30.4.09

777...

Primeiro B777-300ER da Air Austral....

Fonte: Airliners.net

Webjet tem nova sede no Rio de Janeiro

A partir desta quarta-feira (22/04), a Webjet está de endereço novo. A sede da companhia deixa o aeroporto de Jacarepaguá e passa a funcionar no Rio Office Park, na Barra da Tijuca, onde funcionarão as áreas Comercial, de Marketing, Financeiro, Recursos Humanos, Tecnologia, Planejamento e Jurídico, além da diretoria.

O escritório funcionará em um espaço de mil metros quadrados, em esquema de open office, sem salas, onde a diretoria estará em contato direto com os colaboradores. O novo endereço é a Av. Embaixador Abelardo Bueno, 199, salas 301 a 304 - Barra da Tijuca e o novo telefone (21) 3535-7677.

Fonte: Mercado e Eventos

Governo português planeja permanência de Fernando Pinto na Tap

Mesmo com o fim do contrato de três anos do presidente executivo da Tap, Fernando Pinto, o dirigente deve se manter no cargo. É o que garantiu o ministro das Obras Públicas de Portugal, Mário Lino. O político afirma ter confiança na administração da Tap, e que a recondução de Pinto deve acontecer durante a assembleia geral da transportadora, que acontece em maio.

Fonte: Mercado e Eventos

29.4.09

Gargalos logísticos e recessão preocupam setor aéreo brasileiro

Gargalos logísticos. Filas intermináveis. Burocracia irritante. Fuga de cargas.

Os termos relacionados acima dão a entender que esta será mais uma reportagem falando sobre os problemas da maioria dos portos brasileiros. Só que não é este o caso. As reclamações que abrem o texto são de figuras expressivas do transporte nacional de cargas aéreas. Eles temem arcar com prejuízos incalculáveis por conta da crise mundial e tentam manter, a muito custo, a esperança de que o mercado reaja rápido e os próximos meses sejam dignos de voos em céu de brigadeiro.

Durante a Intermodal 2009, um painel específico sobre o setor chamou a atenção do público que visitou o evento em São Paulo. Nele, figuras expressivas do setor de transporte de cargas aéreas debateram as perspectivas para a área. E depois de duas horas de opiniões contundentes, a constatação foi parecida com a de outros modais: está na hora do Governo Federal aplicar políticas que atraiam empresas e permitam a elas desenvolver nossa infraestrutura para picos de movimentação de cargas em, quem sabe, o ano de 2010, em uma previsão otimista.

“A complexidade do sistema de importação e exportação de cargas do Brasil mostra que há lentidão no processo e, para nós, a lentidão traz os gargalos. E isso se acentuou em tempos de crise. Sabemos que a infraestrutura de aeroportos como Guarulhos e Viracopos (ambos em São Paulo) não vai ser sanada de uma hora para outra. Mas, para já, desejamos ver o fim a burocratização do sistema. Ajudaria-nos muito e haveria melhora”, diz Jurg Rohrer, presidente da DHL Global Forwarding no Brasil, braço da empresa alemã especializado em transporte aéreo.
Quem também aproveitou a participação na Intermodal para chiar sobre gargalos logísticos foi o presidente da ABSA Cargo, Norberto Jochmann. Responsável por administrar a empresa líder do setor no Brasil, ele fez coro com o presidente da DHL ao reclamar da infraestrutura tupiniquim. Só que ampliou o leque de críticas ao Governo Federal, exigindo mais agilidade nas decisões e mais boa vontade para resolver impasses como a falta de espaços para o armazenamento de cargas em aeroportos. Suas queixas se parecem com as que se ouvem no dia-a-dia portuário.

“Nos últimos anos, se agilizou a mercadoria de importação, com entrega de cargas em 6 horas. Só que isso não se aplica na exportação. A carga doméstica tem como vilã a falta de incentivos. Veja um caso exemplar: a Transbrasil encerrou suas atividades, mas tinha um armazém de 10 mil m² em Guarulhos. A Receita Federal pegou o espaço para ela guardar lá produtos apreendidos. E nós sofrendo com falta de espaço em aeroportos. Outro absurdo é se quero mudar a carga de Guarulhos para Viracopos. Eu não consigo porque o sistema não suporta essa informação”.

O gerente de Infraestrutura da Infraero, Nelson Rodrigues Farias, preferiu adotar um tom mais otimista na Intermodal. Apesar de concordar com a maior parte das reclamações dos empresários, ele ressaltou que o modal aéreo foi o que sentiu com maior rapidez a recessão global iniciada no último trimestre de 2008. Porém, em episódios similares registrados anos atrás, o setor também foi o responsável pela primeira reação da cadeia logística brasileira. O fato de movimentar cargas de alto valor agregado também ajuda na expectativa por dias melhores.

“Números preliminares apontam uma recuperação da importação aqui no Brasil, o que não deixa de ser uma surpresa agradável. Eu tenho vários gráficos de cargas aéreas desde as crises dos anos 80 do século passado e posso garantir que nós seremos os primeiros a reagir ante o pessimismo de todo mundo. As indústrias de autopeças estão exportando muito e ajudando a manter nossos aviões no ar”.

Fonte: Porto Gente

Privatização

O Governo Brasileiro anunciou planos para privatizar os aeroportos do Galeão (Rio de Janeiro) e Viracopos (Campinas-Estado de São Paulo). O anúncio indica que as condições para esses contratos serão divulgadas aos grupos interessados no próximo mês de julho.

Fonte: Aerobusiness

United lança programa para preservação do ambiente

A United Airlines lançou um novo programa de compensação de emissões de carbono que dará a seus clientes a oportunidade de colaborar com a proteção ao meio ambiente por meio do apoio a programas de reflorestamento e de fontes de energia renováveis. O programa vem complementar os esforços que a United já vem realizando para reduzir os efeitos de suas operações sobre o ambiente, por meio de medidas significativas e sustentáveis, no ar e no solo.

"A proteção do meio ambiente é importante para a United e sabemos que também é importante para nossos clientes", declarou a vice-presidente sênior de Assuntos Corporativos e Governamentais da empresa, Rosemary Moore. "Com nosso novo programa de compensação de emissões de carbono, a United tem a satisfação de unir-se a parceiros sem fins lucrativos para dar aos nossos clientes a oportunidade de apoiar programas com um impacto positivo no meio ambiente".

No novo programa, organizado em conjunto com a Conservation International e com a participação da Sustainable Travel International (STI), a United desenvolveu uma calculadora de carbono que determina a participação do cliente nas emissões de carbono em uma viagem aérea. São usados no cálculo fatores como as rotas seguidas, o tipo de avião, o índice de ocupação e a quantidade de combustível usada.

O cliente interessado em participar do projeto pode visitar o site www.united.com/carbonoffset (em inglês) e calcular a sua participação na emissão de carbono de uma viagem. Com base nesse cálculo, pode fazer sua contribuição para qualquer uma de quatro opções apresentados pela STI, todas contando com verificação e acompanhamento independentes. A contribuição por uma viagem entre Tampa Bay e Chicago, por exemplo, pode começar em US$ 2,16.

Fonte: Mercado e Eventos

28.4.09

Gol oferece classe Comfort em viagens internacionais

A Gol está oferecendo em voos operados pela Varig a partir do Rio de Janeiro e São Paulo com destino a Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina), Caracas (Venezuela) e Santiago (Chile), a classe Comfort, produto diferenciado, que inclui mais espaço entre poltronas, opções de refeições quentes e entretenimento de bordo.

A Comfort apresenta o melhor custo-benefício em viagens internacionais na América do Sul: sua tarifa sai, em média, metade do preço das classes executivas disponíveis no mercado.

Segundo levantamento da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que representa 230 companhias aéreas, as receitas de empresas com bilhetes em primeira classe e classe executiva registraram queda de pelo menos 25% em janeiro, em comparação com o mesmo período do ano passado. A Gol sentiu efeito inverso: as vendas da Comfort subiram 24% entre janeiro e fevereiro, e outros 11% entre fevereiro e março.

Entre os diferenciais oferecidos pela Comfort, os clientes contam com mais privacidade a bordo, bônus de 25% no acúmulo de milhas Smiles, acesso a balcão de check-in exclusivo e embarque e desembarque prioritários. Além disso, as bagagens são despachadas antecipadamente e têm dez quilos de franquia adicional.

Fonte: Mercado e Eventos

Em 1 de cada 4 aeroportos falta licença ambiental

Exigência só surgiu nos anos 80; Infraero foi multada em R$ 10 mil por causa de Congonhas

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) são exigências relativamente recentes, solicitadas para novas construções somente a partir da década de 1980. Deles depende a licença ambiental de funcionamento, documento que o Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, e o de Congonhas, na zona sul, até hoje não têm. Mas eles não são os únicos, digamos, irregulares. "Parte de nossa rede, 27% dos aeroportos brasileiros, não tem licença ambiental por terem sido construídos muito antes da lei", revela Paulo Sergio Ramos Pinto, diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O Campo de Marte, o aeroporto mais antigo da cidade, foi inaugurado em 1920, e Congonhas, 16 anos mais tarde.

"Esse é um instrumento importante que permite maior fiscalização", esclarece Regina Bastos, diretora do Departamento de Controle Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. O Aeroporto de Congonhas, palco do maior acidente aéreo do País, em julho de 2007, foi um dos que mais cresceram nos últimos anos. Sua maior obra de ampliação se estendeu de 1996 a 2008. Em julho do ano passado, a Infraero foi multada pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente em R$ 10 milhões por ainda não ter licença ambiental. Sob a ameaça de receber multas diárias no valor de R$ 1 milhão, caso não providenciasse a documentação exigida, a estatal encomendou o estudo da VPC/Brasil, hoje responsável pelo EIA-Rima de Congonhas e do Campo de Marte.

FISCALIZAÇÃO

A Infraero diz cobrar das empresas instaladas dentro dos 67 terminais sob sua jurisdição a obediência à legislação ambiental, mas pondera que não tem poder de fiscalização sobre elas. "Fazemos vistorias, pedimos que se adaptem à lei, mas não temos poder de polícia", argumenta Mauro Cauville, superintendente de Meio Ambiente da Infraero. Para se precaver de possíveis autuações, nos últimos anos a estatal passou a incluir nos contratos firmados com as concessionárias exigências ambientais mínimas, a fim de poder cobrá-las administrativamente sobre eventuais irregularidades. "Isso é algo complexo, pois, dependendo do que se faz, há uma determinada tecnologia a ser instalada", explica Cauville.

O superintendente acredita que a disseminação das regras ambientais e de assuntos ligados à preservação do meio ambiente fará as próprias empresas resolverem se adaptar. "Hoje é muito bom para uma empresa ter atenção aos passivos ambientais, até para valorizá-la perante o mercado ou até compradores", analisa.

Fonte: Estado de São Paulo

US Airways perde US$ 103 milhões no 1º trimestre

A companhia aérea US Airways registrou prejuízo líquido de US$ 103 milhões (US$ 0,90 por ação) no primeiro trimestre de 2009, incluindo créditos especiais, contra uma perda de US$ 237 milhões (US$ 2,58 por ação) apontados em igual período do ano anterior. Excluindo créditos especiais, o prejuízo da empresa foi de US$ 260 milhões (US$ 2,28 por ação) no trimestre.

"A perda no trimestre reflete a fraca economia global que impactou negativamente as receitas na nossa indústria", disse Doug Parker, CEO da US Airways.

A receita operacional recuou 13,5% no primeiro trimestre de 2009, somando US$ 2,45 bilhões, contra US$ 2,84 bilhões registrados nos mesmos meses de 2008. (Redação - InvestNews)

Fonte: Gazeta Mercantil

27.4.09

Ryanair vai cobrar mais de passageiros obesos

A empresa aérea de baixo custo Ryanair vai cobrar taxa extra dos passageiros com sobrepeso e está ouvindo seus clientes para saber a forma de cobrança pelos quilos considerados excessivos. A medida foi anunciada após os resultados de um concurso de ideias lançado pela empresa, que teve a participação de mais de 30 mil internautas.

De acordo com a companhia aérea, 30% das cem mil pessoas que participaram deste concurso se disseram favoráveis à introdução da medida. Agora a Ryanair vai lançar outra pesquisa para determinar a melhor forma de colocar em prática esta taxa de excesso de peso. A empresa oferece várias opções: aplicar a taxa aos passageiros homens com mais de 130 quilos e às mulheres que excedam os cem quilos; cobrar mais dos passageiros com mais de 114 centímetros de cintura e das mulheres com mais de 101 centímetros; ou ainda, penalizar aos que excedam os 40 pontos em seu Índice de Massa Corporal ideal - estar 30 pontos acima é um indicador de obesidade. A última opção consiste em obrigar os passageiros a comprar dois bilhetes se tocarem com sua cintura os dois descansos de braço do assento de forma simultânea. A votação está aberta até 27 de abril no site da companhia (www.ryanair.com).

Há 15 dias, a irlandesa Ryanair, que é a maior companhia aérea de baixo custo na Europa, lançou um concurso de idéias para redução de tarifas, oferecendo um prêmio de mil euros para o autor da proposta mais votada. Além da taxa de sobrepeso, os internautas também sugeriram a possibilidade de fumar durante o trajeto num cubículo, mediante o pagamento de 3 euros. Outras idéias foram a cobrança de uma taxa anual para acessar o site da empresa ou cobrar dois euros a mais dos passageiros que levarem comida a bordo.

Segundo o diretor de comunicação da Ryanair, Stephen McNamara, os limites propostos pela empresa são 'muito permissivos' e, portanto, somente afetariam os indivíduos realmente grandes, que invadem o espaço dos demais passageiros.

McNamara considera que esta medida poderia se converter num 'incentivo' para que as pessoas mais gordas 'percam um pouco de peso e se sintam mais saudáveis'.

A Ryanair fez seu anúncio uma semana depois que a United Airlines determinou a cobrança de dois assentos para pessoas obesas, quando o avião está cheio.

Fonte: O globo

Swiss Internacional recebe primeira aeronave A330-300

A Swiss Internacional Airlines recebeu a sua primeira A330-300, de nove encomendadas pela empresa em setembro de 2007. O objetivo é expandir as rotas de média e longa duração.

A aeronave comporta 236 lugares, sendo 183 da classe econômica, 45 para a executiva e 8 para a primeira classe. 'Nós estamos mais do que satisfeitos por introduzir as 'eco- eficientes' A330-300 à nossa frota. Sua cabine de corpo largo combinada com nossa nova linha de produtos da mais alta classe aumentam o encanto e o conforto dos passageiros, enquanto seu desempenho excelente fortalece nossa competitividade, ao mesmo tempo em que reduz o impacto ambiental', disse Christoph Franz, CEO da Swiss. (Redação - InvestNews)

Fonte: Gazeta

Airbus na Antártida

(Essa notícia é bem antiga, mas as fotos são muito bacanas)

Avião foi especialmente construído para aterrissar e decolar em uma pista de gelo.


Pela primeira vez na história, um vôo charter ligou a Austrália à Antártida, graças a um avião especialmente construído para aterrissar e decolar em uma pista de gelo. O Airbus A319 percorreu os 3.400 km que separam Hobart - capital da Tasmânia - da estação de Casey da Antártida. Ele será utilizado apenas por cientistas e analistas para o estudo dos efeitos climáticos no continente branco, motivo pelo qual a aeronave não poderá ser usada com fins turísticos. A viagem aérea permitirá a visita de muitos cientistas que até agora não faziam o trajeto pela demora, se acordo com Michael Stoddart, diretor cientista da Divisão Antártida Australiana.



O supervisor Matt Filipowski admira a pista de gelo após o primeiro pouso do Airbus A319 no local. Com 4 Km de extensão, ela foi escavada em uma base de 500 m, e se encontra a 65 Km de Casey, onde fica a maioria dos cientistas que visitam o continente. A viagem de barco entre Hobart e Casey pelo Oceano do Sul levará cerca de duas semanas.



Fotos: internet (???)

26.4.09

Estados do Sudeste defendem capital privado em aeroportos

São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais apresentaram, respectivamente, seus modelos de concessão dos aeroportos para a iniciativa privada. O assunto foi amplamente discutido na Conferência Internacional sobre Capital Privado em Aeroportos, evento que acontece hoje e amanhã na capital paulista, na sede da Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. O painel "A Política Nacional de Aviação Civil, o Futuro da Infra-Estrutura Aeroportuária Brasileira e a Visão de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia para Concessão de Aeroportos à Iniciativa Privada" contou ainda com a participação de representante do Ministério da Defesa. O secretário da Bahia não compareceu ao painel, alegando problemas de saúde.

Secretário de Transporte do estado mais populoso do Brasil, Mauro Arce, defende um aeroporto regional, administrado pela iniciativa privada, para desafogar as estradas paulistas. "Hoje 90% das cargas são entregues pelas rodovias, enquanto que um serviço aéreo iria diminuir o volume de caminhões nas estradas", disse.

"O Estado de São Paulo precisa, mais do que o restante do país, melhorar urgentemente seu transporte", complementou, defendendo um prazo de 15 anos a concessão dos aeroportos.

Julio Lopes, secretário de Transporte do Estado do Rio de Janeiro, falou do sucesso do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, construído com dinheiro público e administrado pela iniciativa privada. Segundo Lopes, esse é o mais rentável dos aeroportos do estado: "Em 2008 foram arrecadados R$ 38 milhões em ICMS, mais do que foi investido. É um modelo de sucesso que deve ser copiado", afirmou.

Em relação ao Galeão, Lopes disse estar envergonhado com a situação atual. "O governador Sérgio Cabral chama o aeroporto de rodoviária. A Infraero, que agora deslocou um novo superintendente, precisa urgentemente investir em melhorias. Já começaram as obras no Terminal 2, mas ainda são tímidas pelo que o aeroporto precisa e representa", disse.

Danilo Colares, de Minas Gerais, confirmou que até o final de 2010 seu estado terá 70 aeroportos, muitos devem ser administrados pela iniciativa privada. O governo estadual está terminando um novo plano diretor sobre o assunto. Entre os itens citados estão: administração por 20 anos abrangendo operação, exploração, manutenção e melhorias. "O edital será lançado ainda esse semestre", adiantou.

Segundo ele, entre os aeroportos que merecem destaque está o localizado na Zona da Mata, entre os três estados do sudeste - com exceção do Espírito Santos. "No futuro será um dos mais rentáveis pela sua localização estratégica", complementou.

O diretor do Departamento de Política de Aviação Civil do Ministério da Defesa, Fernando Soares, participou do debate dizendo que sua pasta prepara novas diretrizes para a política de administração dos aeroportos e que serão entregues à Anac ainda este ano.

Fonte: Mercado e Eventos

Azul contrata três mulheres para seu time de pilotos

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras contratou três co-pilotos mulheres. Elas passarão por treinamento e devem se juntar aos tripulantes da companhia ainda este mês de abril. Antes da chegada de Maria Medeiros, Daniela de Lima e Aline Silveira, a equipe era formada apenas por homens.

Fonte: Mercado e Eventos

Estrangeiras não preveem queda imediata nos preços

Quando da primeira tentativa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de liberar os preços das passagens em voos internacionais de longo curso, no fim de 2008, o diretor de vendas da British Airways no Brasil, José Coimbra, passou dois longos dias reunido com dirigentes da matriz da companhia para definir como e quando baixar as tarifas num novo ambiente de competição livre. Concluíram que, conforme a demanda caísse, os preços seriam reduzidos para estimulá-la. Na ocasião, calcularam que a passagem na rota Brasil-Inglaterra, antes obrigatoriamente fixada em US$ 869, poderia chegar a custar 40% menos num cenário sem restrições - ou US$ 579, o menor valor que a British oferece nos voos entre Argentina e Inglaterra, por exemplo.

A liberação, contudo, foi barrada no fim de dezembro pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) que, representando especialmente a TAM, única companhia nacional com voos de longo curso ao exterior, questionou judicialmente o fato de a Anac não ter realizado uma audiência pública presencial sobre o tema. A audiência foi então realizada em fevereiro e, ontem, a agência publicou pela segunda vez a regra que libera gradualmente os preços.

Agora, porém, Coimbra diz ainda não ter uma estratégia de preços traçada para os próximos meses. "Vamos ter uma atitude cautelosa, levando em conta dois pontos: como a demanda está se recuperando e como a concorrência vai agir daqui pra frente", diz.

Pela regra da Anac, as empresas aéreas estão livres desde ontem para dar descontos de até 20% sobre o piso mínimo fixado. Daqui a três e seis meses, os desconto poderão ser de até 50% e 80%, respectivamente. Em 2010, as tarifas ficam sem qualquer restrição.

Na portuguesa TAP, hoje a empresa aérea com mais voos entre Brasil e Europa - mais de 60 -, também não há previsão sobre quando os descontos começarão a ser praticados. "A TAP vai aplicar desde que veja necessidade, em alguns momentos de menor demanda, em determinadas rotas", diz Mário Carvalho, diretor da aérea no Brasil. "Por enquanto, só estamos vendendo passagens com desconto junto com as operadoras de viagens, não isoladamente." Ontem, a TAP lançou promoção para pacotes junto com a CVC.

Para Marcelo Guaranys, diretor da Anac, os descontos devem começar a ser aplicados nas rotas que já vinham sendo oferecidas pelo preço mínimo fixado e naquelas que têm mais concorrência. Talvez o melhor exemplo de onde os descontos podem ter início seja a ligação Brasil-Estados Unidos, onde TAM, American Airlines, Delta, Continental e United competem diretamente e outras, como Lan e Copa, comem pelas beiradas. "Empresas entrantes no mercado brasileiro, como a Turkish Airlines, também já relataram interesse em oferecer preços mais baixos para fomentar os novos voos", afirma Guaranys. A Turkish começou a voar para o Brasil neste mês.

A Air France-KLM também já se pronunciou a favor da liberação, pois isso viabilizaria promoções num momento de crise, em que é preciso estimular viagens.

Já a TAM vem se pronunciando contra a liberação tarifária e na quarta-feira disse que a medida trará desvantagem concorrencial às aéreas brasileiras. Ontem, o Snea não quis comentar a nova política de preços.

Fonte: Valor Econômicoc

25.4.09

TAM admite demitir após a liberação de passagens

Presidente da empresa diz que decisão da Anac pode inviabilizar empresa nacional

A TAM será a companhia mais afetada pela decisão tomada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de liberar os preços das passagens aéreas emitidas no Brasil para o exterior. O impacto ainda não foi calculado, mas a companhia não descarta demissões para compensar perdas.

"Não podemos agora ser inocentes e dizer não a qualquer ideia", diz o comandante David Barioni, 50, presidente da TAM. "Nada está descartado.
Vou analisar todas as possibilidades, essa [demissões] inclusive", disse Barioni, que assumiu o cargo em novembro de 2007, em entrevista na sede da empresa perto do aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

FOLHA - Qual será o impacto da liberação das tarifas para a TAM?

DAVID BARIONI - Estamos fazendo um estudo para medir o impacto. Claro que vamos tomar medidas de redução de custo, mas é importante lembrar que a empresa é eficiente. O custo das companhias brasileiras de aviação é maior não por ineficiência, mas pelo custo-país. Não podemos baixar imposto, não podemos importar uma peça mais barata e não podemos pagar combustível mais barato.

FOLHA - A TAM pensa em demitir?

BARIONI - Hoje, nada está descartado. Nossa obrigação é colocar a empresa num nível competitivo. Não vamos reduzir a qualidade do produto, mas precisamos baixar os custos. Vou analisar todas as possibilidades, essa [das demissões] inclusive. Não podemos agora ser inocentes e dizer não a qualquer ideia. Se tivermos rotas que passem a ser não vantajosas a partir dessa liberalidade tarifária, vamos ter que ver o que podemos fazer.

FOLHA - O sr. foi surpreendido por essa decisão da Anac?

BARIONI - Não diria que fui surpreendido. O governo já vinha sinalizando essa vontade de fazer a liberação. Claro que eu gostaria de ter tido mais tempo de conversar. O Congresso Nacional tinha até chamado a Anac para conversar. Essa é uma decisão de Estado, e acho que deveria ter sido tomada no Congresso. Trata-se de uma medida que impacta o Brasil, impacta empresas brasileiras, impacta milhares de empregos e impacta o futuro da aviação brasileira. Na minha opinião, como presidente da TAM e cidadão, essa decisão poderia ter sido tomada no Congresso depois de um amplo debate e a partir de um consenso, e não pela agência, unilateralmente.

FOLHA - Foi arbitrário?

BARIONI - Não. A agência tem o total direito de fazer isso. Temos que tomar cuidado em olhar a liberação de tarifas como uma medida que vai baixar os preços no minuto seguinte. Ela pode até não baixar, mas, se baixar, colocando em risco empresas brasileiras, talvez não valha a pena. Por isso, na minha opinião, embora legal, essa decisão deveria ter sido tomada no Congresso Nacional.

FOLHA - As empresas brasileiras de aviação estão em risco?

BARIONI - Vamos ter que esperar os resultados do estudo dos impactos para avaliar melhor, mas hoje estamos, na medida em que essa regra for implantada, numa posição de desvantagem em relação aos concorrentes internacionais. O mundo inteiro hoje trata de proteger os seus mercados de uma forma ou de outra. O Japão, por exemplo, adotou, a partir deste mês de abril, um piso mínimo tarifário, exatamente o que o Brasil acabou. O Brasil, com essa regra, está abrindo o seu mercado para empresas muito mais fortes do que a nossa e com vantagens competitivas que não conseguimos ter porque o custo-país aqui é mais elevado.

FOLHA - A TAM já tomou alguma decisão após essa decisão da Anac?

BARIONI - Nós decidimos hoje [ontem] postergar a mudança da nossa sede para um edifício de 15 andares na Paulista. O custo na preparação desse prédio seria na casa de R$ 10 milhões a 12 milhões, e, neste momento, não podemos arcar com essa despesa.

FOLHA - A TAM pensa em pedir alguma compensação ao governo?

BARIONI - Não há espaço para isso. O que gostaríamos é que houvesse uma reforma tributária para que essa desvantagem do custo-Brasil fosse revista. O Chile, por exemplo, paga 15 pontos percentuais a menos em imposto do que o Brasil. Os Estados Unidos, dez pontos, e a Europa, cinco. Não é uma questão de compensação, mas de lógica empresarial.

FOLHA - Por que o preço de uma tarifa da TAM comprada no exterior é menor do que no mercado interno?

BARIONI - Uma tarifa São Paulo-Miami custa mais ou menos US$ 1.000,00, e uma tarifa Miami-São Paulo, US$ 700. Por que lá é mais barata? Porque lá o concorrente tem um peso de custos pela questão tributária menor do que o nosso. Lá o concorrente opera a um preço mais baixo do que o nosso. Por isso, temos que nos equiparar ao preço deles voando deficitariamente. Voamos deficitários numa ponta e não temos que conseguir alguma receita favorável. Agora, com essa liberação, nós precisamos verificar o que vai acontecer. Nós podemos ter nas duas pontas um preço menor do que se pratica hoje, e isso nos pode nos levar a uma condição desfavorável. Teremos de nos reinventar para que a empresa não fique em situação de desvantagem devido a essa liberação tarifária.

FOLHA - A rentabilidade dos voos internacionais é maior do que a dos nacionais?

BARIONI - Não divulgamos os números separadamente. A rentabilidade da empresa foi de 5,7% no ano passado. Nós tivemos um resultado operacional bastante positivo. Só dez empresas no mundo tiveram um resultado favorável. Nós acabamos tendo prejuízo devido ao impacto financeiro por conta de operações de "hedge" [proteção] de combustível, mas o resultado operacional, a geração de valores pela atividade fim da empresa, foi favorável, de R$ 725 milhões.

Nosso negócio vive de volume. Precisamos de volume. Nossa margem é muito pequena. Embora tenhamos sido uma das dez empresas aéreas com resultado operacional positivo em 2008, mesmo assim foi pequeno, de apenas 5,7%, principalmente se comparado com outros setores da indústria ou mesmo de serviços. Não há respaldo técnico para achar que o Brasil tenha espaço para um número muito grande de companhias aéreas. Com 60 milhões de passageiros/ano, não há volume para muitas empresas no Brasil, infelizmente. Essa conta não fecha.

O Brasil teve 19 companhias aéreas que desapareceram nos últimos dez anos. Não é uma questão de competência. Não há passageiro suficiente para sustentar muito mais que duas empresas rentáveis, e, mesmo assim, com rentabilidade pequena. Tivemos no ano passado um lucro operacional de R$ 725 milhões para um faturamento de R$ 12 bilhões, o que mostra que é uma margem muito pequena para uma empresa desse tamanho. Tomar duas ou três decisões erradas que queimem R$ 725 milhões é muito fácil.

Fonte: Folha de SP

Presidente da Airbus pede ajuda ao Governo alemão para salvar negócio

O presidente executivo, Thomas Enders, da Airbus, maior fabricante de aviões na Europa, pediu hoje ao Governo alemão que reconsidere a possibilidade de ajudar financeiramente os clientes da empresa, companhias de aviação que, devido à crise da indústria, estão a optar por cancelar ou adiar as encomendas de novos aparelhos.

Enders acredita que a solução escolhida pelo Governo francês - que, no final de Janeiro, anunciou um apoio de cinco mil milhões de euros para financiar os investimentos das transportadoras aéreas - poderia sensibilizar o executivo alemão. 

"Quero que se encontre uma medida semelhante na Alemanha", disse, numa conferência de imprensa em Berlim, acrescentando que espera que os estudos que estão a ser conduzidos para avaliar uma solução deste género "tenham um resultado positivo".

O líder da Airbus apelou ainda aos restantes países afectados pelo negócio da fabricante, pedindo-lhes que "reflictam" sobre formas para ajudar a indústria, penalizada pelo abrandamento do tráfego e incapaz de fazer investimentos por causa das dificuldades de acesso ao crédito. 

Em França, já está em marcha um fundo de 75 milhões de euros para combater este problema, que conta com a ajuda do Estado, mas também com uma contribuição da Airbus (no valor de 30 milhões de euros) para apoiar as pequenas e médias empresas.

"Propus uma estrutura de apoio semelhante na Alemanha, no Reino Unido e em Espanha", avançou Enders. "Estas propostas estão agora em fase de estudo", concluiu.

Fonte: Clix.pt

Aviação e rota de voos são enfoques de site


O site Flight View é um parque de diversões para quem gosta de aviões --ou serve, simplesmente, para aqueles que precisam saber a situação de um determinado vôo. A página permite visualização do ponto exato da rota na qual está um avião, por meio de uma mapa interativo em tempo real. O funcionamento é simples: inicialmente, seleciona-se a companhia aérea, o número do voo e a data.

Caso o voo não tenha começado, há informações sobre os aeroportos de destino e origem. Nem todas as companhias aéreas são monitoradas pelo site, mas boa parte delas está lá.

O site disponibiliza acesso por meio de celular ou computador de mão. Basta acessar o endereço: http://mobile.flightview.com/

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/canalaberto/ult3810u552490.shtml

24.4.09

Ações da TAM despencam com liberação de descontos

Corretora do Itaú, que trabalha de forma independente do banco, reduz preço-alvo para ações da empresa

A liberação da concessão de descontos para as passagens aéreas para o exterior, aprovada nesta quarta-feira (22/4) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foi responsável pela queda nas ações da TAM nesta quinta-feira. Às 12h23, os papéis ordinários da companhia (TAMM3), com direito a voto despencavam 10,94%, para 14,07 reais, enquanto as preferenciais (TAMM4), que têm maior liquidez, caíam 3,93%, para 16,10 reais.

Para a corretora do Itaú, que trabalha de forma independente do banco, a medida é negativa para a TAM - mas neutra para a Gol. Os analistas lembram que 26% das receitas da TAM vêm dos voos internacionais. Já a Gol restringe suas rotas no exterior para países da América do Sul, cujos preços já haviam sido liberados pela Anac.

Apesar da liberação das tarifas a longo prazo, as empresas não serão obrigadas a baratear suas passagens. A corretora informa, porém, que a liberação de descontos para os voos do Brasil para o Peru e o Chile levou a uma queda nos preços de 84% e 57%, respectivamente.

Por esse motivo, é provável que também haja descontos para os voos para a Europa e os Estados Unidos a partir de agora. Dessa forma, o Itaú reduziu o preço-alvo das ações preferenciais da TAM de 28,50 reais para 20,70 reais e acredita que os papéis terão um desempenho inferior à média do mercado nos próximos meses.

A resolução da Anac prevê uma redução de 20% no preço mínimo cobrados pelas companhias imediatamente e, gradualmente, os descontos poderão ser ampliados até que as tarifas possam ser totalmente extintas, o que ocorrerá a partir de 23 de abril de 2010.

Entre as companhias aéreas brasileiras, a TAM era a única que defendia o piso para as passagens internacionais. A empresa afirmava que o piso para as tarifas era necessário para equilibrar as condições de competição com as empresas estrangeiras, que pagam menos pelo combustível e recolhem impostos proporcionalmente menores.

Fonte: Exame

TAM tem mais a perder com mudança

A TAM disse em nota ontem que a liberação das tarifas pode inviabilizar empresas brasileiras: "Da maneira como está sendo proposta, a liberação impõe às empresas brasileiras concorrência em condições desfavoráveis perante as congêneres estrangeiras. A TAM acredita que as companhias aéreas brasileiras estarão em risco. É preciso beneficiar os passageiros sem inviabilizar as empresas".

Já em comunicado interno enviado para parceiros, a TAM afirma que a maior parte de sua receita provém das rotas internacionais e que os destinos nacionais (60% do total) não dariam lucro para cobrir as prováveis perdas internacionais com a mudança.

Os preços mínimos ajudavam a proteger a TAM de concorrentes muito maiores, como American Airlines, Delta Airlines e British Airways, que operam globalmente com frotas de aviões muito maiores e estrutura de custo proporcionalmente menor, podendo assim oferecer bilhetes mais baratos.

Para Gol, TAM e as demais companhias nacionais que voam na América do Sul, a concorrência ocorre entre empresas de porte similar. Para elas, a desregulamentação está em vigor desde setembro de 2008 sem mudanças no setor. Mas só recentemente começou a ocorrer redução de preços. Na Argentina, onde a desregulamentação ocorreu há mais tempo, as companhias baixaram os preços para o Brasil para até US$ 99. As estrangeiras seguiram esse caminho, obrigando TAM e Gol a reduzirem tarifas. Antes, elas cobravam US$ 199, no mínimo, pelo trecho.

No caso das rotas para EUA e Europa da TAM, a situação é outra devido a diferenças de custo. Um deles seria a carga tributária. No Brasil, 32% da receita bruta é gasta com pagamento de impostos. No Reino Unido, esse índice é 26%; nos EUA, 23%.

Outro ponto é o preço do combustível. A TAM paga, em média, US$ 0,06 a mais por litro de querosene que suas concorrentes americanas e europeias, um custo que representa 35% do preço final da passagem.

Por isso, o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) estuda formas de recorrer da decisão na Anac e pode até ir à Justiça.

Fonte: Folha de SP

Air france oferece tarifas diferenciadas durante o ano da França no Brasil

Em comemoração ao Ano da França no Brasil, a Air France apresenta aos seus clientes tarifas especiais para algumas cidades francesas. A companhia tem passagens a partir de US$ 860, ida e volta, taxas e adicionais não inclusos, em classe econômica, para Nice, Lyon, Bordeaux, Marselha e Estrasburgo. Para Paris, a tarifa é a partir de US$ 899. A Air France oferece 14 saídas por semana de São Paulo para Paris e 12 saídas semanais do Rio para Paris, totalizando uma forte oferta de 26 voos por semana.

Fonte: Mercado e Eventos

23.4.09

Viracopos registra melhor trimestre na movimentação de passageiros

O Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos(SP) registrou a melhor movimentação trimestral de passageiros desde sua inauguração na década de 60. Foram 408.863 embarques e desembarques apenas nos três primeiros meses do ano, quase metade do movimento de pouco mais de um milhão de pessoas, registrado nos doze meses de 2008.

Só a movimentação no mês de março desse ano aponta 93,93% de aumento comparado ao mesmo mês no ano anterior: foram 167.979 embarques e desembarques contra 86.620 registrados em março de 2008. Já a soma dos meses de janeiro, fevereiro e março apontam 76,61% de crescimento comparado ao mesmo período no ano anterior: 408.863 embarques e desembarques contra 231.501 em 2008.

O incremento na movimentação se deve, principalmente, ao aumento no número de vôos regulares de passageiros a partir do terminal campineiro. Com isso, Viracopos passou da 19ª para a 17ª posição no ranking da rede Infraero e a expectativa é que o aeroporto suba mais algumas posições até o final de 2009. Esse crescimento consolida o terminal campineiro como alternativa aos aeroportos da capital paulista, Congonhas e Guarulhos.

A Infraero pretende incrementar o mix de serviços e lojas em Viracopos para atender a essa nova demanda. A empresa também prepara algumas ações pontuais e rápidas que irão melhorar o atendimento aos passageiros, entre elas o aumento no número de vagas do estacionamento.

Viracopos opera diariamente 145 vôos regulares de passageiros para 17 destinos diretos, entre eles Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.

Fonte: Aviação Brasil

Moradores apelam ao MP contra Congonhas

Vizinhos exigem anulação do EIA-Rima e dos planos de expansão

A possível ampliação do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, virou o pior pesadelo dos paulistanos que vivem nas redondezas. Eles já fizeram passeatas e protestos. Há duas semanas, apertaram o cerco, ao conseguirem que o deputado Carlos Gianazzi (PSOL) apresentasse um projeto de lei, e, na sexta-feira, entraram com uma representação no Ministério Público. Tudo para restringir o crescimento do aeroporto.

O documento entregue à Justiça é um relatório detalhado das cinco principais associações de moradores dos bairros adjacentes contestando o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), do Aeroporto de Congonhas, uma espécie de raio X da região, que avalia as vantagens e desvantagens de ter um vizinho como esse. Alvo de críticas, o estudo passou por mudanças. Mesmo assim, os moradores consideram o trabalho "falho, com problemas técnicos, e cheio de contradições".

"Faltaram pesquisas de campo que poderiam avaliar com precisão o impacto do aeroporto na vida das pessoas", diz Edwaldo Sarmento, vice-presidente da Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas, um dos redatores do documento entregue no Ministério Público, com cópia para Eduardo Jorge, secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, órgão responsável pela análise do EIA-Rima. "Com haveria mudança na Prefeitura, pedi agilidade no processo (no ano passado)", disse Eduardo Jorge, na segunda audiência pública do EIA-Rima, justificando a pressa com que o estudo foi feito. "Não sabia se ficaria no cargo, e queria deixar isso como missão para o meu sucessor." Se aprovado o relatório, o Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pode dar a licença antes do final do ano.

"Em Congonhas, as pessoas precisam entender que se trata de um estudo de impacto do aeroporto e não da ampliação da pista", diz Paulo Sergio Ramos, diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). " Existe um projeto nesse sentido, mas em análise no Ministério da Defesa. Se aprovado, terá de ser feito um novo EIA-Rima. Esse aqui não vale", garante.

SEGURANÇA

O medo dos moradores é que o EIA-Rima seja usado como instrumento legal de uma futura ampliação, que está nos planos da Prefeitura de São Paulo. Há dois anos, Gilberto Kassab levou esse projeto ao Ministério da Defesa, com a justificativa de que o aeroporto necessitaria de uma área maior de escape, para aumentar a segurança dos pousos e decolagens. Os moradores destacam que o relatório analisa cinco cenários, um deles avalia a polêmica ampliação da pista do aeroporto, que pularia dos atuais 1,9 mil metros para cerca de 2,7 mil metros de extensão. Ali estão descritas algumas vantagens da obra, entre elas "menor impacto sonoro pela maior altitude em relação à atualmente exercida sobre áreas habitadas extra-campo".

Para uma obra dessas sair do papel seriam necessárias cerca de 2 mil desapropriações, uma vez que a pista do aeroporto está praticamente no quintal de várias empresas e casas que ficam nas proximidades da Rua Pedro Bueno, no Jardim Jabaquara.

A Infraero rebate afirmando que os cinco cenários são hipotéticos, mas obrigatórios na formulação do EIA-Rima. "Temos melhorias previstas apenas no pátio de manobras das aeronaves", diz Ramos. Os moradores exigem um estudo mais profundo e claro.

O relatório aponta, por exemplo, que os drenos em forma de escada, colocados na pista logo depois do último acidente - quando o Airbus A320 derrapou na pista, atravessou a Avenida Washington Luiz e bateu num hangar da TAM em 2007, matando 199 pessoas - , aumentaram a segurança dos pousos e decolagens. Mas não mostra as consequências da obra na região. "A Rua Pedro Bueno não alagava, agora os carros não passam em dia de chuva na altura do número 745", diz Luiz Carlos Dall, comerciante e morador da região, de 57 anos. O distribuidor de peças Marcos Serikawa, de 37, teve de colocar uma válvula de retenção de água na casa onde mora, na Rua Freire Farto, paralela à Pedro Bueno.

"O aeroporto avança cada vez mais nas áreas vizinhas", diz Dall. "Quando era jovem, no lugar onde hoje está a cabeceira da pista que dá para a Rua Pedro Bueno, havia um campo de golfe", conta. O aeroporto surgiu na década de 30 com uma pista de 300 metros de extensão. Quando o metrô chegou ao Jabaquara, a terra retirada foi usada para a construção da pista de Congonhas. "Ela foi avançando aos poucos, soterrou cachoeira e campos verdes até chegar ao quintal de nossas casas. Agora fala-se em derrubar casas."

Fonte: Estadão

TAP perde mais de 212 mil euros por dia com a brasileira VEM

As dívidas de longo prazo caíram dos 43,1 milhões de dólares em 2006 para 30,8 milhões de dólares em 2007.

A Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) perdeu entre 2006 e 2008 uma média diária de 212,433 mil euros desde que adquiriu a brasileira VEM - Varig Engenharia e Manutenção, segundo documentos internos a que a agência Lusa teve acesso.

Desde que a TAP assumiu a compra da empresa de manutenção brasileira, no final de 2005, a VEM já acumulou prejuízos de 229,3 milhões de euros. No entanto, desde que foi adquirida, a gestão liderada por Fernando Pinto, presidente da TAP, tem vindo a melhorar os resultados, apesar de serem negativos. Segundo os documentos, a VEM obteve um resultado líquido negativo em 2006 de 208,7 milhões de dólares (cerca de 160 milhões de euros), em 2007, um prejuízo de 47,4 milhões de dólares (cerca de 36,3 milhões de euros), que se juntam aos 33 milhões de euros negativos que a TAP já admitiu em 2008.

Os prejuízos da VEM constam de um relatório da consultora de crédito Dun & Bradstreet e que indica que as dívidas de curto prazo da empresa brasileira aumentaram dos 249,4 milhões de dólares em 2006 para 299,2 milhões de dólares em 2007.

As dívidas de longo prazo caíram dos 43,1 milhões de dólares em 2006 para 30,8 milhões de dólares em 2007.

A VEM emprega cerca de 3.000 trabalhadores e tem como principais clientes a companhia brasileira Gol, a Força Aérea Brasileira e a Oceanair Linhas Aéreas.

A administração da TAP prevê, no seu Orçamento para 2009, que a VEM tenha resultados operacionais de 12 milhões de euros este ano, um EBITDA de 32,7 milhões de euros e que contribua para os resultados do grupo com 1,3 milhões de euros.

Nos eixos estratégicos para este ano, a TAP considera que "ter adquirido a VEM vem possibilitar uma estratégia de crescimento potencialmente mais forte", já que a "TAP M&E apresenta efectivas limitações em termos de espaço".

Como iniciativa estratégica, a administração da TAP propõe-se "captar o potencial de reestruturação e de sinergias da VEM".

Fonte: Jornal de Notícias

Anac libera descontos em voos para os EUA e Europa

A Anac irá liberar hoje o preço das passagens internacionais em voos para os EUA e Europa. Inicialmente, o desconto será de até 20% abaixo do piso estabelecido pela Anac. Em julho, os descontos passam a 50%. Três meses depois, em outubro, as companhias aéreas poderão oferecer preços até 80% mais baixos e, finalmente, a partir de janeiro de 2010, a tarifa será totalmente liberada.

Para que o leitor tenha uma ideia do que vem pela frente: hoje, o piso para tarifas internacionais em vôo (ida e volta) com origem no Brasil é de 708 dólares para os EUA. Para Alemanha, França, Itália ou Reino Unido, 869 dólares. Para Cuba, 848 dólares.

E os descontos devem vir mesmo: em janeiro, a Anac recebeu informações oficiais de quatro empresas aéreas estrangeiras dizendo-se dispostas a diminuir os preços, assim que a liberação viesse. A expectativa da Anac, porém, é de que as tarifas dos voos para a Europa caiam mais, por causa da maior concorrência.

A medida será discutida e votada na reunião de diretoria da agência, marcada para começar às 14h30. Como toda a diretoria da Anac já se declarou a favor dos descontos em outras ocasiões, não haverá surpresa e a medida começará a valer assim que for publicada no Diário Oficial, nos próximos dias. O SNEA, o sindicato das empresas aéreas, participará da parte da reunião em que será discutida a liberação. A Anac, aliás, resolveu abrir essa parte específica do encontro aos jornalistas.

Esta é uma das brigas pesadas que a diretora-geral da Anac, Solange Vieira, enfrentou nos últimos tempos. A TAM jogou todas as suas forças contra a liberação das tarifas. O SNEA chegou a entrar na Justiça em janeiro para barrar os descontos, alegando que prejudicaria as empresas nacionais que operam rotas internacionais. Conseguiu uma liminar, que já caiu, retardando o processo. Falava, sobretudo, em nome da TAM - a Gol, através de seu presidente, Constantino Junior, disse recentemente ser a favor da liberação dos preços das passagens.

Bem, agora, espera-se que as empresas aéreas cumpram a sua parte e baixem já os preços. Poderá se iniciar, então, uma justa "farra das passagens" - bem diferente daquela dos nobres parlamentares brasileiros.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/162231_comentario.shtml

22.4.09

Boeing 787 aproximando-se do primeiro voo.

Jon Ostrower está reportando no Blog dele que a Boeing acaba de confirmar que completou com sucesso a primeira fase de testes de pré-voo dos sistemas do 787 como também afirmou que o teste final do trem de pouso está ocorrendo neste momento e que depois disso o ZA001 será rebocado para a “linha de voo” provavelmente ainda hoje a noite.

Este é um importante passo já que o Dreamliner 1 não retornará mais ao hangar até que todo o programa de testes de voo esteja completo (não ser que ocorra alguma coisa muito errada). Com o ZA001 na linha de voo, a Boeing continuará com os testes de pré-voo finais, que incluem testes de fogo, taxi, motores e freios até chegar ao primeiro voo. As datas ainda não são conhecidas, mas estamos cada vez mais perto de ver o Boeing 787 Dreamliner alçar voo!

Você pode ler o reporte do Jon aqui.

Fonte; Aviões e Música

TAM autorizada a voar para Portugal

A TAM, maior companhia aérea brasileira, obteve da ANAC, autoridade aeronáutica brasileira, a designação para poder operar ligações próprias entre o Brasil e Portugal, que actualmente serve através de code-share com a TAP.

Alguns meios brasileiros dizem que a TAM equaciona para o próximo o lançamento de voos próprios entre o Brasil e Portugal.

A companhia aérea tinha pedido para designação como empresa de transporte aéreo regular para Portugal, uma vez que BRA e Varig, que eram as duas companhias designadas para operarem voos regular para Portugal, deixaram de o fazer.

A TAM atingiu no primeiro trimestre deste ano 58% do total de tráfego transportado por companhias aéreas brasileiras em voos domésticos e internacionais, tendo quotas de 49,5% nas ligações domésticas e 85,5% nas ligações internacionais.

Além da designação para operar voos para Portugal, a TAM foi autorizada pela ANAC a voar para Joanesburgo, África do Sul.

A companhia anunciou que vai fazer sete voos por semana para acidade sul-africana a partir do segundo semestre de 2009 e que está a negociar um code-share com a South African Airways.

Fonte: presstur (.pt)

Concorrência cresce por Santos Dumont e pedidos passam de 170

 As companhias aéreas parecem satisfeitas com a liberação de mais voos no Aeroporto Santos Dumont (RJ) e anunciam o início das operações para diversas rotas já neste mês. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ao DCI ter recebido 170 pedidos de novos horários no aeroporto da capital fluminense, dos quais mais de 80 foram aprovados e o restante continua em análise.

As demais rotas serão liberadas gradativamente pela Anac, que tem forte resistência por parte do Governo do Rio de Janeiro, que chegou a tentar impedir a estreia da Azul Linhas Aéreas no aeroporto, que, até então, atendia especialmente a ponte aérea entre São Paulo e o Rio de Janeiro.

A Webjet Linhas Aéreas, do Grupo CVC, é uma das empresas que estreiam suas operações na unidade carioca este mês, no próximo dia 27. A empresa já comercializa as passagens, oferecendo inicialmente três voos diários a Brasília, com a possibilidade de o passageiro estender sua viagem a Recife (PE).

A Gol colocará, no dia 22 de abril, uma rota que conecta o Santos Dumont com a cidade Vitória (ES). Serão três as frequências diárias de segunda-feira a sábado, e uma quarta ocorrerá a semana inteira. A partir de Vitória, os clientes da companhia terão como acessar as cidades de Brasília e Manaus (AM), que serão lançadas nos próximos dias.

Como maior número de voos autorizados, a TAM Linhas Aéreas deve operar 34 voos entre o aeroporto carioca e outras sete capitais do País. Na sexta-feira passada, a empresa operou as primeiras viagens para Recife e Salvador (BA), no nordeste. E também no próximo dia 27 começa a voar a para a capital federal, bem como para Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Vitória e Aracaju (SE).

Contabilidade

Foram recebidos pela Anac os pedidos de sete empresas aéreas, exceto TAM e Azul, que já obtiveram todas as autorizações. A Gol solicitou 32 horários e por enquanto conseguiu o aval para 28 deles. A Ocean Air quer operar 24 e está apta a cumprir três, por enquanto. A Webjet pediu 27, e no momento está apta a cumprir seis. Tanto Pantanal quanto Trip Linhas Aéreas aguardam suas autorizações.

Fonte: DCI

21.4.09

Saiba o melhor para viajar em segurança

Na hora de levantar voo, saiba em quem confiar.

Mais importante do que saber como escolher o melhor lugar a bordo, os melhores preços e destinos é ter presente quais as companhias aéreas mais seguras para viajar.

É certo que cada caso é um caso e, como não se pode ser o melhor em tudo, importa conhecer quais as companhias capazes de lhe oferecer a excelência, dentro da categoria de voo que procura, ou de serviços e comodidades que privilegia.

A lista das melhores

A Cathay Pacific foi eleita a melhor companhia aérea do mundo para voar, durante a prestigiada cerimónia dos World Airlines Awards, atribuídos pela londrina Skytrax. A transportadora, sediada em Hong Kong, serve 46 destinos mundiais e efectua outros 110 em regime de code-share, em articulação com a conhecida rede Oneworld, entre outras.

A distinção é conferida com base numa avaliação obtida a partir de 16,2 milhões de inquéritos efectuados a cidadãos de 97 países.

Também estará em boas mãos se voar com os restantes do Top 10: Singapore, Asiana, Qatar, Emirates, Qantas, Ethiad, Air New Zealand, Malaysia e Thai. Pode consultar cada detalhe no site oficial worldairlinesawards.com.

A lista negra

Na mesma semana, foi revelado outro ranking da aviação comercial, desta vez motivado pelas razões inversas. O Comité da Segurança Aérea da Comissão Europeia actualizou a lista negra das companhias aéreas proibidas de voar na UE.

Foram interditas seis empresas do Cazaquistão, uma da Tailândia, uma da Ucrânia e todas as do Benim. A entidade sublinha os «progressos» feitos por Angola e pela Indonésia, ambos com companhias aéreas na lista negra da EU, por forma a garantirem que todos os respectivos aviões e transportadoras respeitem as exigências internacionais de segurança para passageiros.

Se não quer correr riscos, pode conferir o rol das empresas a evitar em:

ec.europa.eu/transport/air-ban/pdf/list_pt.pdf

As melhores companhias

Equipa de Bordo - Malaysia

Low-cost - Air Asia

Primeira Classe - Thai

Classe Executiva - Virgin Atlantic

Classe Económica - Qatar

Companhia do Médio Oriente - Qatar

Companhia Europeia - Swiss

Companhia América do Norte - Continental

Ligações Transatlânticas - British Airways

Ligações Transpacíficas - Asiana

Entretenimento - Emirates

As piores companhias

Todas as companhias da Guiné Equatorial, Quirguizistão, Libéria, Serra Leoa,Suazilândia, Congo e Gabão (excepto a Gabon Airlines e a Afrijet). E ainda a Ariana Afghan Airlines (Afeganistão), a Siem Reap Airways International (Camboja), a Air Koryo (RD Coreia), a Siverback Cargo Freighters (Ruanda), a Air West (Sudão), e ainda as Ukraine Cargo Airways, Ukraine Mediterranean Airlines e Volare Aviation (Ucrânia).

Fonte: Destak/Portugal e Aviation News

Incidente com Boeing da Air France no Galeão

O Boeing 747-400 da Air France, prefixo F-GEXA sofreu um incidente durante a decolagem no Aeroporto do Galeão neste sábado (18). A aeronave já corria na pista em alta velocidade realizando o voo AF-443 - Rio de Janeiro / Paris - quando o pneu do trem de pouso dianteiro rompeu, provocando fortes vibrações na estrutura do avião. O avião parou em segurança e o voo foi adiado por 27 horas.

Fonte: Aviation News

Anac já aprovou 85 horários sorteados no Santos Dumont

A ANAC aprovou até o momento 85 dos 171 pedidos de hotrans (horários e destinos de voos) para operação no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que foram sorteados no dia 13 de março pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) entre companhias aéreas brasileiras interessadas. Após o sorteio dos horários, as companhias escalonaram os destinos e entregaram os pedidos à agência de regulação para aprovação da operação. Até o momento, apenas Tam e Azul conseguiram aprovação de todas as solicitações, que somaram 34 no caso da Tam e 14 no da Azul.

A Tam, inclusive, já anunciou que colocará em operação os 34 horários obtidos em Santos Dumont ainda neste mês. Dois deles, para para Recife e Salvador, começaram hoje. Já a Gol, que obteve 32 horários no sorteio obteve aprovação de 28 hotrans e anunciou hoje o início em 22 de abril de nova rota, conectando o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Vitória (ES), com quatro frequências.

A Ocean Air, que obteve em sorteio 24 horários, recebeu até o momento apenas três aprovações, enquanto a Webjet obteve aprovação de 6 dos 27 hotrans solicitados. Já a Pantanal, que recebeu 12 horários em sorteio, e a Trip, que obteve 27 horários, ainda não tiveram nenhum dos encaminhamentos aprovados até o momento pela Anac.

Fonte: Mercado e Eventos

20.4.09

Sol assina contrato com Aeroporto de Maringá

A Sol Linhas Aéreas formalizou na tarde de terça-feira, com a Prefeitura de Maringá, contrato de concessão de área para operação de loja e check-in nas modernas instalações do Aeroporto daquela Cidade.

A solenidade contou com a presença do prefeito Silvio Barros, Superintendente do Aeroporto, Marcos Valencio e do presidente da Sol Linhas Aéreas, empresário Marcos Solano Vale, acompanhado pelo diretor de marketing e vendas, Nei Buschmann. Também participou do encontro, o especialista em aviação, Clairton Hammer.

Segundo Marcos Solano, a mais nova empresa de aviação aérea do Brasil deverá entrar em operação nas próximas semanas, com vôos diários entre Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá. Novas linhas serão incorporadas, gradativamente, integrando cidades paranaenses e dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Oeste de Santa Catarina.

Espaços a ocupar

Com uma das melhores estruturas aeroportuárias da região Sul do País, Maringá é atualmente servida por duas companhias aéreas e registra fluxo mensal de 20 mil passageiros (quatro vezes o volume registrado em Cascavel).

"A Sol é uma empresa genuinamente paranaense, que vem para ocupar seu espaço, oferecendo novas e importantes alternativas para a nossa população, além de gerar empregos', disse na ocasião, o prefeito Silvio Barros, lembrando que o Aeroporto de Maringá acaba de receber homologação para o transporte internacional de cargas, além de contar com Porto Seco para o desembaraço de mercadorias.

“A empresa nasce como uma contribuição ao desenvolvimento e integração regional. Temos o firme propósito de oferecer alternativas de vôos compatíveis com a demanda, por um preço justo, com conforto, segurança e pontualidade”, disse Marcos Solano.

Cinco aeronaves

A Sol Linhas Aéreas consolida um projeto delineado ao longo dos últimos cinco anos, por um grupo empresarial liderado por Marcos Solano Vale. Um dos proprietários do Hospital de Olhos de Cascavel, referência em atendimento oftalmológico na região Sul do País, Marcos Solano também tem investimentos na área de comunicações (emissoras de rádio em Cascavel e Toledo e um jornal diário em Toledo). Além de integrar as diferentes regiões através de rotas e frequências compatíveis, a Sol pretende ampliar o número de usuários deste modal de transporte, prestando-se também à importante função de atuar como alimentadora dos grandes hubs de conexão aos serviços nacionais e internacionais.

A Sol Linhas Aéreas vai operar inicialmente cinco aeronaves turbo-hélices adquiridas junto à Let Aircraft Industries, maior indústria de aviões da República Tcheca e uma das maiores do mundo. Mais de 1100 unidades do Let 410 já foram entregues e cerca de 300 unidades operam na América Latina, dez deles no Brasil.

Fonte: H2Foz e Aviation News

Embraer entrega jato Phenom 100 para o primeiro cliente frotista

Empresa de propriedade compartilhada dos EUA recebe o primeiro de 50 jatos Phenom.

São José dos Campos– A Embraer entregou no início do mês de abril o primeiro jato Phenom 100 para a Executive AirShare. A empresa de propriedade compartilhada de aeronaves com sede em Kansas City, Estado de Missouri, EUA, é o primeiro cliente de frota da Embraer a receber um jato Phenom e possui uma carteira total de pedidos firmes de 44 aviões Phenom 100 e seis Phenom 300.

“Parabenizamos a Executive AirShare pelo primeiro de muitos jatos Phenom a serem entregues nos próximos meses e anos”, disse Ernest Edwards, Vice-Presidente de Marketing e Vendas da Embraer para os Estados Unidos, Canadá, México e Caribe – Aviação Executiva. “Estamos comprometidos em manter um relacionamento duradouro com a Executive AirShare e esperamos trabalhar juntos neste momento em que a empresa inicia a operação da frota de jatos Phenom.”

Em maio de 2007, a Executive AirShare fez um pedido inicial para sete aviões Phenom 100, com opção para outras sete aeronaves. O pedido foi expandido em setembro do mesmo ano para incluir dois Phenom 300 e opção para mais dois jatos. Em outubro de 2008, a encomenda foi novamente aumentada e atualmente inclui 50 pedidos firmes para aeronaves Phenom 100 e Phenom 300.

“Estamos muito impressionados com as modernas e tecnologicamente avançadas instalações da Embraer, bem como com a sua equipe de profissionais”, disse Keith D. Plumb, Presidente da Executive AirShare e vice-presidente de Operações da empresa. “O Phenom 100 é uma das melhores aeronaves em que já voei e nossos funcionários e acionistas estão animados com a incorporação deste novo jato da categoria entry level à nossa frota.”

A Executive AirShare é a única empresa de propriedade compartilhada de aeronaves a oferecer aos clientes o Phenom 100 e o Phenom 300. Os clientes da empresa têm acesso às aeronaves durante um certo número de dias por ano, em vez de um número restrito de horas de vôo por ano, como ocorre com programas semelhantes.

Perfil da Executive AirShare - Fundada em 2001, a Executive AirShare opera uma frota com os mais modernos turboélices e jatos, servindo a clientes em toda região central dos Estados Unidos. A Executive AirShare é uma das maiores empresas regionais de propriedade compartilhada do país e oferece a companhias e indivíduos os benefícios de aeronaves corporativas sem os gastos e os contratempos de operar uma própria frota. A empresa tem sede em Kansas, Estado de Missouri, e também opera a partir de Wichita, Estado de Kansas; Oklahoma City e Tulsa, Estado de Oklahoma; e Dallas e Fort Worth, Estado do Texas. A companhia opera atualmente uma frota de 16 aeronaves: um Phenom 100, cinco Beechjet 400A, cinco King Air 350 e cinco King Air C90B.

Ao permitir que as empresas e pessoas físicas adquiram a propriedade parcial de um avião, a Executive AirShare oferece os benefícios da propriedade de uma aeronave a uma fração de seu custo. Cada participante paga uma parcela inicial pela aeronave, custos administrativos mensais e baixas taxas operacionais por hora utilizada. Em troca, os proprietários recebem um determinado período de dias durante os quais podem usar a aeronave durante o ano e a Executive AirShare assume todos os detalhes, incluindo aluguel do hangar, seguros, salários e treinamento dos pilotos, combustível, manutenção dos motores e da estrutura do avião, e limpeza e abastecimento da aeronave. P| www.ExecAirShare.com.

Fonte: Revista Fator

19.4.09

Pessoas obesas obrigadas a pagar dois bilhetes de avião

Companhia refere que no ano passado recebeu 700 queixas

A United Airlines decidiu penalizar os seus clientes que sofrem de problemas de obesidade. Segundo a companhia, o ano passado foram feitas 700 queixas de clientes que protestaram por terem que partilhar o seu espaço com pessoas «muito volumosas», refere o «El País».

Assim, a terceira maior companhia dos Estados Unidos, começou a aplicar desde quarta-feira, uma regra que obriga os clientes obesos a comprarem dois assentos para viajarem em classe turística quando o avião voar completo, informa a imprensa.

A decisão, que pretende melhorar as comodidades de todos os passageiros durante o voo, afecta económicamente 30 por cento da população adulta do país e 16% das crianças que padecem de obesidade nos EUA.

«Os passageiros que carreguem peso a mais nos seus próprios corpos vão ter que pagar mais se querem voar», avança a imprensa dos EUA.

As restrições por obesidade não são novas na aviação dos EUA. Anteriormente, companhias como a US Airways, Continental Airlines ou Southwest Airlines já haviam adoptado esta medida para quando um passageiro precisasse de mais espaço para viajar.

Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Gol amplia base em Confins

A Gol Linhas Aéreas investe na ampliação de seu centro de manutenção de aeronaves instalado no Aeroporto de Confins (MG). Em 2010, a companhia estará preparada para realizar a manutenção de até 110 aeronaves, projeção para sua frota no próximo ano. Atualmente, o centro tem capacidade para 104 aviões. As obras, que começaram no ano passado, demandaram investimentos de R$ 78 milhões. O vice-presidente de técnico da Gol, Comandante Fernando Rockert Magalhães, afirmou que o novo hangar a companhia também terá a capacidade de gerenciar todo o estoque de peças que antes era descentralizado pela empresa. "Com a expansão, teremos 117 mil metros quadrados a mais para realizar a manutenção de até 10 aeronaves de uma só vez. Além disso, haverá também um espaço para armazenagem de peças que antes estavam estocadas em outras unidades, como as poltronas dos aviões. Todo o gerenciamento logístico passa a ser realizado pela Gol - não será mais terceirizado", disse o comandante Rockert.

Atualmente, o centro manutenção da Gol realiza serviços em até cinco aeronaves por vez. "Com isso ganhamos em produtividade, pois, parar um avião sempre é muito complicado. Avião tem que estar voando. Assim conseguimos menos tempo de parada de uma aeronave". A expansão, segundo o executivo, criará mais 400 postos de trabalho no Centro de Manutenção, que emprega atualmente 650 pessoas. "Toda a mão-de-obra será contratada na região. Apesar de estarmos longe de escolas formadoras de profissionais capacitados para a indústria aeronáutica, hoje há em Minas uma força de trabalho capaz de exercer esses serviços de manutenção", afirmou o comandante Rockert. As obras de ampliação deverão estar concluídas em junho deste ano.

Fonte: Jetsite

Air China suspende seu vôo para São Paulo

A Air China informa que devido a acordos governamentais em relação aos horários de seus vôos, a operação da Air China no vôo São Paulo - Madrid - Beijing, com 25 horas de duração, infelizmente, está temporariamente suspensa.

Quanto aos passageiros que já possuem seus bilhetes emitidos para Madrid, a companhia pede que os mesmos solicitem o reembolso. Esse procedimento será realizado com a isenção de taxas. Já para os destinos na Ásia, incluindo Beijing, os passageiros poderão ser reacomodados em voos da TAM via Europa.

Para Rafael Kalinowski, diretor da RKBC Turismo, "a saída da Air China desta rota só fez encarecer as tarifas para Madrid, pois a Air China costumava ser a mais barata entre São Paulo e o aeroporto de Barajás, em vôo direto, além de perder a conectividade em Beijing", explica.

Segundo a Air China, se os acordos forem revistos, a previsão de retorno da rota está programada para o final de junho, inicio da alta temporada.

Fonte: Railbuss.com

Southwest Airlines registra prejuízo de US$ 91 milhões

A Southwest Airlines, maior linha aérea de baixo custo do mundo, informou ontem que registrou um prejuízo de US$ 91 milhões no primeiro trimestre de 2009, ante um lucro líquido de US$ 34 milhões obtidos em igual período do ano anterior.

A receita operacional total somou US$ 2,357 bilhões entre janeiro e março, o que representa uma queda de 6,8% em relação ao mesmo período de 2008, quando a receita operacional totalizou US$ 2,530 bilhões. Já as despesas operacionais recuaram 1,4% no primeiro trimestre, para US$ 2,407 bilhões.

"Os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2009 são decepcionantes, mas não surpreendentes devido ao atual cenário econômico mundial. Um rápido enfraquecimento da demanda de passageiros durante o primeiro trimestre, principalmente de empresários, nos conduziu para o primeiro prejuízo trimestral", afirmou em comunicado Gary C. Kelly, chefe-executivo da Southwest Airlines.

Segundo o executivo, embora a empresa seja competitiva e financeiramente sólida, ela não está imune aos desafios que a recessão mundial impôs sobre as companhias aéreas.

Fonte: MR - InvestNews e Aviation News

18.4.09

Avião cai sobre casas na Flórida


Um pequeno avião Cessna 421B, prefixo N1935G, pertencente a empresa Sebring Air Charter, caiu hoje sobre várias casas localizadas perto do aeroporto executivo de Fort Lauderdale, ao norte de Miami, matando o piloto, único ocupante da aeronave.

As imagens da televisão mostram a estrutura de três casas atingidas pelo impacto, no entanto, não aparecem os destroços da fuselagem do avião.

Aparentemente, o pequeno avião decolou às 12h15 de Brasília e, pouco depois, caiu sobre as casas próximas ao aeroporto de Fort Lauderdale, no condado de Broward, informaram as autoridades.

Fonte: G1

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Webjet já vende passagens para os voos do Santos Dumont para Brasília

No próximo dia 27 de abril a Webjet Linhas Aéreas inicia suas operações no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio de Janeiro. A companhia terá, inicialmente, três voos diários para Brasília, com possibilidade de conexão imediata para Recife. Os trechos já estão à venda no site e pelo televendas da Webjet.

Os voos para a capital federal partem do Santos Dumont às 7h17, 13h07 e 18h34, com retorno às 9h45, 16h05 e 21h00. Para Recife, será possível fazer conexão utilizando o voo que sai do Rio às 13h07, decolando de Brasília às 15h35 e chegando ao Aeroporto dos Guararapes às 18h05. A volta, também via Brasília, tem saída de Recife às 12h35, com conexão às 16h05 e chegada ao Santos Dumont às 17h53.

Está prevista para maio a ampliação da oferta de voos saindo do Santos Dumont, cujos destinos estão em fase de aprovação.

Fonte: SRZD e Aviation News

TAM troca 34 voos do Galeão para o Santos Dumont

Com a porteira aberta pela Azul, as demais companhias estão também iniciando ligações entre o Aeroporto Santos Dumont e diversas cidades brasileiras. A Tam, conforme adiantou o Portal Panrotas, começa hoje seus voos no aeroporto. Serão 34 voos por dia para sete destinos domésticos - Aracaju, Belo Horizonte (Confins), Brasília, Curitiba, Recife, Salvador e Vitória.

Essas 17 frequências diárias – que eram operadas a partir do aeroporto Tom Jobim (Galeão) - foram autorizadas no processo de sorteio de horários conduzido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operações de voos sem restrições de destino no Santos Dumont, e somam-se às 31 frequências diárias da ponte aérea Rio-São Paulo operadas regularmente pela Tam.

Nesta sexta-feira, 17, a companhia coloca em operação os quatro primeiros voos. O voo JJ 3066 decola às 22h20 do Santos Dumont e chega a Recife à 1h15. O percurso inverso será realizado na madrugada do dia 18 pelo voo JJ 3067 com decolagem às 3h30 da capital pernambucana e pouso no Rio de Janeiro às 6h35. O voo JJ 3062 parte do Santos Dumont às 22h27 com chegada em Salvador à 0h27. O retorno de Salvador pelo voo JJ 3063 será às 4h20 do dia 18, pousando no Rio às 6h20.

A partir do dia 27, segunda-feira da outra semana, a Tam inicia a operação dos demais cinco destinos a partir do Santos. Serão cinco frequências para Brasília, sendo que o primeiro voo de ida sai às 7h07 do Rio e o quinto às 20h38. No percurso inverso, o primeiro parte da capital federal às 7h20 e o quinto às 20h05. Outras quatro frequências farão o percurso de ida e volta entre os aeroportos Santos Dumont, no Rio, e Confins, em Belo Horizonte. Duas frequências serão operadas para Curitiba, outras três para Vitória e uma para Aracaju.

A companhia avisa que vai continuar atendendo os sete destinos a partir do Galeão, com outros voos regulares mantidos naquele aeroporto.

Fonte: Panrotas e Aviation News