30.11.09

Azul pode antecipar recebimento de jatos da Embraer

A companhia aérea Azul poderá antecipar no ano que vem o recebimento de aeronaves da Embraer caso a demanda por passagens continue muito aquecida, declarou o diretor da empresa Miguel Dau.

Segundo ele, estão programados inicialmente para 2010 mais sete aviões modelos Embraer 190 e 195. "Pode ser mais. Estou muito otimista com o cenário", afirmou o executivo a jornalistas nesta quarta-feira.

A Azul, que estreou no mercado aéreo brasileiro em dezembro de 2008, vai fechar o ano com 14 aviões operando na malha nacional.

Conforme Dau, a taxa média de ocupação nos voos da Azul está acima de 87 por cento, chegando em algumas rotas a 94 por cento. "Trabalho há anos no setor aéreo e nunca vi um coisa igual", disse.

"O cenário econômico conspira a favor do setor em 2010", acrescentou, ressaltando que o PIB deve crescer cerca de 5 por cento no ano que vem.

A Azul ficou em outubro com 4,44 por cento de participação do tráfego de passageiros dentro do país, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O diretor da empresa aérea disse que o market share da companhia deve aumentar no ano que vem.

"Dificilmente vamos dobrar isso, porque saímos do zero. Não estamos preocupados com market share. O passado mostra o preço que se pagou nessa busca. Queremos manter qualidade e satisfação do cliente, além dos custos baixos de operação."

Fonte: O Globo

Air Canada está em fase de teste de internet a bordo

A Air Canada quer colocar a internet a bordo em seu cardápio de opções de entretenimento. Para isso está testando o sistema Gogo Inflight, que viabiliza a conexão wi-fi. Inicialmente, a novidade estará disponível em voos selecionados da transportadora de Toronto (Canadá) para Los Angeles (Estados Unidos) e de Montreal (também no Canadá) para Los Angeles.

Após o período de teste, que vai até 29 de janeiro do ano que vem, a Air Canada vai analisar a utilização do serviço e o retorno dos passageiros para então expandir a novidade para outras rotas. “O lançamento final da nossa internet a bordo depende do resultado do período de avaliação, e também das aprovações regulamentares necessárias, assim como do desenvolvimento de infraestruturas terrestres no Canadá para oferecer uma rede doméstica”, explica a diretora de Marketing da Air Canadá, Louise McKenven.

O custo para uso do serviço a bordo é de US$9,95 por voo para laptops equipados com wi-Fi, ou US$7,95 para dispositivo eletrônico pessoal. Inicialmente o sistema Gogo será alimentado pela rede existente Aircell, e só está disponível nos Estados Unidos Continental para garantir que a implantação da companhia seja rápida, econômica e simples. A Air Canada pretende ainda expandir o sistema para outras rotas na América do Norte, com o desenvolvimento de uma rede Canadense, intitulada Air-To-Ground (ATG).

Fonte: Panrotas / Aeroblog

Jobim afirma que vai propor decreto para privatizar aeroportos

MINISTRO nega que eleições e Copa de 2014 possam atrasar projeto; proposta prevê fundo para terminais deficitários Folha revelou que a avaliação técnica no governo é que não há mais tempo para entregar aeroportos à iniciativa privaDA e reformá-los até o Mundial

O MINISTRO Nelson Jobim (DEFESA) afirmou ontem que vai enviar daqui a dez dias uma proposta de decreto sobre a concessão de aeroportos à iniciativa privada. Ele negou que as eleições de 2010 e a Copa do Mundo em 2014 possam atrasar o projeto.

Segundo o MINISTRO, a proposta vai incluir a constituição de um fundo para desenvolver aeroportos deficitários e a malha aérea regional. Os recursos viriam da outorga de grandes terminais.

De acordo com ele, as empresas, em alguns casos, não precisarão administrar todo o aeroporto, mas apenas determinados terminais ou serviços.

"Vai depender do caso. No decreto abrem-se toDAs as alternativas e em caDA caso se vê qual é a adequaDA", disse o MINISTRO, no Rio.

O MINISTRO DA DEFESA negou que a Copa e as eleições do ano que vem atrasarão a adoção DA mediDA. "Está tudo sob controle. Temos absoluta condição [de manter o projeto]. Não se pode confundir eleição com a necessiDAde de infraestrutura."

A Folha revelou ontem que a avaliação técnica no governo federal é que não há mais tempo para entregar os aeroportos à iniciativa privaDA e reformá-los até o Mundial de 2014.

Segundo técnicos do próprio Ministério DA DEFESA, o tempo ideal para essas mediDAs é de quatro anos, o que obrigaria o início DAs muDAnças para o começo DA semana que vem. Mesmo assim, as obras seriam concluíDAs às vésperas DA Copa do Mundo.

Além disso, o governo perderia um trunfo eleitoral ao fazer a "privatização" do setor -opção que petistas preferem ligar à administração tucana.

Há mais de um ano o governo procura o melhor modelo para a administração dos aeroportos, a fim de evitar um novo caos aéreo, como o ocorrido em 2007. Jobim afirmou que os estudos avaliaram o modelo utilizado em diversos países até chegar ao produto final.

"Como não temos experiência nisso, tivemos que fazer um levantamento no mundo todo para ver o tipo de situação. Não é a questão do aeroporto A, B ou C. É a modelagem. Feita a modelagem, vai se discutir o que é conveniente", disse ele.

A Infraero, estatal que administra os aeroportos, defende a manutenção do controle público dos terminais.

Fonte: Folha de SP

29.11.09

Infraero é alvo de suspeita de irregularidades

Diversas irregularidades foram apontadas nas obras da Infraero nos últimos anos, em especial após o apagão aéreo de 2006 e a crise no setor. Nesse tempo, o TCU (Tribunal de Contas da União) apurou sobrepreço e superfaturamento em obras de pelo menos dez aeroportos brasileiros.

Em 2008, após as auditorias do TCU, a Infraero anunciou o cancelamento de contratos de obras nos aeroportos de Vitória, Goiânia e Macapá. A justificativa foi a dificuldade em cumprir as exigências do tribunal.

Segundo o TCU, havia superfaturamento de R$ 43,9 milhões em obras do aeroporto de Vitória, sobrepreço de R$ 73,6 milhões em Goiânia e superfaturamento de 40% em Macapá.

No Santos Dumont (Rio), foi apontado sobrepreço de R$ 45,6 milhões. Em Cumbica (Guarulhos), o TCU revelou sobrepreço de R$ 56,5 milhões e superfaturamento de R$ 19 milhões. Segundo a Infraero, esses aeroportos tiveram as obras interrompidas em 2008, após a investigação do tribunal.

O TCU também identificou irregulariDAdes em Brasília, São Paulo (Congonhas), Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre. Em Congonhas, o TCU constatou superfaturamento de 31% a 252% nos valores unitários Das obras.

À época, o MINISTRO DA DEFESA, Nelson Jobim, disse que cada caso deveria ser analisado em separado. "O problema dos contratos é que são antigos e serão analisados caso a caso. Você não pode comparar a construção de uma pista com a de uma estrada", disse.

Depois do relatório do tribunal, o então presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, disse que "às vezes o TCU exagera na tinta". "[A empresa] Não aceita baixar [o valor da obra] e o tribunal pede que baixe para um percentual razoável. É difícil conseguir conciliar", disse, em relação ao caso de Cumbica.

Em 2007, o relatório final da CPI do Apagão Aéreo do Senado afirmou que a Infraero se tornou um "antro de corrupção". A comissão sugeriu ao Ministério Público e à Polícia Federal o indiciamento de 18 empreiteiras e consórcios, devido a irregularidades em seis obras.

A CGU (Controladoria Geral da União) também apurou irregularidades na Infraero. A investigação sigilosa aconteceu em 2005 e apontou suspeitas em diversos casos.

Fonte: Folha de SP

Conselho da TAM se reúne e sucessão deve ser debatida

Mas não há data para definir o novo presidente da maior aérea do país

Será numa estreita sala, com visão para as pistas do Aeroporto de Congonhas, que a sucessão presidencial na TAM deverá ser discutida oficialmente pelo seu Conselho de Administração a partir de hoje, mais ainda sem data certa para uma definição entre uma solução interna ou um executivo do mercado.

Embora não esteja na pauta da reunião mensal que ocorre hoje, há chances de os oito integrantes do conselho colocarem o assunto na longa mesa retangular para cerca de 20 pessoas. Na parede próxima à cabeceira, o lugar é para a foto do fundador da TAM, comandante Rolim Amaro.

"O assunto não está na pauta, mas pode ser objeto de comentários. Caso isso aconteça, pela primeira vez os conselheiros vão tomar conhecimento de nomes", relatou um membro do Conselho de Administração da TAM a uma pessoa próxima a ele. Segundo a fonte, a presidente do conselho, Maria Cláudia Amaro, filha do comandante Rolim, ainda não apresentou formalmente nenhum nome. Integram o conselho seu irmão Maurício, a mãe Noemi, André Esteves (presidente do BTG/Pactual), Marco Antônio Bologna (ex-presidente da TAM), Alexandre Silva (ex-presidente da GE no Brasil), Emílio Romano (presidente do grupo Puerta Alameda) e Waldemar Verdi Jr (presidente da GV).

Desde 9 de outubro, quando o então presidente David Barioni Neto deixou a empresa, a sucessão tem produzido diversos rumores. Por enquanto, acumula a função o vice-presidente de Finanças da TAM, Líbano Barroso.

Diversos executivos já apareceram no noticiário como candidatos: Fernando Pinto, comandante da portuguesa TAP; João Cox, presidente da operadora de telefonia Claro; Ricardo Knoepfelmacher (ou Ricardo K.), ex-presidente da Brasil Telecom. Como solução caseira, até mesmo Maria Cláudia entrou na bolsa de apostas. Ainda internamente, o vice-presidente Comercial e de Planejamento, Paulo Castello Branco, e Barroso são candidatos. Em recente entrevista à imprensa, Barroso sorriu quando perguntado se desejava permanecer no comando.

"Não há uma sangria, um desespero na TAM para que haja uma definição do presidente amanhã (hoje)", diz outra pessoa que acompanha as decisões do conselho de perto. Segundo essa fonte, Cox nem conversou com algum representante da TAM, mas com Ricardo K. houve aproximação, que não prosperou. "A família dá preferência para algum executivo de uma multinacional, que tenha experiência internacional", diz outra pessoa, próxima à família Amaro.

O analista de transporte do Santander, Caio Dias, diz que o mercado não vê com bons olhos a indefinição na sucessão na TAM. Dias conta que o mercado considera os resultados financeiros da TAM, e também da Gol, "alavancados". No entanto, lembra que a margem das duas companhias é bem diferente, de 2,5% para a TAM e de 6,6% para a Gol, no terceiro trimestre, uma indicação de que a TAM está se saindo pior na guerra tarifária. "A TAM tem um custo unitário por assento maior", diz.

Fonte: Valor Econômico

28.11.09

Emirates Brasil recebe prêmio de melhor equipe de vendas


Time brasileiro de vendas é premiado

O time de vendas da Emirates Brasil recebeu o prêmio Chairman Award for Sales Excellence 2008/2009 esta semana, concedido por Sua Alteza Sheikh Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, presidente e CEO da Emirates Airline e Grupo Emirates, em Dubai.

"Trata-se de um importante reconhecimento profissional, pois nossa estação é relativamente nova - o voo direto entre Dubai e São Paulo foi lançado há apenas dois anos - e um incentivo para seguirmos fortalecendo nosso trabalho em equipe" explica Ralf Aasmann, diretor geral da Emirates para o Brasil. "A equipe brasileira concorreu com todos os escritórios internacionais da Emirates e foi escolhida pela matriz pelo desempenho em vendas, dinamismo e proatividade" disse Marcia Galvão, gerente de vendas da Emirates para o Brasil.

A Emirates estreou na América do Sul no dia 01 de outubro de 2007, com voo direto entre Dubai e São Paulo, seis vezes por semana. No dia 04 de julho de 2008, o serviço passou a ser diário. Trata-se do primeiro da história sem escalas unindo a América do Sul e o Oriente Médio, oferecendo aos viajantes acesso à malha de rotas de 100 cidades em 61 países, tendo Dubai como seu hub global.

Fonte: Mercado e Eventos / BGA

Embraer demite mais 600 empregados, diz sindicato

A Embraer demitiu mais 600 funcionários de sua fábrica em São José dos Campos, além do corte maciço de 20 por cento da força de trabalho promovido em fevereiro em todas as suas unidades, afirmou nesta quinta-feira o sindicato de metalúrgicos da cidade, no interior de São Paulo.

Segundo a entidade, filiada à Conlutas, o saldo de novas demissões foi obtido com base nos pedidos de homologação de desligamentos, entre janeiro e novembro.

"Com certeza tem mais de 900 demissões na Embraer este ano, além do corte de fevereiro", disse à Reuters o vice-presidente do sindicato dos metalúrgicos de São José dos Campos, Herbert Claros da Silva.

Ele se referiu às 600 demissões ocorridas em áreas de produção da fábrica e a outros possíveis cortes em áreas administrativas e de engenharia que são vinculadas a outras entidades sindicais.

Procurada, a Embraer não tinha representantes imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

Em 19 de fevereiro, a fabricante de aviões anunciou a demissão de cerca de 4.200 empregados, ou cerca de 20 por cento de sua força de trabalho à época, devido aos efeitos da crise global sobre o setor aeronáutico. Conforme a empresa, seu quadro atual de trabalhadores é de 16.986 funcionários --no Brasil e no exterior.

Silva, do sindicato, afirmou que nos últimos dois meses houve uma "intensificação das demissões" na empresa. "Esse número de 600 é só relacionado à produção. Não inclui engenheiros e pessoal administrativo, que compõem 45 por cento da fábrica (em São José dos Campos)", acrescentou.

Segundo o sindicato, a fábrica em São José dos Campos, sozinha, emprega atualmente cerca de 11.700 trabalhadores.

Fonte: Estadão

27.11.09

LET 410...


O Aeroblog fez uma postagem super interessante sobre essas aeronaves...

Ataques cardíacos durante vôos matam mais pessoas do que nos desastres aéreos

Você sabia que morrem mais pessoas de ataques cardíacos dentro de aviões do que nos desastres aéreos? De acordo com estatísticas da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo), em 1950 viajavam por ano no mundo todo, perto de 10 milhões de pessoas. Atualmente este número é calculado em 4 bilhões.

Existe uma taxa de 1 problema grave de saúde a bordo para cada 1,3 milhão de passageiros, o que dá um total de aproximadamente 3.000 ocorrências graves de saúde a bordo. Destas, aproximadamente 60% são ataques cardíacos, ou seja, perto de 1.800 pessoas por ano em todo mundo. Por outro lado, também de acordo com a IATA, houve, em 2009, cerca de 60 acidentes aéreos, com aproximadamente 750 mortes. Com estes números conclui-se que os ataques cardíacos em pleno vôo matam mais pessoas do que os acidentes aéreos.

Existem alguns agravantes para a saúde durante um vôo:

Pressão atmosférica: a baixa pressão dentro das cabines provoca uma expansão dos gases de até 30% de seu volume. Todas as cavidades ocas do corpo humano se expandem e podem provocar problemas nos tímpanos e náuseas por dilatação do estomago e do intestino. Pessoas com cirurgia pulmonar ou abdominal recente não devem viajar de avião. Existe um risco de rompimento das suturas.

Umidade do ar: A umidade do ar durante um vôo é de 10-20%, quando o ideal é de no mínimo 40%. Essa baixa umidade pode desencadear crises de asma ou bronquite.

Níveis de Oxigênio: Um avião é pressurizado, mas esta pressão não é igual a do nível do mar. Quando os aviões atingem sua altura de cruzeiro, por volta de 12.000 metros, a pressão da cabine é equivalente a 2.500 metros de altura. Pessoas normais não sentem esta falta de oxigênio, pois o nosso corpo compensa essa falta com aumento da freqüência cardíaca, respiratória e do volume de ar inspirado em cada ciclo respiratório. A saturação de oxigênio sanguíneo, que costuma ser de 99% ao nível do mar, cai para 94% durante os vôos. Isto causa certo desconforto e cansaço durante vôos mais longos. Já pessoas com doenças cardíacas ou pulmonares, que apresentam taxas de oxigênio abaixo de 95%, podem não conseguir compensar essa diminuição do oxigênio e apresentar taxas abaixo de 90%, o que é insuficiente para o bom funcionamento de vários órgãos. Neste momento, podem acontecer isquemias cardíacas, intensa dor no peito, falta de ar e uma parada cardíaca.

Por outro lado, é sabido que durante uma parada cardíaca, o pronto atendimento é fundamental e aí que vem o problema. A legislação não obriga nenhuma empresa de transporte aéreo a prestar serviços médicos a seus passageiros durante o transporte e estas, quando muito, mantém seus “kits” de emergência, na maioria das vezes inadequados a uma ocorrência séria. Quando tem um problema, a comissária simplesmente solicita a ajuda de algum médico que eventualmente esteja a bordo. Este, muitas vezes, quer ajudar a salvar uma vida, mas não encontra as condições mínimas necessárias. Um simples desfibrilador automático, que é um aparelho que emite choques elétricos para recompor o ritmo dos batimentos cardíacos e que custa no mercado algo em torno de R$ 6.500,00, pode salvar uma vida, mas infelizmente, a vida humana não vale este investimento para algumas empresas.

Muitas vozes já se levantaram a favor de leis que obriguem a presença destes aparelhos não só em aviões, mas em todos os locais onde haja aglomeração de pessoas, tais como campos de futebol, aeroportos, grandes shoppings, hotéis, eventos, shows e muitos outros.

Não deveria ser por imposição legal, mas, infelizmente, existe uma parte do mundo que não entende outra linguagem. Para estes, vamos aumentar as vozes e pedir pelas leis que obriguem a salvar vidas.

Fonte: http://www.segs.com.br

Lufthansa recebe centésimo A320 da Airbus

A Airbus entregou à Lufthansa o centésimo avião da Família A320 que saiu diretamente da Linha de Montagem Final da Airbus situada em Hamburgo. O novo A-320 foi entregue à Lufthansa na noite de 18 de novembro.

Nico Buchholz, Executivo da Divisão de Gerência de Frota da Lufthansa, disse: “A aquisição e entrega do centésimo avião da Família A320 é mais um marco em nossa parceria com a Airbus. Continuamos a nos beneficiar da confiabilidade, eficiência econômica e ecológica, bem como da capacidade de atrair passageiros, característica da Família A320.”

O COO da divisão de Clientes da Airbus, John Leahy, comentou: “A entrega do 100° avião da Família A320 à Lufthansa evidencia não apenas o tremendo sucesso do programa A320, mas também nossa forte relação com a Lufthansa, uma das maiores operadoras de Airbus no mundo”.

Acrescentou ainda: “A Família A320 é a mais moderna, confiável e ecologicamente eficiente do mundo. A liderança do programa será reforçada por constantes aperfeiçoamentos da aerodinâmica, pela redução de peso e mais eficiências operacionais e conforto da cabine”.

Fonte: Aviação Brasil

Copa e eleição barram concessão de aeroporto

Governo avalia que o processo de licitação deixaria finalização das obras muito perto da Copa do Mundo de 2014. Pesa também o fato de a privatização destoar do discurso eleitoral a favor das estatais que deve ser usado na campanha petista

A avaliação técnica dentro do governo federal é que não há mais tempo para privatizar e reformar os aeroportos antes do Mundial de futebol -seria mais rápido, e menos arriscado, portanto, ajustar terminais e pistas com dinheiro estatal.

Além disso, a equipe do presidente Lula teme perder um trunfo eleitoral e dar munição à oposição se lançar um plano de privatização logo em 2010.

Ontem, Lula fez reunião interministerial para tratar do tema, mas nenhuma decisão foi tomada. Há mais de um ano o governo discute internamente, sem definição, o melhor modelo de administração dos aeroportos para evitar novo apagão aéreo como o de 2007.

Enquanto o Ministério da Defesa já defendeu a concessão dos aeroportos para a iniciativa privada, a Infraero prefere a manutenção do sistema atual, em que ela é a responsável pela administração do setor.

Na reunião de ontem, a equipe do ministro Nelson Jobim (Defesa) apresentou as linhas gerais do decreto que criaria o modelo de concessão no país e um diagnóstico sobre a demanda de passageiros nos próximos anos até a Copa de 2014.

Segundo a Folha apurou, até a equipe de Jobim, antes ferrenha defensora da privatização, avalia que hoje ela poderia colocar em risco a conclusão das obras até a disputa da Copa.

Pelos cálculos de técnicos, entre a privatização de um aeroporto de ponta e a finalização das obras necessárias para deixá-lo pronto, seria necessário um prazo de quatro anos. Ou seja, o processo teria de começar no início do próximo ano e, mesmo assim, ele seria concluído às vésperas da Copa, o que pode representar um risco logístico para o evento.

Mantido o sistema atual, esses mesmos técnicos avaliam que a Infraero precisa de um prazo menor, de três anos, para reformar e concluir os 16 aeroportos que serão usados nas cidades que vão abrigar os jogos do evento esportivo de 2014.

No campo político, o presidente Lula sofre pressão por parte do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que defende abertamente a privatização do aeroporto internacional do Galeão -cuja inclusão no programa nacional de desestatização já ocorreu, mas até hoje não foi formalizada.

O motivo, segundo a Folha apurou, se deve a questões técnicas e políticas. No primeiro caso, setores do governo avaliam que não teria sentido privatizar apenas o Galeão, um aeroporto que necessita de poucas obras e é rentável, sem exigir do ganhador da licitação outras contrapartidas, como assumir algum aeroporto no país que não seja tão lucrativo.

Na área política, o governo está espremido entre duas posições: atender ao pedido de um aliado importante, como o governador do Rio, e o temor de que a privatização possa ser capitalizada pela oposição.

Na reta final de mandato de Lula, houve uma guinada estatizante no governo, assumida publicamente pela equipe do petista para reforçar as diferenças de seu modelo e o dos tucanos. Tática que já foi usada na campanha de 2006 contra Geraldo Alckmin (PSDB-SP).

Na equipe de Lula, assessores ouvidos pela Folha disseram que o presidente nunca planejou fazer uma ampla privatização do setor, como chegou a defender o Ministério da Defesa. A ideia era buscar um modelo para conceder ao setor privado a administração de alguns aeroportos, como o do Galeão e o de Viracopos (Campinas), entre outros.

No caso de Viracopos, a avaliação é que a privatização, hoje, é praticamente inviável. Ainda não foram feitos os estudos para uma eventual concessão, o que costuma levar mais de um ano, e nele são necessárias grandes obras tanto de pista como de terminais. Ou seja, não daria tempo de finalizá-lo até a Copa. O caminho deve ser a Infraero continuar responsável pela sua modernização.

Por outro lado, está quase certo que, no caso do futuro aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, será adotado o modelo de concessão ou uma PPP (Parceria Público-Privada). Isso porque os estudos já estão prontos, o aeroporto não pertence à Infraero e começará praticamente do zero.

Fonte: Folha de SP

26.11.09

Aerosur coloca 747-400 em operação


A companhia aérea boliviana anunciou ter recebido recentemente o primeiro Boeing 747-400 da frota, em substituição ao clássico 747-300 que foi devolvido ao arrendador no último mês de outubro.

A aeronave já entrou em operação na principal rota da Aerosur que liga Santa Cruz de La Sierra a Madrid e está configurada com 451 assentos, sendo 14 na primeira classe, 58 na executiva e 379 na econômica. Desta vez, o “torísimo” foi pintado em dourado, com as turbinas em vermelho e a cauda verde com o logotipo padrão.

Na rota diária para São Paulo, a empresa que se caracteriza por utilizar diferenciados esquemas de pintura em cada uma de suas aeronaves, utiliza um Boeing 737-300 decorado com um jacaré em toda a lateral da fuselagem.

Fonte: Mundo Aéreo / Aeroblog

Aprovado aumento de capital estrangeiro na aviação nacional

Foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (25), a elevação de 20% para 49% na participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras. A mudança está em projeto de lei do Senado (PLS 184/04) e foi aceita pelo relator, senador Francisco Dornelles (PP-RJ). Como foi votada em decisão terminativa, a matéria só será examinada pelo Plenário se houver recurso nesse sentido.

"Estamos contribuindo, ao aprovar essa alteração no CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica), para estimular o ingresso de investimentos estrangeiros em um setor que tem padecido com diversas crises desde a década passada, na maioria das vezes em decorrência da descapitalização das empresas aéreas. A manutenção do limite em 49%, por sua vez, impede que empresas aéreas brasileiras sejam controladas por estrangeiros", explicou Francisco Dornelles, em seu parecer.

O voto do relator na CCJ também recomendou a rejeição do PLS 258/06, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e que tramitava em conjunto com o PLS 184/04, e de emenda aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a essa proposta de aumento do capital estrangeiro na aviação civil nacional. Enquanto o PLS 258/06 pretendia suprimir o limite à participação estrangeira no capital de empresas aéreas brasileiras, a emenda da CAE ao PLS 184/04 propunha a revogação de dispositivo do CBA que proíbe a operação de trechos aéreos domésticos por companhias estrangeiras.

Fonte: Agência Senado

Sete consórcios vão disputar licitação do 3o. Terminal de Guarulhos

Publicado nesta terça (24), o resultado da habilitação da Concorrência Internacional para os projetos de construção do terceiro terminal de passageiros do Aeroporto de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro (SP). Sete concorrentes vão disputar a licitação que tem referência de R$ 38 milhões.

Os consórcios selecionados são: Concremat/ATP/MHA Engenharia; Engevix/Planway; ESA/INECO; Geplan/Estel/Esteio e Ricardo Amaral Arquitetos; PJJ Malucelli Arquitetura e Construção Ltda/Andrade e Rezende Engenharia de Projetos S.S. Ltda e Gabinete de Projetação Eletrônica Ltda; Pöyry/C2E; e Themag Engenharia e Gerenciamento Ltda.

A licitação internacional contempla serviços e estudos preliminares, projeto básico, projeto executivo e serviços complementares também para o edifício garagem, sistema viário de acesso, pátio de estacionamento de aeronaves, implantação da rede de queroduto e demais obras. A previsão de elaboração dos estudos é de 23 meses, a partir do contrato, previsto para ser assinado em trinta dias úteis.

A nova licitação foi aberta depois que o projeto sofreu adequações, como a necessidade do aumento da área do novo terminal, que era de 160 mil m2 e vai para 232 mil m2.

A licitação internacional permite que as melhores empresas do mundo especializadas em obras aeroportuárias participem da concorrência. A diferença é que na licitação nacional as empresas estrangeiras só podem concorrer se estiverem consorciadas com construtoras brasileiras. O processo licitatório internacional foi divulgado junto a consulados e sua validação de atestado técnico segue padrões mundiais de concorrência.

Fonte: Brasilturis / Aviation News

MP 465, que será sancionada hoje, incentiva companhias a comprarem aviões da Embraer

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá sancionar hoje a Medida Provisória 465 que autoriza a União a conceder subvenção econômica de R$ 44 bilhões ao setor aeronáutico. Os financiamentos vão beneficiar companhias aéreas que comprarem aviões fabricados no Brasil, no caso pela Embraer, e a cadeia produtiva ligada à indústria.

A aprovação do presidente foi sinalizada ontem, em Brasília, durante o congresso "A Nova Aviação Regional Brasileira" promovido pela Abetar (Associação Brasileira de Empresas de Transporte Aéreo Regional).

Fonte: Vale Paraibano

25.11.09

Lufthansa terá novos aviões Airbus, mas Brasil ainda não deve receber aeronaves


Apesar dos destinos entre o país e a Europa serem apropriados para o novo modelo, infraestrutura dos aeroportos ainda não comporta os aviões

A Lufthansa se prepara para receber 15 novos aviões Airbus A380 até 2015. O modelo, com capacidade para transportar 550 passageiros, será o maior da frota da aérea alemã. As rotas para os aviões ainda não estão completamente definidas, mas já há 20 destinos potenciais em estudo, a maior parte partindo da Ásia e da América do Norte.

Os novos modelos não devem cobrir rotas brasileiras tão cedo. “O aeroporto de Guarulhos ainda não está preparado para receber um avião deste porte. Seriam necessárias mudanças na infraestrutura e o aeroporto só estaria pronto para receber este Airbus em três ou quatro anos”, disse Peter Köser, diretor-geral da Lufthansa para aeroportos na América Latina, em coletiva à imprensa.

Quem também criticou a infraestrutura aeroportuária no Brasil foi Peter Fellinger, que se prepara para deixar o cargo de diretor da Lufthansa para América Latina e Caribe. “A Copa de 2014 e as Olimpíadas em 2016 são anúncios que me assustam um pouco. Qualquer melhoria de estrutura para estes eventos já deveria ter ao menos começado a ser feita”, diz.

Mas apesar dos investimentos necessários para os aeroportos brasileiros receberem o modelo Airbus A380 da Lufthansa, a companhia aérea acredita que o Brasil seria um destino interessante para operações da aeronave. “A distância entre Brasil e Europa é longa e a demanda é boa. É uma rota que suportaria bem este avião”, diz Jens Bischof, vice-presidente da Lufthansa para as Américas.

Parceria com a TAM

A partir do ano que vem, a TAM vira membro efetivo da Star Alliance, que reúne companhias aéreas do mundo inteiro para facilitar parcerias e compartilhamento de voos. A empresa foi convidada a entrar no grupo no final de 2008, mas o processo de integração só será completado em abril de 2010.

A Lufthansa já anunciou que, quando isto acontecer, vai ter destinos e rotas em parceria com a empresa aérea brasileira. “Ainda é muito difícil precisar quais e quantos destinos serão compartilhados entre as duas companhias. Isto só deve ser anunciado quando a TAM entrar efetivamente na aliança, no início do ano que vem”, diz Jens Bischof, vice-presidente da Lufthansa para as Américas.

Qualquer acordo além de parcerias para voos está descartado. “Eu vejo o Brasil como o país de maior potencial de crescimento para a empresa na América Latina, porém, só em termos de números de destinos cobertos, e não em investimentos em infraestrutura”, explicou Bischof ao comentar uma possível fusão com a empresa.

Mudanças na diretoria

A Lufthansa também anunciou algumas mudanças na diretoria. A partir de dezembro, Peter Felling deixa o cargo de diretor-geral para a América Latina e Caribe, que ocupava há cinco anos, para assumir a vice-presidência de vendas da Saudi Arabian Airlines.

Aqui no Brasil, a Lufthansa recebe a executiva búlgara Albena Janssen, que após dez anos na empresa, vem para o país como diretora de vendas em marketing. Ela entrou na Lufthansa em 1998 e, antes de vir para o Brasil, ocupou o cargo de gerente para tarifas do Oriente Médio, África e América Latina.

Fonte: Época

Site da Azul chegou a ter mais visitas que o da TAM em novembro

O aumento de acessos do site da Azul mostra o quão acirrada está a disputa com as líderes TAM e Gol, segundo estudo do Serasa Experian

A concorrência do setor aéreo chegou à internet. Estudo da Serasa Experian Hitwise com 90 mil intenautas mostra que o site da Azul Linhas Aéreas chegou a ultrapassar o da TAM em número de visitas, ficando atrás somente do da Gol durante a segunda semana de novembro.

A vice-liderança da Azul, no entanto, durou apenas uma semana e foi explicada pela Serasa por uma campanha de marketing mais agressiva da empresa nesse período.

Na semana passada, o ranking dos acessos a sites de empresas aéreas ficou assim: Gol, (42,96% das visitas), TAM, (32,46%), Azul (12,64%), Webjet (5,22%), Trip (3,76%) e OceanAir (2,97%).

Há uma grande diferença entre a quantidade de visitas a um site e sua participação nas vendas. Segundo os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de outubro, a TAM. segue na liderança do mercado brasileiro de aviação, com 44,6% dos voos domésticos. A empresa é seguida por Gol, (41,7%), Webjet (4,47%), Azul (4,45%) e OceanAir (2,28%).

Fonte: Exame

João Pessoa vai receber voos fretados da Holanda em 2010

A cidade de João Pessoa vai ter, a partir de abril de 2010, voos charter diretos da Holanda.

A confirmação da operação comercial foi firmada na última quinta-feira durante uma reunião na Capital com as participações de representantes da Prefeitura de João Pessoa por sua Secretaria de Turismo, Empresa Paraibana de Turismo, empresa aérea Fly Brasil e empresários do trade turístico paraibano.

As negociações para a comercialização de pacotes com o destino João Pessoa para turistas da Europa teve início há aproximadamente dois anos quando técnicos da Setur participaram pela primeira vez da feira Vakantiebeurs, que acontece todos os anos em Utrecht, na Holanda.

O secretário de turismo da Capital, Elzário Pereira Júnior, revelou que os contatos feitos com os empresários, e a apresentação das potencialidades e atrativos de João Pessoa, foram essenciais para despertar o interesse da Fly Brasil para comercializar mais essa operação. "Isto é fruto da participação da Capital em outros países, em feiras, encontros e seminários. João Pessoa é um destino fantástico para o público europeu, mas os empresários precisavam saber disso, e a Setur tem esse compromisso de apresentar a cidade para atrair mais visitantes", explicou.

Em 2007, Elzário Pereira Junior esteve na quele país onde fez os primeiros contatos. "Percebemos o interesse no destino João Pessoa, continuamos mantendo contato e mostrando o potencial da cidade. Agora recebemos essa boa notícia", comemorou.

O secretário de Turismo esteve reunido com o superintendente da Infraero na Paraíba, Uziel Vieira, para saber os detalhes da vinda do voo da Fly. Segundo o superintendente serão feitos alguns ajustes no aeroporto Castro Pinto para receber os turistas europeus. "Apesar do aeroporto ser internacional, só recebemos voos nacionais, por isso será necessário fazer pequenas modificações, mas nada que atrapalhe a chegada do voo", revelou Uziel. A expectativa do superintendente da Infraero é que na data prevista para a chegada da aeronave, certamente tudo estará de acordo com as exigências para este tipo de voo.

A operação está prevista para ter inicio em abril do próximo ano, com embarque semanal a partir da cidade de Amsterdã em uma aeronave com capacidade para 272 passageiros. Os turistas passarão no mínimo sete dias e sete noites em João Pessoa. Os diretores da Fly Brasil, Ad Van der Molen e Edwin Svikerbuik, estiveram pessoalmente na reunião na sede da PBTur para solicitar o apoio do poder público no projeto de expansão de comercialização de roteiros da empresa.

Entre outras coisas, Van der Molen pediu o empenho na divulgação do destino para o público alvo da empresa, que são os europeus e a elaboração de roteiros temáticos pelo trade local que sejam direcionados aos turistas daquele país. A Fly Brasil já opera um roteiro rodoviário de Natal a Recife que inclui uma passagem em João Pessoa. A partir de abril, a Capital paraibana passa a ser um dos destinos dos voos chaters da companhia.

Fonte: BGA

Fôlego para a JAL

A Japan Airlines assegurou um empréstimo do Banco de Desenvolvimento do Japão no valor de 755 milhões de euros que lhe permitirá continuar a operar.

Imersa numa crise sem precedentes, companhia áerea nipônica estava pendente há semanas de receber um novo empréstimo daquele banco, o seu maior credor, tendo o Governo dado finalmente autorização.

A JAL registou perdas de 977 milhões euros no primeiro semestre do ano fiscal, prevendo despedir até 2015 cerca de 13.000 dos seus 489.000 empregados.

Fonte: Opção Turismo / Aeroblog

24.11.09

ABETAR coloca em análise a ‘Nova Aviação Regional’

"A Nova Aviação regional Brasileira" é o tema em pauta nos dias 23 e 24, no Congresso da ABETAR 2009, em Brasilia, na sede da CNT (Confederação Nacional do Transporte), em Brasília, a partir das 16h. Competitividade, infraestrutura aeroportuária, conjuntura econômica, bioquerosene, internacionalização de aeroportos, fundo de aval, e outros assuntos estarão na pauta do encontro, que reúne especialistas e lideranças do setor. A abertura oficial será ás 14h30.

No final da tarde, às 17h30, o "Proteção Ambiental e Combustíveis Alternativos, um tema atual e importante tanto para a gestão das empresas aéreas, quanto para o meio ambiente. Caberá ao professor Dr. Rubens Maciel Filho, coordenador de estudos para a produção de um novo bioquerosene, apresentar a viabilidade deste novo combustível.

O debate contará também com o diretor de Estratégias e Tecnologias para o Meio Ambiente da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), Guilherme de Almeida Freire; do engenheiro Roel Collier, diretor geral da Amyris Pesquisa e Desenvolvimento de Bicombustíveis e do gerente geral da IATA Brasil (Associação Internacional de Transporte Aéreo), Filipe Pereira dos Reis.

O painel será moderado por Paulo Roberto de Carvalho Machado, especialista em Sistemas de Combustíveis de Aeronaves, referência técnica em bicombustíveis da DCA-BR, (Organização Brasileira para o Desenvolvimento de Certificação Aérea).

A programação completa do Congresso está em www.abetar.com.br/congresso

Fonte: Brasilturis

Lufthansa reduzirá distância entre assentos

O membro da mesa diretora da Lufthansa, Christoph Franz, disse que com o intuito de diminuir custos e aumentar a lucratividade, a empresa pretende reduzir a distância (pitch) entre os assentos dos aviões que realizam voos intra-europeus a partir do próximo ano, o que lhe permitirá aumentar o número de fileiras nas aeronaves, transportando mais passageiros, informou a agência ABTN.

Para permitir que a mudança ocorra sem que os passageiros sintam que seu conforto foi restringido, os aviões irão receber novos assentos que terão os bolsões realocados em posição um pouco superior, liberando espaço para as pernas. Além disso, a empresa também irá harmonizar os níveis de serviço de bordo que, atualmente, variam dependendo do voo, o que também contribuirá na redução de custos.

Entretanto, a Lufthansa frisou em comunicado que não está se tornando uma empresa de baixo custo, e que continuará oferecendo serviços diferenciados, sendo tais atitudes medidas que têm por objetivo controlar sua estrutura de custos e permitir a operação de forma sustentável.

Fonte: Portal CR / Aeroblog

Air France inicia operação do Airbus A380-800

Um Airbus A380 da Air France decolou nesta sexta-feira do aeroporto parisiense de Roissy com destino a Nova York com mais de 500 passageiros a bordo, marcando o início da utilização comercial do avião gigante por uma companhia europeia.

Além da espectativa de amantes da aviação, há também uma forte espectatíva por parte da empresa quanto a possibilidade de transportar uma quantidade maior de passageiros em rotas já saturadas, sem a necessidade de novos voos regulares.

Fonte: Daniduarte

Primeiro A380 para charter vai transportar 840 PASSAGEIROS

Restrito até agora a operações comerciais em vôos regulares por três companhias internacionais, o Airbus A380 terá sua primeira encomenda para a versão charter. O maior avião comercial do mundo também vai integrar a frota da Air Austral, uma empresa sediada na ilha da Reunião, no Oceano Índico, que tem vôos para Paris e pretende expandir para outros destinos. A companhia opera atualmente com Boeing 777-300 com capacidade para 442 passageiros em classe única.
Embora projetado desde o lançamento do A380, há cinco anos, nenhuma encomenda ainda havia se concretizado para a versão “charter” do avião, com 840 passageiros e que reduz para menos de dois litros a cada cem km s o consumo de combustível por passageiro a bordo. A versão mais corrente do A380, com três classes, pode transportar 525 passageiros, a maior capacidade da aviação comercial.
A encomenda da Air Austral junto ao consórcio Airbus deverá ser entregue até o final do próximo ano.
Fonte: Brasilturis

23.11.09

KLM realiza 1º voo europeu com bioquerosene

A companhia aérea KLM realiza hoje o primeiro voo europeu com bioquerosene, levando a bordo um grupo de passageiros seleccionado, informou ontem a KLM em comunicado.

«A KLM Royal Dutch Airlines é a primeira companhia aérea do mundo a fazer uma demonstração de voo com bioquerosene levando a bordo um grupo de passageiros seleccionado. Este será também o primeiríssimo voo realizado com bioquerosene na Europa», avançou a companhia.

O voo será operado num avião Boeing 747, sendo que um dos motores do aparelho vai funcionar com uma mistura de combustível feita com 50% de biocombustível sustentável e 50% de querosene tradicional.

Este é um passo importante no caminho para a aviação totalmente sustentável” afirmou Peter Hartman, presidente e CEO da KLM, avançando que a companhia «uniu forças com os seus parceiros de modo a estimular vigorosamente o desenvolvimento futuro de combustíveis alternativos». I.M.

Fonte: Turisver

Sistema de controle aéreo sem radar é testado nos EUA

Tecnologia poderia ter evitado o acidente da Gol, diz diretor do MIT.

Ela permite que a aeronave emita sinal indicando sua localização exata.

Um sistema de monitoramento de aviões que não usa radar está sendo testado pela primeira vez nos Estados Unidos, abrindo caminho para a implementação de um controle de tráfego aéreo mais moderno, barato e seguro. A tecnologia usa informações de satélite e está sendo aplicada no estado do Colorado. Ela permite que os controladores e os próprios pilotos saibam a localização exata de todas as aeronaves dentro da mesma região.

Em entrevista ao G1, o diretor do Centro Internacional de Transporte Aéreo do MIT (Massachusetts Institute of Technology), John Hansman, explicou o funcionamento deste novo sistema. Segundo ele, esta ferramenta vai tornar voos mais seguros, e poderia ter evitado o acidente com o Boeing 737 da Gol, que matou 154 pessoas em 2006, ao cair no Mato Grosso após um choque com um jato Legacy durante o voo.

"Este sistema poderia ter evitado o acidente. Em primeiro lugar, os controladores aéreos teriam um conhecimento melhor das posições dos aviões e, em segundo, os próprios aviões poderiam ver suas posições, e saber que havia uma aproximação evitando o choque", explicou.

O novo sistema deve ser implementado em todas as regiões dos Estados Unidos até 2020. Ele funciona através da emissão de sinais das aeronaves, que são medidos por sensores espalhados em terras e em outros aviões, sendo determinada a localização exata delas, explicou. "Os aviões sabem onde eles estão através de informações de seus próprios sistemas de navegação, como o GPS. Com este novo sistema, eles enviam uma mensagem para todos que estão dentro de um raio específico, informando esta posição. E qualquer avião que esteja próximo desta aeronave pode saber a posição dele em relação à sua, numa tela dentro da cabine de comando", disse.

Vista da pista do aeroporto desde a torre de controle, na Argentina (Foto: AFP)
Além disso, completou, desde o chão, o controle de tráfego aéreo pode trabalhar usando um rádio normal, que é mais simples e barato, que decodifica a informação em um display semelhante ao de radar. “Do ponto de vista do controle aéreo, esta tecnologia é a próxima geração do monitoramento, que é como se mede a localização das aeronaves.”
Monitoramento

Desde os anos 1950, o radar é a base dos sistemas de controle aéreo usados no mundo, servindo para evitar colisões e ordenar o tráfego de aeronaves. Apesar de choques entre aeronaves serem raros, a autoridade norte-americana de aviação alega que o radar tem limitações técnicas que levam a atrasos nos voos em todo o país. Os sistemas com base em informações enviadas por satélites podem oferecer informações mais exatas e corrigir este problema, permitindo um intervalo menor entre pousos em um mesmo aeroporto.

Além de ser mais exato, o sistema em teste atualmente tem um custo muito mais baixo de que o da construção de radares, que são caros e dificilmente podem ser construídos por toda a parte. Segundo uma reportagem publicada no jornal "USA Today", o sistema em teste em todo o estado do Colorado custou o mesmo que a contrução de apenas um radar em aeroporto.


“É um sistema que pode ajudar muito países grandes como o Brasil, que tem um território tão grande. É difícil ter radares em todos os lugares do país, mas com este sistema se torna muito barato, usando apenas equipamentos de rádio mais simples, ter as mesmas informações que se conseguiria com radares”, disse Hansman. Segundo ele, em alguns anos o Brasil também poderá começar a testar o novo sistema, que pode logo se espalhar pelo país.
Sem panaceia

O professor do MIT explicou, entretanto, que este sistema não vai corrigir todos os problemas da aviação no mundo, mas apenas tornar mais fácil o monitoramento, permitindo saber a localização exata dos aviões a cada momento. Segundo ele, esta tecnologia não faria diferença se estivesse em funcionamento na época em que o voo AF 447 caiu no Oceano Atlântico enquanto ia do Rio de Janeiro para Paris.

“No caso do acidente da Air France, seria impossível saber onde o avião desapareceu. O problema é que rádios convencionais não vão tão longe, e quando se está a algumas centenas de milhas no oceano, não se tem comunicação direta. Rádio normal só segue em linha reta e por conta da curvatura da terra, quando se passa de uma certa distância, seria preciso olhar através do chão para encontrar a aeronave, como as onda de rádio não passam pela terra, é impossível.”

O especialista em aviação explicou que o novo sistema de monitoramento de tráfego aéreo é uma das principais tecnologias em desenvolvimento na atualidade. Segundo ele, também está sendo trabalhado um sistema comunicação automática de dados entre o avião e os controladores. “Temos uma versão crua disso em alguns aviões, mas precisamos atualizar isso, que na verdade é um sistema de troca de emails entre a aeronave e o controle em terra, permitindo que o controle crítico seja feito em formato de dados”, disse.

Analisando a dificuldade em determinar as causas do acidente da Air France por conta de não terem sido encontradas as caixas pretas da aeronave, Hansman alegou que não é necessário elaborar nenhum sistema novo para armazenamento de informações de segurança de voo, pois o que existe já costuma funcionar bem.

“O acidente da Air France foi um caso muito específico. Em 99,9% dos casos é possível recuperar as caixas pretas após o acidente ou descobrir de outra forma as causas do acidente, então não sei se faz sentido mudar totalmente o sistema de registro de informações de vôos por causa desse caso isolado.”

Fonte: G1

Tarifa média em outubro é a menor desde 2002

A Agência Nacional de Aviação Civil informa que a tarifa média cobrada pelas companhias aéreas nacionais em 67 rotas domésticas em outubro de 2009 foi de R$ 312,20, a mais baixa para meses de outubro desde 2002, com valores atualizados pela inflação (IPCA). Os dados fazem parte do Relatório Yield Tarifa, divulgado mensalmente pela agência, e consideram apenas as tarifas públicas – aquelas pagas pelos passageiros ou empresas na compra pela Internet, agências de viagens ou balcão das companhias. No acumulado de janeiro a outubro de 2009, a tarifa média está 27,2% abaixo do valor registrado durante todo o ano de 2008

Fonte: http://www.diariodoturismo.com.br

Aviação não está preparada para classes C e D, diz OceanAir

O diretor Comercial da OceanAir e Avianca, Renato Pascowitch, demonstrou preocupação em relação ao crescimento das classes C e D na aviação comercial. Para ele, as companhias aéreas precisam aprender a lidar com este público, pois, segundo o dirigente, representa a maior fatia no crescimento dentro da aviação.

Se baseando em uma pesquisa do Ministério do Turismo que apontou um crescimento de mais de 20% na presença deste público nos últimos anos, Pascowitch falou que este problema envolve toda cadeia do turismo.

"Não é um problema nosso ou de uma outra empresa, mas de toda a cadeia responsável pela aviação. Este público não está acostumado a viajar de avião e com o crescimento da economia e com facilidades de pagamento, eles estão se programando para ir de avião e não mais de carro ou ônibus. Cabe a nós nos adequarmos a este público, a OceanAir está fazendo a parte dela, mas é preciso que todos façam a sua", aconselhou.

Pascowitch comandou a palestra Segmentação Turística – Identificando Produto e Demanda para Ampliar seu Negócio, realizada no último dia do Festival do Turismo de Gramado. No final ele falou das expectativas de crescimento da aviação no Brasil, que deve chegar aos 15%, três vezes mais que o aumento esperado do PIB do país: "É uma tendência que tem sido notada há cinco anos. A aviação cresce sempre o dobro ou triplo do PIB", disse lembrando que a exceção foi ano passado, devido à crise.

Fonte: Mercado e Eventos

19.11.09

Aviação: contratações neste final de ano

A contratação para serviços temporários para os últimos meses do ano não se restringe só ao comércio varejista. O setor de aviação, por exemplo, o período para novas contratações é de boas perspectivas, conforme disse o presidente do Centro Educacional de Aviação do Brasil, Salmeron Cardoso Júnior.

- Os últimos meses de 2009, em especial, estão carregados de boas notícias para o setor. Temos o mercado pós crise, novas empresas e eventos à vista, como a Copa e as Olimpíadas. É o momento perfeito para os profissionais de check-in e comissários de vôo.

A comparação entre os setores não é totalmente igual: enquanto as vagas disponíveis no comércio têm, em sua maioria, um tempo determinado de duração, as oportunidades no setor aéreo são todas efetivas.

- Os novos comissários de vôo têm em mãos duas vantagens: além de não precisar ter um nível superior para iniciar o trabalho, há uma estabilidade típica na carreira. O trabalho não é temporário.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a demanda por vôos domésticos cresceu 42% em outubro deste ano, quando comparada ao mesmo mês de 2008. Além disso, há no mercado o surgimento de empresas nacionais que anseiam por mão de obra. Segundo Cardoso, para aproveitar os bons ares e as perspectivas positivas de contratação, é fácil.

- Quem deseja seguir carreira, basta se especializar em uma escola de aviação. Após o curso, é fazer a prova da Anac e alçar vôo.

No comércio varejista, segundo dados da Fecomércio/DF, apenas em Brasília, a estimativa é que pelo menos 3 mil vagas estejam abertas, à espera de candidatos. No Rio de Janeiro não é diferente: de acordo com a Fecomércio/RJ, 2009 registra um aumento de 5,4% de contratações em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Mercantil

Azul e Embraer fazem parceria para certificar querosene

A Embraer e a companhia aérea Azul anunciaram hoje uma parceria para certificar um tipo de querosene de aviação renovável. O projeto de um bioquerosene é desenvolvido pela empresa Amyris que tem uma planta piloto em Campinas (SP) a partir de cana-de-açúcar. A Azul se comprometeu em realizar um voo de demonstração com um dos seus E-Jets da Embraer para a certificação do combustível no início de 2012.

O projeto também conta com a participação da GE, fabricante dos motores do modelo da Embraer. Segundo o diretor de meio ambiente da Embraer, Guilherme Freire, a busca da redução das emissões de CO2 dos aviões é uma preocupação de toda a indústria de aviação, tendo em vista que o tráfego aéreo mundial é responsável por 2% de todas as emissões de gases do efeito estufa, e a tendência é alcançar 3% até 2050. O primeiro teste com bioquerosene a partir de cana-de-açúcar será feito com uma mistura de porcentual ainda não definido em combustível de origem fóssil.

Segundo o diretor-geral da Amyris, Roel Collier, as pesquisas mostram que o uso da cana-de-açúcar como matéria-prima para o bioquerosene é economicamente viável, sustentável, e capaz de alcançar o mesmo desempenho dos motores que hoje usam combustíveis fósseis. Segundo ele, embora o processo de certificação do uso deste tipo de combustível na aviação seja muito longo a empresa poderá produzir o bioquerosene em escala industrial a partir de 2013.

Segundo o diretor de desenvolvimento comercial da General Eletric (GE), Cláudio Loureiro, já foram feitos testes usando querosene a partir de babaçu, mas o voo da Azul será o primeiro a testar o combustível de cana-de-açúcar. Segundo ele, a Continental Airlines trabalha em um outro projeto com a Boeing para testar um outro tipo de biocombustível, cuja a biomassa não é revelada.

O executivo da Amyris afirmou que o objetivo da multinacional é fazer do Brasil uma plataforma de produção de combustível a partir de cana-de-açúcar. Ele confirmou que a companhia fará, nos próximos dias, uma aquisição de usinas para operar plantas industriais no Brasil.

Fonte: Abril

Airbus lança “Sharklet” para a Família A320 com o compromisso da Air New Zealand


A extensão reduz o consumo de combustível e emissões de carbono, além de aumentar o alcance e a capacidade de carga.

A Airbus lançou o “Sharklet”, novo dispositivo de extensão de ponta de asa, especialmente concebido para aumentar a eco-eficiência e a relação carga/autonomia de voo da Família A320. Oferecidos com opções de ajuste, espera-se que os Sharklets resultem na redução do consumo de combustível em pelo menos 3,5% em voos de longa distância, correspondendo a uma redução anual de cerca de 700 toneladas de CO2 por aeronave. As aeronaves A320 que serão entregues no final de 2012 serão as primeiras a serem equipadas com o novo dispositivo, seguidas por outros modelos da Família A320 a partir de 2013. A Air New Zealand é a primeira cliente a encomendar os Sharklets, que serão específicos para a sua futura frota de A320.

O CEO da Air New Zealand, Rob Fyfe, declarou: “A Air New Zealand recentemente decidiu operar suas rotas domésticas e internacionais curtas com uma frota toda composta por A320s. Os novos Sharklets permitirão que a nossa frota Airbus se beneficie com um menor consumo de combustível e emissões de carbono, tanto nas rotas domésticas da Air New Zealand como, especialmente, nas viagens mais longas à Tasmânia”.

John Leahy, COO da Divisão de Clientes da Airbus, disse: “A eco-eficiente Família A320 está cada vez melhor. Estamos felizes porque a Air New Zealand reconhece que nossa Família de aeronaves de corredor único permanecerá como o produto mais rentável de sua categoria por muitos anos”. E acrescentou: “Os Sharklets não são apenas parte da resposta da Airbus para abordar questões ambientais e o aumento dos custos de combustível, mas também melhoram o desempenho geral da aeronave”.

Deve-se considerar que a melhora de 3,5% na eficiência energética com os Sharklets se somam ao efeito positivo às clássicas barreiras de ponta de asa do A320. Os benefícios da relação carga/autonomia de voo incluem um aumento de receita equivalente a aproximadamente 500 kg de carga útil ou um alcance adicional de 100 milhas náuticas com o volume de carga original. A instalação do Sharklet também mantém a Família A320 dentro da ‘Classe C’ (envergadura inferior a 36 m), estabelecida pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), e resulta no aumento de disponibilidade de peso máximo de decolagem (PMD), sobretudo em pistas limitadas por obstáculos. Além disso, onde o desempenho da pista não é limitado, operadores devem se beneficiar com a redução na pressão média de decolagem (com conseqüente economia nos custos com a manutenção do motor em cerca de 2%), ao passo que as comunidades também apreciarão um ruído ainda menor de decolagem. Outros benefícios incluem o desempenho de subida e a altitude inicial de cruzeiro mais elevada.

Esta evolução tem sido parte de um programa maior de melhoria contínua da Família A320, que é apoiada por um investimento superior a €100 milhões por ano. Para isso, a Airbus tem conduzido uma abrangente campanha durante vários anos para avaliar a melhoria de grandes dispositivos aerodinâmicos – não só através da A320 de teste da empresa, mas também por meio de suas ferramentas avançadas de simulação com fluidodinâmica computacional (CFD).

Fonte: Revista Fator

Para Constantino, da Gol, novo aeroporto de São Paulo tem de ser Viracopos

Segundo o empresário, Viracopos tem boa estrutura para o vôos internacionais

O empresário Constantino de Oliveira Júnior, presidente da Gol, diz acreditar que Viracopos, em Campinas, tem de ser o novo aeroporto que São Paulo precisa. Ele lembrou que o governo ainda estuda outras alternativas, já que Congonhas e Guarulhos hoje são insuficientes para dar conta do avanço do setor.

- Para mim, Viracopos é o terceiro aeroporto de São Paulo.

Segundo Constantino, há pontos que podem ser melhorados em Congonhas e Guarulhos, "mas nada que dará oportunidade de crescimento no mesmo ritmo do mercado doméstico". Já Viracopos, a cerca de 80 quilômetros da capital, necessita de investimento para acesso, como um trem expresso, o que já está sendo planejado pelo governo.

Conforme o profissional, a realização da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016 sensibilizam o governo brasileiro para a necessidade de investimentos em controle aéreo no País, até porque foram assumidos compromissos e prazos que precisam ser seguidos.

- Do ponto de vista das companhias aéreas, não haverá problemas.

Dinheiro da concessão de aeroportos servirá para manter terminais deficitários, diz diretor

Todo o recurso obtido com a eventual concessão de aeroportos públicos deverá ser reinvestido no próprio sistema de aviação civil, financiando a ampliação e manutenção de aeroportos hoje considerados deficitários. A afirmação é do diretor do Departamento de Política de Aviação Civil do Ministério da Defesa, Fernando Antônio Ribeiro Soares.

Ao participar, ontem, de audiência pública realizada pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados para discutir o tráfego aéreo na Amazônia Legal e a privatização dos aeroportos brasileiros, Soares negou que o governo federal planeje encerrar as operações da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero).

- O objetivo é expandir a infra-estrutura aeroportuária. A Constituição Federal veta a privatização de aeroportos, estabelecendo que os serviços de navegação aérea e a própria infra-estrutura aeroportuária são serviços de titularidade da União, que pode permitir ou autorizar que a iniciativa privada preste esses serviços, transferindo-os, mas regulando-os e fiscalizando-os - disse.

De acordo com Soares, o modelo de concessão da infra-estrutura aeroportuária deverá estabelecer que o valor de outorga a ser pago pela empresa que obtiver a concessão para explorar comercialmente aeroportos lucrativos como o do Galeão ou o de Viracopos (que inclusive já contam com a resolução do Conselho Nacional de Desestatização) irá para um fundo responsável por repassar o dinheiro para determinadas localidades.

O diretor disse ainda não haver uma definição sobre qual órgão irá administrar os recursos obtidos com as concessões.

- Isso é uma decisão que cabe ao governo. Poderia ser a Infraero, poderia ser a Agência Nacional de Aviação Civil. Ou seja, isso é uma decisão política. O que defendemos é que esses recursos permaneçam no sistema para financiar os aeroportos que interessam ao país - afirmou.

Soares negou que, na prática, tal medida acabará por retirar as atribuições da Infraero.

- Não tira. Simplesmente haveria um caixa em alguma área do governo, talvez no próprio Ministério da Defesa, que repassaria os recursos não só para a Infraero, mas também para o Comando da Aeronáutica e para os estados e os municípios continuarem gerenciando os aeroportos de interesse.

Fonte: Monitor Mercantil

18.11.09

Companhias aéreas testam varejo a 35 mil pés


Os passageiros de voos nos Estados Unidos já estão pagando por sanduíches, bebidas, travesseiros e até pelos fones de ouvidos, que costumavam ser distribuídos no início da viagem e devolvidos na aterrisagem. É o que mostra matéria publicada nesta terça-feira no site do jornal americano New York Times.

Enquanto as empresas de aviação civil procuram cada vez mais reduzir seus custos através da venda destes serviços usuais a voos, por que não também começar a vender serviços de limousine ou até mesmo ingressos para espetáculos da Brodway?

Para muitas empresas, ainda não passa de uma ideia. Mas a American Airlines já começou a testar o conceito de varejo no ar. A companhia está vendendo bilhetes para o Heathrow Express - trem que liga o maior aeroporto inglês ao centro de Londres - nos voos cujo destino seja a capital britânica.

Venda a bordo talvez seja a maior oportunidade de varejo ainda não explorada na sua totalidade
A American Airlines também está oferecendo acesso à internet nos voos, além de itens do SkyMall, um catálogo com variados tipos de produtos que vem ocupando espaço no encosto dos assentos das aeronaves por 20 anos.

- Nós não investiríamos se não nos sentíssemos confortáveis de que isso traria uma significativa taxa de retorno - disse John Tiliacos, diretor-gerente de produtos à bordo da American Airlines, que completou:

- Deixando de olhar nosso ramo de atividade como indústria, financeiramente, somos capazes de identificar muitas novas fontes de retorno.

Outras companhias americanas não quiseram falar de seus planos a respeito desta estratégia, mas, cedo ou tarde, todas as grandes companhias aéreas assumirão que estão trabalhando na expansão do serviço de ofertas de produtos a bordo.

Comércio por todos os lados

Se discute se os passageiros de avião vão abrir suas carteiras no ar. Mas Michael Levy, professor de marketing e diretor do Retail Supply Chain Institute, da Babson College, em Massachusetts, espera que eles vão comprar dentro do avião, como compram fora dos portões de embarque.

- Veja o que vem acontecendo nos aeroportos - diz Levy - muitas vezes os consumidores são atraídos pela quantidade de lojas e ofertas ao redor. Quem não tem nada para fazer enquanto espera o voo, acaba comprando - conclui o professor de Massachusetts.

Passageiros de avião são os melhores compradores do planeta

Outro fator que impulsiona as vendas a milhares de pés de altura é o avanço tecnológico. A GuestLogix é uma empresa canadense que vende máquinas leitoras de cartão de crédito e softwares de vendas específicas para a empresas aéreas. De acordo com Brett Proud, vice-presidente mundial de vendas e relacionamento com clientes da GuestLogix, "venda a bordo talvez seja a maior oportunidade de varejo ainda não explorada na sua totalidade".

Os passageiros podem aprender sobre os produtos oferecidos nos anúncios nos assentos, nos prospectos distribuídos ou nos anúncios veiculados nos próprios voos ou com promotores de venda espalhados nas salas de embarque. Também nos sites das companhias aéreas ou pelas mídias sociais.

Mas as companhias também precisam aprender o que agrada os passageiros. Encontrar o mix de produtos mais adequado a ser oferecido aos passageiros é importante, por que oferecer um produto errado, pode irritar os clientes.

- Não podemos colocar nada à disposição dos passageiros que possa suscitar reações do tipo 'você deve estar brincando' - reforçou Tiliacos, da American Airlines.

Facilidades

Em outros tempos, os passageiros a bordo poderiam folhear catálogos como o SkyMall, mas só poderiam efetivar sua compra depois que o avião pousasse. Com a aquisição daquilo que a presidente da SkyMall, Cristine Aguillera, costuma chamar de "caixa registradora no ar", as vendas podem ser realizadas durante o voo.

- Passageiros de avião são os melhores compradores do planeta - ratificou Cristine.

Charles Flateman, vice-presidente de marketing da Schubert Organization, disse em entrevista para o New York Times, que tem conversado com a GuestLogix sobre vendas dentro dos aviões de ingressos para Brodway e outros tipos de shows.

Também a Walt Disney Company anda negociando maneiras de vender ingressos para seus parques temáticos ao redor do mundo, dentro das aeronaves. Por enquanto as máquinas de cartão de crédito ainda não conseguem fazer uma leitura inteligente, identificando a disponibilidade de ingressos em tempo real.

Para o presidente da GuestLogix, ainda é necessário um pequeno ajuste de tecnologia para garantir que os ingressos de shows e de eventos com número limitado de público possam ser vendidos durante os voos, com a garantia de que os lugares estarão reservados após o pouso do avião.

- É nosso desejo e nossa meta. Imagine o quanto seria maravilhoso poder vender bilhetes da Brodway enquanto o avião ainda está sobrevoando Nova York? - comentou Flateman.

Comissários sem comissão

Enquanto o conceito de vendas durante viagens de avião está amadurecendo na American Airlines, a companhia aérea irlandesa, Ryanair, já vem praticando esta cultura desde a década de 1990. No caso da Ryanair, os lucros maiores alcançados com a estratégia de varejo a bordo é utilizado para subsidiar os custos e repassar aos clientes preços de passagens mais baratos. E o valor mais baixo das passagens foi revertido em assentos cada vez mais ocupados.

- Fundamentalmente, estamos no setor aéreo com mentalidade de varejo. Podemos expandir nosso negócio reduzindo as despesas e todo lucro adicional significa que podemos investir no crescimento da empresa.

Mas uma questão que ainda vai gerar muita discussão é o aspecto trabalhista da nova cultura de varejo das companhias aéreas. Afinal, o trabalho de executar a venda cai nas costas da tripulação das aeronaves e os órgãos ligados a sindicatos e associações de funcionários já se mexem a esse respeito. Em carta enviada à American Airlines, a Associação dos Profissionais de Atendimento em Voos dos Estados Unidos ratificou que comissões de vendas feitas através do SkyMall ou qualquer outro tipo de venda devem ser negociadas como parte do acordo coletivo referente à remuneração da categoria.

Resta agora aguardar o resultado dos testes de vendas a bordo nos Estados Unidos e Europa, e ver se a moda um dia vai pegar no Brasil.

Fonte: O Globo

Embraer não vai parar produção de jato 145

A fabricante de aviões Embraer não vai interromper a produção da aeronave modelo ERJ-145, um jato de 50 lugares, afirmou o presidente-executivo da empresa, Frederico Curado. Ele acrescentou que a companhia ainda não decidiu se fabricará uma aeronave maior na China.

"Não vamos descontinuar a produção", disse Curado durante a feira Dubai Air Show.

O jornal Estado de S. Paulo publicou este mês que a fabricante de aviões brasileira tinha decidido abandonar a produção do modelo 145. O diário também publicou que a Embraer vai produzir o jato E-190, de 120 lugares, na China.

Nesta terça-feira, o presidente da Embraer informou que a empresa não tem uma decisão sobre produção na China. "Eu diria que por volta dos próximos seis meses deveremos decidir sobre isso."

A Embraer anunciou nesta terça-feira que vendeu cinco jatos 175 para a Oman Air, em transação avaliada em 177,5 milhões de dólares. O valor pode dobrar se todas as opções de compra forem exercidas. O primeiro avião de 72 lugares será entregue em 2011.

Fonte: O Globo

A330 é a primeira aeronave certificada para ETOPS "além de 180 minutos"

A Agência Européia de Segurança em Aviação (EASA) certificou todos os modelos Airbus A330 com o Certificado de Operações de Voo Estendido para Aeronaves de dois motores (ETOPS) “além de 180 minutos”. Essa autorização torna as aeronaves da Família A330 as primeiras a receberem esse tipo de certificação, tanto da EASA quanto da FAA (Agência Americana da Aviação). O novo recurso estará disponível de acordo com a escolha do cliente e poderá estender a distância de desvio em até 1.700 milhas náuticas. Essa distância corresponde ao tempo máximo de desvio proporcionado pelo ETOPS ao modelo A330, que é de aproximadamente 240 minutos (em uma velocidade abaixo das condições padrão com um motor inoperante).

As operadoras de aviões de dois motores que optarem por esse recurso agora poderão voar para novas rotas que atualmente não operam dentro das regras do ETOPS. Para as aeronaves A330, exemplos de novas rotas incluem a porção sul do Oceano Atlântico e as áreas centrais e sul do Oceano Pacífico, além da parte central do Oceano Índico. As empresas que já operam voos nessas rotas serão beneficiadas com a nova regulamentação, já que passam a poder voar de forma mais direta e eco-eficiente. Estimativas demonstram um potencial de economia de combustível de até 10% para algumas das rotas de longo percurso (com conseqüente redução da emissão de CO2).

A recente liberação da extensão do ETOPS para aproximadamente 1.700 milhas náuticas e 240 minutos foi possível, em parte, devido à comprovada confiabilidade e robustez dos sistemas da aeronave e seus motores, conforme demonstrado nas mais de 14 milhões de horas em 3.500 milhões de voos realizados. A ETOPS é uma regra da Organização Internacional de Aviação Civil (International Civil Aviation Organization - ICAO) que permite que as operadoras de aeronaves de dois motores voem em rotas com um limite máximo de horas do aeroporto mais próximo. Desde 1995, os modelos A330 da Airbus têm recebido aprovação da EASA e da FAA para voarem com ETOPS de até 180 minutos e, com isso, acumularam mais de cinco milhões de horas de voo em mais de 800 mil voos ETOPS.

Fonte: Aviação Brasil

BNDES promete apoio à Aviação Regional

Em breve, o BNDES deverá anunciar um produto financeiro específicio de apoio para o desenvolvimento da aviação regional. A indicação foi colocada pelo presidente do banco, Luciano Coutinho, aos presidentes da ABETAR (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional), Apostole Lazaro Chryssafidis e da Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional (FPDTAR), deputado federal Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), durante reunião no escritório do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, em São Paulo,

Segundo Chryssafidis, a expectativa do BNDES é beneficiar tanto a expansão do transporte aéreo regional no país, como também estimular toda a cadeia produtiva da indústria aeronáutica. “Nós saímos bem entusiasmados da reunião. O presidente está muito bem informado sobre o assunto e se mostrou disposto a apoiar a aviação, já que o setor é um vetor importante para desenvolvimento do país.”, disse Lack,

Para garantir rapidez na viabilização do produto, a ABETAR tem uma nova agenda no início de dezembro. Essa próxima reunião contará com a presença de técnicos do BNDES, Ministérios da Defesa e da Fazenda, ANAC, Embraer e Frente Parlamentar em Defesa do Transporte Aéreo Regional. Na ocasião, os técnicos do BNDES, apresentarão um modelo de financiamento, baseado nas demandas do setor.

Fonte: Brasilturis

Gol entra em grupo usuário de combustível sustentável

A Gol anunciou sua entrada no Sustainable Aviation Fuel Users Group (Safug), o grupo de usuários de combustível de aviação sustentável, em português. O programa reúne empresas aéreas e provedores de tecnologia, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de novas fontes sustentáveis de combustível para aviação, alcançando seu uso comercial.

O grupo trabalha em dois projetos preliminares de pesquisa sobre sustentabilidade. O primeiro prevê a revisão extensiva sobre a sustentabilidade do cultivo do pinhão manso como alternativa para geração de combustível sustentável. E outra frente de estudos é relacionada ao uso de algas, com o objetivo de certificar que seu uso atende aos critérios de sustentabilidade. O grupo também prevê estudos futuros com outros tipos de matérias-primas.

"Essa é uma grande oportunidade para estarmos em meio ao seleto grupo de companhias aéreas que visam tornar-se componentes atuantes no controle de seu futuro, especialmente no seu suprimento de combustíveis, em termos de origem, sustentabilidade e impacto ambiental", afirma o comandante Fernando Rockert de Magalhães, vice-presidente Técnico da Gol. Ao aderir ao grupo, a Gol adota como premissa que qualquer biocombustível sustentável deve apresentar um desempenho igual ou superior aos combustíveis à base de querosene, mas com taxas mais reduzidas de emissão de dióxido de carbono.

Uma das afiliadas ao programa Safug e apoiadora da iniciativa é a Boeing, fabricante de aeronaves e fornecedora dos equipamentos que compõem a frota padronizada da Gol. A Boeing dará suporte técnico para o desenvolvimento dos novos combustíveis. "A prioridade número um é levar adiante e completar os estudos sobre fontes sustentáveis, como as plantas, seu cultivo, colheita e impactos econômicos, o que pode nos ajudar a atingir nossa meta", afirma Billy Glover, diretor e gerente de Estratégia Ambiental da Boeing Commercial Airplanes.

Fonte: Abril

17.11.09

Em dezembro, voos sazonais para os Estados Unidos


A entrada da US Airways no Brasil aumenta o número de destinos para os Estados Unidos na mesma época em que tradicionalmente começam os voos extras do verão ligando o país ao Brasil. A United Airlines vai oferecer voos sazonais sem escalas entre o Aeroporto Internacional Galeão Tom Jobim, no Rio, e Dulles, em Washington, de 18 de dezembro a 10 de janeiro. O voo será operado por um Boeing 767.

A Delta vai ter novos voos de 767 ligando São Paulo a Los Angeles, às terças-feiras, às quintas e aos sábados, a partir de 15 de dezembro, e Fortaleza a Atlanta, com um 757, às segundas e às quintas-feiras, a partir do dia 16. Um outro voo da Delta, entre Brasília e Atlanta, também com 767, começa no dia seguinte, operando às terças-feiras, às quintas e aos sábados. A data de término destes voos não foi decidida.

A Continental e a TAM, empresa brasileira que também voa para os EUA, ainda não tinham anunciado sua programação de voos adicionais para as férias de verão, até o fechamento desta edição. Mas, na cerimônia de entrada da Continental na Star Alliance, em Nova Jersey, onde representou a TAM, o diretor de Alianças e Relações Internacionais Marcelo Varella contou que a companhia procura aumentar a sua capacidade de transporte de passageiros entre o Rio e Nova York. Marcello afirmou que um Airbus A330 seria usado como avião complementar na rota, feita por um 767, em alguns dias da semana:

- Pode ser que isso fique permanente em 2010, assim como com a rota Rio-Miami. A gente acreditou no Rio (como saída para voos internacionais) antes de a cidade ser escolhida para as Olimpíadas.

Fonte: Gustavo Alves (O Globo) / Aviation News