Qualquer companhia poderá voar sem restrições entre os dois continentes, a partir de qualquer aeroporto e não apenas, no caso europeu, com base num aeroporto do país de origem da companhia.

As limitações que até agora vigoravam em alguns Estados membros sobre rotas, preços de bilhetes e número de voos semanais deixam, assim, de existir. Com esta liberalização, certos aeroportos poderão aumentar em 20% o número de voos para os EUA, de acordo com previsões da Comissão Europeia

Para os passageiros que passam a dispor de novas rotas internacionais, a maior vantagem será a descida dos preços decorrente do esperado aumento da concorrência. Companhias low cost, como a irlandesa Ryanair, já demonstraram a intenção de em breve passar a oferecer voos entre a Europa e os EUA.

Fonte: http://sic.sapo.pt