3.1.18

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Gol mantém venda das passagens dos voos da Pampulha após decisão do TCU

A suspensão da portaria atendeu a um pedido do senador Antonio Augusto Junho Anastasia (PSDB/MG).

No dia 27 de dezembro de 2017, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Governo Federal suspenda cautelarmente a portaria do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA) que liberou jatos de grande porte no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

A portaria permitia ainda voos para a capitais a partir de Belo Horizonte. Mesmo com a decisão do TCU, a Gol manteve a venda das passagens dos dois voos sem escalas que estão previstos para 22 de janeiro de 2018. A Gol foi a única a companhia até agora a ter voos aprovados com jatos de grande porte. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou que está analisando a decisão do TCU. Somente após essa análise é que a agência vai se posicionar sobre o assunto.

A suspensão da portaria atendeu a um pedido do senador Antonio Augusto Junho Anastasia (PSDB/MG). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa pedido da BH Airport, concessionária de Confins, para que seja concedida liminar suspendendo os voos na Pampulha.

No dia 18 de dezembro de 2017 a Passaredo suspendeu os voos da Pampulha para Ipatinga, Governador Valadares, Uberaba e Uberlândia. O motivo foi a falta de aeronaves para atender essas rotas. A Passaredo tem um voo dois voos sem escalas de Ribeirão Preto para a Pampulha.

http://www.tudodeviagem.com/2018/01/gol-mantem-venda-das-passagens-dos-voos-da-pampulha-apos-decisao-do-tcu/

Aves do entorno da Baía de Guanabara serão mapeadas

O objetivo da iniciativa é evitar que os animais colidam
em aeronaves e causem acidentes aéreos

Cidades do entorno da Baía de Guanabara, como Duque de Caxias, Magé, Itaboraí, Niterói e São Gonçalo estão passando por um mapeamento para identificar focos de atração de aves que possam gerar riscos de colisão com aviões.

O levantamento é uma ampliação do Programa de Gerenciamento de Risco da Fauna, que monitora os focos atrativos da fauna na Área de Segurança Aeroportuária (ASA) e faz o manejo da fauna na região do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão – Antônio Carlos Jobim.

O trabalho é feito em parceria com o Centro de Preservação de Aves de Rapina (Cepar) e conta com a atuação de aves de rapina e cães que afugentam ou capturam outras aves que ameaçam a operação do aeroporto.

De acordo com a assessoria da RIOGaleão, concessionária que administra o terminal, nas outras cidades será feito um mapeamento com a parceria das prefeituras, para saber a quantidade e tipos de aves que sobrevoam essas regiões. Áreas de lixões e concentração de pesca atraem animais que podem voar em direção ao aeroporto e colidir com as aeronaves.

Falcoaria

O trabalho com falcoaria e cães iniciou há 4 anos e, desde 2015, o número de colisões diminuiu 30%. Foram 109 em 2015, 74 em 2016 e 76 até novembro de 2017, segundo dados da Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes aeronáuticos (Cenipa).

De acordo com a Cepar, o número de acidentes foi reduzido na área de segurança onde o programa atua, mas ainda ocorre nas áreas de aproximação do aeroporto. Se forem consideradas apenas as espécies que habitam a área do terminal, a redução chega a 50%.

O manejo de fauna é feito por um grupo de 15 profissionais da biologia e veterinária. As aves de rapina – falcões e gaviões -, que são caçadoras naturais, são treinadas para afugentar e capturar urubus, carcarás e garça branca, e não matar.

A atividade é autorizada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e as aves são adquiridas de criadores legalizados e registrados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Já os cães, da raça pointer inglês, são adestrados para farejar e identificar ninhos, filhotes e carcaças, que são recolhidos pela equipe. As aves capturadas passam por exames e catalogadas, depois são soltas no Parque Natural de Gericinó, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

Cidades do entorno da Baía de Guanabara, como Duque de Caxias, Magé, Itaboraí, Niterói e São Gonçalo estão passando por um mapeamento para identificar focos de atração de aves que possam gerar riscos de colisão com aviões.

O levantamento é uma ampliação do Programa de Gerenciamento de Risco da Fauna, que monitora os focos atrativos da fauna na Área de Segurança Aeroportuária (ASA) e faz o manejo da fauna na região do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão – Antônio Carlos Jobim.

O trabalho é feito em parceria com o Centro de Preservação de Aves de Rapina (Cepar) e conta com a atuação de aves de rapina e cães que afugentam ou capturam outras aves que ameaçam a operação do aeroporto.

De acordo com a assessoria da RIOGaleão, concessionária que administra o terminal, nas outras cidades será feito um mapeamento com a parceria das prefeituras, para saber a quantidade e tipos de aves que sobrevoam essas regiões. Áreas de lixões e concentração de pesca atraem animais que podem voar em direção ao aeroporto e colidir com as aeronaves.

Falcoaria

O trabalho com falcoaria e cães iniciou há 4 anos e, desde 2015, o número de colisões diminuiu 30%. Foram 109 em 2015, 74 em 2016 e 76 até novembro de 2017, segundo dados da Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes aeronáuticos (Cenipa).

De acordo com a Cepar, o número de acidentes foi reduzido na área de segurança onde o programa atua, mas ainda ocorre nas áreas de aproximação do aeroporto. Se forem consideradas apenas as espécies que habitam a área do terminal, a redução chega a 50%.

O manejo de fauna é feito por um grupo de 15 profissionais da biologia e veterinária. As aves de rapina – falcões e gaviões -, que são caçadoras naturais, são treinadas para afugentar e capturar urubus, carcarás e garça branca, e não matar.

A atividade é autorizada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e as aves são adquiridas de criadores legalizados e registrados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Já os cães, da raça pointer inglês, são adestrados para farejar e identificar ninhos, filhotes e carcaças, que são recolhidos pela equipe. As aves capturadas passam por exames e catalogadas, depois são soltas no Parque Natural de Gericinó, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

Grupo de estudantes projeta aeroporto futurista e sustentável para 2050

A reformulação do transporte aéreo, apontam especialistas, passa pela modernização dos aeroportos. Soluções projetadas envolvem desde ideias acessíveis, como a iluminação por energia solar, até o uso de um sistema de catapulta nas decolagens

Nas viagens de avião, o tempo e os processos que envolvem ir ao aeroporto, embarcar e chegar ao destino final podem ser altamente desgastantes para os passageiros e o meio ambiente. Otimizar essas etapas mobiliza pesquisadores, já que a tendência é que a aviação transporte cada vez mais pessoas e cargas em um mundo preocupado com a sustentabilidade. As soluções em teste são diversas: de aeroportos projetados para funcionar no centro de grandes cidades a aeronaves para voos individuais.

Um grupo de estudantes da Escola de Arte de Glasgow, na Escócia, e cientistas da empresa aérea alemã Bauhaus Luftfart desenvolveram um novo conceito de aeroportos para ser construído em centros urbanos. Projetado para 2050, o CentAirStation terá 640 metros de comprimento, 90 metros de largura e, no mínimo, quatro andares. Aeronaves conseguirão decolar no local de pistas curtas e, como ele estará dentro da cidade, os passageiros não levarão mais do que 15 minutos para chegar ao ponto de decolagem.

Para isso, também haverá integração com outros meios de transporte. “O CentAirStation combinará a funcionalidade de conectar os modos de transporte, por exemplo, trem de alta velocidade, trem suburbano, carros e bicicletas, além de oferecer espaço de construção adicional para instalações não relacionadas ao transporte, como hotéis e escritório”, explica ao Correio Kay Ploetner, um dos idealizadores do projeto e pesquisador da Bauhaus Luftfart.

Ploetner explica que a meta do espaço é atender cerca de 10 milhões de passageiros, com um crescimento anual de até 15 milhões de pessoas. “Isso exigirá uma operação de 16 horas por dia, com uma média de 30 pousos e decolagens por hora”, frisa. A equipe também desenvolveu um modelo de aeronave que se encaixa às demandas do aeroporto. Apelidado de CityBird, o avião tem asas perpendiculares, capacidade para transportar cerca de 60 pessoas e um sistema de decolagem realizado por meio de uma espécie de catapulta. “O tempo em solo será limitado em 15 minutos. A CityBird foi projetada especificamente para as necessidades do CentAirStation”, diz Ploetner.

A equipe reconhece que há muito a ser feito para o projeto sair do papel, como a construção ou reformulação de cidades que permitam o funcionamento do aeroporto sustentável. “Existem várias iniciativas de pesquisa que têm visado aeronaves menores, que operem a partir de aeroportos menores e mais distribuídos. Chamamos isso de operações de trânsito fino. Esses conceitos são principalmente voltados para energia totalmente elétrica, oferecendo um enorme potencial para impactar viagens de cidade para cidade. As cidades que investigaremos para o uso do nosso CentAirStation serão analisadas com base nessas possibilidades”, adianta Ploetner.

Segundo o cientista, há três pontos-chave para a reformulação dos aeroportos. O primeiro é como permitir que a aviação  cresça e atenda uma demanda futura com a infraestrutura existente. O segundo consiste em incorporar de forma eficiente esse sistema a outros modos de transporte. “Por fim, temos que saber como podemos garantir que a pegada ambiental da aviação possa ser significativamente reduzida”, completa.

Integração

Segundo Jorge Eduardo Leal Medeiros, professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), esses e outros desafios para a construção de aeroportos otimizados estão sobre a mesa de arquitetos e urbanistas e devem ganhar espaços ainda mais prioritários. “É uma tendência. Temos visto muito isso, inclusive, em pequenas mudanças, como em relação à iluminação da pista. Muitas empresas buscam sistemas que tentem usar luz solar para essa tarefa, o que economiza bastante energia e é benéfico ao planeta”, ilustra.

O especialista ressalta que, assim como no projeto da Bauhaus Luftfahrt, um ponto bastante explorado no planejamento de aeroportos do futuro é a busca por formas que facilitem o acesso ao local. “Há uma preocupação em simplificar esse processo para que seja possível o uso da bicicleta, de ônibus e até de trens, que são opções um pouco mais difíceis de incorporar em todas as cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, mas que se encaixariam bem em outros locais. Isso facilitaria principalmente em regiões em que o fluxo de pessoas é alto”, ressalta Medeiros, listando em seguida alguns benefícios da adoção dessas práticas. “Essas alternativas evitariam a poluição produzida pelos carros e trariam uma economia de tempo na locomoção.”

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/01/02/interna_ciencia_saude,650854/grupo-de-estudantes-projeta-aeroporto-futurista-e-sustentavel.shtml

Empresa alemã começa a operar Aeroporto Salgado Filho a partir desta terça-feira

Fraport venceu leilão ocorrido em março de 2017. São previstas obras de ampliação de terminal, pista e drenagem, que devem ser iniciadas ainda em 2018.

A empresa alemã Fraport assume, a partir desta terça-feira (2), as operações do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, após o processo de concessões realizado pelo governo federal em março de 2017.

A empresa anunciou que deve iniciar as obras ainda em janeiro de 2018, com previsão de entrega para 2021. São a ampliação da pista, do terminal de passageiros e da drenagem do aeroporto. O valor destas obras é estimado em R$ 600 milhões, e faz parte do contrato de concessão.

A Fraport administra 30 aeroportos em todo mundo, sendo que no leilão realizado de 2017 também venceu a concessão para operar o aeroporto de Fortaleza, no Ceará. A concessão será de 25 anos, com possibilidade de prorrogar por mais cinco.

Desde julho de 2017, a empresa já atuava no Salgado Filho em parceria com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Além das obras, estão previstas implementação de sistemas automáticos de gerenciamento de bagagens, controle de segurança e 14 pontes de embarque de aeronaves.

Outras melhorias previstas são sinalização dos terminais, iluminação externa de acesso às rodovias, estacionamentos e terminais de carga e de passageiros.

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/empresa-alema-comeca-a-operar-aeroporto-salgado-filho-a-partir-desta-terca-feira.ghtml

22.11.17

David Neeleman, da Azul, adquire 32% da companhia aérea francesa Aigle Azur

Empresário terá como sócio o grupo chinês HNA, com o qual já tem parceria na empresa aérea brasileira

RIO - O Weaving Group vendeu sua participação de 32% na Aigle Azur, segunda maior companhia aérea da Franca, ao empresário David Neeleman, fundador e acionista da Azul Linhas Aéreas Brasileiras e sócio da Air Portugal, por meio do consórcio Atlantic Gateway. Neeleman terá como sócio na companhia o grupo chinês HNA (48%), com o qual já tem parceria na Azul (22%) e na TAP (cerca de 2,5% por sua participação também no consórcio Atlantic Gateway).

A Aigle Azur é a sexta companhia aérea na qual o empresário David Neeleman tem participação. Ele foi um dos fundadores das empresas de aviação americanas Morris Air (1992) e JetBlue (2002), antes de lançar a brasileira Azul (2008). Em 2015, o empresário entrou no bloco de controle da portuguesa TAP, quando a aérea lusa foi privatizada.

A nova investida de Neeleman acontece sete anos após a abertura de capital da Aigle Azur, cujo objetivo era ampliar seu modelo ao setor de longo curso. A companhia aérea conta com uma frota composta por aeronaves A319 e A320 e voa para 26 destinos.

"Por 16 anos, nosso Grupo esteve ao lado de Aigle Azur. Agradeço a toda equipe da empresa. Podemos nos orgulhar dos sucessos coletivos", disse, em comunicado, o presidente do Weaving, Meziane Idjerouidene.

O comunicado diz ainda que desde que o Grupo Go Fast tornou-se Weaving Group, em 2017, participou de várias negociações para vender a participação na Aigle Azur e que havia dois requisitos essenciais na seleção do novo parceiro: dar à empresa novas formas de crescimento e um acionista que conhecesse bem o setor.

"Essas condições agora são atendidas", diz o comunicado.

A Aigle Azur, fundada em 1946, é a mais antiga companhia aérea privada da França e da Europa. Em 2001, quando contava apenas com um avião, foi comprada pelo grupo Go Fast (atual Weaving Group). Em 2012, o grupo chinês HNA adquiriu 48% das ações. Em 2016, foi a vez do grupo Lu Azur comprar 20%, restando ao grupo Weaving 32% da empresa, agora de propriedade de David Neeleman.

https://oglobo.globo.com/economia/david-neeleman-da-azul-adquire-32-da-companhia-aerea-francesa-aigle-azur-22086860#ixzz4zAA85Cqs 
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Tá difícil: aeronave revolucionária de Bruce Dickinson sofre novo acidente

Airlander fez seis voos, dois deles com acidentes

Em 2007 foi fundada no Reino Unido uma companhia aérea chamada Hybrid Air Vehicles que tinha como objetivo revolucionar o mundo da aviação.

Um de seus acionistas é Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden e piloto, que investiu na ideia de criar uma aeronave inovadora chamada Airlander.

Trata-se de um dirigível que tem como propósito se tornar um mecanismo de transporte que poderia fazer longas viagens ao redor do globo sem a necessidade de reabastecimento, além de contar com um sistema de pouso e decolagem simplificado para levar pessoas e materiais até as regiões mais remotas.

Pois bem, acontece que como reporta o blog Todos a Bordo, o dirigível Airlander 10, maior aeronave do mundo, sofreu um novo acidente enquanto passava por um teste no último final de semana. Esse é o segundo acidente em seis voos de teste realizados desde agosto de 2016.

Após pousar na última sexta-feira, a Airlander foi amarrada a mastros de fixação no solo, mas no dia seguinte uma falha permitiu que a aeronave se soltasse.

Dessa forma, foi acionado um sistema de emergência que abre uma fenda na estrutura da aeronave fazendo com que gases fossem liberados, o dirigível esvaziado, e os danos ao local do incidente minimizados.

O acidente aconteceu em um aeroporto de Cardington, a 80 quilômetros de Londres, e a empresa disse que a aeronave foi desinflada e voltou segura ao campo de pouso, com o gás hélio e o combustível removidos com segurança.

Ninguém estava a bordo do dirigível no momento do acidente mas duas pessoas tiveram ferimentos leves. As causas do acidente estão sendo investigadas e testes que levariam a aeronave a voos mais altos e mais longos (de apenas 139 quilômetros) foram cancelados.

Vale lembrar que Bruce Dickinson chegou a falar que seu sonho seria realizar duas voltas ao mundo sem parar com a Airlander. Pelo jeito ainda vai demorar um bom tempo.

http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2017/11/21/airlander-bruce-dickinson/

17.11.17

Primeiro A380 parou.. :( fotos.....

First retired A380 superjumbo parked at Tarmac Aerosave awaiting sale or scrap


The first Airbus superjumbo to exit service will be stored minus its engines at a French airfieldas its owner seeks a new operator for a plane that while still relatively young in industry terms has fallen out of favour with airlines.


The A380 will be returned to leasing firm Dr. Peters after 10 years of service with Singapore Airlines, the model's first customer. With Airbus struggling to win orders for the double-decker and no second-hand market established, the aircraft will be parked at Tarbes in the foothills of the French Pyrenees.

Singapore Airlines still has brand new A380s on the way, and earlier this month revealed new seat designs for its superjumbos (see gallery above).

The A380 is the third built -- the first two being test planes -- and made the initial commercial flight by a superjumbo, between Singapore and Sydney on October 25, 2007. The jetliner's last passenger trip was to the city state from London on June 10, after which it was grounded for decommissioning. By comparison, Boeing 747-400 planes operated by British Airways typically date from 1990, according to the Ascend Worldwide database, with some slated to remain in service until 2024.




Dr. Peters, which owns four Singapore A380s, said that talks with potential new users of the aircraft continue and that it remains "optimistic" about agreeing a deal. At the same time, the jet's engines will be removed and returned to manufacturer Rolls-Royce for rental to other operators in a move that may buy the plane time or prove a prelude to its scrapping. The lessor used to get $US1.7 million ($A2.23 million) a month for the wide-body, whereas the Rolls deal will bring in $US480,000, offset by $US94,000 for storage and insurance.

Storing an A380 with no new operator in sight represents a setback for Airbus as it seeks to save the program through the sale of about 20 new planes to Emirates, the largest operator of the model. That deal could come next week at the Dubai Air Show and would help shore up build rates that have been repeatedly cut as orders dry up.

Airbus struck a blank on selling new A380s last year and has offered to revamp the model with fuel-saving winglets and 80 extra seats on top of the standard 550 to improve its appeal.

Popular site

Tarbes-Lourdes-Pyreenees airport, located 120 kilometres from Airbus's Toulouse headquarters in southwest France, is a popular parking site for jetliners. Tarmac Aerosave, Europe's biggest aircraft storage company, says it can accommodate 25 planes there and hundreds more at Teruel, Spain.




http://www.traveller.com.au/first-retired-a380-superjumbo-parked-at-tarmac-aerosave-awaiting-sale-or-scrap-gziiuo#ixzz4ygSdlxg6 

Aeroporto da Pampulha embarca na rota da superlotação

(https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/16/internas_economia,917061/aeroporto-da-pampulha-embarca-na-rota-da-superlotacao.shtml)


São 15h30, véspera de feriado. Apoiada de improviso num balcão, a televisão está ligada na Rede Globo, exibindo Sessão da Tarde. Três pessoas ocupam uma das quatro mesas de madeira da única lanchonete do aeroporto da Pampulha, na capital mineira.

Outros cinco ou seis passageiros aguardam para embarcar no saguão do terminal, que se prepara para retomar a operação de voos domésticos nacionais, autorizada em outubro por portaria do governo federal.

Para quem vê a calmaria na Pampulha, cenário habitual desde 2005, quando foram proibidas aeronaves de grande porte, é até difícil imaginar que, dentro de pouco tempo, 660 passageiros vão embarcar e desembarcar na terminal por hora. 

A movimentação de passageiros projetada acolhe demanda quase 20 vezes maior em relação à atual.

Funcionários do aeroporto e taxistas alimentam a expectativa de reviver os “bons tempos” da Pampulha, época em que o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, era considerado um “elefante branco”. E, para que isso aconteça, a Pampulha só depende do interesse das companhias. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu na segunda-feira processo para as empresas requisitarem a aprovação dos horários e rotas dos voos. O que não deve demorar e pode ocorrer antes mesmo do início do verão, em dezembro.

Divulgado esta semana pela Anac, o planejamento da movimentação do terminal indicou que Brasília, Rio (Santos Dumont), Vitória, São Paulo (Congonhas) e Goiânia foram as rotas de voo mais requisitadas. Gol e Azul controlarão um quinto dos voos (20%) cada uma, sendo que a Gol terá participação de 26% dos assentos e a Azul, 20%.

O horário mais cobiçado foi o das 9h. Depois de divulgar o resultado, a Anac ainda não recebeu nenhum pedido de voo pelas companhias, que estão estudando as rotas.

A imagem de um saguão vazio e com poucos serviços à disposição dos passageiros contrasta com os planos de expansão do terminal, que vai ter capacidade para embarcar 300 passageiros e desembarcar 360 passageiros por hora. 

Em um ano, a projeção é de mais de 5,7 milhões de passageiros, distante da capacidade de 22 milhões de passageiros de Confins, mas 19,2 vezes maior do que a movimentação da Pampulha hoje.

Para se ter uma ideia, em todo o ano de 2016, houve 300 mil embarques e desembarques no terminal vizinho à Lagoa da Pampulha, num total de 41,6 mil poucos e decolagens.

Estrutura Para atender à demanda atual, Pampulha conta com apenas uma lanchonete, cujos preços são “mais amigos” do que os de Confins. Ainda se consegue comprar na Pampulha salgados e refrigerantes por R$ 5, café por R$ 4 e um cappuccino por R$ 6. 

Além da lanchonete, o terminal conta com um restaurante desativado. Espaços para lojas e estandes também estão fechados. Segundo a Infraero, que administra o aeroporto, um grupo de trabalho finaliza processos licitatórios para serviços na Pampulha. A estimativa é de que isso ocorra em novembro e dezembro.

O aeroporto conta com dois estacionamentos, com 274 vagas ao todo – em Confins, são 625 vagas. O maior, com 152 vagas, está desativado por falta de clientes. O valor da hora é R$ 10 e, pela diária, cobram-se R$ 40. 

O terminal tem dois banheiros para uso de passageiros, reformados recentemente, junto com balcões de check-in e instalação de novas balanças.

Também foram revitalizados testeiras, pisos táteis, fachada do terminal, sinalização e iluminação do sistema de pistas, recuperação de pavimento da pista de pouso e decolagem, pista de taxiamento de pátio de aeronaves e sistema de iluminação, elevação do nível de proteção contra incêndio.

EXPECTATIVA

Na contramão de moradores da região, críticos à retomada dos voos, e de defensores da exclusividade de Confins para voos nacionais, quem depende do movimento da Pampulha para o sustento está contando os dias para centenas de passageiros voltarem a movimentar o terminal.

“Estamos prontos para receber os passageiros”, garante a funcionária da lanchonete, Sílvia Oliveira, que reclama do pouco movimento.

Os taxistas também estão à espera dos passageiros. “Nos bons tempos, 3 mil taxistas rodavam aqui por dia. Já estou parado no aeroporto faz quase três horas e não aparece ninguém. Estamos ansiosos para melhorar”, afirma o taxista José Maia, de 68 anos, que passou a metade da vida no ponto em frente ao aeroporto.

Os passageiros reconhecem o benefício da comodidade de um aeroporto dentro da cidade, mas fazem ponderações. “Pampulha é bom para vir só para Belo Horizonte. 

Antes de ter voo de Valadares para cá, nem vínhamos de avião, porque não compensava muito ir para Confins. Mas, pra fazer conexões com outras capitais, Confins é melhor”, afirma o médico Wagner Chagas, de 46 anos, que aguardava seu voo para Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, com a mulher, Rosane Chagas, de 46, e o filho, Victor, de 10.

“Aqui não tem estrutura. Viemos para uma consulta médica e preferimos esperar o tempo passar em um shopping, porque aqui não tem nada”, comenta Rosane. O bancário Caio Lopes, de 28, também de Governador Valadares, não tem dúvidas da facilidade da Pampulha.

“A localização é extraordinária, mas a estrutura é muito inferior à de Confins. A Pampulha precisava ser climatizada”, afirma Lopes, sentindo falta de um ar-condicionado.

Entenda o caso

* No dia em que seria votada a permissão para a continuidade de mais uma denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB), o governo publicou a portaria que autoriza os voos de grande porte no aeroporto da Pampulha.
* A Portaria 911 revoga outra de maio de 2017, que impedia os voos comerciais no aeroporto.
* O texto também atribui à Infraero a exploração do terminal da Pampulha.
* O ato foi assinado pelo Ministro dos Transportes em exercício Fernando Fortes Merlo Filho.
* A portaria foi assinada pelo ministro interino já que o titular da pasta, Maurício Quintella, foi exonerado para dar mais um voto a favor de Temer na Câmara dos Deputados.

Pronto para a retomada

O aeroporto da Pampulha está habilitado a funcionar em todos os dias, 24 horas por dia, antes mesmo deste verão. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há 11 posições de estacionamento de aeronaves em voos comerciais, sendo quatro para aeronaves de maior porte, como Airbus 319 ou o Boeing 737.

Desde 2005, quando os voos de grandes jatos foram transferidos para Confins, o terminal recebe aviões com capacidade máxima de 72 passageiros. Atualmente, a principal atividade é com voos do Projeto de Integração Aérea Regional (Pirma), que liga 17 municípios mineiros a BH por meio de aeronaves de pequeno porte.

Batizada de Voe Minas Gerais, a iniciativa, da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), ajudou a aumentar o movimento do terminal, depois do encerramento das atividades da Azul na Pampulha.

A concessionária BH Airport, que administra o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana, entrou com ação na semana passada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar barrar a retomada de voos domésticos nacionais na Pampulha. A principal reclamação é que a concorrência levaria ao enfraquecimento de toda a malha aérea de Confins. Ainda não há posicionamento da Justiça sobre o pedido de liminar.

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/16/internas_economia,917061/aeroporto-da-pampulha-embarca-na-rota-da-superlotacao.shtml

Airbus recebe a maior encomenda de sua história: 430 aviões por US$ 49,5 bilhões

Com este contrato, empresa europeia supera sua rival Boeing em pedidos este ano

A Airbus registrou a maior pedido de sua história: a empresa americana de investimentos Indigo Partner encomendou, durante o salão aeronáutico Dubai Air Show, nada menos do que 430 aviões do modelo A320, por US$ 49,5 bilhões.

“Fico feliz por esta nova demonstração de confiança expressada por importantes companhias aéreas, que se comprometem neste acordo sem precedentes”, declarou Fabrice Bregier, diretor-geral da Airbus, em entrevista à agência de notícias France Presse. “é um êxito esmagador para a Airbus e seus aviões A320 no transporte aéreo mundial”.

A encomenda implica 273 aeronaves A320neo e 157 A321neo, a versão remotorizada do popular modelo Airbus. O valor final não foi divulgado, mas os construtores geralmente oferecem descontos ao preço do catálogo, dependendo do volume d o pedido.

Até final de outubro, as encomendas recebidas pela Airbus em 2017 eram de 299 aviões. Com este contrato, a Airbus irá superar sua rival Boeing em encomendas este ano, com 718 aviões pedidos contra 605 do grupo americano.

Desde sua entrada em serviço, em 1988, foram encomendados 13.700 A320, o que o torno um dos aviões mais vendidos da história da aviação. O caderno de pedidos da Airbus deve exceder 7.000 aeronaves com essa ordem, ou seja, cerca de nove anos de produção ao ritmo atual.

A Indigo Partners é uma uma empresa de investimento especializada no aluguel de aeronaves para companhias aéreas de baixo custo, fundada pelo americano Bill Franke, uma das figuras mais influentes do mundo da aviação. Os aviões encomenddaso serão alugados às empresas aéreas Frontier Airlines (Estados Unidos), JetSMART (Chile), Volaris (México) e Wizz Air (Hungría).

O RENASCIMENTO DO AIRBUS

O pedido permitirá que a Airbus reforce a sua liderança no segmento de aviões remodelados de meia distância, que o grupo com base em Toulouse, no sudoeste da França, domina com mais de 55% do mercado. Por sua vez, a Boeing também fez um importante anúncio nesta quarta-feira: um encomenda por parte da companhia Flydubai de 225 aviões 737 MAX, por US$ 27 bilhões a preço de catálogo. Com estes pedidos, a Airbus deveria superar os 5.500 aviões encomendados desde o lançamento do A320neo, em 2010, enquanto que a Boeing recebeu mais de quatro mil pedidos para as diferentes versões de seu 737 MAX. Os dosi aviões estão dotados de motores de nova geração que lhes permite reduzir em 15% o consumo de combustível em relação aos atuais A320ceo e 737 NG.

Bill Franke, sócio-gerente da Indigo Partners (à esqueda) e John Leahy, diretor de operações da Airbus, mostram um memorando de entendimento após o anúncio da encomenda de 430 aviões, em Dubai, Emirados Árabes Unidos - Kamran Jebreili / AP
Trata-se também de um dos últimos contratos fechados pelo emblemático diretor comercial da Airbus, John Leahy, que se prepara para deixar o grupo após ter vendido quase 15 mil aviões durante sua carreira.

O fabricante europeu também trabalhava na assinatura de outro pedido importante, de mais de 30 aviões A380 de longa distância, com a Emirates, mas este negócio ainda não se concretizou e prossegue a negociação.

A Boeing lidera o número de pedidos no segmento de aviões de longo alcance durante a el Dubai Airshow 2017. A empresa dp Golgo anunciou no último domingo, primeiro dia do salão, uma encomenda de 40 Boeings 787-10 Dreamliner, por um preço de catálogo de US$ 15,1 bilhão. Já a Airbus anunciou na terça-feira a assinatura com a companhia kuwaitiana Wataniya Airways, que opera no Oriente Médio e Europa, um protocolo de acordo para um pedido de 25 A320neo por um montante, em catálogo, de US$ 2,7 bilhões. Além do pedido da Emirates, o grupo de Seattle fechou uma encomenda de 20 aviões 737 MAX 8 pela companhia de aluguéis Aviation Lease and Finanhce Company (Alafco), com sede no Kuwait, no valor de US$ 2,2 bilhões a preço de catálogo. A Boeing também recebeu outro pedido de duas aeronaves 777 de longa distância, na versão de carga, por parte da companhia Ethiopian Airlines.

https://oglobo.globo.com/economia/airbus-recebe-maior-encomenda-de-sua-historia-430-avioes-por-us-495-bilhoes-22071701#ixzz4ygRJnzvd 
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A FEDEX ASSINA ACORDO PARA A COMPRA DE 30 ATR-72 600F(CARGUEIROS)

A FedEx anunciou a conclusão do processo negocial para a aquisição de 30 cargueiros ATR 72-600F, tendo ficado desde logo acordada a compra (a título opcional) de outras 20 aeronaves do mesmo modelo. Os novos cargueiros têm a sua primeira entrega prevista para 2020.

As aeronaves serão os primeiros ATR a serem entregues diretamente da fábrica na configuração cargueiro ficando acordado que, a partir daí, e nos anos subsequentes, serão feitas seis entregas anuais, até perfazer as 30 aeronaves.

Esta nova versão, denominada ATR 72-600F, conta com uma fuselagem sem janelas e está equipada com uma grande porta dianteira de carga — Large Cargo Door (LCD) — e uma porta articulada de carga situada na parte superior traseira.

Modernização da frota para melhorar a eficiência e fiabilidade

«A aquisição destes novos cargueiros melhores e mais avançados, como é o caso do ATR 72-600F, é o próximo passo na nossa estratégia, bem-sucedida até aqui, de modernização de frota, e que nos tem ajudado a melhorar a eficiência de combustível e a fiabilidade da frota nos últimos anos», afirmou David L. Cunningham , presidente e CEO da FedEx Express. «Trabalhamos em estreita colaboração com a ATR, que desenvolveu esta nova aeronave com características especiais para nos ajudar a expandir o nosso negócio, especialmente no mercado de frete aéreo para remessas maiores e mais pesadas».

https://www.pista73.com/aviacao-comercial/a-fedex-assina-acordo-para-a-compra-de-30-atr-72-600fcargueiros/