A queda de um DC-9 da Hewa Bora Airways na fronteira da República Democrática do Congo com Ruanda, há poucas horas, matou quase todas as pessoas a bordo. Sabe-se que há 75 mortos e 15 sobreviventes, incluindo o piloto e o co-piloto. Trata-se de mais um capítulo da interminável saga do transporte aéreo no continente africano, onde o vale tudo impera e a última coisa na qual as empresas investem é na segurança.
A aeronave acidentada era a única desse modelo em uma frota composta por veteraníssimos B727-100 e B727-200, Lockheed Tristar L-1011-500 e até um DC-8 (cargueiro). Não à toa, a Hewa Bora estava na lista negra das autoridades européias de segurança de vôo, tendo sido banida de todos os aeroportos daquele continente.
Controlada por um grego, tem uma coligação chamada AirDC, na qual 49% do capital estão em mãos da Brussels Airlines, empresa baseada em Bruxelas, na Bélgica (um caminho comum a essas companhias do mercado negro de aviação). A HBA foi formada pela fusão da Zaire Airlines, Zaire Express e Congo Airlines. Seus vôos internacionais na atualidade se resumem a ligações entre capitais africanas como Douala, Lagos, Lome, Abuja e Johannesburgo.
Fonte: JB Online - Slot
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