A Associação Internacional dos Transportes Aéreos (IATA) previu uma queda de 4,7% de voos para este ano e um impacto de US$ 29,3 bilhões em receitas por conta do coronavírus, com as companhias aéreas da Ásia-Pacífico sofrendo mais do que as de outras regiões. “Quando se trata de aeronaves de longo curso, entre a Airbus e a Boeing, temos muito suprimento e um mercado que não é tão forte quanto o previsto há alguns anos”, disse Faury.
O CEO afirmou ainda que a Airbus continuará trabalhando duro em 2020 para fazer negócios, mesmo ciente de que “provavelmente haverá menos encomendas em 2020 no longo prazo, ou pelo menos é o que podemos ver no curto prazo. Esperamos um ano difícil por conta do impacto do coronavírus nas viagens internacionais, na suspensão de rotas e no excesso de capacidade”, afirmou Faury.
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