Já o mercado doméstico brasileiro ganhou
destaque ao obter crescimentos expressivos de demanda (3,5%) e oferta (6%) no
mês de setembro. A taxa de ocupação, por sua vez, registrou queda de 2 p.p e
chegou aos 81,1%. As companhias aéreas da América Latina, por sua vez, tiveram
aumento de 7,0%, o maior entre as regiões, bem acima do crescimento de 4,4%
registrado em agosto. A Iata afirma que “o tráfego apresenta modesta
recuperação desde a atividade moderada nos meses de verão e, na sequência, a
greve dos caminhoneiros no Brasil”. A capacidade subiu 9,8% – também o maior
entre as regiões –e a taxa de ocupação média caiu 2,1 p.p para 80,3%.
“Embora o crescimento do tráfego em
setembro esteja dentro da média de longo prazo, o resultado apresentou uma leve
desaceleração em relação aos últimos meses. Isso provavelmente foi causado pela
antecipação do aumento reduzido da demanda relacionado às tarifas aéreas mais
baixas devido às crescentes pressões dos custos das companhias aéreas,
principalmente de combustível. A grande incerteza de políticas comerciais e
cada vez mais protecionistas também pode ter uma influência nisso”, disse
Alexandre de Juniac, CEO da Iata.
Mercados internacionais de transporte aéreo
de passageiros
A demanda internacional aumentou 4,9% e as
companhias aéreas de todas as regiões registraram crescimento em relação a
2017. A capacidade total aumentou 5,1% e o fator de carga caiu 0,1 ponto
percentual, atingindo 81,2%.
https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/aviacao-brasileira-ganha-destaque-nos-numeros-globais-da-iata-em-setembro/

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