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20.8.13

São Paulo passa a ter a maior frota de helicópteros do mundo e adota restrições

Pesquisa revela que cidade passou operações de Nova York. Sistema de monitoramento agora tem nova restrição

A capital paulista alcançou outras dimensões de crescimento. O recente recorde está a pelo menos 3.500 pés e em 193 helipontos. Um estudo, realizado pela Associação Brasileira dos Pilotos de Helicóptero (Abraphe), revelou que São Paulo alcançou a maior frota e número de operações por asas rotativas entre cidades do mundo. E, para controlar a crescente malha aérea e seu tráfego, o Comando da Aeronáutica adota um sistema exclusivo de monitoramento para helicópteros e recorre a restrições de tráfego como a implementadas para os automóveis.

Segundo a pesquisa, até o final de 2012, 411 aeronaves foram registradas em São Paulo e as operações de pousos e decolagens chegaram a 2.200/por dia. Nesse ranking, Nova York ganhou a 2ª posição com uma frota quase quatro vezes menor, com 120 helicópteros. Tóquio, com sua economia em declínio, garantiu o 3º lugar. “O número exorbitante provou nosso potencial”, disse Luciano de Oliveira, diretor da Abraphe. Os dados foram colhidos entre sete organizações internacionais.

Há pelo menos 12 anos, a circulação dos helicópteros comerciais no polo financeiro desperta a atenção da Aeronáutica. Até então, os helicópteros, que não tinham nenhum monitoramento, dividiam o espaço aéreo com um dos terminais mais movimentados do País, o aeroporto de Congonhas, apenas pelo auto-comando (uso de rádio frequência e contato visual). Essa convivência trouxe prejuízos e atrasos para as principais companhias aéreas. “Na época, pelo menos 80 TCAs (Traffic Collision Avoidance System, alarme que indica a existência de outra aeronave no perímetro) eram acionados por dia. Nesse estado, o avião é obrigado a arremeter, o que gerava atraso e custo para as empresas”, explicou a 1° tenente Lizzie Andréia Melhado Trevilatto, oficial do Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP), responsável pelo controle do espaço aéreo no eixo Rio-São Paulo.

Em 2004, a solução veio após o sistema Helicontrol, controle de radar de helicópteros, único no mundo e criado pela Aeronáutica em parceira com associações do ramo. Pela sua função, pode ser comparado ao monitoramento do centro expandido da capital, onde desde 1997 existe o rodízio municipal de veículos. Assim como na operação de tráfego de automóveis, o espaço controlado não se aplica a toda cidade, tendo seu acesso limitado a uma região chamada quadrilátero, que é delimitada pela avenida Paulista, ponte Estaiada, Estádio do Morumbi e Parque do Ibirapuera e tem 12 km2 de extensão. Após sua implantação, o problema com os alarmes TCAs caiu para a média de dois acionamentos por dia.

A militar explica ainda que, assim como o rodízio de veículos, as restrições surgiram pela demanda. “Foi preciso criar a área controlada porque o espaço estava sendo usado por muitos alunos em voos de treinamento. Como na autoescola, quando o instrutor sente que você está mais experiente e quer colocá-lo para guiar na 23 de Maio ou avenida Paulista”. Quem não respeitar as limitações da Aeronáutica está sujeito a sanções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Regras e restrições

O espaço é gerenciado por uma das torres de controle de Congonhas e por quatro controladores de voo específicos para os helicópteros, a cada turno de 8 horas com intervalos. “Seis aeronaves podem circular (com plano de pouso definido e autorizado) por vez no quadrilátero. E caso uma sétima apareça, tem que esperar", disse o 2° sargento Thiago Almeida Santana, na função há pelo menos oito anos.

Assim como em solo, as discussões sobre mobilidade e alternativas alcançaram muitos metros acima. Ineficiente apenas com o rodízio, o trânsito de São Paulo ganhou as faixas exclusivas, que reduziram o desempenho dos carros e otimizaram parte do transporte público, por exemplo. Já em meio a hélices, o quadrilátero ganhou algumas “horas exclusivas”. Desde o dia 12 de julho, após notificação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), voos panorâmicos ficaram restritos a três horários – das 9h às 13h, 16h às 18h e 20h às 23h.

Os horários coincidem com os picos de movimentação de Congonhas e a nova regra causou mal estar entre pilotos comerciais, órgãos reguladores e empresas de táxis aéreos. Para Jorge Bitar, diretor de Asas Rotativas da Associação Brasileira de Táxis Aéreos (Abtaer), a decisão afetou diretamente o lucro das empresas. “Não precisamos de ordens restritivas ao crescimento da economia. Em um mês já tivemos queda no setor de voos panorâmicos”. Ele cita que sobram apenas ruas e casas para serem sobrevoados já que os principais pontos turísticos fazem parte do espaço controlado.

Helicópteros são monitorados pela Aeronáutica no quadrilátero de São Paulo

O argumento foi rebatido pelo presidente da Abraphe, Rodrigo Duarte, piloto há 14 anos que defende a regulamentação do espaço aéreo. “Com o crescimento da frota você tem uma limitação física de espaço. As restrições surgirão, é normal”, explicou. “Em apenas um mês já sentimos a diferença. Antes, o piloto tentava contato com a torre [de controle para conseguir autorização de voo] e não tinha resposta. Hoje está mais tranquilo. Ali só entra quem tem um motivo.”

O piloto minimizou também os supostos impactos no turismo em época de Copa do Mundo e Olimpíadas. Segundo ele, os voos panorâmicos não serão comprometidos. “É possível encontrar soluções, os pontos que eles querem visitar são os extremos do quadrilátero. O condutor pode ficar à margem e não sobrevoar. São dez metros de diferença”.

Atualmente, 2.758 pilotos estão credenciados na Anac com a licença de Piloto Comercial de Helicópteros (PCH) em atividades no País. No ano passado, foram emitidas 507 licenças do mesmo tipo. Até a última sexta-feira (16), em apenas oito meses de 2013, a procura aumentou e já são 540 profissionais credenciados. No entanto, o órgão regulador não soube informar os dados de São Paulo.

Fonte: IG

7.5.12

Manifestação contra voos de helicóptero reúne 100 pessoas na Lagoa


Cerca de 100 pessoasestiveram presentes no protesto "Rio livre de helicópteros sem lei" na Lagoa Rodrigo de Freitas, na manhã deste domingo. Organizada por 20 associações de moradores da Zona Sul, o objetivo da manifestação era chamar a atenção do poder público para a grande quantidade de voos realizados na região.

Durante toda a manhã, os moradores recolheram assinaturas para um abaixo-assinado que pretendem encaminhar para o ministério do Meio Ambiente, secretaria municipal do Meio Ambiente, Ministério Público, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). No documento, eles pedem a proibição de voos turísticos no Cristo Redentor e no Pão deAçúcar e a regulamentação das rotas aéreas e da altitude das aeronaves. Antes do protesto, 1,5 mil pessoas já haviam assinado opedido.

- É inadmissível queo Rio passe por esta situação. O barulho do helicóptero não atrapalha apenas os moradores do local, mas também os animais da Floresta da Tijuca, que é um parque nacional com características únicas no mundo. É uma vergonha para a cidade que vai receber a Rio+20 - lamentou a jornalista Liana Fortes, que mora há 32 anosna Rua Corcovado, no Jardim Botânico.

Para o administrador Jeffrey Brantly, que também mora no bairro, o problema exige soluções urgentes.

- Queremos a proibição imediata dos passeios turísticos feitos com helicópteros. Além disso, é preciso que haja fiscalização. O espaço aéreo do Rio éuma "terra de ninguém" - disse Brantly.

A empresária Cristine Flores, moradora do Humaitá, acrescenta que quer informações sobre a atividade.

- Precisamos saber mais sobre as rotas, os controladores e a quantidade de voos que são feitos por dia. A informação ajuda na fiscalização.

Além do heliponto da Lagoa, os moradores reclamam que helicópteros que sobrevoam a Zona Sul decolam de bases localizadas no Mirante Dona Marta e no Pão deAçúcar.

- Os pilotos voam a qualquer hora do dia, sem respeitar o horário de descanso das pessoas. Eles fazem voos rasantes sobre a comunidade. Quando isso acontece, as casas tremem e o sinal da televisão desparece - afirmou o presidente da Associação de Moradores do Santa Marta, José Mário Hilário dos Santos.

Morador da Rua Lopes Quintas, no Jardim Botânico, o designer Pedro Paulo Pellegrini utilizou o humor para protestar de maneira diferente. Ele simulou um ataque a helicóptero com uma arma feita de lixo.

- Isso é uma brincadeira para mostrar como as aeronaves podem ser violentas quando passam a 150 metros da minha casa. Elas colocam em risco minha família e meu patrimônio - resumiu.

Ao longo de toda a manifestação, o heliponto da Lagoa permaneceu fechado. Um funcionário da empresa Helisul, concessionária do terminal de passageiros do local, disse que a atividade foi interrompida às 10h para evitar problemas. Segundo ele, os voos voltaram a acontecer às 13h. A Helisul não informou a quantidade de voos realizados ontem. Procurada, a companhia não quis se manifestar sobre o protesto. No sábado, um representante da empresa afirmou que pretende instalar sensores de ruídos em casas da região para monitorar o barulho das aeronaves.

Concentrada próxima à ciclovia da Lagoa, a manifestação acabou atrapalhando quem tentava andar de bicicleta no local. A jornalista Fernanda Lopes reclamou da movimentação intensa de pessoas no trecho atrás do heliponto.

- É uma pena que em umdomingo de sol tantas pessoas reunidas prejudiquem o passeio de quem não tem nada a ver com o protesto.

Fonte: Yahoo

10.10.11

Helicóptero colide com outro durante pouso no aeroporto de Carauari, AM


Hélice da aeronave Esquilo tocou em rotor da cauda de um BO-105. Ninguém ficou ferido. Investigações sobre acidente começam amanhã.

Um helicóptero modelo Esquilo colidiu com outro, modelo BO-105, no aeroporto de Carauari, a 788 km de Manaus. O acidente ocorreu na tarde deste domingo, por volta das 17h. Duas pessoas estavam na aeronave - o piloto e um passageiro, mas não ficaram feridos.

O local serve de base para aeronaves que prestam serviços às empresas que atuam na extração de petróleo na base petrolífera de Urucu, em Coari, a 363 km da capital.

De acordo com o comandante do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa VII), tenente-coronel Carlos Frederico Schonhartd, a hélice principal do helicóptero Esquilo encostou acidentalmente na hélice da cauda do BO-105, no momento do pouso. 

Depois do toque, a aeronave caiu na pista. Os nomes das duas vítimas, que não ficaram feridas, não foram divulgados. O comandante Carlos informou que técnicos do Seripa VII irão viajar a Carauari nesta segunda-feira (10) para dar início às investigações.

Fonte: G1

4.10.11

Acidente de Helicoptero em NY


A  queda de uma helicóptero com cinco pessoas a bordo matou uma mulher na tarde desta terça-feira (3) no East River, em Nova York, segundo a polícia.

O acidente ocorreu próximo ao heliporto da Rua 34, em Manhattan, às 15h24 locais, logo após a decolagem do helicóptero, um modelo Bell 206 comercial, segundo Paul Browne, porta-voz da polícia.

O helicóptero ficou totalmente submerso na água lodosa, virado de ponta-cabeça.

O piloto e três passageiros foram resgatados logo depois da queda. Três ficaram feridos, segundo os bombeiros.

As vítimas seriam turistas britânicos, segundo a WNBC-TV.

Equipes de resgate continuaram as buscas pela quinta pessoa, até que seu corpo foi encontrado sem vida.

Pelo menos dez barcos, a maioria da polícia, além de mergulhadores, participaram da tentativa de resgate.

A testemunha Joy Garnett afirmou que o helicóptero fez movimentos estranhos e girou duas ou três vezes antes de parar na água.

Ela chegou a achar que era alguma filmagem de cinema.

Fonte: G1

27.9.11

Helicóptero cai em Itaituba, no Pará


 Os três tripulantes saíram sem ferimentos do pouso forçado. Aeronave, que pertencia ao Ibama, atingiu imóvel na queda

Nesta segunda-feira (26), por volta das 15 horas, um helicóptero do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), caiu na cidade de Itaituba, no Pará. A aeronave transportava três pessoas, mas nenhuma ficou em estado grave. O helicóptero caiu entre uma igreja e uma residência, mas não deixou nenhum ferido.

Segundo a assessoria de imprensa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o helicóptero fez um pouso forçado às 15 horas desta segunda-feira (26/09) num terreno descampado próximo ao aeródromo de Itaituba, no oeste do Pará. O acidente ocorreu após uma pane no rotor de cauda e poucos minutos após a decolagem da aeronave.


Estavam a bordo no momento da queda apenas os três tripulantes - piloto, copiloto e mecânico - e não houve feridos. Após o pouso, a aeronave sofreu danos graves e provocou danos leves em um imóvel próximo. O helicóptero modelo “Long Ranger BH06” apoiava uma ação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e deveria seguir para o Parque Nacional da Amazônia.

Helicóptero cai em Itaituba, no Pará (Foto: Enoque Pereira Correia/VC no G1)

O acidente ocorreu em Itaituba, no Pará (Foto: Enoque Pereira Correia/VC no G1)

Fonte: G1 / BGA

5.9.11

Fotos do Acidente de Helicóptero no Litoral de SP



Helicóptero explodiu na queda em Maresias, dizem bombeiros








Os corpos do casal Edson Reis e Luciana Reis e do empresário André Bicego Martins foram encontrados carbonizados

A aeronave havia decolado do Campo dos Amarais. Bicego, que pilotava sua própria aeronave, teria feito um contato com a torre na altura da cidade de Jundiaí, também no interior paulista, para informar que a rota havia sito alterada e que pousaria no Guarujá, litoral de São Paulo. Segundo relatos de agentes da Defesa Civil, que conversaram com parentes das vítimas, os ocupantes iriam até o Guarujá ver um barco para comprar. Pouco tempo depois, ainda segundo a Defesa Civil, um novo contato teria sido feito. Desta vez, Martins teria perguntado à torre se existia um local para pousar na região de Maresias, pois enfrentava mau tempo. 

Segundo a Defesa Civil, o piloto pode ter perdido o controle da aeronave. "A frente fria chegou muito rápida e pode ter surpreendido o piloto. Não deu tempo de ele encontrar o heliponto, possivelmente devido à intensa neblina e ventos que chegaram a 60 km/h", explica o agente da Defesa Civil, Carlos Eduardo dos Santos. Para o chefe do órgão, Emerson Alonso, o vento pode ter jogado o aparelho contra duas árvores, de cerca de seis metros cada uma. 

A Defesa Civil de São Sebastião chegou ao local da queda hoje pela manhã, a 200 metros acima do nível do mar, após relatos de moradores que afirmaram ter visto o helicóptero sobrevoando baixo e em seguida ouvido um estrondo na manhã da última terça-feira. A FAB, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e a Polícia Ambiental iniciaram as buscas no mesmo dia, mas elas tiveram de ser suspensas devido ao mau tempo. "Ele (o helicóptero) deu duas voltas por cima da mata e desapareceu na neblina", relata o repórter-fotográfico João Bressa. Um mateiro localizou os destroços às 8h10 de hoje. 

O capitão Danilo Godoy, do Corpo de Bombeiros, afirmou que os destroços, assim como os corpos, estavam espalhados em um raio de 100m². O local da queda, de mata fechada e de difícil acesso, está situado a cerca de 3,5 quilômetros da rodovia Rio-Santos e a menos de 1,5 quilômetro do heliponto de Maresias. "Os corpos estavam irreconhecíveis devido à explosão do helicóptero", disse o capitão dos Bombeiros. 

Parentes e amigos das vítimas acompanharam as buscas durante todo o dia. Ninguém quis falar com a imprensa. Apesar de a aeronave ter sido localizada às 8h10, policiais do Instituto de Criminalística (IC) chegaram ao local sete horas depois. Elas estariam em uma ocorrência em Ubatuba, a 110 quilômetros do local da queda. 

Vários acidentes aéreos, principalmente com helicópteros, já foram registrados na região de Maresias. O de maior repercussão aconteceu em julho de 2001, quando o helicóptero em que viajaram o empresário João Paulo Diniz, herdeiro do Grupo Pão de Açúcar, e sua então namorada, a modelo Fernanda Vogel, caiu no mar também devido a uma tempestade. Fernanda e o piloto Ronaldo Jorge Ribeiro morreram. Diniz e o co-piloto Luiz Roberto de Araújo Cintra nadaram até a praia e se salvaram. Três anos depois, o inquérito que investigou o acidente foi arquivado e ninguém foi responsabilizado pelo acidente.

Fonte: IG
Fotos: IG, Globo, G1 e uol.

27.7.11

Helicóptero cai durante voo de instrução em Osasco, sem deixar vítimas

Um helicóptero da empresa Go Air caiu na tarde desta segunda-feira, 25, em um terreno descampado em Osasco, na Grande São Paulo. A aeronave de prefixo PT HRL havia partido do aeroporto Campo de Marte, na zona norte da cidade, e realizava um voo de instrução.

Os dois ocupantes, um instrutor de 44 anos e um aluno de 29, foram encaminhados para exames preventivos em hospital da região e passam bem. As causas do acidente ainda são desconhecidas. As investigações serão feitas pelo Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Seripa IV, e devem levar no mínimo 90 dias.

Um helicóptero da mesma empresa fez um pouso forçado na mesma região, em um terreno do 2º Batalhão do Exército, por volta das 10h30 do último dia 11. A empresa atua como escola de aviação civil. Na ocasião, duas pessoas estavam dentro do helicóptero no momento do acidente: um instrutor de voo, de 39 anos, e um aluno, de 36.

Fonte: Estadão

10.7.11

Helicóptero Lynx que detém o recorde mundial de velocidade é restaurado


Depois de um programa de restauração de quatro anos realizado por uma equipe de aprendizes da AgustaWestland, o helicóptero recordista Westland Lynx, que ainda é o detentor oficial do recorde mundial de velocidade de um helicóptero, foi hoje revelado na fábrica da AgustaWestland de Yeovil. 

Após quebrar seu recorde mundial num voo realizado em 1986, a aeronave tornou-se uma plataforma de testes para os motores CTS800-4N e foi fortemente modificado antes de finalmente ser aposentado do voo após a fase de desenvolvimento em 1991. Em janeiro de 1995, o helicóptero foi doado ao Museu de Helicópteros onde ele foi preservado e colocado em exposição pública, em seguida, em 2007, a AgustaWestland concordou em realizar a restauração da aeronave de volta para sua configuração utilizada quando quebrou o recorde mundial de velocidade. A aeronave voltou para Yeovil, onde foi originalmente construído, e a equipe conjunta de aprendizes teve a grande tarefa de restaurar a aeronave o mais próximo possível de quando estabeleceu o seu recorde mundial. 


A equipe de aprendizes da AgustaWestland disse ter gasto mais de 25.000 horas pesquisando a configuração da aeronave, como modificar a aeronave, localizando as peças originais, sempre que possível, adquirindo as peças em falta, reconstruindo a aeronave e, finalmente, pintando nas suas distintas cores usadas quando quebrou o recorde mundial de velocidade, com todos os os logotipos das empresas que ajudaram o projeto original. 

O dia 11 agosto de 2011 marca o 25º aniversário do helicóptero Lynx Westland, quando este estabeleceu um novo recorde mundial de velocidade de 249,1 mph com um helicóptero (400,87 km/h). O helicóptero Lynx, matrícula G-LYNX, voou num percurso de 15 quilômetros entre oo nível do mar e 500 pés, num final de tarde de 1986, com o chefe dos pilotos de testes Trevor Egginton nos controles e Derek Clews, Engenheiro de Ensaios em Vôo ao lado. A velocidade média alcançada nas duas passagens foi de 249,1 mph (400,87 km/h), batendo o recorde que era de um helicóptero modificado Mil Mi-24 “Hind” em mais de 20 mph (32 km/h)

Fonte: Cavok

10.5.11

Piloto de Marrone afirma que cantor controlou o helicóptero

O piloto Almir Carlos Bezerra, de 49 anos, confirmou em depoimento que o cantor Marrone comandou o helicóptero que caiu na última segunda-feira, dia 2, em São José do Rio Preto. Segundo ele, o cantor pilotou a aeronave em trechos do voo entre Curitiba e a cidade do interior de São Paulo.

As informações foram divulgadas pelo programa "Fantástico", da TV Globo. Bezerra afirmou que o cantor está aprendendo a pilotar, e por isso deixou que ele assumisse o controle do helicóptero em alguns momentos. Apesar da justificativa do piloto, Marrone não teria concluído o curso, portanto, segundo a legislação não estaria apto a pilotar.

No acidente, Almir perdeu parte da perna esquerda, que foi amputada dez centímetros abaixo do joelho, e teve que passar por uma cirurgia para reconstiruir danos no braço esquerdo. Por causa da perda de sangue, ele apresentou um quadro de anemia, do qual já se recuperou.

Marrone ficou ferido na queda, mas não teve lesões graves e foi liberado na quarta-feira, dia 4. Também estava no helicóptero Jardel Alves Borges, de 33 anos, primo e secretário do sertanejo, que está internado na UTI do Hospital de Base da cidade em estado grave, com traumatismo crânio-encefálico, perfuração do abdômen e fratura nos braços e quadril. 

O sertanejo está sendo investigado pela Polícia Civil, que abriu nesta sexta-feira, dia 6, um inquérito para apurar se Marrone estava pilotando a aeronave no momento do acidente, depois que testemunhas afirmaram ter visto o cantor do lado direito do helicóptero.

Bezzera negou que o cantor estivesse no comando da aeronave, que tem comando duplo. Segundo o piloto, um aluno pode ficar à direita se está acompanhado de um instrutor.

O delegado José Luiz Chain, do 2º DP de São José do Rio Preto, comanda a investigação, que tem prazo de 30 dias para se concluída, e pedirá à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) uma cópia do laudo do acidente para inclusão no inquérito.

Fonte: band

14.3.11

Brasil receberá um dos simuladores de voo de helicóptero mais avançados do mundo

Parceria entre Líder Aviação e CAE Simuflite trará nova capacidade de treinamento para os operadores offshore no Brasil. Formação de profissionais ainda mais qualificados, eficiência logística e redução de custos são outros benefícios.

Será implantado no Brasil o mais sofisticado simulador de voo para o helicóptero Sikorsky S76C++, a aeronave mais utilizada para operações offshore no país – em apoio às atividades de extração de petróleo e gás na costa brasileira. Existem apenas outros quatro simuladores como este no mundo, sendo três nos Estados Unidos e um na Inglaterra.


Virá para o Brasil através de uma parceria da Líder Aviação, maior operadora offshore do Brasil (detém 42% do mercado) e CAE Simuflite, líder mundial no desenvolvimento de simuladores e treinamentos para o setor aeronáutico. O investimento é de quase US$ 12 milhões. “Oferecer treinamentos para essa aeronave no Brasil aumentará a capacidade de treinamento das empresas nacionais, em um momento em que o país se consolida como um dos grandes players do segmento petrolífero”, afirma Eduardo Vaz, presidente da Líder Aviação.

Tecnologia - De acordo com ele, a Petrobras, por exemplo, referência no setor no país, exige que os pilotos que a atendem sejam treinados anualmente em simuladores. Por isso, outra grande vantagem de ter esse equipamento no Brasil será a possibilidade de realizar treinamentos customizados, atendendo às exigências do mercado brasileiro. “Vamos ter pilotos ainda mais qualificados, garantindo aumento da capacitação e segurança”, completa Eduardo Vaz.


Segundo a Líder, o equipamento instalado será de nível D – o mais avançado –, o que quer dizer que simula visualização e movimentos da aeronave à perfeição. Com monitores de alta definição, a representação visual inclui a chin window, janela presente no assoalho do helicóptero, fundamental para pousos. O simulador é capaz de projetar cenários de operação tanto em ambiente urbano quanto em plataformas petrolíferas em alto-mar.

O equipamento terá capacidade para operar cinco mil horas/ano, podendo funcionar por até 20 horas ininterruptas, se necessário, e atenderá à demanda interna da Líder, que conta com 200 pilotos habilitados para operações offshore. Também poderá ser utilizado por outras empresas do setor, até mesmo de fora do Brasil.

S76C++ - O S76C++ é um dos principais helicópteros utilizados para operações offshore no mundo. Seu preço de mercado é de US$ 10 milhões. O Brasil possui cerca de 70 unidades da série S76, e, somente a Líder, é dona de 34. Conforme informações da fabricante são mais de 700 helicópteros da série S76 em cinco continentes e quase cinco milhões de horas de voo. O simulador também pode ser utilizado no treinamento para o S76C+ e S76A.

Fonte: Revista Fator

24.1.11

Helicóptero da TV Globo é atingido por tiros no Estácio

O helicóptero conhecido como Globocop, da TV Globo, foi atingido por tiros na manhã desta segunda-feira quando sobrevoava o Morro da Mineira, no Catumbi. Uma das balas atingiu a região próxima ao rotor da cauda da aeronave, modelo modelo Eurocopter AS350 B2, obrigando o piloto a realizar um pouso forçado no Aeroporto de Jacarepaguá. A bordo estavam, além do piloto, o operador de sistemas e uma repórter. Ninguém ficou ferido. A TV Globo está informando o incidente às autoridades policiais e aeronáuticas. Desde o início da manhã, a Polícia Civil faz uma operação em morros do Catumbi e do Estácio desde o início da manhã. Há intensa troca de tiros entre os agentes e traficantes.

Fonte: Extra

4.6.10

Maior empresa aeronáutica europeia anuncia helicóptero movido a algas marinhas

A maior empresa aeronáutica europeia, EADS, vai lançar um helicóptero "híbrido" cujo combustível é algas marinhas, disse hoje o director técnico da empresa ao jornal alemão Die Welt.

A apresentação da aparelho será na exposição aeroespacial de Berlim, umas das mais importantes feiras do setor no mundo, que decorre na capital alemã de 9 a 13 de Junho.

"Vamos voar pela primeira vez um aparelho movido a biocombustível feito a 100% de algas. É uma estreia mundial", disse o diretor técnico da empresa, acrescentando que é necessário "uma mudança de paradigma na indústria da aviação alternativa ao querosene".

"Se 10% da nossa frota voar a biocombustível em 2040, ficaria extremamente feliz", acrescentou.

Fonte: Sapo.pt

12.4.10

Guarujá

A Petrobrás entrou na conversa - que já vai adiantada - entre a Aeronáutica e a prefeitura do Guarujá. Tratam sobre a construção de um aeroporto na base aérea de Santos.

A estatal quer compartilhar o projeto e nele incluir uma base logística para helicópteros.

Fonte: Estado de SP

17.12.09

EADS planeja ampliar produção no Brasil

A crise econômica não afetou os planos de crescimento do grupo europeu EADS no Brasil. A empresa quer ampliar a sua presença industrial no país e um dos principais desafios para 2010 é a implantação de uma linha de montagem para a produção dos 50 helicópteros EC725, que serão fornecidos às Forças Armadas Brasileiras.

Segundo Eduardo Marson, presidente da Helibrás, e que acaba de assumir a função de presidente do conselho de administração da EADS Brasil, a primeira parcela do contrato de compra das aeronaves, avaliado em R$ 5,9 bilhões, deve estar disponível para a empresa nos próximos dias . "O valor da primeira parcela corresponde a 5% do total, cerca de R$ 250 milhões." Os recursos darão início ao projeto, com o envio de 40 técnicos e engenheiros para treinamento nas instalações da Eurocopter (controladora da Helibrás) na França.

O início das obras de uma nova fábrica no complexo industrial da Helibrás, em Itajubá (MG), de acordo com o executivo, está previsto para a segunda quinzena de março. O investimento no projeto, de € 200 milhões, contempla a ampliação da capacidade de produção e o aumento do número de funcionários, dos atuais 300 para 600 até 2011.

O projeto dos novos helicópteros também resultará na criação de um novo polo de produção Aeronáutica no país. A Helibrás já está negociando a participação das indústrias brasileiras no projeto, como parte de um acordo de offset (contrapartida comercial), que também prevê a transferência de tecnologia. As empresas brasileiras capacitadas no programa também poderão exportar seus produtos para outros helicópteros fabricados pela Eurocopter, tornando-se uma fonte de suprimento da linha de montagem do grupo a nível mundial.

Outro grande projeto que a EADS espera consolidar no Brasil em 2010 é o da venda de mais oito aeronaves de transporte militar para a Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo Bruno Gallard, nomeado diretor-geral da EADS Brasil, o novo contrato deve ser assinado no primeiro trimestre de 2010. A EADS já possui dois contratos com a FAB, no valor total US$ 767 milhões, envolvendo a modernização de nove aviões de patrulha marítima P-3 e o fornecimento de 12 aviões de transporte C-295 para missões na Amazônia. O presidente da Helibrás disse que deve fechar 2009 com faturamento da ordem de R$ 300 milhões.

Fonte: Valor Econômico

6.12.09

Estudantes da USP São Carlos farão estágio na Eurocopter

Este ano, um total de seis alunos do curso de Engenharia Aeronáutica estão tendo oportunidade de estagiar nas empresas do grupo EADS na Europa

Os estudantes do último ano do curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP-São Carlos), Stefano Cerchiari e Reynaldo Oioli Neto, ambos de 22 anos, embarcam no próximo domingo (07/12) para a França. Eles iniciam na segunda-feira, estágio de cinco meses nas instalações da Eurocopter, a maior fornecedora de helicópteros do mundo, associada no Brasil pela Helicópteros do Brasil – Helibras.

O estágio é resultado de parceria entre a USP-São Carlos e a EADS – European Aeronautic Defense and Space Company, que controla a Eurocopter. Quatro estudantes da mesma universidade, também do último ano, já estão atuando na Airbus, outra empresa do grupo, com atividades na França e na Alemanha.

Na manhã de ontem (02/12), os novos estagiários foram recebidos por diretores da Helibras e da EADS. Eles visitaram as instalações da Helibras em São Paulo, no Campo de Marte, onde funciona uma oficina de manutenção, e receberam material informativo a respeito do projeto em que estarão envolvidos, de construção de 50 modelos EC725 para as Forças Armadas Brasileiras.

O convênio que visa oferecer estágios a alunos de Engenharia Aeronáutica da USP/São Carlos nas empresas da EADS será mantido em 2010, quando mais alunos poderão ter a oportunidade de estagiar em uma das unidades do grupo na Europa.

Os estagiários foram selecionados devido ao interesse pela área, empenho tanto nas aulas quanto nas atividades extracurriculares e nível de inglês. “Acredito que a experiência no exterior vai facilitar a entrada no mercado de trabalho”, comentou Cerchiari, que será destacado para a linha de produção do EC725. Oioli, por sua vez, acredita que a participação nos eventos da faculdade e o interesse pelo que acontece de novo no setor foram essenciais para obter o estágio.

Para o presidente da Helibras, Eduardo Marson, este intercâmbio de conhecimento vem ao encontro do compromisso que as empresas assumiram de transferência de tecnologia entre França e Brasil na produção dos EC725. A meta é atingir até 50% de nacionalização até o final da construção das aeronaves. Com isso, a Helibras poderá fornecer o EC725 para o mercado mundial.

“É como sonho”, comemora o coordenador do curso da USP, o PhD em aerodinâmica Fernando Martini Catalano, ao comentar sobre a importância deste tipo de parceria para a faculdade. Ele ressaltou que está satisfeito com os primeiros resultados do intercâmbio. “Constatamos que o aluno brasileiro tem qualidade, porque eles estão atuando em setores estratégicos e não só nos burocráticos”. Na opinião de Catalano, o estudante com uma experiência no exterior obtém um diferencial que vem atender justamente uma necessidade de profissionais com uma visão globalizada do mercado.

FONTE: Assessoria de Imprensa da USP

21.10.09

Helicóptero doado pelo Ministério da Justiça a Alagoas cai em Maceió


O helicóptero modelo Schweizer 269 C-1, prefixo PR-SCO, da Secretaria de Estado da Defesa Social (SDS), caiu no bairro Tabuleiro do Martins, em Maceió, Alagoas, na tarde desta segunda-feira (19), nas proximidades do campo do Corinthians Alagoano e de um novo shopping - que está sendo concluído na entrada para o Complexo Benedito Bentes.

Para ler o resto da notícia e ver as fotos do acidente, acesse: http://desastresaereosnews.blogspot.com/2009/10/helicoptero-doado-pelo-ministerio-da.html

8.1.09

Piloto e copiloto de helicóptero serão investigados por acidente

A polícia abriu inquérito para verificar se houve imprudência do piloto e do copiloto do helicóptero que caiu nesta segunda-feira em Itupeva, a 77 quilômetros de São Paulo. A aeronave dirigida por Mauro Honório da Silva e Chao Chien Feng Júnior caiu por volta das 15h30m quando se preparava para pousar na Fazenda Barreira, no quilômetro 7,5 da rodovia que liga Itupeva à cidade de Indaiatuba. (Bom Dia São Paulo: Confira as imagens da queda da aeronave )

O empresário Gilberto Botelho de Almeida Ramalho, de 61 anos, morreu carbonizado. A mulher dele, Marisa Ramalho, a filha Roberta e a amiga Bruna tiveram ferimentos leves. Segundo os bombeiros, o piloto foi internado com queimaduras de primeiro e segundo graus e teve 30% do corpo queimado. As vítimas foram levadas para o Hospital Regional de Itupeva e depois transferidas para o Hospital São Vicente de Paula, em Jundiaí, e para o Hospital Albert Einstein, na capital.

As causas do acidente estão sendo investigadas pela Polícia Civil e a Aeronáutica. Câmeras instaladas na fazenda filmaram o momento da queda. O helicóptero modelo Agusta A 109C, matrícula PTY-FP, pegou fogo e explodiu. De acordo com os bombeiros, a aeronave vinha da cidade de Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, onde o empresário dono do estaleiro Intermarine possui uma ilha.

Segundo funcionários da fazenda que viram o acidente a aeronave tentou pousar uma vez e depois levantou voo. Em seguida, a aeronave tentou mais um pouso, mas já tinha chamas no motor. A aeronave bateu no solo de uma altura de 20 metros e o fogo se espalhou. Segundo testemunhas que viram o acidente, chamas surgiram na cauda do helicóptero momentos antes da aterrissagem.

Os bombeiros foram acionados e enviaram para a fazenda cinco viaturas e 16 homens. Um dos empregados da fazenda, Severino Silva, contou que após a queda da aeronave os passageiros se jogaram no chão. Silva disse que ajudou a puxar os passageiros para longe das chamas, mas o empresário ficou preso nas ferragens. A documentação e a parte mecânica da aeronave estavam em ordem na última vistoria feita pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em São Paulo, cidade com maior frota de helicópteros do país, houve 6 acidentes com helicópteros ano passado.

Na quarta-feira representantes da fabricante do helicóptero virão da Itália para ajudar na perícia. O helicóptero não tinha caixa preta. O empresário Gilberto Ramalho, de 66 anos, foi cremado nesta terça-feira no cemitério de Vila Alpina, na zona leste da capital.

Fonte: O Globo

7.1.09

Imagens mostram queda de helicóptero que matou empresário no interior de SP

Acidente aconteceu nesta segunda-feira (5) em Itupeva. Outras cinco pessoas ficaram feridas ao sobreviver à queda.

Imagens registradas por uma câmera de segurança mostram a queda de um helicóptero ocorrida nesta segunda-feira (5) em uma fazenda em Itupeva, a 73 km de São Paulo. No acidente, um empresário morreu e cinco pessoas ficaram feridas. 

Para ver o vídeo acesse clique aqui.

O helicóptero se preparava para pousar próximo à sede da fazenda quando aconteceu o acidente. As imagens mostram quando ele aparece com fumaça no motor. A aeronave despenca de uma altura de pelo menos 20 metros. Uma pessoa consegue sair com ferimentos na perna. 

Em seguida, o piloto e o co-piloto aparecem se afastando do local pela grama. Severino da Silva, funcionário da fazenda, chega em seguida para ajudar. “Quando eu cheguei o fogo estava muito alto e o piloto falou ‘eu já estou salvo’”, afirmou. 

Segundo a polícia, o empresário ficou preso nas ferragens e morreu carbonizado. A mulher dele e as duas adolescentes que também estavam na aeronave tiveram ferimentos leves e já foram liberadas. O empresário era dono de uma fábrica de barcos e lanchas. 

A área foi isolada. Os policiais estão preservado o local para que os oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) façam a perícia. A Polícia Civil também vai apurar as causas do acidente. 

O piloto e o co-piloto foram levados para o Hospital de Itupeva e transferidos para o Hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí, a 58 km da capital paulista. A instituição não passou informações sobre o estado de saúde deles. 

Fonte: G1