10.7.19

Quer entender do 737 Max???


Se você quer literalmente uma AULA sobre o Boeing 737 Max, aqueles que estão “groundeadaos” (termo aportuguesado da palavra “grounded”), vale muito a pena ver o vídeo.

Título do Vídeo: Boeing 737 Max, O que deu ERRADO? - Ft. Lito Aviões e Músicas - PARTE 1

Texto original do Youtube: “Na última versão do avião mais vendido do mundo, o Boeing 737 Max, as coisas não seguiram do jeito que deveriam. O 737 Max 8 se envolveu em dois acidentes fatais em menos de um ano, o que colocou a Boeing em uma situação complicada. Mas o que exatamente deu errado? Eu chamei o Lito do canal Aviões e Músicas para me ajudar a explicar toda a trajetória do Boeing 737 e mostrar o que deu errado nessa atualização do avião (...)”



9.7.19

Imperdível... A PONTE AÉREA!!!

Vídeo imperdível sobre a história da Ponte Aérea, vale muito a pena assistir.


Publicado em 7 de jul de 2019 pela TV FOLHA no YouTube.

Texto original publiciado: “Principal ligação aérea do país e a quarta mais movimentada do mundo, a ponte Rio-São Paulo chega neste sábado (6) aos 60 anos em um momento de turbulência —felizmente, não nos céus.”


1.7.19

KLM recebe seu primeiro Boeing 787-10, a “aeronave do centenário”


A Koninklijke Luchtvaart Maatschappij, mais conhecida como KLM, é a mais antiga companhia aérea e operação sob seu nome original, estando prestes a comemorar seu 100º aniversário no dia 7 de outubro.

Neste sábado (29), a empresa começou a contagem regressiva de 100 dias e, para tanto, planejou uma grande festa no aeroporto de Amsterdam para convidados ilustres do seu país, executivos, imprensa e convidados. Entretando, um atraso de 23 horas na entrega fez com que o primeiro Boeing 787-10 da empresa, “convidado principal” da festa, não pudesse comparecer. No seu lugar, a empresa expôs o igualmente vistoso Boeing 777-300ER “Orange Pride”.

Decorado com uma bonita pintura comemorativa aos 100 anos, o Boeing 787-10 (PH-BKA) seria o ponto alto do evento social de ontem. No entanto, por motivos alheios à vontade da companhia, ele veio a aterrissar no Aeroporto de Schiphol somente neste domingo (30), às 9h10, e cumprindo o voo especial KLM100. A recepção foi com festa e saudação de jatos d’água por parte dos bombeiros (foto de introdução da matéria).

A KLM espera receber mais sete Boeing 787-10 entre 2021 e 2023. Todos eles são fruto de uma encomenda da Air France, transferida para a KLM, que já operava outras versões do 787. Em troca, as encomendas de A350 que seriam da KLM, foram transferidas para a Air France. O grupo Air France – KLM havia anunciado essas mudanças como parte de um projeto de padronização de frotas.

Muitas outras novidades são esperadas para o centenário da KLM. Ontem, a empresa anunciou um acordo com a SkyNRG, maior produtor de biocombustíveis do mundo, para compras massivas ao longo dos próximos 10 anos. Além disso, a empresa também confirmou seu investimento do projeto de asa-voadora, cujo mock-up do seu interior estará exposto em Amsterdam a partir de setembro.

Confira um vídeo especial dos 100 anos:



https://www.aeroin.net/klm-recebe-seu-primeiro-boeing-787-10-da-klm-a-aeronave-do-centenario/

Justiça impede Anac de redistribuir licenças de pousos e decolagens da Avianca Brasil

Medida visa garantir o leilão de ativos da companhia aérea, marcado para 10 de julho

A Justiça paulista decidiu impedir que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) redistribua os slots (autorizações de pousos e decolagens) da Avianca Brasil , companhia aérea em recuperação judicial desde dezembro e sem voar há um mês.

A medida visa garantir a realização do leilão de ativos da Avianca, condição indispensável para a companhia saldar parte da dívida com os credores. Previsto para ser realizado em 7 de maio, o certame foi suspenso horas antes de começar por causa de uma liminar obtida pela operadora de serviços aeroportuários Swissport e autorizado na semana passada. O leilão está marcado para 10 de julho, em São Paulo.

A posse dos slots por lei é da Anac. A agência concede – ou não – esse tipo de autorização às companhias aéreas apenas duas vezes ao ano. A próxima mudança desse tipo está prevista para outubro. Apesar disso, na última segunda-feira (24/6) a Anac sinalizou a intenção de passar adiante os slots da Avianca Brasil já nas próximas semanas, de maneira excepcional. O motivo é a inoperância da companhia aérea, sem voar desde 24 de maio.

Pelas regras da Anac, uma companhia aérea só tem direito a usar a autorização se atender a critérios de pontualidade dos voos medidos diariamente pela agência. Ou seja, para manter os slots, uma empresa precisa estar com sua frota em funcionamento, o que não é o caso da Avianca Brasil.

A questão é que, com a redistribuição dos slots da Avianca Brasil, a companhia aérea perderia a autorização para operar. Com isso, não teria o que oferecer ao mercado no leilão marcado para 10 de julho, dizem fontes por dentro da situação financeira da companhia aérea. 

O juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital paulista, responsável pelo caso, concedeu tutela de urgência ao pedido dos advogados da Avianca Brasil, feito na última quarta-feira, para impedir a Anac de conceder os slots da companhia aérea a outras companhias aéreas.

No despacho, Rodrigues Filho argumenta que a Anac "vem adotando diversas medidas administrativas voltadas à retomada dos slots em absoluta contrariedade ao quanto estabelecido pelo plano de recuperação judicial e ao quanto já determinado pelo Egrégio Tribunal de Justiça de São Paulo".

Caso descumpra a decisão, a Anac corre o risco de ser multada em R$ 10 milhões.

Sem dinheiro para o aluguel da frota, a Avianca Brasil perdeu mais de 80% dos aviões nos últimos sete meses – restam apenas quatro. A companhia deve cerca de R$ 3 bilhões a credores que incluem empresas de aluguel de aeronaves, prestadoras de serviço aeroportuários e o fundo Elliott, especializado em ativo de risco.

https://oglobo.globo.com/economia/justica-impede-anac-de-redistribuir-licencas-de-pousos-decolagens-da-avianca-brasil-23771513

Crise reduz movimento e deve adiar parte dos investimentos em aeroportos concedidos

No Galeão e em Viracopos, sistema de 'gatilho' pode desobrigar atuais concessionárias de fazer parte das obras previstas em contrato. Governo e Anac dizem que não haverá prejuízo.

A crise econômica que atinge o país deve provocar o adiamento de uma parte dos investimentos previstos para aeroportos que estão sob concessão.

Em dois casos, Galeão (RJ) e Viracopos (SP), há risco de que obras listadas em contrato não sejam executadas pelas atuais concessionárias.

Isso acontece porque os contratos preveem, em alguns casos, o chamado "gatilho", dispositivo que obriga as empresas a fazerem determinados investimentos se os aeroportos atingirem um patamar de movimentação de passageiros ou aeronaves.
Entretanto, se o gatilho não é disparado, a concessionária não precisa fazer a obra.

Os estudos do governo para o leilão dos aeroportos foram feitos no começo da década, período de crescimento econômico. Por isso, havia, naquela época, a expectativa de que todos os gatilhos fossem disparados durante as concessões.
Previsões mais recentes, que já levam em conta os efeitos da crise, apontam, porém, movimentação de passageiros e aeronaves bem abaixo da estimada na época dos leilões.

Procurados, o Ministério da Infraestrutura e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontaram que não haverá prejuízos para os passageiros ou para o governo caso investimentos atrelados a gatilhos não sejam feitos nesses aeroportos (leia mais abaixo).

A Aeroportos Brasil, concessionária de Viracopos, informou que já pediu à Anac o reequilíbrio econômico-financeiro do seu contrato, devido à frustração na demanda de passageiros, que reduziu suas receitas. A concessionária Riogaleão, do aeroporto carioca, informou que não descarta fazer o mesmo.

Viracopos
Dos cinco aeroportos leiloados durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, três têm algum investimento atrelado apenas a gatilhos: Confins (MG), Viracopos e Galeão.

O caso de Viracopos é o mais emblemático. O contrato de concessão prevê a construção de uma nova pista de pouso e decolagem, a quarta, quando o aeroporto atingir 456 mil movimentos de aeronaves por ano.
Nos estudos da época do leilão, que aconteceu em 2012, a expectativa era que isso ocorresse antes de 2030, quando a previsão era de que o aeroporto já estivesse com 485 mil movimentos anuais.

As mais recentes estimativas do governo vão até 2038 e apontam que, até lá, Viracopos registrará 274,6 mil movimentos anuais, bem abaixo do necessário para disparar o gatilho da obra.

Como a concessão vence em 2042, há risco de que a concessionária não seja obrigada a fazer o investimento.


Foto: Arte/G1

A concessionária de Viracopos, a Aeroportos Brasil, admitiu que, pelas previsões atuais, a quarta pista de pouso e decolagem, e mesmo a terceira, não devem ser construídas durante sua concessão.

Galeão
No caso do Galeão, o contrato prevê a construção de uma nova pista de pouso e decolagem que deve estar pronta e operando antes de o aeroporto atingir 262,9 mil movimentos de aeronaves por ano.

Pelos estudos da época do leilão, que aconteceu em 2013, esse gatilho seria disparado antes de 2023. As mais novas previsões apontam, porém, que isso deve ocorrer entre 2037 e 2038. A concessão do aeroporto vence em 2038.

Foto: Arte/G1

Questionada se acredita na possibilidade de que o gatilho para a construção da pista não seja disparado dentro do período da concessão, a Riogaleão informou que "seguirá o que preconiza o contrato de concessão, estudando, oportunamente, a necessidade e a viabilidade de todos os ajustes imprescindíveis à operação do aeroporto."

Em relação ao aeroporto de Confins, os números não indicam risco de que o investimento atrelado a gatilho, também uma pista de pouso e decolagem, não seja feito dentro da concessão.

Ministério e Anac negam prejuízo

O secretário de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Saggioro Glanzmann, apontou que o contexto político e econômico da época do leilão era muito diferente do atual. Ele disse que não há preocupação em relação a eventuais gatilhos de obras nos aeroportos que não sejam disparados durante as atuais concessões.

"O fato de não disparar é sinal de que a modelagem até acertou, porque fazer uma pista de milhões sem justificativa econômica não faz sentido", disse o secretário. De acordo com ele, o ideal é que as concessionárias façam os investimentos de acordo com a demanda.

Leilão de aeroportos do Galeão e Confins arrecada mais de R$ 20 bilhões

Sobre eventuais pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos por parte das concessionárias, devido à frustração das expectativas de movimento de passageiros e aeronaves por conta da crise, Glanzmann afirmou que o governo não vai atender aos pedidos.

"Em hipótese alguma", disse ele. "O risco de demanda é do concessionário. O governo não vai assumir responsabilidade pela demanda", completou o secretário.
Em nota, a Anac informou que observa "o estrito cumprimento dos requisitos de investimentos" expostos nos contratos, "como o nível de serviço estabelecido (que garante o conforto ao passageiro) e o balanceamento da capacidade da infraestrutura".

Portanto, para a agência, quando uma obra atrelada a gatilho de movimento não é realizada significa apenas que "as premissas que embasaram a licitação refletiam a realidade da época, já distinta da realidade atual".

"Não significa, em nenhuma hipótese, descumprimento de cláusula contratual, ou prejuízo ao passageiro", informa a nota.

"Essa possibilidade de ajuste do investimento conforme a movimentação de passageiro garante maior adequação das obras à realidade das operações do aeroporto e, com isso, leva a investimentos mais eficientes", aponta a agência.

https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/07/01/crise-reduz-movimento-e-deve-adiar-parte-dos-investimentos-em-aeroportos-concedidos.ghtml

Airbus quer reduzir o No. de pilotos nas aeronaves


“O grupo Airbus está trabalhando no desenvolvimento de tecnologias para reduzir o número de pilotos necessários no cockpit de aviões...”

Leia toda a matéria em: https://rebrand.ly/lzdll4
Fonte: Uol