No trecho que fala sobre infra-estrutura aeroportuária, o documento preconiza maior participação de empresas no setor. A diretriz é para "fomentar o investimento privado na construção e operação de aeroportos". O governo tem uma espécie de projeto-piloto de parceria com a iniciativa privada. Colocou o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, nos arredores de Natal, no Plano Nacional de Desestatização (PND) e poderá buscar empresas para operar esse empreendimento, cuja pista está sendo construída com verbas públicas.
A minuta da Política de Aviação Civil também menciona a intenção de "gerir a demanda dos aeroportos por meio da diferenciação tarifária". A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já determinou a cobrança de tarifas de pouso mais caras em Congonhas. Uma alternativa estudada com freqüência pelo governo é a adoção de taxas de embarque - cobradas dos passageiros - diferentes nos aeroportos do país.
Quanto ao controle de tráfego, o documento cita como objetivo "garantir a constante modernização dos sistemas de gerenciamento do espaço aéreo, mantendo-os em conformidade com as mais avançadas tecnologias e padrões internacionais", além de "adequada formação e capacitação de recursos humanos necessários à prestação dos serviços essenciais ao gerenciamento seguro, regular e eficiente". (DR)
Fonte: Valor Econômico
2 comentários:
Um texto de 22 páginas para tratar de um assunto essencial para o desenvolvimento e crescimento sustentável da infra-estrutura aeroportuária. Deve ser piada!
Cada vez mais os nossos "líderes" me decepcionam.
Pois é Maicon, vc ainda tem alguém dúvida que esse documento não vai falar nada? Como sempre irão sair linhas de desenvolvimento geral. Como por exemplo: "Este documento tem por motivo desenvolver o transporte aéreo nacional...bla,bla,bla..."
INFELIZMENTE.
Valeu pelo comentário.
RAFAEL MATERA
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