Nesse período, foram entregues 145 jatos Legacy. Até o fim do ano, começam as entregas dos primeiros modelos Phenon 100, que tem capacidade para cinco passageiros e preço de quase R$ 5 milhões. A previsão é de uma expansão ainda maior do setor.
- Na categoria dos Phenoms nossa meta é de 25 a 30%, na categoria de Legacy 600 é de 15% e do Linage entre 20 e 25% - conta Luiz Carlos Afonso, vice-presidente de aviação executiva da empresa.
O Phenon 100 e o Phenom 300 já somam 800 pedidos principalmente para clientes da Europa e dos Estados Unidos. Mas o perfil dos clientes deve mudar num futuro próximo. Até 2010, a expectativa é que a aviação executiva represente 25% da receita da Embraer. E com o enfraquecimento do dólar, a venda de jatos deve crescer entre os países emergentes.
- Há três anos, em 2005, nós imaginávamos que teríamos uma presença maior de vendas entre Estados Unidos e Europa e hoje estamos tendo uma concentração que se expande na Ásia e América Latina em função do crescimento desse mercado - ressalta.
Mesmo com a expectativa de expansão, não existem previsões para a contratação de mais funcionários na região.
Fonte: O Globo
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