25.9.17

Cobrança de bagagens em viagens áreas será debatida na quarta-feira

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) debaterá em audiência pública na quarta-feira (27), a partir das 9h30, a nova política de cobrança de bagagens no transporte aéreo. O pedido de realização da reunião é da vice-presidente da comissão, senadora Lídice da Mata (PSB-BA). A audiência tem caráter interativo e os interessados podem participar por meio dos canais de interatividade do Senado.

Para debater o tema, foram convidados o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), José Ricardo Pataro Botelho de Queiroz; o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz; e o secretário nacional de Aviação Civil (SAC), Dario Rais Lopes.

Também foram convidados, no âmbito da proteção do consumidor, o secretário Nacional de Defesa do Consumidor, Arthur Luis Mendonça Rollo; o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto de Souza; e Marilene Lazzarini, presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

A dinâmica de despacho de bagagens foi alterada após publicada a Resolução 400/2016 da Anac, que autorizou as empresas aéreas a cobrarem pelo despacho. A possibilidade de redução do preço das passagens aéreas foi alegada como justificativa para a medida.

Dados divulgados na última quinta-feira (21) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas indicam que o preço médio das passagens caiu entre 7% e 30%, a depender da companhia aérea e da rota. As informações foram coletadas entre junho e início de setembro baseadas nas companhias que já adotaram o tarifamento por despacho de bagagens.

O Senado aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 89/2016, do senador Humberto Costa (PT-PE), que susta a decisão da Anac. A proposta seguiu para análise da Câmara dos Deputados, mas ainda não foi votada naquela Casa.

A audiência ocorre na sala 13 da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo 2 do Senado.

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe: 
http://bit.ly/audienciainterativa
Portal e-Cidadania:
www.senado.gov.br/ecidadania


http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/09/25/cobranca-de-bagagens-em-viagens-areas-sera-debatida-na-quarta-feira

Air France-KLM e Gol fecham parceria no Nordeste para voos entre Brasil e Europa


Cinco voos semanais para a Europa parão de Fortaleza operados pela nova aérea de baixo custo da Air France, Joon, e pela KLM.

A Air France-KLM e Gol anunciaram nesta segunda-feira (25) uma parceria para construir um hub na cidade de Fortaleza, num momento em que a companhia aérea franco-holandesa vê recuperação da demanda no mercado brasileiro, ampliando operações também em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Um hub é um centro de conexão de voos para transferir passageiros a outros destinos.

A Air France-KLM terá cinco voos semanais para a Europa partindo de Fortaleza operados por sua nova companhia aérea de baixo custo Joon e pela KLM, disse nesta segunda-feira Jean Mark Pouchol, diretor da Air France-KLM para América do Sul, segundo a Reuters.

A Gol, maior empresa doméstica de aviação e da qual a Air France-KLM é sócia, vai alimentar estes voos da parceira europeia em Fortaleza, ampliando em 35% os voos que atendem Fortaleza e também ajustando sua malha para ampliar oferta em Recife, Salvador, Belém e Manaus e criando uma nova rota entre Natal e Fortaleza.

As empresas não informaram valores a serem investidos no hub, que foi lançado dois anos depois da rival Latam adiar planos para ter seu próprio centro de distribuição de voos no Nordeste.

O governador do Ceará, Camilo Santana, afirmou que o Estado concedeu incentivos fiscais para as empresas se decidirem por criar o hub em Fortaleza, cujo aeroporto foi concedido no início deste ano para a alemã Fraport.

"Um dos principais fatores pela decisão das empresas é a questão da localização geográfica de Fortaleza", disse Santana, sem comentar valor dos incentivos fiscais.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, foi na mesma linha, afirmando que se a empresa tivesse optado pela criação do hub em Salvador ou Recife os voos de e para a Europa teriam mais 30 minutos de operação que os de Fortaleza. Segundo ele, a diferença exigiria mais custos com aeronaves e equipes de operação.

Kakinoff afirmou que o objetivo das empresas é permitir um tempo de conexão de passageiros "de menos de 1 hora" em Fortaleza e que a Gol vai começar a vender passagens no Brasil para a Europa em cerca de 30 dias.

Início em maio de 2018

O início da operação das empresas em Fortaleza, previsto para maio de 2018, permitirá que passageiros em Manaus ou Belém, ou mesmo no próprio Nordeste, não precisem viajar milhares de quilômetros até São Paulo ou Rio de Janeiro para se conectarem aos voos da companhia aérea europeia para a Europa.

Segundo o diretor da Air France-KLM, atualmente o fluxo de passageiros da empresa entre o Brasil e a Europa é de mais de 1 milhão de passageiros por ano. Com a criação do hub, a empresa terá a partir do próximo ano 40 frequências semanais entre Brasil e Europa, incluindo mais um voo diário para o Rio de Janeiro e mais dois voos para São Paulo.

"Estamos ampliando nossas operações no Brasil, estamos vendo câmbio estabilizado e indicadores positivos para a economia e para a demanda por voos, sejam de lazer ou de negócios, depois de dois ou três anos de crise", disse Pouchol. Segundo ele, a Air France-KLM tinha deixado de operar voos para a Europa a partir do Nordeste no início dos anos de 1990.

As ações da Gol exibiam queda de 4,44 por cento às 12h51. Os papéis não fazem parte do Ibovespa, que caía 1 por cento. Na quinta-feira, as ações da empresa chegaram a avançar 9 por cento antes de encerrarem o dia em alta de quase 4 por cento depois a agência Bloomberg publicou comentários do presidente da norte-americana Delta, também sócia da Gol, sobre eventual aumento de participação na empresa aérea brasileira.

Questionado a respeito, Kakinoff afirmou que a Gol "não tem nenhum engajamento deste tipo" com a Delta e que a empresa "não tem no momento nenhuma agenda nesse sentido".

Kakinoff comentou que a partir de julho de 2018 a Gol começará a receber a versão MAX do Boeing 737 e que isso permitirá que a empresa comece a avaliar novos destinos internacionais.

"O MAX tem até 14 por cento mais de alcance que a geração atual do 737 e isso nos permite chegar a novos destinos como Flórida", disse o presidente da Gol, ressaltando que a empresa ainda não se decidiu por lançar novos voos internacionais. "Entre fim de 2018 e início de 2019 vamos ver (se a empresa terá novos destinos)", acrescentou.

https://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/air-france-klm-e-gol-fecham-parceria-no-nordeste-para-voos-entre-brasil-e-europa.ghtml

Cadastro de Aeródromos na ANAC

A página eletrônica da ANAC relacionada a Cadastro de Aeródromos (http://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/aerodromos/cadastro-de-aerodromos/cadastro-de-aerodromos) foi atualizada.

Foi criada um subitem com "perguntas frequentes" relativas ao Cadastro de Aeródromos que pode ajudar a dirimir diversas dúvidas sobre o processo.


Uma aeronave com velocidade de jato que pousa e decola como helicóptero

Mock-up do VTOL Trifan 600 será lançado na NBAA deste ano, evento voltado para o mercado de aviação de negócios

A XTI Aircraft vai fazer o lançamento official da aeronave de decolagem e pouso verticais (VTOL) TriFan 600 na National Business Aviation Association Convention & Exhibition (NBAA), em outubro. A nova aeronave será representada na forma de mock-up em escala reduzida a um terço do tamanho natural.

Será primeira participação da empresa em um evento da aviação de negócios, destacou o CEO da XTI, Robert La Belle, referindo-se ao maior evento do gênero que será realizado em Las Vegas, de 10 a 12 de outubro.

A XTI, empresa start-up de Denver, Colorado, iniciou o desenvolvimento do TriFan em 2013, com o intuito de criar uma aeronave com a velocidade de um jato de negócios e o desempenho em decolagens e pousos de helicóptero.


Um modelo pequeno do TriFan causou uma reação surpreendente dos visitantes no Pair Air Show, em junho. Na NBAA, o revolucionário produto promete também gerar frisson.  

Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/uma-aeronave-com-velocidade-de-jato-que-pousa-e-decola-como-helicoptero_3651.html#ixzz4tht3nMTZ 

22.9.17

Airbus A330-900neo é encomendado pela Azul


A Azul Linhas Aéreas anunciou hoje a encomenda de cinco novos Airbus A330-900neo, a mais nova geração de widebody da fabricante, que serão entregues pela Avolon, empresa internacional especializada em leasing de aeronaves. Os novos modelos, que integrarão a frota da companhia a partir do último trimestre de 2018, serão importantes para o fortalecimento de sua malha internacional para os EUA e Europa, assim como permitirá à empresa explorar possíveis novos destinos.

Com a chegada das novas aeronaves, a Azul será a única companhia da América do Sul e uma das primeiras do mundo a operar o novo modelo, que contará com 298 assentos, 27 a mais do que os atuais A330 da companhia, na configuração high density. Ao todo, serão 34 assentos na Business, 108 na Economy Extra e 156 na Economy. Ainda, o A330-900neo é o mais eficiente da categoria, pois está projetado para consumir até 14% menos combustível por assento do que o atual modelo.

“Estamos muito animados com essa novidade, pois ela representa uma retomada de crescimento da Azul. Os novos aviões terão papel fundamental na ampliação de nossos voos e destinos internacionais e ajudarão a tornarmos as nossas operações ainda mais eficientes, já que serão equipadas com motores que consomem menos combustível que os atuais modelos”, comemora John Rodgerson, presidente da Azul.

“O A330neo contribui ainda mais para a comprovada economia, versatilidade e confiabilidade do A330, reduzindo o consumo de combustível em mais 14% por assento”, disse Rafael Alonso, presidente da Airbus para América Latina e Caribe. “Estamos orgulhosos de que a Azul mantem sua confiança em nossas famílias de aeronaves, permitindo expandir ainda mais sua frota, mantendo a similaridade entre as aeronaves”, completa Alonso.

“Estamos muito satisfeitos em fechar essa parceria com a Azul para entrega de cinco aeronaves Airbus A330-900neo. Essas aeronaves oferecem a mais recente tecnologia de economia de combustível, combinada com o melhor conforto, confiabilidade e eficiência operacional do mercado. Este acordo demonstra a forte demanda do mercado por aviões novos e mais eficientes, que são fundamentais em nosso portfólio”, disse Felipe Campos, Head da Avolon para a América Latina.

A Azul é a segunda maior companhia aérea do Brasil em voos internacionais, com uma média de 15 decolagens por dia, com operações para cidades na América do Sul, EUA e Europa.

http://www.aviacaobrasil.com.br/airbus-a330-900neo-e-encomendado-pela-azul/

Aeroporto de Petrolina recebe certificação operacional

A publicação desse documento permitirá a ampliação das operações da aeronave cargueira que já opera no local

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (21/9) a emissão, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da certificação operacional do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE). A certificação atesta a capacidade operacional do terminal e seu funcionamento de acordo com os ditames de segurança e excelência estabelecidos pelos órgãos da aviação civil nacional e internacional. Na prática, a publicação do documento também viabiliza em Petrolina a continuidade e ampliações das operações da maior aeronave cargueira em atividade no Brasil, o B747-800, utilizado pela empresa Cargolux em sua frequência cargueira regular no terminal.

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2017/09/21/aeroporto-de-petrolina-recebe-certificacao-operacional-307952.php

Delta Air Lines pode aumentar participação no capital da Gol

O presidente da Delta Air Lines, Glen Hauenstein, afirmou que a companhia americana pode ampliar seu investimento na brasileira Gol em evento realizado nesta quinta-feira em Atlanta, nos Estados Unidos.

— Devemos continuar a ampliar nossa fatia — disse o executivo durante o evento, segundo a agência Bloomberg.

O efeito das palavras de Hauenstein foram sentidos de forma positiva pelo mercado. Logo após o anúncio, as ações da Gol na B3 (antiga BM&FBovespa) chegaram a registrar alta de 9,06%, encerrando o dia com alta de 3,83%, cotadas a R$ 14,09.


A empresa americana está ampliando sua rede de parcerias internacionais, adquirindo holdings em empresas estrangeiras, do grupo europeu Air France-KLM a Aeroméxico. Hauenstein declarou que a Delta detém uma participação na Gol de 12%, embora o formalmente registrado seja de 9,48%.

— Este tem sido o modelo que seguimos, fazer joint-ventures, para estabelecer a parceria e com o tempo ir ampliando a participação no capital das empresas — declarou o presidente da Delta, que não deu detalhes sobre como seria o cronograma para o potencial aumento da fatia da companhia na Gol.

A Delta fechou sua primeira parceria com Gol em 2011. Em 2015, a americana ampliou sua participação no capital social da brasileira de 2,93% para 9,48%, com aporte de US$ 56 milhões na Gol, garantindo ainda empréstimos que seriam adquiridos pela voadora junto a terceiros.

Para Alessandro Oliveira, professor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), um aumento da fatia da Delta na Gol representa aporte de recursos e, por consequência, melhora na competitividade da companhia:

— É um movimento de capitalização da empresa, que faz todo o sentido durante a crise. Para a Gol, se solidificar com parcerias agora significa ter uma vantagem competitiva quando a retomada da economia vier. A empresa, de formato low cost, ainda é a que apresenta as menores tarifas. Mas a Latam está mais competitiva em mercados em que as duas disputam cabeça a cabeça. Então, a Gol precisa de um fôlego para retomar a competividade nesse aspcto.

A participação de investidores estrangeiros em empresas aéreas brasileiras é limitada hoje em 20% do capital social, embora o aumento desse teto esteja sendo discutido.

No segundo trimestre, a Gol registrou prejuízo de R$ 475 milhões, revertendo um lucro de R$ 252,5 milhões registrado em igual período do ano passado. A dívida da companhia encerrou junho em R$ 4,86 bilhões.

A Gol segue como empresa líder no mercado doméstico, com 34,9% de participação, segundo dados divulgados em agosto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É quase empate técnico com a Latam, que tem 33,9%. A demanda começa a mostrar recuperação, com avanço de 5,4% na comparação com agosto de 2016. No internacional, a Gol vem atrás. A liderança é da Latam, com 73,8%, seguida da Azul (12,6%), da Gol (10,1%).

Procurada, a Gol ainda não comentou.

https://extra.globo.com/noticias/economia/delta-air-lines-pode-aumentar-participacao-no-capital-da-gol-21854330.html

21.9.17

Novo Código Brasileiro de Aeronáutica já pode ser votado em comissão especial

O relator do projeto que atualiza o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), senador José Maranhão (PMDB-PB), concluiu nesta quarta-feira (13) a leitura de seu relatório. Logo após, o vice-presidente da comissão especial que analisa o tema, Pedro Chaves (PSC-MS), concedeu vista coletiva. A data da votação ainda não foi definida.

A proposta está contida no Projeto de Lei do Senado (PLS) 258/2016, e José Maranhão apresentou mudanças que resultaram num substitutivo. O texto, com 372 artigos, trata de assuntos diversos, que vão de infraestrutura da aviação a direitos do consumidor e responsabilidade civil. Foram recebidas 350 emendas.

O relator lembrou que o Código de Aeronáutica atual é de 1986. Portanto, é anterior à Constituição (1988), ao Código de Defesa do Consumidor (1990) e à lei que criou a Agência Nacional de Aviação Civil (2005), o que, a seu ver, evidencia a necessidade de atualização.

Participação estrangeira

José Maranhão manteve o artigo do projeto original determinando que a autorização para a exploração de serviços de transporte aéreo público somente seja dada a empresas constituídas sob leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no país. Não há menção ao atual limite máximo de 20% de capital estrangeiro nas empresas, logo tal restrição hoje vigente é derrubada no relatório.

— A abertura ao capital estrangeiro é uma importante e modernizante característica do projeto para trazer investimento e ganhos resultantes da competição para a aviação civil brasileira — disse o relator.

José Maranhão, no entanto, acolheu emenda para proteger a mão de obra nacional e o mercado de trabalho aos aeronautas brasileiros, de modo que as empresas brasileiras operando serviço internacional possam empegar comissários estrangeiros, desde que não exceda 1/3 dos profissionais da mesma aeronave.

Consumidores

O PLS 258 trata também do contrato de transporte e os consequentes direitos e deveres de passageiros e empresas. O relator manteve as mudanças aprovadas recentemente pela Agência de Aviação Civil (Anac), acabando com a franquia obrigatória de bagagem despachada em voos nacionais e internacionais. O relator concordou com a posição atual da ANAC e recusou emendas alterando a regra.

— Entendemos que a franquia de bagagem obrigatória sobrecarrega o preço da passagem para o passageiro que não faz uso do serviço. Para que haja estímulo e competição na oferta de passagens de baixo custo, a franquia não deve ser obrigatória. Contudo, obrigatoriamente a oferta de bilhete de passagem deve oferecer as opções com e sem os valores de bagagem. Desta forma, não se perderá o referencial comparativo para que exista competição entre as empresas aéreas também no valor da bagagem despachada.

Balonismo

O projeto original chegou a proibir a prática do balonismo, com exceção daquela voltada ao interesse público, à atividade científica ou à previsão meteorológica. Mas o relator alterou a questão, conforme emendas parlamentares e pedidos apresentados nas audiências públicas. Pela proposta apresentada, a soltura de qualquer balão deverá obedecer aos critérios estabelecidos pela autoridade de aviação civil e pela autoridade aeronáutica.

Tramitação

A proposta de renovação do CBA é fruto do trabalho de uma comissão de especialistas formada no Senado em 2015. Depois de nove meses de atividades, o colegiado entregou um anteprojeto, que foi transformado no PLS 258/16. Além dele, o relator analisou outras 24 proposições que tratam de assuntos relacionados. A comissão especial é presidida pelo senador Vicentinho Alves (PT-TO).

Quem tiver interesse em ler o relatório final acesse: http://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=7149973&disposition=inline

Fonte: Defesa Net (http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/27088/-Novo-Codigo-Brasileiro-de-Aeronautica-ja-pode-ser-votado-em-comissao-especial/)