Até a coisa ficar feia, basicamente.
De acordo com Jorge Henrique Bidinotto, professor de engenharia aeronáutica na USP de São Carlos, o piloto automático não decide nada – apenas segue instruções. Se o piloto humano ordenar que o avião suba para 30 mil pés, por exemplo, o computador se encarrega de mudar a altitude, mantendo as outras variáveis constantes.
Quando há turbulência, o piloto automático desliga por conta própria. Se o comandante não considerar prudente lidar com o tempo ruim no modo manual, ele pode dar ao avião instruções para que ele desvie das nuvens. De novo: o avião até topa reassumir o comando, mas vai só obedecer, sem decidir.
Além de não gostar de ventanias e temporais, o piloto automático também é desligado por precaução quando o humano comete um erro ao operá-lo.
https://super.abril.com.br/blog/oraculo/ate-que-ponto-o-piloto-automatico-de-um-aviao-e-automatico/

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