Apesar das altas dos combustível o desempenho das principais companhias da América Latina continua forte devido ao crescimento do tráfego de passageiros. Do Chile ao México, as viagens cresceram com aumento econômico da classe C. Diferentemente ao resto do setor, as principais linhas da América Latina estão lucrando e chegando perto da lucratividade. No Brasil contudo, companhias estrangeiras e novos empresários estão de olho neste setor. Nos últimos meses, a Lufthansa, a LAN Peru e a TAP Portugal assinaram acordos de code-share com a TAM. A KLM Royal Dutch Airlines e a Air France assinaram com a Gol.
No mês passado, o fundador da JetBlue, David Neeleman, anunciou a abertura de uma nova companhia. "O Brasil é o mercado de aviação mais importante da América Latina, e se ele não tivesse fundamentos atraentes no longo prazo, nós não veríamos essas companhias internacionais martelando a porta para poder entrar", disse Stephen Trent, analista do setor aéreo do Citigroup, em Nova York. Mesmo assim, o país deve ficar atento aos chumbos que vem por aí, via USA. Desde novembro, a BRA entrou em colapso. Neste mês, a OceanAir e a Varig suspenderam vôos importantes em suas operações. A TAM e a Gol também viram redução do lucro, mas as duas continuam lucrativas.
Fonte: JetSite
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