avaliou que o recente acordo firmado nos Estados Unidos "vai direcionar a conclusão do processo" no Brasil. Segundo ele, as companhias acusadas começaram a enviar suas defesas ao Ministério da Justiça em dezembro.

Fonte: Valor Econômico

Azul recebe mais 1 EMB-190

E a Azul recebe mais um EMB190, ex N841JS, passa a ser o PR-AZC. Com a chegada desse, a Azul passa a ter 7 aeronaves. Dessas, quatro são EMB190 (PR-AZA, AZB, AZC e AZL) e outros três são EMB195 (PR-AYA, AYB e AYC).

Fonte: ContatoRadar

25.1.09

Anac estuda liberar mais voos no Santos Dumont

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) planeja liberar o Aeroporto Santos Dumont, no Rio, para voos diretos entre capitais em meados de março, informou hoje o diretor da agência, Marcelo Pacheco dos Guaranys. Ele esteve presente nesta quinta-feira na audiência pública para debater esse tema, realizada na sede da Anac, no centro do Rio. Participaram do encontro autoridades municipais e estaduais do Rio, contrárias à liberação.

O secretário estadual de Desenvolvimento do Rio, Júlio Bueno, afirmou que o governo fluminense pode entrar na Justiça para que se preserve a atual condição do aeroporto: ponte aérea e voos regionais. Guaranys explicou que a liberação do Santos Dumont se dará por meio da revogação da portaria 187 do extinto Departamento de Aviação Civil (DAC, que antecedeu a Anac). Essa portaria limita as operações do Santos Dumont, por meio de proibições como a de voos diretos entre capitais.

Segundo Bueno, a abertura do Santos Dumont para voos nacionais poderia resultar num esvaziamento do Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), o que poderia comprometer a Copa do Mundo de 2014 e a candidatura do Rio para as Olimpíadas de 2016.

O Ministério da Justiça, por meio do diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ricardo Morishita, fez um pronunciamento durante a audiência para mostrar posição favorável à abertura do Santos Dumont, em benefício do consumidor. "A falta de concorrência entre empresas tem causado naturalmente um preço que o consumidor sente no bolso. Não apenas empresas concorrem entre elas. Infraestrutura concorre com infraestrutura", afirmou.

Fonte: Agência Estado e Aviation News

Estudo mostra os impactos do aeroporto de Viracopos

EIA-Rima aponta 37 itens, 30 deles negativos, e prevê R$ 32,4 milhões para a compensação ambiental

A primeira fase de ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, que terá início neste ano e será concluída em 2015, vai provocar 37 impactos ambientais na área da Bacia do Rio Capivari, 30 deles negativos, e deverá exigir pelo menos R$ 32,4 milhões em compensações, além de uma série de medidas preventivas e de controle para amenizar os impactos na vegetação, no solo, em águas subterrâneas, na população, na fauna e flora. A compensação está calculada com base em 0,5% dos investimentos de R$ 6,4 bilhões previstos para a ampliação e operação do aeroporto até 2015, segundo o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), que já estão abertos à consulta pública.

O EIA-Rima, formado por seis volumes de textos e mapas, será discutido em audiência pública convocada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) no dia 19 de fevereiro, às 17h, na Câmara de Campinas. O início da ampliação do aeroporto dependerá da aprovação do EIA-Rima e da liberação das licenças ambientais. Elaborado pela Walm Engenharia e Tecnologia Ambiental, o estudo avalia o impacto que as obras e a operação do aeroporto terão na primeira fase da ampliação.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) está pedindo o licenciamento para a implantação da segunda pista (prevista para ser concluída em 2010), área para teste de motores e inspeção de aeronaves, implantação do primeiro módulo do novo Terminal de Passageiros, concourses (miniterminais), pátio de aeronaves, edifício para garagem e estacionamento, ampliação do Sistema Terminal de Cargas, implantação do Centro de Manutenção da Infraero e do Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio, vias de acesso internas, além de infraestrutura básica. Também estão sendo licenciados lotes para o parque de abastecimento de aeronaves, para o sistema de companhias aéreas e de aviação geral, para o sistema industrial de apoio, para a estação de tratamento de resíduos, para estações ferroviárias e para o aeroporto indústria.

Fonte: Agência Anhangüera de Notícias e Aviation News

Justiça manda empresas avisarem sobre atrasos

Liminar, concedida ontem pela Justiça Federal paulista, prevê que passageiro deve ser informado ao menos 2 horas antes do horário do voo. Em caso de descumprimento da ordem, multa é de R$ 10 mil

Decisão da Justiça Federal em São Paulo determina que as companhias aéreas informem aos passageiros sobre possíveis atrasos e demais problemas nos voos com duas horas de antecedência, no mínimo, em relação ao horário de embarque. A multa diária pelo descumprimento da medida é de R$ 10 mil. 

A liminar foi concedida pela 6ª Vara Federal da Justiça Federal da 3ª Região, em julgamento da ação civil pública proposta pela Fundação Procon, representada pela Procuradoria Geral do Estado e o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), com assistência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo.

A Justiça Federal determinou ainda que é obrigação das empresas, independentemente do motivo do atraso ou cancelamento, prestar todo auxílio aos passageiros, garantindo alimentação adequada, comunicação, hospedagem e transporte compatíveis para o descanso e guarda dos objetos pessoais. Em caso de descumprimento, a multa prevista é de R$ 50 mil, por dia.

O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA) informou que ainda não foi notificado oficialmente sobre a decisão da Justiça Federal. A anac foi notificada e seu departamento jurídico analisa como deverá proceder com a nova medida.

O diretor-executivo da Fundação Procon-SP, Roberto Pfeiffer, afirmou que a decisão da Justiça Federal reafirmou o Código de Defesa do Consumidor como “a legislação adequada para regular os serviços de transporte aéreo”.

Fonte: Jornal do Comércio

24.1.09

Crise pode reduzir frota da Azul, diz presidente

A escassez de crédito no mercado internacional por causa da crise financeira mundial poderá reduzir a frota da Azul Linhas Aéreas prevista para 2009, de 16 aeronaves, admitiu nesta tarde o presidente executivo da empresa, Pedro Janot.

O executivo, porém, não estimou qual seria a redução. Como alternativa, ele contou que está em fase final de negociação um empréstimo de US$ 50 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o financiamento de duas aeronaves da Embraer.

O BNDES confirmou que as negociações estão em estágio avançado e informou que só falta o pedido da Azul ser analisado pela diretoria da instituição. "Eu só posso diminuir (a frota para 2009). O que eu posso dizer é que a captação de financiamento está difícil", afirmou Janot. Segundo ele, até o final deste mês chegarão mais três jatos da Embraer, totalizando oito aviões na frota, com modelos 190 e 195, para pouco mais de 100 passageiros. As duas aeronaves que deverão ser financiadas pelo BNDES não estão nesta conta.

Janot participou ontem da audiência pública realizada hoje na sede da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para discutir a liberação do Aeroporto Santos Dumont para voos diretos entre capitais.

O Santos Dumont só opera atualmente a ponte aérea e voos regionais. A Azul é favorável à liberação, pois pretende usar o aeroporto como seu principal centro de distribuição de voos.

De acordo com o executivo, a Azul pretende voar do Santos Dumont para as principais capitais do País, como Belo Horizonte, São Paulo, Salvador e Brasília, além de cidades do interior paulista, como Ribeirão Preto e São José dos Campos.

Janot também contou que a Azul já negocia sua adesão à aliança global de companhias aéreas SkyTeam, que conta entre as associadas com empresas como AirFrance/KLM, Continental e Delta Airlines. Segundo ele, esse seria um projeto para ser concluído em até três anos, quando a Azul tiver mais voos domésticos. A companhia também poderá fechar acordos bilaterais com as empresas que pertencem à SkyTeam.

Fonte: Agência Estado e Aviation News

Delta anuncia corte de 2 mil funcionários

Maior empresa aérea do mundo pretende reduzir capacidade em até 8%

A Delta Air Lines, maior companhia aérea do mundo, anunciou corte de 2 mil funcionários como parte da estratégia da empresa para reduzir sua capacidade em até 8% neste ano. A companhia espera que os empregados optem, até o final do mês, pelo programa de aposentadoria antecipada oferecido. Em março do ano passado, mais de 4 mil funcionários participaram de um programa de demissão voluntária.

A Delta Air Lines possui mais de 75 mil funcionários ao redor do mundo.

Fonte: Avião Revue

O pior já passou?

Perda de participação de mercado, queda de ocupação nos aviões e atrasos nos voos marcaram o ano de 2008 da Gol. A empresa diz que os principais problemas foram sanados - mas 2009 promete novos desafios

O ano de 2008 foi um período singular na história da Gol, a segunda maior companhia aérea brasileira. Nunca antes, desde a abertura  de capital da empresa, em 2004, a companhia havia apresentado um desempenho tão ruim. Até então recordista em ganhos de participação de mercado, a Gol, pela primeira vez, perdeu espaço para os concorrentes. Seus aviões decolaram com mais poltronas vagas em comparação aos anos anteriores e ao desempenho da principal rival, a TAM - entre janeiro e dezembro, a ocupação da Gol foi 62%, ante 68% da TAM. Ao mesmo tempo, os custos, antes mantidos sob controle obsessivo, aumentaram em comparação ao ano anterior. 

Para piorar, a imagem da Gol sofreu dois importantes golpes no final do ano. Primeiro, o indiciamento do patriarca da família controladora da Gol, Constantino de Oliveira, o seu Nenê. Ele é acusado de ter sido o mandante de dois assassinatos ocorridos no Distrito Federal. O empresário nega envolvimento nos casos. Às vésperas do Natal, outra má notícia. No auge do movimento nos aeroportos, a Gol transformou-se em campeã de atrasos nos voos, com um índice de 32,5% em dezembro, ante a média do setor, 22%. Até o sistema de atendimento aos clientes da empresa entrou em parafuso naquele mês. Apesar do passado recente de confusões, a Gol acredita que o pior já passou. "O ano de 2008 foi de grandes transformações para a empresa devido à absorção da Varig, mas começamos 2009 com a maioria dos problemas resolvidos", diz Tarcísio Gargioni, vice-presidente de marketing e serviços da Gol. "E os próximos resultados financeiros da empresa já vão refletir esse esforço."

A Gol ficou para trás

Alguns fatores sustentam as expectativas de Gargioni. Os resultados da empresa deverão ser beneficiados pela queda no preço do petróleo. Ao contrário da TAM, que negociou quase metade de seu combustível para 2009 antecipadamente, a um preço fixado em 106 dólares o barril, a Gol está praticamente livre desse tipo de contrato desde outubro e vai se beneficiar da baixa no preço do petróleo, cujo valor do barril caiu 74% desde julho. Em 2009, a empresa também deverá - finalmente - tirar proveito da integração entre as operações da Gol e da Varig. Só com a junção das duas malhas aéreas, a empresa espera diminuir seus custos em 6,6%. 

Segundo o banco Merrill Lynch, a economia total com sinergias pode chegar a 180 milhões de reais por ano. Quanto aos problemas com o atendimento de passageiros no fim do ano, a Gol também reagiu. Em dezembro, a empresa mais que dobrou o número de atendentes em seu call center e, em meados de janeiro, concluiu o processo de integração entre os sistemas de check-in da Gol e da Varig, o que deve evitar atrasos desnecessários.

Engana-se, porém, quem acredita que os desafios da Gol se encerram por aí. Segundo analistas, os próximos meses devem ser marcados pela desaceleração no crescimento do mercado de aviação, uma consequência do desaquecimento da economia brasileira. O que não se sabe, ainda, é o tamanho do estrago. No ano passado, o mercado doméstico de aviação cresceu 7,4%. A Gol, em uma visão otimista, estima que o crescimento nos próximos 12 meses será de 6%. Esse é um dado para lá de controverso. Os analistas do banco Credit Suisse, por exemplo, acreditam que não passará de 2%.

Um cenário de escassez de passageiros é, evidentemente, ruim para as companhias aéreas - e pior ainda para a Gol. Isso porque a empresa está mais exposta a passageiros ocasionais, que viajam a lazer ou por motivos pessoais. Os executivos com passagens pagas por empresas, que viajam com maior frequência, representam 60% dos clientes da Gol, ante 75% dos da TAM. "Em momentos de crise, o primeiro passageiro a deixar de voar é aquele que viaja nas férias ou para visitar parentes", diz Stephen Trent, analista do Citi.

Apesar de não acreditar em uma forte desaceleração na demanda, a Gol reconhece que é vital atrair os passageiros que viajam a negócios. Com a reorganização da malha, a empresa aumentou a frequência de voos e melhorou o serviço da ponte aérea Rio-São Paulo, a rota mais rentável do Brasil. O programa de milhagem Smiles, herança da Varig, também já vale para os passageiros da Gol. O problema é que essas medidas são consideradas insuficientes pelos especialistas em aviação. O programa de milhagem, por exemplo, é pouco atrativo. "Os executivos juntam milhas para trocá-las por passagens para grandes destinos internacionais, coisa que a Gol não tem como oferecer", diz um executivo do setor. Voando apenas no Brasil e em alguns países da América do Sul, a empresa não tem como concorrer nesse quesito com a TAM, que oferece como destino cinco países da Europa e os Estados Unidos.

Além de enfrentar a acirrada disputa por passageiros com a TAM, a Gol sofre com outro problema grave: a perda de executivos. O ano de 2008 começou sem a presença do então vice-presidente técnico e figura-chave no processo de expansão da empresa, David Barioni Neto, que se tornou presidente da TAM em novembro de 2007. De imediato, Barioni levou com ele outros quatro executivos de alto escalão. Em junho, foi a vez de o diretor de TI da Gol, Paulo Nascimento, trocar a empresa pela Azul, companhia aérea do empresário David Neeleman que começou a operar em dezembro.

No começo de junho, Richard Lark, então vice-presidente financeiro e principal interlocutor da Gol com os investidores, deixou a empresa. "A saída de executivos importantes em um momento tão delicado não foi nada positiva", diz Aquico Wen, diretor do fundo de investimento americano Legg Mason. Tanto que, em meados do ano passado, a Gol passou a estudar mudanças em sua estrutura. A primeira alternativa cogitada pela empresa foi a criação de um novo cargo - temporariamente chamado de COO (em inglês, chief operating officer) - intermediário entre o presidente da empresa, Constantino Júnior, e os vice-presidentes. O executivo seria uma espécie de braço direito de Constantino, que passaria a se dedicar mais a assuntos estratégicos. Seis executivos foram sondados para o cargo e um deles chegou a avançar nas negociações. O processo, porém, emperrou porque a própria Gol mudou de ideia e passou a procurar apenas um executivo para o posto deixado vago por Richard Lark. 

Oficialmente, a Gol admite apenas que busca um vice-presidente financeiro.

A Gol na bolsa

Em sua breve - e meteórica - trajetória, a Gol firmou-se como uma empresa enxuta, inovadora e eficiente. Criada em janeiro de 2001 dentro do modelo chamado baixo custo, baixa tarifa (low cost, low fare), a empresa cresceu graças a uma estratégia baseada em  passagens baratas para pessoas que trocavam o ônibus pelo avião. No ano mais turbulento da Gol, até mesmo essa vantagem competitiva começou a ser arranhada. O aumento dos custos elevou o preço médio por quilômetro voado pago pelos passageiros, que recebe a denominação técnica de yield. Em 2008, o índice aumentou em todos os trimestres em comparação com o ano anterior. É a reversão de uma tendência observada desde a abertura de capital da empresa, quando o yield caiu ano após ano. "O aumento no preço do petróleo teve um peso importante na composição de custos. 

Mesmo assim, a companhia manteve sua política de oferecer as menores tarifas da indústria", diz em nota a empresa. Daqui para a frente, porém, deverá ficar cada vez mais difícil para a empresa manter essa posição. Com o início das operações da Azul, do criador da empresa low cost americana JetBlue, cujo modelo inspirou a própria Gol, a empresa da família Constantino passa a ter um potencial concorrente na área de tarifas agressivas. A competição extra não podia vir em momento mais inoportuno.

Fonte: O Globo e Aviation News