Um recente relatório publicado pela Boeing mostra porque um número cada vez maior de empresas se interessam pelas possibilidades comerciais dos chamados biocombustíveis, de origem vegetal, menos poluentes que o querosene e de desempenho melhor. Segundo a Boeing, os testes e ensaios executados entre 2000 e 2009, mostram que os biocombustíveis podem ser também mais baratos além de livres dos preços impostos pelos países fornecedores de petróleo. A simples mistura de biocombustíveis com querosene, na proporção de 50/50%, garante 80% menos emissão de CO2 na atmosfera e ganho de 1 a 2% no alcance da aeronave.
O uso mais amplo desses combustíveis alternativos vai depender de sua produção em grande escala, para atender a um consumo maior, já que não há contra-indicações de ordem técnica para os motores. Os norte-americanos preferem os biocombustíveis obtidos à partir de algas marinhas, que podem ser criadas em tanques e sairia mais baratas que o Jet A (querosene) se feitas em grande escala. Mas combustíveis semelhantes podem ser também obtidos a partir de vegetais terrestres.
Fonte: Aerobusiness
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