17.11.17

Primeiro A380 parou.. :( fotos.....

First retired A380 superjumbo parked at Tarmac Aerosave awaiting sale or scrap


The first Airbus superjumbo to exit service will be stored minus its engines at a French airfieldas its owner seeks a new operator for a plane that while still relatively young in industry terms has fallen out of favour with airlines.


The A380 will be returned to leasing firm Dr. Peters after 10 years of service with Singapore Airlines, the model's first customer. With Airbus struggling to win orders for the double-decker and no second-hand market established, the aircraft will be parked at Tarbes in the foothills of the French Pyrenees.

Singapore Airlines still has brand new A380s on the way, and earlier this month revealed new seat designs for its superjumbos (see gallery above).

The A380 is the third built -- the first two being test planes -- and made the initial commercial flight by a superjumbo, between Singapore and Sydney on October 25, 2007. The jetliner's last passenger trip was to the city state from London on June 10, after which it was grounded for decommissioning. By comparison, Boeing 747-400 planes operated by British Airways typically date from 1990, according to the Ascend Worldwide database, with some slated to remain in service until 2024.




Dr. Peters, which owns four Singapore A380s, said that talks with potential new users of the aircraft continue and that it remains "optimistic" about agreeing a deal. At the same time, the jet's engines will be removed and returned to manufacturer Rolls-Royce for rental to other operators in a move that may buy the plane time or prove a prelude to its scrapping. The lessor used to get $US1.7 million ($A2.23 million) a month for the wide-body, whereas the Rolls deal will bring in $US480,000, offset by $US94,000 for storage and insurance.

Storing an A380 with no new operator in sight represents a setback for Airbus as it seeks to save the program through the sale of about 20 new planes to Emirates, the largest operator of the model. That deal could come next week at the Dubai Air Show and would help shore up build rates that have been repeatedly cut as orders dry up.

Airbus struck a blank on selling new A380s last year and has offered to revamp the model with fuel-saving winglets and 80 extra seats on top of the standard 550 to improve its appeal.

Popular site

Tarbes-Lourdes-Pyreenees airport, located 120 kilometres from Airbus's Toulouse headquarters in southwest France, is a popular parking site for jetliners. Tarmac Aerosave, Europe's biggest aircraft storage company, says it can accommodate 25 planes there and hundreds more at Teruel, Spain.




http://www.traveller.com.au/first-retired-a380-superjumbo-parked-at-tarmac-aerosave-awaiting-sale-or-scrap-gziiuo#ixzz4ygSdlxg6 

Aeroporto da Pampulha embarca na rota da superlotação

(https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/16/internas_economia,917061/aeroporto-da-pampulha-embarca-na-rota-da-superlotacao.shtml)


São 15h30, véspera de feriado. Apoiada de improviso num balcão, a televisão está ligada na Rede Globo, exibindo Sessão da Tarde. Três pessoas ocupam uma das quatro mesas de madeira da única lanchonete do aeroporto da Pampulha, na capital mineira.

Outros cinco ou seis passageiros aguardam para embarcar no saguão do terminal, que se prepara para retomar a operação de voos domésticos nacionais, autorizada em outubro por portaria do governo federal.

Para quem vê a calmaria na Pampulha, cenário habitual desde 2005, quando foram proibidas aeronaves de grande porte, é até difícil imaginar que, dentro de pouco tempo, 660 passageiros vão embarcar e desembarcar na terminal por hora. 

A movimentação de passageiros projetada acolhe demanda quase 20 vezes maior em relação à atual.

Funcionários do aeroporto e taxistas alimentam a expectativa de reviver os “bons tempos” da Pampulha, época em que o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, era considerado um “elefante branco”. E, para que isso aconteça, a Pampulha só depende do interesse das companhias. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu na segunda-feira processo para as empresas requisitarem a aprovação dos horários e rotas dos voos. O que não deve demorar e pode ocorrer antes mesmo do início do verão, em dezembro.

Divulgado esta semana pela Anac, o planejamento da movimentação do terminal indicou que Brasília, Rio (Santos Dumont), Vitória, São Paulo (Congonhas) e Goiânia foram as rotas de voo mais requisitadas. Gol e Azul controlarão um quinto dos voos (20%) cada uma, sendo que a Gol terá participação de 26% dos assentos e a Azul, 20%.

O horário mais cobiçado foi o das 9h. Depois de divulgar o resultado, a Anac ainda não recebeu nenhum pedido de voo pelas companhias, que estão estudando as rotas.

A imagem de um saguão vazio e com poucos serviços à disposição dos passageiros contrasta com os planos de expansão do terminal, que vai ter capacidade para embarcar 300 passageiros e desembarcar 360 passageiros por hora. 

Em um ano, a projeção é de mais de 5,7 milhões de passageiros, distante da capacidade de 22 milhões de passageiros de Confins, mas 19,2 vezes maior do que a movimentação da Pampulha hoje.

Para se ter uma ideia, em todo o ano de 2016, houve 300 mil embarques e desembarques no terminal vizinho à Lagoa da Pampulha, num total de 41,6 mil poucos e decolagens.

Estrutura Para atender à demanda atual, Pampulha conta com apenas uma lanchonete, cujos preços são “mais amigos” do que os de Confins. Ainda se consegue comprar na Pampulha salgados e refrigerantes por R$ 5, café por R$ 4 e um cappuccino por R$ 6. 

Além da lanchonete, o terminal conta com um restaurante desativado. Espaços para lojas e estandes também estão fechados. Segundo a Infraero, que administra o aeroporto, um grupo de trabalho finaliza processos licitatórios para serviços na Pampulha. A estimativa é de que isso ocorra em novembro e dezembro.

O aeroporto conta com dois estacionamentos, com 274 vagas ao todo – em Confins, são 625 vagas. O maior, com 152 vagas, está desativado por falta de clientes. O valor da hora é R$ 10 e, pela diária, cobram-se R$ 40. 

O terminal tem dois banheiros para uso de passageiros, reformados recentemente, junto com balcões de check-in e instalação de novas balanças.

Também foram revitalizados testeiras, pisos táteis, fachada do terminal, sinalização e iluminação do sistema de pistas, recuperação de pavimento da pista de pouso e decolagem, pista de taxiamento de pátio de aeronaves e sistema de iluminação, elevação do nível de proteção contra incêndio.

EXPECTATIVA

Na contramão de moradores da região, críticos à retomada dos voos, e de defensores da exclusividade de Confins para voos nacionais, quem depende do movimento da Pampulha para o sustento está contando os dias para centenas de passageiros voltarem a movimentar o terminal.

“Estamos prontos para receber os passageiros”, garante a funcionária da lanchonete, Sílvia Oliveira, que reclama do pouco movimento.

Os taxistas também estão à espera dos passageiros. “Nos bons tempos, 3 mil taxistas rodavam aqui por dia. Já estou parado no aeroporto faz quase três horas e não aparece ninguém. Estamos ansiosos para melhorar”, afirma o taxista José Maia, de 68 anos, que passou a metade da vida no ponto em frente ao aeroporto.

Os passageiros reconhecem o benefício da comodidade de um aeroporto dentro da cidade, mas fazem ponderações. “Pampulha é bom para vir só para Belo Horizonte. 

Antes de ter voo de Valadares para cá, nem vínhamos de avião, porque não compensava muito ir para Confins. Mas, pra fazer conexões com outras capitais, Confins é melhor”, afirma o médico Wagner Chagas, de 46 anos, que aguardava seu voo para Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, com a mulher, Rosane Chagas, de 46, e o filho, Victor, de 10.

“Aqui não tem estrutura. Viemos para uma consulta médica e preferimos esperar o tempo passar em um shopping, porque aqui não tem nada”, comenta Rosane. O bancário Caio Lopes, de 28, também de Governador Valadares, não tem dúvidas da facilidade da Pampulha.

“A localização é extraordinária, mas a estrutura é muito inferior à de Confins. A Pampulha precisava ser climatizada”, afirma Lopes, sentindo falta de um ar-condicionado.

Entenda o caso

* No dia em que seria votada a permissão para a continuidade de mais uma denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB), o governo publicou a portaria que autoriza os voos de grande porte no aeroporto da Pampulha.
* A Portaria 911 revoga outra de maio de 2017, que impedia os voos comerciais no aeroporto.
* O texto também atribui à Infraero a exploração do terminal da Pampulha.
* O ato foi assinado pelo Ministro dos Transportes em exercício Fernando Fortes Merlo Filho.
* A portaria foi assinada pelo ministro interino já que o titular da pasta, Maurício Quintella, foi exonerado para dar mais um voto a favor de Temer na Câmara dos Deputados.

Pronto para a retomada

O aeroporto da Pampulha está habilitado a funcionar em todos os dias, 24 horas por dia, antes mesmo deste verão. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há 11 posições de estacionamento de aeronaves em voos comerciais, sendo quatro para aeronaves de maior porte, como Airbus 319 ou o Boeing 737.

Desde 2005, quando os voos de grandes jatos foram transferidos para Confins, o terminal recebe aviões com capacidade máxima de 72 passageiros. Atualmente, a principal atividade é com voos do Projeto de Integração Aérea Regional (Pirma), que liga 17 municípios mineiros a BH por meio de aeronaves de pequeno porte.

Batizada de Voe Minas Gerais, a iniciativa, da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), ajudou a aumentar o movimento do terminal, depois do encerramento das atividades da Azul na Pampulha.

A concessionária BH Airport, que administra o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana, entrou com ação na semana passada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar barrar a retomada de voos domésticos nacionais na Pampulha. A principal reclamação é que a concorrência levaria ao enfraquecimento de toda a malha aérea de Confins. Ainda não há posicionamento da Justiça sobre o pedido de liminar.

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/11/16/internas_economia,917061/aeroporto-da-pampulha-embarca-na-rota-da-superlotacao.shtml

Airbus recebe a maior encomenda de sua história: 430 aviões por US$ 49,5 bilhões

Com este contrato, empresa europeia supera sua rival Boeing em pedidos este ano

A Airbus registrou a maior pedido de sua história: a empresa americana de investimentos Indigo Partner encomendou, durante o salão aeronáutico Dubai Air Show, nada menos do que 430 aviões do modelo A320, por US$ 49,5 bilhões.

“Fico feliz por esta nova demonstração de confiança expressada por importantes companhias aéreas, que se comprometem neste acordo sem precedentes”, declarou Fabrice Bregier, diretor-geral da Airbus, em entrevista à agência de notícias France Presse. “é um êxito esmagador para a Airbus e seus aviões A320 no transporte aéreo mundial”.

A encomenda implica 273 aeronaves A320neo e 157 A321neo, a versão remotorizada do popular modelo Airbus. O valor final não foi divulgado, mas os construtores geralmente oferecem descontos ao preço do catálogo, dependendo do volume d o pedido.

Até final de outubro, as encomendas recebidas pela Airbus em 2017 eram de 299 aviões. Com este contrato, a Airbus irá superar sua rival Boeing em encomendas este ano, com 718 aviões pedidos contra 605 do grupo americano.

Desde sua entrada em serviço, em 1988, foram encomendados 13.700 A320, o que o torno um dos aviões mais vendidos da história da aviação. O caderno de pedidos da Airbus deve exceder 7.000 aeronaves com essa ordem, ou seja, cerca de nove anos de produção ao ritmo atual.

A Indigo Partners é uma uma empresa de investimento especializada no aluguel de aeronaves para companhias aéreas de baixo custo, fundada pelo americano Bill Franke, uma das figuras mais influentes do mundo da aviação. Os aviões encomenddaso serão alugados às empresas aéreas Frontier Airlines (Estados Unidos), JetSMART (Chile), Volaris (México) e Wizz Air (Hungría).

O RENASCIMENTO DO AIRBUS

O pedido permitirá que a Airbus reforce a sua liderança no segmento de aviões remodelados de meia distância, que o grupo com base em Toulouse, no sudoeste da França, domina com mais de 55% do mercado. Por sua vez, a Boeing também fez um importante anúncio nesta quarta-feira: um encomenda por parte da companhia Flydubai de 225 aviões 737 MAX, por US$ 27 bilhões a preço de catálogo. Com estes pedidos, a Airbus deveria superar os 5.500 aviões encomendados desde o lançamento do A320neo, em 2010, enquanto que a Boeing recebeu mais de quatro mil pedidos para as diferentes versões de seu 737 MAX. Os dosi aviões estão dotados de motores de nova geração que lhes permite reduzir em 15% o consumo de combustível em relação aos atuais A320ceo e 737 NG.

Bill Franke, sócio-gerente da Indigo Partners (à esqueda) e John Leahy, diretor de operações da Airbus, mostram um memorando de entendimento após o anúncio da encomenda de 430 aviões, em Dubai, Emirados Árabes Unidos - Kamran Jebreili / AP
Trata-se também de um dos últimos contratos fechados pelo emblemático diretor comercial da Airbus, John Leahy, que se prepara para deixar o grupo após ter vendido quase 15 mil aviões durante sua carreira.

O fabricante europeu também trabalhava na assinatura de outro pedido importante, de mais de 30 aviões A380 de longa distância, com a Emirates, mas este negócio ainda não se concretizou e prossegue a negociação.

A Boeing lidera o número de pedidos no segmento de aviões de longo alcance durante a el Dubai Airshow 2017. A empresa dp Golgo anunciou no último domingo, primeiro dia do salão, uma encomenda de 40 Boeings 787-10 Dreamliner, por um preço de catálogo de US$ 15,1 bilhão. Já a Airbus anunciou na terça-feira a assinatura com a companhia kuwaitiana Wataniya Airways, que opera no Oriente Médio e Europa, um protocolo de acordo para um pedido de 25 A320neo por um montante, em catálogo, de US$ 2,7 bilhões. Além do pedido da Emirates, o grupo de Seattle fechou uma encomenda de 20 aviões 737 MAX 8 pela companhia de aluguéis Aviation Lease and Finanhce Company (Alafco), com sede no Kuwait, no valor de US$ 2,2 bilhões a preço de catálogo. A Boeing também recebeu outro pedido de duas aeronaves 777 de longa distância, na versão de carga, por parte da companhia Ethiopian Airlines.

https://oglobo.globo.com/economia/airbus-recebe-maior-encomenda-de-sua-historia-430-avioes-por-us-495-bilhoes-22071701#ixzz4ygRJnzvd 
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A FEDEX ASSINA ACORDO PARA A COMPRA DE 30 ATR-72 600F(CARGUEIROS)

A FedEx anunciou a conclusão do processo negocial para a aquisição de 30 cargueiros ATR 72-600F, tendo ficado desde logo acordada a compra (a título opcional) de outras 20 aeronaves do mesmo modelo. Os novos cargueiros têm a sua primeira entrega prevista para 2020.

As aeronaves serão os primeiros ATR a serem entregues diretamente da fábrica na configuração cargueiro ficando acordado que, a partir daí, e nos anos subsequentes, serão feitas seis entregas anuais, até perfazer as 30 aeronaves.

Esta nova versão, denominada ATR 72-600F, conta com uma fuselagem sem janelas e está equipada com uma grande porta dianteira de carga — Large Cargo Door (LCD) — e uma porta articulada de carga situada na parte superior traseira.

Modernização da frota para melhorar a eficiência e fiabilidade

«A aquisição destes novos cargueiros melhores e mais avançados, como é o caso do ATR 72-600F, é o próximo passo na nossa estratégia, bem-sucedida até aqui, de modernização de frota, e que nos tem ajudado a melhorar a eficiência de combustível e a fiabilidade da frota nos últimos anos», afirmou David L. Cunningham , presidente e CEO da FedEx Express. «Trabalhamos em estreita colaboração com a ATR, que desenvolveu esta nova aeronave com características especiais para nos ajudar a expandir o nosso negócio, especialmente no mercado de frete aéreo para remessas maiores e mais pesadas».

https://www.pista73.com/aviacao-comercial/a-fedex-assina-acordo-para-a-compra-de-30-atr-72-600fcargueiros/

16.11.17

BOEING E FLYDUBAI FIRMAM ENCOMENDA PARA 225 JATOS 737 MAX

Encomenda avaliada em US$ 27 bilhões e é a maior compra de aeronaves de corredor único de um operador do Médio Oriente

A Boeing e FlyDubai assinaram nesta quarta-feira (15) um contrato histórico para 225 jatos 737 MAX. O contrato avaliado em US$27 bilhões a preço de lista, representa o maior pedido de jatos de corredor único para um transportador do Oriente Médio.

O contrato foi assinado durante Dubai Airshow 2017, que acontece no Dubai, Emirados Árabes Unidos, cidade natal da FlyDubai. O acordo inclui o compromisso de compra para 175 aviões MAX e direitos de compra para outros 50 jatos MAX adicionais.

Mais de 50 dos primeiros 175 jatos serão 737 MAX 10, o mais novo membro da família de aeronaves 737 MAX. A aeronave tem capacidade máxima para 230 assentos e está equipada com dois motores CFM International LEAP-1B. O 737 MAX tem o preço de lista de US$ 125 milhões.

“Damos boas vindas a com a continuação e nossa longa parceria com a Boeing. Seus aviões são base para o sucesso do nosso modelo de negócio, fornecendo-nos flexibilidade operacional e alcance para construir uma rede de 95 destinos em 44 países”, disse o presidente da FlyDubai, o xeque Ahmed bin Saeed Al Maktoum.

Quando finalizada, a compra promete sustentar dezenas de milhares de empregos diretos e indiretos nas fábricas da Boeing nos EUA e sua rede de fornecedores, segundo a Boeing.

O presidente da Boeing Commercial Airplanes, Kevin McAllister disse que se sente “honrado” pela escolha da FlyDubai em ter a Boeing como parceira durante muitos anos.

Fundada em 2008 pela as autoridades dos Emirados Árabes Unidos, o principal objetivo da FlyDubai é realizar voos de baixo custo a sair de Dubai.

Fonte: https://jornaldoar.com/2017/11/boeing-e-flydubay-firmam-encomenda-para-225-jatos-737-max/

Aeroporto Internacional do Rio, o Galeão, foi inaugurado por Geisel em 1977 (várias fotos)

Terminal nasceu com modernas instalações até para supersônicos, como o Concorde, que fazia Rio-Paris em pouco mais de seis horas. Usuário passou a sofrer com saturação

Quem diria. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, foi inaugurado em 1977 como o mais moderno da América Latina e o terceiro do mundo. No dia do padroeiro São Sebastião, a cidade ganhou o novo terminal, com modernas pistas e capacidade para receber supersônicos. Entre eles, o mítico Concorde, que fazia seus memoráveis voos Rio-Dakar-Paris, pela Air France, em pouco mais de seis horas (hoje o voo normal leva em torno de 12 horas). Curiosamente, o primeiro voo do avião que ultrapassava a velocidade do som e levava até cem passageiros aconteceu em 21 de janeiro de 1976, um ano antes da inauguração oficial.

Na época chamado de “aeroporto supersônico” e “Aeroporto Internacional Principal do Brasil”, o Galeão nasceu em substituição ao velho terminal de mesmo nome, construído três décadas antes “em caráter provisório”. No dia 20 de janeiro, com quase três anos de atraso no cronograma inicial de obras, o presidente da República, Ernesto Geisel, descerrou a placa comemorativa do seu nascimento oficial.

Em tempos de propaganda da ditadura nos anos 70 (“Este é um país que vai pra frente” e “Brasil, ame-o ou deixe-o”), Geisel — o general da distensão lenta, gradual e segura do regime militar — disse que “a obra era uma atualização do Brasil com o mundo moderno”. Construído pela Odebrecht ao longo de seis anos, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, hoje Antônio Carlos Jobim, chegou ao mundo com modernas instalações aeroportuárias, incluindo restaurantes, lojas e estrutura. Era também uma tentativa de descongestionar o tráfego aéreo do antigo Galeão. Do lado de fora, foram feitos gramados e plantadas árvores. No total, mais de 400 mil metros quadrados de grama — equivalentes a 50 campos de futebol do Maracanã — foram plantados.

Mas o novo aeroporto na Ilha do Governador, a 20 quilômetros do Centro do Rio, não demorou a apresentar problemas e sinais de saturação. Já em junho de 1977, falhas na gestão deram as caras. O alarme contra incêndio estava enguiçado desde janeiro e, durante uma semana, o circuito interno de TV e os painéis de horários de voos apresentaram problemas. Filas e longas esperas dos passageiros passaram a ser rotina no aeroporto. Quem viajou para o exterior e outras cidades brasileiras já enfrentou problemas como elevadores e escadas rolantes parados, sem falar na demora na liberação das bagagens. Houve até casos de panes dos computadores e de goteiras em áreas de passageiros. No desembarque, mais dor de cabeça, desta vez com os preços das corridas de táxi. As obras de ampliação e reforma, por sua vez, demoraram até dez anos para sair do papel.

Numa tentativa do governo federal de atrair capitais nacionais e estrangeiros para modernizar o Galeão, beneficiando também a economia do Rio e do país, o aeroporto foi leiloado, em 22 de novembro de 2013, e arrematado por um grupo brasileiro e da Ásia, que desembolsou R$ 19 bilhões, para um período de 25 anos de concessão. A concessionária Aeroporto Rio de Janeiro (depois Rio Galeão), vencedora da privatização e que assumiu a operação em agosto de 2014, é um sociedade entre Odebrecht TransPort e Changi (de Cingapura), com 51% do capital, e a estatal Infraero, com 49%. Hoje, o aeroporto recebe 17,5 milhões de passageiros por ano. O seu Terminal de Passageiros 1 passou por reformas, e o Terminal 2. No embalo da Olimpíada do Rio, após as obras, a promessa era praticamente dobrar a capacidade do Galeão, para 30,4 milhões de passageiros por ano.

A história do Galeão, na verdade, começa bem antes da inauguração oficial do Terminal 1 pelo presidente Geisel, há quase quatro décadas. Segundo a Infraero, os seus primórdios remontam a 1924 com a instalação da escola de aviação. Criada em 1916, suas primeiras instalações ficavam na Ilha das Enxadas e, em 1924, foram transferidas para a Ponta do Galeão, recebendo hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira fábrica nacional de aviões. Do Galeão também saíram, em 1935, os primeiros Correios Aéreos Navais. Na década seguinte, o local passou a receber aviões maiores e se transformou em aeroporto internacional. Na época, os aviões da pioneira Panair do Brasil estrearam na Ponta do Galeão.

Quanto ao Concorde, um avião de linhas ultramodernas mas muito desconfortável, segundo seus privilegiados passageiros que pagavam caro pela travessia mais rápida, a linha foi cancelada, em abril de 1982, por ser deficitária.













Fonte: http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/aeroporto-internacional-do-rio-galeao-foi-inaugurado-por-geisel-em-1977-13566052

14.11.17

"...peritos assumiram remotamente controle de B747..."


Peritos assumiram remotamente controlo de avião 747 sem serem detetados Experiência do departamento de Segurança dos EUA decorreu sem que pilotos soubessem.

Uma equipa de especialistas aeronáuticos a trabalhar com o Departamento de Homeland Security (Segurança Interna) dos Estados Unidos conseguiu assumir remotamente os controlos de um avião 747 quando este rolava pela pista de uma aeroporto de Atlantic City, em New Jersey. O caso aconteceu em setembro de 2016, mas só agora foi revelado, numa conferência sobre tecnologia. Robert Hickey, um dos peritos que participou na operação, não revelou detalhes sobre a forma como foi possível aceder à rede informática interna do avião e "fazer notar a nossa presença", mas tentou tranquilizar quem o ouviu, dizendo que "não foi detetada nenhuma vulnerabilidade no aparelho" e que "não existe risco" de que hacker mal intencionados possam repetir o gesto e tomar um aparelho ou fazê-lo despenhar-se. Os pilotos do avião em causa não chegaram a aperceber-se do 'ataque' em curso e o perito diz que esteve presente um oficial da Boeing durante a experiência. Hickey revela que a penetração nos sistemas do avião se fez através das comunicações por rádio frequência, mas não deu mais detalhes. Os peritos demoraram dois dias a conseguir entrar no sistema do aparelho. Os peritos garantem que não há perigo para a avião e explicam que o custo de mudar os sistemas de bordo das aeronaves mais antigas -  o 747 deixou de se fabricar em 2014 - seria astronómico. Os modelos mais recentes já não têm as mesmas vulnerabilidades, explicou Hickey, citado pelo site Computing. 

Fonte: Correio da Manhã (portugal)
http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/peritos-conseguiram-assumir-remotamente-controlo-de-aviao-747-sem-serem-detetados

FAKE NEWS...



Prezados leitores do blog.

Gostaria de pedir desculpas pela divulgação da matéria "Mais sobre a questão do Drone em Congonhas...".

Embora eu tenha apenas retransmitido a notícia, chegou ao meu conhecimento que a notícia não é verdadeira, inclusive já existe uma matéria explicando aquela fotografia sobre Congonhas.

Assim, aproveito esse "canal" para pedir sinceras desculpas ao Cássio Vasconcellos que foi publicou aquela fotografia de maneira autorizada pelo Controle de Congonhas.

Segue abaixo na integra a matéria explicando o ocorrido:

"Esclarecimento – Drone invade pista do Aeroporto de Congonhas
13/11/2017 Por Cássio Vasconcellos

Está sendo divulgado nas mídias sociais — estas que nunca checam a veracidade da informação e tudo vira fake-news —  que uma foto minha feita na cabeceira de Congonhas foi feita pelo drone que criminalmente sobrevoou a cabeceira do aeroporto no dia 12/11/2017, oferecendo riscos incalculáveis para muitas pessoas.

Esclareço que esta foto foi feita em 28/junho/2014, um sábado, às 9:25 da manhã, conforme registro digital da minha câmera. Foi feita a bordo de um helicóptero Robinson 44 (SAE-Serviço Aéreo Especializado) e como todos sabem, aeronave homologada e autorizada para este tipo de voo.

O cruzamento da cabeceira foi feito mediante a autorização da torre de Congonhas, dentro de todas as regras de segurança. Eu ressalto que sou COMPLETAMENTE contra o voo de drones em áreas urbanas, nunca fiz um voo de drones nestes locais.

Sou também aviador, sei muito bem do perigo dos drones que andam voando inadvertidamente por aí. Espero que achem o criminoso que fez o voo de drone ontem em Congonhas. E alerto também para os drones que costumam voar nos corredores de helicóptero, oferecendo perigo para estas aeronaves que voam mais baixo.!"

Link da matéria: https://www.fotografiasaereas.com.br/blog/esclarecimento-drone-invade-pista-do-aeroporto-de-congonhas/