30.6.09

Airbus de companhia aérea do Iêmen cai em Comores com 153 a bordo


Um avião comercial da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Air, caiu no arquipélago de Comores, no Oceano Índico, com 153 pessoas a bordo. O acidente aconteceu nas primeiras horas de terça-feira, (noite de segunda no horário de Brasília),.Viajavam no Airbus A310 142 passageiros, entre eles 66 franceses, e 11 tripulantes. O avião saiu de Sanaa com destino a Moroni, nas Ilhas de Comores, a sudeste da África..As causas do acidente são desconhecidas. O avião perdeu contato com a torre de controle, em meio ao mau tempo, quando se preparava para a aterrissagem.

Segundo os jornais franceses "Le Monde" e "Le Figaro", o voo IY 626 partiu de Paris em direção a Moroni, nas ilhas Comores, com conexões em Marselha, na França, e em Sanaa, capital do Iêmen. Inicialmente, os passageiros embarcaram em um Airbus A330, e na conexão em Sanaa trocaram de aeronave, embarcando em um Airbus A310

Sobrevivente é resgatado na costa das Ilhas Comoress
Aviões militares franceses decolaram das ilhas de Mayotte e Reunion em busca da aeronave iemenita. Um navio francês que saiu de Mayotte também participa da operação.

As aeronaves e equipes de busca localizaram destroços do Airbus A310 iemenita que caiu em meio ao mau tempo perto da costa do arquipélago de Comores, no Oceano Índico, informou um órgão regional de segurança aérea.

- A aeronaves localizaram destroços no suposto ponto de impacto - disse em Comores Ibrahim Kassim, um funcionário da Agência de Segurança de Aviação e Navegação na África e Madagascar (ASECNA, na sigla em inglês).

Posteriormente, um funcionário da aviação iemenita indicou que equipes de resgate tinha recuperado sete corpos entre os destroços do avião,

Um sobrevivente foi resgatado na costa do arquipélado de Comores. Ainda não se sabe qual é a nacionalidade e o sexo desta pessoa

A Yemenia é de propriedade do governo do Iêmen (51%) e da Arábia Saudita (49%). Segundo informações do site da companhia aérea, a frota é composta por dois Airbus 330-200, quatro Airbus 310-300 e quatro Boeing 737-800, e o avião seguia em direção a Moroni.

É o segundo acidente com um Airbus no mar em menos de um mês. Um Airbus da Air France caiu no dia 31 de maio no Oceano Atlântico deixando 228 mortos .

As Ilhas Comores são formadas por três ilhas vulcânicas, Grande Comore, Mohéli e Anjouan, no canal de Moçambique, a 300 quilômetros a noroeste de Madagascar e a uma distância similar do oeste do continente africano.

Fonte: G1

Momento Trip

Duas aeronaves E-175 da TRIP "dividindo" pátio em SDU.

(Foto em Alta Resolução)

Fonte: Tomaz/Decea (Muito obrigado, valeu mesmo!!!)

Continental Airlines celebra 75 anos a voar


A Continental Airlines anunciou a entrega de um novo Boeing 737-900ER, pintado com uma imagem retro, para comemorar os 75 anos da companhia a 15 de Julho, de 2009.

A imagem do novo avião, originalmente utilizada em aparelhos no ano de 1947 e denominada The Blue Skyway, foi escolhida pelos colaboradores da Continental.

O aparelho vai ser o centro das celebrações do 75º aniversário da companhia nos seus três hubs, onde participarão colaboradores no activo e já retirados.

O Boeing esteve já estacionado no aeroporto Houston Bush Intercontinental, em Nova Iorque/Aeroporto de Newark Liberty e no aeroporto Cleveland Hopkins, em Cleveland.

Fonte: Opção Turismo

Sem Gol e TAM, Embraer quer crescer com aéreas menores

Dezessete companhias aéreas operam no mercado doméstico, mas apenas duas (TAM e Gol) são responsáveis por cerca de 87% dos passageiros transportados, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). E nenhuma delas é cliente da única fabricante nacional de aviões, a Embraer. Para ganhar espaço com um cenário como este, o presidente da empresa, Frederico Fleury Curado, quer crescer junto à aviação regional.

Nesta semana, a Embraer entregou mais um jato à brasileira Trip e anunciou um novo avião para a Azul, na semana que vem. Enquanto Gol e TAM optaram por Airbus e Boeing, a fabricante brasileira abastece as aéreas menores com esperança que o modelo de negócios destas empresas prospere.

"O Brasil tem uma concentração muito grande de transporte nessas rotas (maiores). Qualquer coisa como 80% do tráfego passa pelos dez aeroportos principais. O Brasil tem mais de 200 aeroportos. Cerca de 100, 150, nem são utilizados no transporte regular. O Brasil precisa muito disso, de capilaridade", defende Curado. "E você não consegue fazer isso com avião grande".

Para ele, a melhor forma de o mercado doméstico crescer é com aviões menores voando para aeroportos menores que ainda não são atendidos comercialmente. Curado cita como como exemplo países onde a aviação já está consolidado para justificar seu discurso. "Nos Estados Unidos e Europa, um terço da frota é de aviões regionais. No Brasil, é 8%, 10%. Tem muito espaço".

A Embraer vê o mercado de aviação regional como oportunidade para deixar de ser majoritariamente exportadora e ter mais força no fornecimento às companhias brasileiras. Atualmente, no Brasil, apenas Trip e Azul são clientes da fabricante em aviação comercial - segmento que representa 75,3% da receita da empresa.

Queda na atividade

No mesmo momento que a Embraer vê suas vendas a companhias aéreas brasileiras aumentarem, sofre com a crise financeira internacional e a queda da demanda como um todo.

Curado projeta que a empresa venda cerca de 240 aviões em 2009. Ele afirmou que a Embraer deve ter perdas nesse ano e estabilidade em 2010.

"Estamos... tendo uma redução (de crescimento). Apesar de a quantidade de aviões (vendidos) este ano ser maior que no ano passado, são aviões de pequeno porte. Nós efetivamente temos uma redução de cerca de 30% da atividade industrial da empresa. 2010 deve ser um ano relativamente estável em relação a 2009. Nós não vemos crescimento antes de 2011 de nenhuma forma", disse.

As consequências da crise na empresa já são conhecidas. Em fevereiro, a empresa anunciou a demissão de 4,2 mil funcionários, ou 20% do quadro de empregados. As despesas relacionadas aos cortes de pessoal foram de US$ 50 milhões, com impacto no resultado do primeiro trimestre.

O caso chegou à Justiça, mas as demissões foram mantidas, diante de um acordo em que a empresa se comprometeu a indenizar os demitidos, garantia assistência médica até março de 2010 e dar prioridade aos ex-empregados que se apresentem para a participação em eventuais futuros processos de seleção.

Para Curado, ainda é cedo para falar no retorno dos trabalhadores. "É muito cedo (para falar em recontratar), porque enquanto não houver crescimento, a gente não pode pensar nisso", explica.

Fonte: http://noticias.terra.com.br

Plano de voo de Nicácio

O presidente da Infraero, tenente-Brigadeiro Cleonilson Nicácio, voltará a vestir a farda de oficial quatro estrelas em agosto. Será o próximo comandante do Centro Tecnológico Aeroespacial (CTA), de São José dos Campos, um dos mais importantes na pesquisa do setor na América Latina, responsável pelo ITA. Nicácio ficará por lá enquanto aguarda a indicação para o Comando do Estado-Maior da FAB.

Fonte: Istoé

29.6.09

Acordo alemão com Abu Dhabi

Três empresas alemãs assinaram acordos para implantar subsidiárias em aeroportos da ADAC - Abu Dhabi Airports Company, no Oriente Médio. A firma Aerotech Peissemberg GmbH & Co. vai dar suporte para as companhias que planejam implantar oficinas no Aeroporto Al Ain. A MT Aerospace pretende montar uma oficina de fabricação de componentes aeronáuticos e a Aircraft Electronic Engineering deseja criar ali uma linha de produção e reparo de aviônicos.

Fonte: Aerobusiness

Qantas corta encomenda de Dreamliners

A companha australiana Qantas, que era o maior cliente dos novos Boeing B787 Dreamliner, anunciou que cancelou a compra de 15 desses aparelhos e adiou por quatro anos a recepção de outros tantos.

“A Qantas anunciou a sua encomenda inicial dos 787 em Dezembro de 2005 e o quadro operacional das companhias aéreas a nível mundial mudou dramaticamente desde então”, justificou o CEO da Qantas, Alan Joyce.

O primeiro conjunto de 15 Dreamliners que a Qantas vai receber destina-se à sua subsidiária low cost Jetstar e começará a ser entregue a partir de meados de 2013, com três anos de atraso face ao calendário inicial.

O responsável da Qantas rejeitou que a alteração da encomenda esteja relacionada com mais um adiamento por parte da Boeing do primeiro voo do novo avião.

Fonte: Presstur

Airbus faz pouso de emergência nos EUA

Voo seguia dos Estados Unidos para a Dinamarca. Correspondente da TV Globo relata que cheiro de fumaça invadiu o avião.

Um Airbus A-330 da companhia Scandinavian Airlines fez um pouso de emergência neste sábado (27) em Maine, nos Estados Unidos. O voo seguia de Nova Jersey, nos EUA, para Copenhagen, na Dinamarca.

Segundo a correspondente da TV Globo, Giuliana Morrone, que era uma das passageiras da aeronave, o voo saiu com mais de duas horas de atraso. Dez minutos após a decolagem, um forte de fumaça invadiu a cabine de passageiros. Os comissários, então, retiraram as pessoas que estavam dentro dos banheiros. “Eles procuravam sinais de fogo, talvez provocado por fumo dentro do banheiro. Também abriram os bagageiros, mas nada encontraram”, relata.

Logo depois, o comandante anunciou o pouso de emergência, que ocorreu sem problemas. Um bombeiro entrou no avião, mas não achou indícios de incêndio. A jornalista relata que após três horas, o comandante anunciou que tinha recebido o novo plano de voo e iniciou a decolagem quando o cheiro de queimado voltou. “Os comissários ficaram muito nervosos e se negaram a seguir viagem”, diz.

Às 2h de Brasília (1h horário local), os passageiros aguardavam no aeroporto sobre uma nova decisão da companhia sobre a viagem.

Fonte: G1

Ryanair só permitirá mala de mão

A Ryanair, maior empresa aérea europeia de baixo custo, proibirá os passageiros de viajar com bagagens a despachar e permitirá apenas as de mão, dentro de seus esforços para reduzir despesas.

A companhia pretende, a partir da próxima primavera (outono no Hemisfério Sul), oferecer autorização "ilimitada" para bagagens de mão que cumpram as dimensões determinadas pelos governos locais e vetar as malas que precisem ser despachadas nos balcões dos aeroportos para os porões de carga dos aviões, segundo afirmou ontem o executivo-chefe da Ryanair, Michael O´Leary. A empresa aérea prevê economia de € 20 milhões por ano com a medida.

"Vamos passar de uma bagagem que precisa ser despachada para mais bagagens de mão", disse O´Leary. "Não é o fim do mundo [...], só soa como algo revolucionário. Posso assegurar que não é."

A Ryanair, com sede em Dublin, havia anunciado planos de deixar de usar os balcões de registro dos passageiros a partir de 1º de outubro, passando o check in para o site da empresa. De acordo com as novas regras de O´Leary, os passageiros terão de levar, eles mesmos, todos seus pertences a bordo do avião. As bagagens serão enviadas para os porões da aeronave só se os compartimentos destinados à bagagem de mão ficarem lotados.

"Colocará uma pressão significativa sobre a infraestrutura de segurança dos aeroportos, mas é mais uma opção de negociação de custos com os aeroportos e os responsáveis por cuidar da bagagem", observou o analista Andrew Lobbenberg, do Royal Bank of Scotland, em Londres, que recomenda a compra das ações da Ryanair.

A autoridade de aviação civil do Reino Unido informou que não estudará o caso até ser comunicada pela Ryanair sobre a promoção da mudança. A BAA, que opera aeroportos como o de Stansted, em Londres, maior centro de operações da Ryanair no Reino Unido, disse que avaliará a proposta mais detalhadamente.

"Hoje, cada aeroporto possui uma política diferente sobre a bagagem de mão, dependendo de suas condições particulares", afirmou o porta-voz da BAA, Stuart Butchers. "Essas políticas são negociadas de forma unilateral entre o operador do aeroporto, as empresas aéreas e o Departamento de Transporte."

O Departamento de Transporte informou ser responsável apenas pelas restrições de volume das bagagens de mão, que devem ter dimensões de 56 cm por 45 cm por 25 cm. O'Leary afirmou ontem que os passageiros poderiam não ter mais como transportar itens como esquis, embora tenha acrescentado que os detalhes ainda precisam ser definidos.

Cerca de 70% dos clientes da Ryanair já viajam sem despachar malas. Atualmente, os passageiros podem levar a bordo no compartimento superior um volume de até dez quilos. Para despachar malas de até 15 quilos, a empresa aérea cobra € 20. Além disso, há uma taxa de € 15 por quilo.

O'Leary também disse ontem que a Ryanair deixará de expandir seus nove centros de operações no Reino Unido como protesto contra os impostos locais sobre viagens. Para o executivo, a taxa de 10 libras esterlinas (US$ 16,5) por passageiro está tornando o Reino Unido "um destino não competitivo". O imposto custará empregos e prejudicará a receita com turismo, segundo O´Leary.

Fonte: Valor Econômico / Aviation News

Órgão dos EUA investiga falha em sensores de Airbus da TAM

A Agência Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês) anunciou, na noite de quinta-feira, que está investigando dois incidentes recentes envolvendo aviões Airbus A330 - sendo um deles da TAM.

O voo da companhia aérea brasileira que está sendo investigado é um que fazia a rota entre Miami e São Paulo no dia 21 de maio.

O outro incidente teria ocorrido na última terça-feira, entre Hong Kong e Tóquio, em um voo operado pela Northwest Airlines, que pertence à companhia americana Delta.

Nos dois casos, o sistema de sensores de velocidade apresentaram falhas durante o voo - um problema que se suspeita ter ocorrido com o Airbus A330 da Air France que caiu no Oceano Atlântico no último dia 31 de maio, com 228 pessoas a bordo.

Sistema de back-up

Segundo um comunicado da NTSB, citado pelos principais jornais americanos, os pilotos do avião da TAM inicialmente "perceberam uma queda abrupta na temperatura externa indicada, seguida de uma perda das informações de velocidade primária e altitude, que durou cerca de cinco minutos".

Ainda de acordo com a agência americana, o piloto automático se desconectou e a tripulação brasileira teve de recorrer a instrumentos de back-up durante alguns minutos.

Já o voo da Northwest Airlines viveu "um incidente possivelmente semelhante", disse o comunicado da NTSB, que não forneceu mais detalhes sobre este voo.

Não houve feridos nem danos às aeronaves nos dois casos.

Troca

Após o acidente do dia 31 de maio, a Air France anunciou que ia acelerar o programa de trocas do sensores de velocidade de sua frota de A330 e A340, iniciado em abril.

A Airbus informou, em entrevista à BBC Brasil, que os novos sensores de velocidade dos aviões da empresa já estavam disponíveis desde 2006 e que uma recomendação para a troca desse equipamento também havia sido feita no mesmo ano, apesar de não ser obrigatória.

Os sensores, chamados "Pitot", medem a pressão do ar e permitem informar a velocidade do avião. Os cálculos da velocidade são utilizados por vários sistemas do avião. Os modelos A330 possuem três sistemas "Pitot" independentes.

Segundo a agência de notícias americana Bloomberg, nos Estados Unidos, as companhias United Airlines, Delta e US Airways, além da irlandesa Air Lingus, teriam anunciado que acelerariam a troca dos sensores suas frotas de Airbus.

Fonte: G1

28.6.09

Trip recebe sua 3ª aeronave Embraer 175


A Trip Linhas Aéreas recebeu na noite desta quarta-feira (24/06) a terceira aeronave Embraer 175 de sua frota, aumentando em 35% a oferta de assentos. "Este é um marco em nossa trajetória e na nossa entrada na era da tecnologia dos jatos propulsores", disse o presidente da Trip, José Mário Caprioli. O evento que acontece na fábrica da Embraer, em São José dos Campos, conta com cerca de 400 convidados.

A entrega da aeronave foi feita pelo diretor-presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado. "A Embraer alcançou, ao longo dos anos, destaque nos mercados internacionais e agora com a parceria da Trip consolida sua presença no Brasil. Temos certeza de que, juntas Embraer e Trip terão uma grande contribuição para o sistema de transporte aéreo do país", disse.

Para o presidente do conselho administrativo da Trip, Renan Chieppe, a companhia atinge uma nova escala na aviação regional. "A trip nasceu com uma proposta inovadora e de se tornar a número um no segmento. Estamos buscando esse resultado e a parceria com a Embraer nos deixa muito feliz, por ser um orgulho nacional", declarou.

Caprioli informou que daqui uma semana a quarta aeronave será entregue e até novembro, a quinta. "Mesmo diante da crise dos últimos meses a Trip manteve sua política de investimento. O impacto da crise na aviação regional é diferente. Nosso maior público é corporativo e embora tenha tido uma desaceleração no crescimento, temos conseguido administrar a situação", explicou.

Segundo Caprioli, a companhia transportou em 2008 cerca de 1 milhão de passageiros e faturou R$ 322 milhões, um crescimento de 275%. Para 2009, a meta é transportar mais de 1,6 milhões e faturar R$ 520 milhões. "Em 2009 nossa meta é crescer 65% em número de passageiros. Além disso, nossa previsão é atingir 2,5% em market share até o final do ano".

Finalizando o evento, os participantes foram agraciados com um show surpresa do cantor Seu Jorge. Ele compos uma música especial para a Trip, que estará presente na nova campanha institucional da empresa. "Queriamos uma pessoa que representasse bem a brasilidade da empresa, que usa jatos e combustíveis nacionais, da Embraer e da Petrobrás. Por isso, escolhemos o Seu Jorge", explicou o presidente.

Jato Embraer 175 - Os jatos Embraer 175 - modelo E-Jet da Trip são configurados em classe única com 86 passageiros e espaço entre os assentos de 79 centímetros. As aeronaves estão financiadas em reais pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) e pelo Banco do Brasil. A companhia hoje conta com 25 aeronaves e passa a operar em 73 cidades. A Trip possui uma meta de encerrar o ano com 30 aviões voando para 80 cidades. Segundo Caprioli, em dois anos, o objetivo é estar operando em 100 destinos.

Fonte: Mercado e Eventos

Menos de 20 por cento dos trabalhadores da British Airways aceitam corte salarial de um mês

Quase sete mil dos cerca de 40 mil trabalhadores da companhia de aviação inglesa British Airways aceitaram a proposta feita pela administração de trabalhar um determinado período de tempo - no prazo máximo de um mês - sem dele receberem vencimento imediato.

A percentagem de adesão voluntária conseguida, que não chega a 20 por cento, foi considerada pelo presidente executivo da empresa, Willie Walsh, como uma "fantástica primeira resposta", e que demonstra "claramente a diferença que um indivíduo pode fazer".

A diferença invocada por Walsh pode ser medida em números, e eles foram avançados do último comunicado de imprensa que pode ser lido na página da companhia aérea: foram 6940 os empregados que responderam afirmativamente ao e-mail que lhes foi enviado há pouco mais de uma semana. E essa resposta positiva irá permitir à empresa poupar, no imediato, cerca de dez milhões de libras (11,7 milhões de euros).

Estes funcionários aceitaram tirar licenças sem vencimento, abdicaram de horas de trabalho ou voluntariaram-se mesmo para trabalho não pago - o vencimento correspondente ser-lhes-á creditado num período de entre três e seis meses.

Walsh fala numa primeira resposta, porque os trabalhadores terão oportunidade de aderir a este programa de contenção de custos numa nova fase de adesões voluntárias que será aberta até ao fim do ano. As opções que estarão em cima da mesa continuam a passar pela aceitação de trabalhar entre uma e quatro semanas de licença sem vencimento, ou de trabalho com vencimento diferido, para o prazo de três a seis meses. As propostas incluem ainda a possibilidade de trocar trabalhos de part-time, ou mesmo, os mais longos, por licenças sem vencimento.

O presidente executivo da empresa diz que está em curso uma "luta pela sobrevivência", e uma batalha que tem de ser travada para recuperar dos resultados negros com que a empresa terminou o ano fiscal a 31 de Março e que foram os piores desde há 22 anos (ver caixa).

Willie Walsh quis ser o primeiro a dar o exemplo e anunciou, na altura em que enviou um e-mail a todos os funcionários a desafiá-los a aceitar o convite de trabalhar sem receber, que iria prescindir do seu salário de Julho, de 61 mil libras (72 mil euros).

Também há cerca de uma semana, a British Airways anunciou ter chegado a acordo com 3235 pilotos da companhia aérea, a vigorar por três anos, que aceitaram receber acções da empresa no valor de 13 milhões de libras (15,3 milhões de euros) em troca de uma menor remuneração. A redução salarial - que ronda, em média, os 2,61 por cento - vai permitir poupar cerca de 30 milhões de libras. O presidente da Associação de Pilotos da British Airways, Jim McAuslan, afirmou-se satisfeito com o acordo e relembrou que sempre disseram "que os trabalhadores vão partilhar os sacrifícios se depois partilharem os ganhos".

Fonte: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1388793&idCanal=57

27.6.09

Brasil e Colômbia ampliam capacidade de voos

O Brasil renegociou seu Acordo de Serviços Aéreos com a Colômbia, tendo a delegação brasileira sido chefiada pelo diretor da ANAC Ronaldo Seroa da Motta. Com o novo acordo, ampliou-se a capacidade de voos e os direitos de tráfego entre os dois países. A possibilidade de voos cresceu de 7 para 28 voos semanais de passageiros e carga (chamados de mistos) e de 6 para 12 voos semanais exclusivamente cargueiros.

A expansão será gradual: até julho de 2012 para voos mistos e janeiro de 2011 para cargueiros. Também foi acordada uma maior abertura do quadro de rotas do acordo, conferindo maior flexibilidade às empresas aéreas brasileiras e colombianas que, a partir de agora, poderão realizar escalas em outros países. Outro ponto de destaque foi a alteração da cláusula tarifária, que passou do regime de dupla aprovação para o regime de país de origem, permitindo maior flexibilidade de preços aos usuários.

Fonte: Revista Fator

Republic Airways paga US$ 31 milhões por Midwest


A companhia aérea norte-americana Republic Airways Holdings comprará sua concorrente regional Midwest Airlines por US$ 31 milhões, apenas 17 meses depois do grupo de private equity TPG Capital adquirir a empresa por US$ 452 milhões, em janeiro de 2008. Desde então, o setor aéreo vem sofrendo com o aumento dos preços do combustível e com a queda na demanda. A Republic, que vai manter a marca Midwest separada, pretende expandir a capacidade da companhia de oferecer serviços sem escalas com novas aeronaves e o plano é substituir aviões Boeing 717 por jatos Embraer 190.


O acordo foi a segunda grande transação anunciada pela Republic que nesta terça-feira (23) também anunciou o pagamento de US$ 108,8 milhões para ajudar a parceira Frontier Airlines a emergir da concordata.

O TPG Capital assumiu a Midwest em janeiro de 2008. A companhia aérea quase pediu concordata no ano passado, em meio ao aumento dos preços do combustível, o que levou a empresa a cortar sua força de trabalho em 40%. O TPG Capital receberá US$ 6 milhões em dinheiro, US$ 25 milhões em notes e terá direito de nomear uma pessoa para o conselho da Republic.

Fonte: Monitor Mercantil

26.6.09

Boeing volta a adiar lançamento do 787 Dreamliner

O construtor americano de aviões Boeing informou nesta terça-feira que adiará o primeiro voo de seu 787 Dreamliner, já postergado em dezembro passado, e que levará um tempo para fixar nova data para o lançamento.

Este é o quinto adiamento do calendário do 787 Dreamliner, considerado uma peça-chave para o futuro da empresa.

A Boeing anunciou que terá pronto em algumas semanas um novo calendário para o primeiro voo e a primeira entrega do aparelho. Neste ínterim, as equipes técnicas continuarão com os testes do 787.

A empresa explica no comunicado que o atraso se deve à necessidade de reforçar uma parte da fuselagem identificada em testes recentes.

O projeto 787, que já tem 865 encomendas de 56 companhias aéreas, foi adiado várias vezes desde 2007 por problemas recorrentes.

A Boeing esperava poder realizar o voo inaugural no dia 30 de junho, em um cronograma que terminaria com a entrega das aeronaves encomendadas pela companhia All Nippon Airways (ANA) no primeiro trimestre de 2010.

O processo de fabricação foi prejudicado por problemas ligados à complexa "linha de montagem" internacional e por uma greve de dois meses dos funcionários da Boeing, em dezembro do ano passado.

A notícia foi muito mal recebida pelo mercado, já que a direção da Boeing havia garantido na semana passada que manteria seu calendário.

Fonte: AFP

O Brasil entre o moderno e o arcaico

Desde que decidiu fabricar jatos da família 170/190, a embraer passou a concorrer no bilionário mercado de aviões controlado pelas gigantes mundiais Airbus e Boeing. Até então, a sua briga era apenas com a canadense Bombardier no mercado de aviões menores, destinados à aviação regional. Não demorou muito para a empresa brasileira descobrir que o fato de o Brasil não participar de certos foros prejudicava a sua competitividade na economia internacional.

Quando vivia às turras com a Bombardier, que a acusava de receber subsídios irregulares do governo brasileiro, a embraer se defendia no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), da qual o Brasil é membro. No momento em que passou a disputar mercado com o consórcio europeu (a Airbus) e a fabricante americana (a Boeing), o palco passou a ser outro - o da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), instituição que o Brasil não integra.

Fazer parte do clube funciona assim: quando, por exemplo, financiam a venda de um avião de US$ 28 milhões, com prazo de financiamento de 12 anos e taxa de seguro de 2%, a Boeing e a Airbus oferecem uma prestação mensal ao comprador em torno de US$ 227 mil; se o mesmo comprador quiser comprar um avião de igual porte da embraer, terá que pagar prestação mensal de US$ 246 mil, um preço 8,3% maior. Grosso modo, em 12 anos, a diferença acumulada é superior a US$ 8 milhões.

Este é um exemplo claro do custo adicional que o país, e não apenas a embraer ou qualquer outra multinacional brasileira, tem que arcar por não fazer parte de foros como a OCDE. A embraer cometeu a ousadia de competir diretamente com os Estados Unidos e a União Europeia em mercados significativos de aviões. Felizmente, ela não está sozinha. Está em curso, já há alguns anos, como fruto da estabilização e do amadurecimento da economia brasileira, um processo de internacionalização das companhias nacionais.

Diante dessa realidade, não se trata de defender a adesão imediata e incondicional do Brasil a todo e qualquer acordo internacional. Por outro lado, não parece coerente o fato de o país perseguir, de forma acertada, um papel de liderança no cenário mundial, como vem fazendo no caso do G-20, e ao mesmo tempo rejeitar uma aproximação com uma entidade como a OCDE, que ainda é tratada de forma pejorativa, por alguns setores da burocracia e da diplomacia nacionais, como o "clube dos ricos".

Um tema sensível, não apenas no que diz respeito a uma possível adesão à OCDE, mas a todo o processo de integração do Brasil à economia internacional, é o da bitributação. A Receita Federal rejeita, com veemência, qualquer possibilidade de assinatura de acordos que evitem a bitributação de investimentos de empresas estrangeiras no Brasil ou de companhias brasileiras no exterior. A visão predominante é a de que acordos dessa natureza provocariam forte perda de arrecadação para o país, uma vez que a tendência, nesses casos, seria determinar que a tributação fosse feita nos países de origem do capital. O Brasil, como se sabe, importa mais do que exporta capitais.

Esta é uma questão a ser debatida, não pode mais ser um tema tabu. Toda vez que o assunto começa a ser discutido, forças ocultas tratam de tirá-lo rapidamente de pauta. No passado, quem pressionava as autoridades brasileiras a considerarem a assinatura de acordos de bitributação eram as empresas estrangeiras que investiam no Brasil. Hoje, são os empresários nacionais os que mais brigam por isso. Sempre pragmático, o presidente Lula chegou a criar, com o colega George W. Bush, um fórum de CEOs para tratar da reivindicação empresarial. O assunto subiu ao nível da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, mas ultimamente parece estar fora de pauta. "Esta é uma área sobre a qual a Receita Federal tem um controle intelectual muito forte", diz o diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes.

O argumento de que países importadores de capitais perdem com acordos de bitributação pode não valer mais. Países que também importam capitais, como a Índia, possuem acordos desse tipo. Mesmo Cuba aderiu a esses acordos para atrair investimento estrangeiro. "Esse raciocínio precisa ser melhor qualificado porque, mesmo entre países desenvolvidos, sempre há desequilíbrios na conta capital", pondera Fernandes, que comanda hoje, em Brasília, seminário sobre bitributação, com a presença de representantes da Receita e de transnacionais estrangeiras, como a Volkswagen e a Shell, e de brasileiras, como a Gerdau, a JBS Friboi, a Camargo Correa e a Marcopolo, além de firmas de consultoria.

A impressão que se tem é que a economia brasileira amadureceu, mas o arcabouço institucional do país não acompanhou essa evolução. Em geral, as leis e os regulamentos foram feitos para proteger um modelo de desenvolvimento - amparado na substituição de importação - e também para sustentar ou ocultar ineficiências como um balanço de pagamentos cronicamente deficitário e um Estado falido. As contas externas brasileiras ainda não são estruturalmente superavitárias, mas a situação hoje é bem mais confortável do que era há dez, vinte anos. O mesmo vale para as contas fiscais.

Na opinião do executivo da CNI, está no sistema tributário a grande anomalia institucional brasileira, que ainda afasta o país da normalidade e, portanto, do convívio mais próximo com instituições como a OCDE. "Nas relações do trabalho, cada país tem a sua anomalia, mas, na área tributária, todo o mundo tende a convergir para, digamos, um mesmo software. Já nós temos um software especial. Temos disfunções no sistema tributário que os nossos vizinhos do Mercosul não têm", critica Fernandes. "Todos os países já superaram isso e nós não temos sequer perspectiva de resolver o problema. A reforma tributária vai ficar para outros governos, a não ser que se ataque no campo infraconstitucional."

Fonte: Valor Econômico

Paramount Airways encomenda 10 Airbus A321

Com sede em Chennai, a Paramount Airways, uma das principais companhias aéreas de voos domésticos premium da Índia, assinou um Memorando de Entendimento (MoU) para comprar dez aeronaves A321, com a opção de incluir mais 10 aeronaves no pedido. O contrato foi fechado no 48º Le Bourget Air Show em Paris.

O Sr. M. Thiagarajan, Diretor da Paramount Airways, disse que “a data de hoje representa um marco estratégico em nossos planos de expansão, especialmente na meta de nos tornarmos uma das principais companhias aéreas internacionais. A Airbus A321 nos ajudará a concretizar essas metas ambiciosas, mas que podem ser alcançadas, e estamos muito felizes com a nossa escolha."

Com as novas aeronaves, a Paramount Airways lançará voos internacionais partindo do sul da Índia. As A321 terão a mais nova configuração de cabine, que oferecem conforto incomparável em todas as classes.

“Estamos muito satisfeitos por receber a Paramount Airways como cliente. A escolha pela aeronave A321 é um testemunho da liderança desta aeronave no segmento e também à parceria entre nossas duas empresas, que esperamos que seja duradoura", afirmou John Leahy, Diretor de Operações de Clientes da Airbus.

Fonte: Aviação Brasil / Aviation News

British Airways lança primeira rota de longo curso em London City

A British Airways irá lançar a primeira rota de longo curso do aeroporto de London City em Setembro, apesar da actual conjuntura económica na indústria da aviação.


A companhia aérea britânica decidiu antecipar a data de lançamento e escolheu o dia 29 de Setembro para os primeiros voos. Os bilhetes para os dois voos diários para Nova Iorque estão à venda desde ontem, 23 de Junho.

O serviço único de Classe Executiva vai receber o número de voo mais prestigiado, o BA001, anteriormente utilizado pelo Concorde até à sua retirada em 2003.


O avião utilizado na rota City – Nova Iorque será um A318, especialmente configurado, sendo este o maior avião a operar no aeroporto das Docklands.

Equipado com apenas 32 lugares, que se convertem em camas, este avião atravessará o Atlântico logo após uma breve paragem de reabastecimento em Shannom, a Oeste da Irlanda.
Os voos de regresso serão directos pois as pistas do aeroporto JFK, sendo maiores, permitem ao avião descolar com combustível suficiente para a travessia transatlântica.

Fonte: Opção Turismo

25.6.09

Continental Airlines apresenta resultados do voo com biocombustível

A Continental Airlines anuncia os resultados do primeiro voo de demonstração com o uso de biocombustível, realizado no dia 7 de janeiro deste ano em Houston, conduzido em parceira com a Boeing, GE Aviation / CFM International e Honeywell UOP. A mistura do biocombustível obteve melhor desempenho quando comparada ao combustível tradicional, demonstrando uma melhora de eficiência de aproximadamente 1.1%, em diferentes estágios do voo.


O índice de gases causadores do efeito estufa emitidos no voo demonstrativo com o biocombustível teve uma redução estimada entre 60 e 80%, comparado ao combustível tradicional. "Estamos satisfeitos com os índices obtidos no uso do biocombustível no voo de demonstração", disse Leah Raney, diretor internacional de assuntos ambientais da empresa.

Fonte: Mercado e Eventos

Avião com 190 pessoas aterra de emergência no Canadá

Um avião da Delta Air Lines aterrou de emergência na madrugada de quarta-feira em Ontário, no Canadá, após o piloto ter sido forçado a desligar um dos motores. O Boeing 757, com 190 pessoas a bordo, ligava Atlanta, nos EUA, a Ontário. A aeronave aterrou com êxito apesar do problema mecânico num dos motores.

O piloto do avião declarou a emergência após ter sido forçado a desligar o motor direito devido a fortes vibrações. A companhia aérea garantiu que vai investigar o incidente.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Airbus remontado

A autoridade aeronáutica da França alugou um hangar no aeroporto Encanta Moça, no Recife. Para quê? Estão remontando o Airbus da Air France.Quem viu o trabalho está de queixo caído. A aeronave já tem forma clara, principalmente por causa da cauda de 10 toneladas encontrada - além da cozinha, também inteira. A reconstrução faz parte dos procedimentos para descobrir as causas do acidente.

Fonte: O Estado de SP

24.6.09

Qatar Airways voará para Austrália até antes do Natal

A companhia aérea Qatar Airways, representada em Portugal pela ATR, anunciou que começará a operar para a Austrália antes do Natal. O voo inaugural, com destino a Melbourne, vai decorrer a 6 de Dezembro.

A Qatar Airways deverá efectuar três serviços semanais, através do avião Boeing B777-200, a ser entregue à companhia no final do ano. No próximo ano, os voos passarão a ser diários com a entrega de um segundo Boeing de longo alcance, segundo o divulgado em comunicado.

Esta nova rota assinala a primeiro de dois trajectos com destino à Austrália, que irá ligar também os turista da Austrália ao Reino Unido e restante Europa, com paragem de uma hora em Doha (capital do Reino de Qatar). Através do hub em Doha, os passageiros também poderão fazer a ligação com outros destinos, como o Sul da Ásia, Médio Oriente e Norte de África.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Avião com 230 passageiros aterra de emergência em Porto Santo

Um Boeing 757-200 da companhia aérea inglesa ‘First Choice’ aterrou ontem de emergência no aeroporto de Porto Santo devido a uma avaria. Seguiam 230 passageiros a bordo.

Segundo afirmou à Lusa Isabel Veloza, responsável do aeroporto de Porto Santo, o avião da ‘First Choice’ vinha de Cabo Verde para a Europa quando alertou pouco depois das 21h00 para a existência de uma avaria técnica que iria necessitar de uma aterragem de emergência.

“Tratou-se de uma avaria no motor lateral direito, fuga de combustível”, disse.

A mesma fonte precisou que os 230 passageiros da aeronave “estavam assustados, recordados do recente acidente com o Airbus proveniente do Brasil (…) mas a aterragem do aparelho foi feita de forma completamente normal”.

Fonte: http://economico.sapo.pt

Anac libera aeroporto de São Raimundo Nonato

O secretário Avelino Neiva confirmou que será permitido o tráfego aéreo privado e caracterizado
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) liberou, na tarde desta segunda-feira (22/06), o aeroporto de São Raimundo Nonato para pousos e decolagens. A agência reconheceu a pista através da portaria Anac 969/FIE, de 22.06.09, publicada nesta terça-feira (23) e assinada pelo superintendente de aeroportos da agência, Rodrigo Ferreira. O secretário de Infra-estrutura do Governo do Estado, Avelino Neiva, confirmou que será permitido o tráfego aéreo privado e caracterizado.

"Isso significa que o Aeroporto Internacional de São Raimundo Nonato está registrado e aberto. É uma conquista muito grande para o Piauí", declarou Avelino Neiva. "Agora não há mais dúvidas, nem especulações, o Aeroporto de São Raimundo é realidade", concluiu.

O Aeroporto Internacional Serra da Capivara, servirá de apoio ao Congresso Internacional de Ate Rupestre, o Global Rock Art, que acontecerá entre 29 de junho e 3 de julho de 2009 no Parque Nacional da Serra da Capivara.

A pista do aeroporto tem 1.650 metros, com 45 metros de largura e teve gastos avaliados em R$ 13 milhões.

Fonte: http://180graus.brasilportais.com.br/

Gol reduz oferta de voos para a América do Sul

Após registrar queda nas taxas de ocupação em seus voos dentro da América do Sul, a Gol reduziu parte da oferta na região. A mudança mais recente ocorreu na semana passada, no dia 17, quando a companhia aérea deixou de fazer voos diários entre Santiago e Lima.

No início de junho, os voos entre Bogotá e São Paulo deixaram de ser diretos e diários e passaram a ser feitos quatro vezes por semana (conforme consulta no site da companhia aérea) e com escala em Manaus. Antes, no dia 10 de maio, a empresa já havia cancelado os voos sem escala que aconteciam uma vez por dia, de segunda a sexta, entre São Paulo e Santiago. Foram mantidos voos diretos entre as duas cidades no sábado e no domingo.

A Gol informou, por meio de assessoria de imprensa, que mantém voos diários entre São Paulo e Santiago feitos com escala em Buenos Aires. Ainda segundo a companhia, não foram feitas nem são planejadas outras mudanças na malha da América do Sul. Nessa região as maiores concorrentes são a TAM e a Lan.

Entre janeiro e maio deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as empresas aéreas brasileiras vêm operando voos mais vazios, tanto no segmento doméstico quanto no internacional. No caso da Gol, a taxa de ocupação nos voos ao exterior caiu de 56,6% para 50% em relação aos mesmos meses de 2008 - os dados não são completamente comparáveis porque a empresa tinha rotas internacionais para Europa e Cidade do México até meados do ano passado. Em maio deste ano, a ocupação nos voos internacionais da companhia - que agora só incluem rotas na América do Sul - ficou em 47%, contra 55% no mesmo mês de 2008. A taxa de ocupação necessária para cobrir os custos ("break even") da Gol, no primeiro trimestre, era de 56,7%.

A Gol estuda abrir voos para alguns locais no Caribe. A Anac deve apreciar hoje, a pedido da companhia aérea, a alocação de frequências para voos de passageiros e cargas com destino a Aruba e República Dominicana.

Fonte: Valor Econômico

23.6.09

Nasa Space Shuttle....

Sei que essa aeronave não faz parte do Transporte Aéreo Civil de passageiros (tema do blog), mas como eu acho o projeto do avião muito bacana, eu coloquei algumas fotos aqui no site...













Fonte: Airliners.net

GOL registra recorde de passageiros transportados

Mais de 100 mil clientes embarcados em um único dia geraram ocupação média de 80,2%.

A GOL, a companhia aérea brasileira de baixo custo, transportou na última segunda-feira, dia 15, exatos 101.501 clientes em seus cerca de 800 voos diários. O número representa o maior volume de passageiros embarcados pela Companhia em um único dia de operações.

A taxa de ocupação média no dia foi de 80,2%. Embora esse percentual já tenha sido superado pela própria GOL em outras ocasiões, o recorde no número de passageiros transportados reflete o bom aproveitamento de sua malha aérea integrada, que oferece 49 destinos no Brasil e nove na América do Sul, com as marcas GOL e VARIG. “Essa conquista é reflexo de nossa busca contínua pela excelência e consistência em nossas operações”, analisa Tarcísio Gargioni, vice-presidente de Marketing e Serviços da GOL.

Nem o período de baixa temporada inibiu a demanda. “É muito gratificante contar com a preferência de nossos clientes e registrar números tão positivos, mesmo com o cenário de retração econômica mundial. Transformamos crise em oportunidade”, acrescenta Gargioni. “Temos que comemorar os resultados, agradecer aos nossos clientes e reconhecer o empenho de nossos mais de 17 mil colaboradores”.

A GOL também vem registrando bons índices de pontualidade. Nos últimos três meses, 94% dos voos da Companhia partiram no horário. O desempenho é resultado de uma série de medidas que a GOL adotou para agilizar suas operações, como mudanças em sua malha aérea, que reduziram o tempo de permanência das aeronaves em solo.

Fonte: Revista Fator

SENAI e Aeroclube de SC assinam convênio para formação de pilotos

Cursos serão oferecidos na Grande Florianópolis. SENAI oferecerá cursos teóricos e aeroclube continuará ministrando aluas práticas.

O SENAI/SC assinou no dia 19 de junho (sexta-feira), durante reunião da diretoria da FIESC, às 10 horas, convênio com o Aeroclube de Santa Catarina para a formação de pilotos. A partir deste convênio, o SENAI passará a realizar as aulas teóricas e o aeroclube continuará ministrando as aulas práticas.

Serão oferecidos cursos de qualificação para formação teórica de pilotos privados e comerciais de aviões e helicópteros e de planador. Cada curso terá duração de 310 horas-aula. Atualmente a demanda na região é de 60 a 70 pilotos formados por ano na Grande Florianópolis.

A formação teórica é requisito para as provas da ANAC, que permitirão a continuidade da formação com a parte prática. A partir de janeiro de 2010, a ANAC exigirá o curso teórico também para pilotos privados, atualmente dispensados desta formação.

O convênio, que terá duração de cinco anos, prevê ainda que as duas instituições poderão atuar de maneira cooperativa na divulgação dos cursos e que o aeroclube divulgará nos cursos teóricos no SENAI os objetivos, procedimentos disciplinares, métodos, direitos e deveres do aluno no curso prático.

O presidente do Aeroclube de Santa Catarina, Judas Tadeu Baldessar, observa que a entidade "ganha visibilidade com a parceria com uma instituição de respeito e credibilidade como o SENAI". O SENAI, segundo Baldessar, será beneficiado com a entrada num mercado em crescimento. "A crise econômica reduziu um pouco a demanda, mas o setor de transporte aéreo precisa de profissionais qualificados", afirma. Além do curso de pilotos, o SENAI inicia no segundo semestre de 2009 a formação técnica de mecânicos de manutenção de aeronaves.

Baldessar lembra que os pilotos brasileiros estão voando no mundo inteiro. "Quando a Varig e a Vasp entrarem em crise, há quatro anos, a China registrou um crescimento na demanda por profissionais e os brasileiros começaram a se deslocar para aquele país. Hoje existem mais de 500 pilotos brasileiros na China", assinala.

Judas Tadeu Baldessar lembra com orgulho que o mais jovem comandante de um Boeing 767 é natural de São Pedro de Alcântara e foi formado no Aeroclube de Santa Catarina.

Conheça o passo a passo para a formação de um piloto comercial - A formação pode começar por cursos de piloto privado ou de planador.

Para ser piloto de planador, o aluno precisa apresentar um Certificado de Capacitação Física (CCF) emitido por um médico credenciado e realizar no mínimo 25 horas de voo em treinamentos.

Para se tornar piloto privado, é necessário um CCF de segunda classe (emitido por médico da ANAC ou credenciado e que pode ser obtido em Blumenau-SC, Curitiba-PR ou Canoas-RS e realizar cursos teórico (310 horas) e prático de no mínimo 35 horas. Segundo Baldessar, no entanto, a média é de 40 a 45 horas. Para esta categoria, o estudante deve ter no mínimo 17 anos, mas somente poderá realizar os dois voos solo exigidos após completar 18 anos. Esta formação demandará no mínimo 4 meses. O aluno ainda deve fazer provas práticas e teóricas com avaliadores da ANAC. As provas teóricas envolvem regulamento de tráfego aéreo, teoria de voo, navegação, meteorologia, e máquinas e motores.

Somente após estar habilitado como piloto privado, o aluno pode iniciar a formação de piloto comercial, para a qual são exigidos também CCF de primeira classe e mais uma formação teórica (310 horas) e prática (115 horas de voo, incluindo voos solo). Mais uma vez, o candidato será submetido a provas teóricas e práticas por avaliadores da ANAC e a formação dura no mínimo mais oito meses.

Para contratar pilotos, as grandes companhias aéreas costumam exigir que os candidatos tenham experiência de no mínimo mil horas de voo. Para acumular horas, os pilotos novos têm duas opções: ou trabalham em companhias de táxi aéreo ou tornam-se instrutores de voo em aeroclubes. "Na segunda opção, podem cumprir mais rapidamente (em um ano ou pouco mais) as mil horas exigidas, além de ganharem experiência como instrutores", analisa Baldessar. Segundo o presidente do Aeroclube, para se tornar um piloto de uma grande companhia aérea, um piloto precisa de uma formação de no mínimo três a quatro anos.

Fonte: Revista Fator

Virgin Atlantic encomenda 10 A330-300

A companhia aérea britânica Virgin Atlantic encomendou à Airbus dez aviões A330-300 por 2,1 bilhões de dólares, anunciou a empresa.

Cinco aeronaves, com capacidade para transportar até 270 passageiros cada, serão entregues em 2011 e as demais no ano seguinte, informou a Virgin Atlantic, que celebra 25 anos nesta segunda-feira.

A companhia aérea informou ainda que decidirá nos próximos meses sobre os motores, entre General Electric, Pratt & Whitney e Rolls Royce.

Fonte: G1

Lufthansa quer reduzir custos

A companhia alemã de aviação Lufthansa advertiu hoje que, devido à quebra no número de passageiros e ao aumento do preço dos combustíveis, vai aprovar medidas de contenção de custos para proteger os seus lucros.

A companhia aérea, a segunda maior da Europa, afirmou que a procura continuamente fraca de passageiros, mercadorias e empresas e o comportamento ascendente dos preços dos combustíveis forçaram a Lufthansa a tomar medidas para manter os seus lucros operacionais, sem especificar quais as medidas em causa.

A companhia aérea reportou perdas de 256 milhões de euros durante o primeiro trimestre de 2009, sentindo o impacto da crise financeira global.

Fonte: Opção Turismo

Turbulências em A330 da Qantas deixam sete feridos

Seis passageiros e um membro da tripulação tiveram ferimentos. Companhia descartou relação com outros incidentes com o modelo.

Sete pessoas ficaram feridas em consequência de fortes turbulências que afetaram um Airbus A330 da companhia aérea australiana Qantas, que viajava de Hong Kong a Perth, informou a empresa nesta segunda-feira (22). A companhia descartou qualquer relação com outros incidentes recentes neste modelo de avião.

Os feridos são seis passageiros e um membro da tripulação. O avião viajava com 206 passageiros e 13 tripulantes e conseguiu pousar sem problemas, depois das turbulências que afetaram o voo após quatro horas de viagem.

O incidente aconteceu 11 dias depois de um pouso de emergência de um Jetstar A330 e, principalmente, após a tragédia de um avião da Air France que viajava do Rio de Janeiro a Paris e que provocou 228 mortes no dia 1º de junho.

"Não há razão para relacionar este incidente com outros recentes que afetaram aviões A330", afirma um comunicado da companhia.

Fonte: G1

22.6.09

PANTANAL ingressa na Abetar

A Pantanal Linhas Aéreas é a nova associada da Abetar, a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional. O ingresso foi oficializado hoje (18), e recebido com satisfação pelo presidente da entidade. Apostole Lazaro Chryssafidis. Lak atesta que a chegada da empresa vem fortalecer as iniciativas e os planos de fortalecimento da aviação regional no país e a necessidade da implantação de uma política para o setor, com planos e metas para a ampliação da malha aérea e melhorias na infraestrutura, entre outros pontos. "A vinda da Pantanal vai nos ajudar ainda mais na conquista dos objetivos", afirmou o dirigente.

Fundada em abril de 1993, a Pantanal opera com uma frota de 06 (seis) aeronaves ATR42, aviões turbo-hélices fabricados pela Aerospatiale (França)– e Alenia (Itália), participantes do consórcio Airbus. São aviões reconfigurados pela empresa para transportar 45 passageiros. Todas as poltronas são reclináveis e revestidas em couro legítimo.

Com operações a partir do aeroporto de Congonhas, na capital paulista, a Pantanal voa regularmente para as cidades de Araçatuba, Bauru, Marília e Presidente Prudente, todas no interior paulista ( onde disponibiliza sala Vip nestes aeroportos), e para Juiz de Fora/MG e Maringá/PR.

Fonte: Brasilturis

Para Curado, Embraer sairá do “vermelho” no segundo semestre

A Embraer espera ser lucrativa no segundo trimestre deste ano e em todo o restante de 2009, apesar do prejuízo registrado no primeiro trimestre, afirmou o presidente da companhia, Frederico Fleury Curado, durante a Paris Air Show. Segundo o executivo, a Embraer está no caminho certo para cumprir sua meta de ampliar a margem de ganhos Ebit para 10% neste ano, de 8,5% no ano passado, embora a variação do câmbio externo apresente certa incerteza, dada a propensão do real à flutuação.

A Embraer e seus concorrentes enfrentam um ano difícil e 2010 provavelmente será mais desafiador, de acordo com Curado. No entanto, o executivo acrescentou que espera que 2011 traga progressos, apesar de isso não estar garantido. “Falar em 2011 atualmente é como planejar no longo prazo”, disse. “Acredito que 2011 não será materialmente muito melhor nem muito pior que 2010″, acrescentou Curado.

Para o presidente da Embraer, a companhia vai superar a turbulência econômica com ajuda de US$ 20 bilhões em encomendas. “Estamos relativamente bem posicionados para emergir dessa crise tão forte quanto possível”, disse Curado. O prejuízo registrado no primeiro trimestre deste ano, afirmou o executivo, foi quase todo devido às despesas relacionadas a demissões, já que a companhia se reestruturou no início do ano para enfrentar o atual ambiente econômico.

Durante a reestruturação, a Embraer fez um corte de 20% em sua força de trabalho, mas Curado afirmou que novos cortes não são planejados. “Vamos nos esforçar duramente para não fazer isso”, declarou o executivo. A Embraer deve reduzir os estoques que cresceram no primeiro trimestre, com a velocidade ganhando ritmo no segundo semestre do ano, segundo Curado. O executivo prevê que os estoques vão cair abaixo dos níveis do fim de 2008 até o fim deste ano.

Curado afirmou também que a Embraer está recebendo pedidos de empresas aéreas por adiamento de entregas de aviões. No início deste ano, a companhia concordou em reduzir pela metade a encomenda de 50 aeronaves feita por um parceiro chinês. A Embraer está operando com 70% da capacidade e pouca melhora é esperada até 2011. Segundo Curado, a Embraer não tem planos para fazer aquisições em breve e dará preferência para o crescimento orgânico. O executivo afirmou ainda que os mercados mais promissores geograficamente para a empresa são a América Latina e a Ásia, embora haja esperança de que o congelado mercado dos EUA se abra novamente.

FONTE: Abril.com / Blog do Poder Aéreo

TAP perde menos bagagens

A TAP subiu no ranking das companhias aéreas europeias que perdeu menos bagagens, no Inverno IATA, que vai de Novembro de 2008 a Março de 2009. No entanto ainda está quase no fim da tabela, anunciou hoje a Associação Europeia das Companhias Aéreas.

A companhia aérea portuguesa está neste momento no 24º lugar do ranking da AEA, com uma perda de 17,3 bagagens por cada mil, segundo a AEA. A TAP estava no 26º lugar, entre as 28 companhias que fazem parte da AEA.

Em termos de pontualidade, a TAP está no 9º lugar, quanto a voos de médio curso, tendo caído cinco posições, já em voos de longo curso, a companhia nacional está na sexta posição, sendo que anteriormente a companhia estava na 17ª posição.

De uma forma geral todas as companhias da AEA melhoraram as suas performances e a associação diz que isso se deve à quebra do tráfego aéreo. O número de passageiros caiu 6%, enquanto o número de voos operados também decresceu em 9%.

Fonte: Aviation News

Comissão do Senado amplia limite da participação estrangeira em empresas aéreas nacionais

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou projeto de lei que amplia de 20% para 49% o limite de participação de estrangeiros em empresas aéreas nacionais. A proposta do ex-senador Paulo Octávio (DEM-DF), que obteve parecer favorável do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), incorporou ainda uma emenda que suprime qualquer restrição a empresas de fora do país a prestarem serviços domésticos. A matéria agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será apreciada em caráter terminativo antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

- Investimentos estrangeiros são bem vindos, pois contribuem para gerar empregos, trazer tecnologia e aumentar a concorrência e desenvolver o país - argumentou Jucá ao defender a aprovação do projeto.

Com a decisão da CAE, acabaram ficando prejudicados dois outros projetos que tramitavam na Casa sobre o assunto, um do senador Tião Viana (PT-AC) e outro do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que propunham o fim de qualquer limite para a participação de estrangeiros em empresas aéreas nacionais. O senador petista, porém, anunciou que irá apresentar requerimento para propor que seu projeto passe a tramitar em separado dos demais. Na sua opinião, a atual reserva de mercado impede o consumidor brasileiro de ter serviços de melhor qualidade e mais baratos, além de uma cobertura mais eficiente do território nacional.

- O que se observa é uma indiferença das companhias, principalmente em relação aos estados mais periféricos - justificou Tião Viana.

Fonte: O Globo

21.6.09

flyDubai já voa

A flyDubai, primeira companhia aérea low cost dos Emirados Árabes e criada por iniciativa governamental, começou a operar, com voos regulares, logo após ter recebido o primeiro dos 54 aviões Boeing. Trata-se de um B737-800 Next Generation que está a fazer voos para Aman, Damasco, Alexandria e Beirute.

Produto tipicamente low cost, com preço base que dá direito a um lugar e direito a dez quilos de bagagem de mão. No entanto, a flyDubai que tem valores flexíveis para a escolha do lugar, opção por lugares mais espaçosos, bagagem de porão, comidas e bebidas a bordo, etc.

A flyDubai, a única companhia aérea low cost na região, aposta na criação de um novo fluxo de mercado.

Fonte: opção Turismo

Air France KLM pode perder mais 3 mil postos de trabalho este ano

O diretor-geral da companhia aérea Air France KLM, Pierre-Henri Gourgeon, deu a entender que a empresa pode perder mais três mil postos de trabalho este ano, em entrevista à rede de rádio e tevê RTL, citada nesta sexta-feira pelo site do jornal francês Le Figaro.

- Acredito que a redução deva acontecer nesta ordem, para um grupo que tem cerca de 100 mil funcionários. Tem ficado em torno de 2% a 3%, conforme observamos no ano passado. Não existe um percentual extremamente preciso ainda, mas é nosso objetivo, com base em saídas que ocorrem naturalmente - afirmou. No ano passado, o quadro da empresa perdeu 2.700 pessoas.

No ano fiscal 2008-2009, a Air France registrou um prejuízo fiscal de 824 milhões de euros, o primeiro desde a fusão com a holandesa KLM em 2003. Segundo um jornal econômico, a empresa tem negociado com a Agência Nacional de Aviação e o Ministério do Trabalho franceses medidas para lidar com a dispensa do seu pessoal.

Fonte: Globo

Autorização para BRA voltar a operar é publicada no Diário Oficial

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou hoje no Diário Oficial da União a autorização para a retomada das operações da companhia aérea BRA, que está em recuperação judicial e que teve o contrato de concessão cancelado em razão da paralisação de suas atividades, em novembro de 2007.

O aval, no entanto, só vale para voos não regulares em operações de "charter" e fretamentos. Isso quer dizer, entre outras coisas, que a BRA não poderá vender bilhetes diretamente aos passageiros.

Em nota, a Anac informou que a medida visa a "manutenção da atividade da BRA para a sua recuperação judicial". Além de a operação estar restrita aos voos não regulares, a comercialização dos serviços será feita com prazo reduzido e a venda de voos deverá ser agregada a pacotes de viagens.

No contrato de concessão antigo, iniciado em 2005, a BRA podia realizar voos regulares e a comercialização das passagens aéreas era permitidas por prazos de até um ano após a venda do bilhete. Na autorização publicada hoje, o prazo caiu para três meses.

A Anac confirmou ainda que fará inspeções técnicas operacionais e comerciais na companhia a cada três meses.

Fonte: O Globo

TAM cria unidade e BRA tem nova autorização

A TAM Linhas Aéreas lançou sua unidade de negócios batizada de Multiplus Fidelidade, que atuará com o conceito de redes de programas de fidelização. Segundo a companhia, por meio dessa nova unidade consumidores poderão acumular pontos provenientes de diversos programas de fidelização em uma só conta e realizar resgates de prêmios em estabelecimentos conveniados. Os 5,9 milhões de clientes associados ao programa TAM Fidelidade serão migrados automaticamente para o Multiplus Fidelidade.

Ontem, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou no Diário Oficial da União a autorização para a retomada das operações da companhia aérea BRA, que está em recuperação judicial e que teve o contrato de concessão cancelado em razão da paralisação de suas atividades, em novembro de 2007. O aval, no entanto, só vale para voos não regulares em operações de charter e fretamento. Isso quer dizer que a BRA, entre outras coisas, não poderá vender bilhetes diretamente aos passageiros.

Fonte: DCI

20.6.09

Russa Sukhoi vende 24 aviões Superjet 100 para Avialeasing


A russa Sukhoi informou na última terça-feira que a Avialeasing, empresa de leasing de aviões, fechou uma encomenda de 24 jatos Superjet 100, em um acordo avaliado em US$ 715 milhões.
A notícia elevou o número total de encomendas do modelo para 122 unidades, aproximando a fabricante russa da meta de ter 150 aeronaves vendidas até o final do ano, afirmou a Sukhoi na feira de aviação Paris Air Show.

O novo avião da Sukhoi compete diretamente com os jatos da fabricante brasileira Embraer.

A Avialeasing disse que está no estágio final das negociações com três importantes companhias aéreas russas para que usem os jatos Superjet, que estão sendo desenvolvidos pela Sukhoi com a italiana Finmeccanica.

As entregas começarão em 2011, quando espera-se que o mercado de transporte aéreo tenha se estabilizado, segundo a Avialeasing.

O Superjet é a primeira aeronave de passegeiros civis da Rússia desde o colapso da União Soviética.

A Sukhoi anunciou na segunda-feira um acordo de US$ 1 bilhão com a húngara Malev, por 30 aviões, e previu novas encomendas, apesar do declínio da indústria aeronáutica em meio à crise econômica global.

Fonte: http://www.jornaldiadia.com.br

Previsão de investimentos da Infraero nas cidades sedes dos jogos da Copa 2014

Dez das doze cidades eleitas para sede dos jogos da Copa tem projetos de ampliação e modernização de aeroportos previstos pela Infraero. A empresa possui planejamento de investimentos da ordem R$ 4,25 bilhões ao longo dos próximos 5 anos, conforme detalhamento abaixo:

Belo Horizonte (MG)

Aeroporto Internacional de Confins – Tancredo Neves
Obras: ampliação do Terminal de Passageiros
Valor: R$ 215,5 milhões

Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha – Carlos Drummond de Andrade
Obras: ampliação do pátio de aeronaves, infraestrutura para área de hangares de aviação geral e construção de nova torre de controle, entre outras.
Valor: cerca de R$ 7 milhões (recursos da Infraero)

São Paulo (SP)

Aeroporto Internacional de São Paulo/ Guarulhos
Obras: construção do Terminal de Passageiros 3 e reforma de pistas e pátios.
Valor: R$ 1,37 bilhão

Aeroporto de São Paulo/Congonhas
Obras: construção de nova torre de controle e pátio de autoridades, reforma do pátio e da ala sul do terminal de passageiros.
Valor: R$ 300 milhões

Rio de Janeiro (RJ)

Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim
Obras: reformas nos Terminais de Passageiros 1 e 2, ampliação do Terminal de Passageiros 2, Edifício Garagem, Terminal de Aviação Geral e ampliação do pátio de aeronaves.
Valor: R$ 687,9 milhões

Porto Alegre (RS)

Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho
Obras: ampliação da pista de pousos e decolagens.
Valor: R$ 122 milhões

Curitiba (PR)

Aeroporto Internacional de São José dos Pinhais/Curitiba – Afonso Pena
Obras: Ampliação do sistema de pátios, infra-estrutura, macrodrenagem e obras complementares.
Valor: R$ 30 milhões

Brasília (DF)

Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek
Obras: ampliação do Terminal de Passageiros.
Valor: R$ 439 milhões

Cuiabá (MT)

Aeroporto Internacional de Várzea Grande/Cuiabá – Marechal Rondon
Obras: Complementação da reforma do Terminal de Passageiros.
Valor: R$ 30,90 milhões

Manaus (AM)

Aeroporto Internacional de Manaus – Brigadeiro Eduardo Gomes
Obras: Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros e da segunda pista.
Valor: R$ 793,5 milhões

Recife (PE)

Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre
Obras: construção de conector e quatro pontes de embarque.
Valor: R$ 8,75 milhões

Fortaleza (CE)

Aeroporto Internacional de Fortaleza – Pinto Martins
Obras: reforma e ampliação do Terminal de Passageiros.
Valor: R$ 525 milhões

Fonte: Infraero / Aviation News