Mostrando postagens com marcador IATA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IATA. Mostrar todas as postagens

4.9.13

Brasil é único com retração de demanda no transporte aéreo

O Brasil é o único mercado analisado pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) a apresentar queda na demanda doméstica (RPK) em julho, de 0,6% na comparação com igual mês de 2012. A entidade relaciona, em relatório, a queda na demanda às pressões inflacionárias no País. "Com a escalada da pressão inflacionária, o cenário para a demanda dos consumidores brasileiros é frágil", afirma o texto.

A oferta no transporte aéreo doméstico brasileiro (ASK) cresceu 0,5% em julho, sobre o mesmo mês do ano passado. Combinado com os dados de demanda, o resultado levou a um recuo de 0,8 ponto porcentual na taxa de ocupação (load-factor) das companhias aéreas no Brasil, para 79% em julho.

Na análise global da Iata, a demanda pelo modal aéreo cresceu 4,8% em julho ante igual período de 2012, enquanto a capacidade apresentou elevação de 5,8% e a taxa de ocupação recuou para 82%.

Fonte: Exame

12.3.13

Transporte aéreo de cargas cresce no mundo


A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, sigla em inglês) divulgou as estatísticas de janeiro de 2013 para a demanda de frete aéreo global. O números mostram estabilização dos mercados de frete aéreo, seguindo a tendência de crescimento verificada no fim de 2012. Comparado ao ano anterior, a demanda de frete aéreo esteve aparentemente muito forte, com crescimento de 5%. No entanto, o crescimento foi excepcional, causado pelo Ano Novo Chinês, que caiu em fevereiro deste ano, o que distorce as comparações anuais, pois muitas fábricas asiáticas fecharam e o feriado no ano passado caiu em janeiro. Comparado ao nível de Freight Tonne Kilometers (FTK) em dezembro, os volumes de frete aéreo em janeiro foram 0,9% menores. Ano após ano, a capacidade expandiu em 2,1% e o fator de carregamento global ficou em 41,9%.

- Os negócios dos fretes aéreos mostram sinais encorajadores. Mas ainda é cedo para excesso de otimismo. Enquanto a queda parou, o montante de volumes ainda se encontra abaixo dos níveis de 2010 e 2011. Fatores de carregamento estão baixos. E a economia global se mostra frágil. Nossa previsão continua a apontar modesto crescimento de demanda, de 1,4%. Mas com os fatores de carregamento fracos, os rendimentos continuarão sob grave pressão de baixa - disse Tony Tyler, diretor-geral e CEO da Iata.

Empresas da Ásia-Pacífico, que representam 39,2% do total do transporte aéreo de carga, viram crescimento da demanda ano após ano de 7,1%, enquanto a capacidade caiu para 0,4%. Ajustando para os efeitos do Ano Novo Chinês, estima-se que as empresas da região tiveram crescimento de demanda de aproximadamente 3,0%. As companhias aéreas da região capturaram cerca de 60% do crescimento em volumes de FTK vistos em janeiro, comparando-se a outubro. Isso foi ocasionado pela aceleração da economia chinesa e com as economias dependentes da exportação, como Coréia do Sul e Taipei, vivendo uma demanda global mais forte.

Na América do Norte, empresas aéreas registraram crescimento modesto de 0,6% comparado a janeiro de 2012, enquanto a capacidade foi cortada para 1,0%. Consumidores dos EUA parecem estar mais otimistas a respeito da progressão de sua economia, e as empresas áreas norte-americanas contribuíram em 15% do crescimento global do FTK de janeiro, comparado a outubro.

Empresas aéreas da Europa região reportaram crescimento de demanda de 1,2% ano após ano, que foi a metade do crescimento de 2,4% em capacidade. A persistente fraqueza econômica na Zona do Euro, que é um grande mercado para fretes aéreos de bens de consumo, está atrapalhando o crescimento do comércio mundial e limitará o crescimento do volume de fretes aéreos em 2013.

Empresas do Oriente Médio da região continuam a ser as que têm o maior e mais rápido crescimento, reportando um aumento na demanda de 16,3% ao longo de janeiro de 2012. Isso foi mais que a capacidade de expansão de 12,4%. As empresas aéreas da região continuam a se beneficiar da rota e da capacidade de expansão de economias de rápido crescimento no oeste da África e na Ásia.

Na América Latina, as empresas da região foram as únicas a reportar queda na demanda, com decrescimento de 1,6% no ano anterior. Isso foi contra um crescimento de capacidade de 10,2%. Empresas aéreas latino-americanas têm adicionado capacidade de frete aéreo para aproveitar as oportunidades e um crescimento de mercado sólido em muitas economias regionais. Esse potencial também está atraindo empresas aéreas de outras partes do mundo, o que leva a concorrência muito rígida.

Empresas aéreas africanas reportaram um crescimento de demanda de 3,7%, enquanto a capacidade expandiu 13,9%. As empresas da região se beneficiaram de um crescimento econômico forte, particularmente no oeste da África.

Fonte: Monitor Digital

18.12.12

Número de acidentes de avião no mundo diminui em relação a 2011


Fatalidades até novembro cairam de 490 para 401 em relação a 2011.
Companhias aéreas devem ter ano mais seguro já registrado.

As companhias aéreas do mundo caminham para a conclusão do ano mais seguro já registrado, com uma média até o fim de novembro de apenas um acidente de qualquer tipo para cada 5,3 milhões de voos, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Segundo a Iata, 2012 deve ser o ano mais seguro

"Até 30 de novembro, se você tivesse de pegar um avião todos os dias, as chances eram de que você voaria 14 mil anos sem um acidente", disse a principal autoridade de segurança da associação, Gunther Matschnigg, a jornalistas em um briefing.

O total de fatalidades na indústria, incluindo as companhias aéreas que não pertencem à Iata ou ainda não foram admitidas porque não estão em conformidade com seus padrões de segurança, chegou a 401, em comparação com 490 do período de janeiro a novembro de 2011, disse Matschnigg.

A taxa total de acidentes no mundo envolvendo jatos e aeronaves turboélices construídos no Ocidente e no Oriente caiu de 2,58 voos por milhão nesta época no ano passado para 2,14.

Entre os membros da Iata, que incluem todas as grandes companhias aéreas e muitas das pequenas que operam em rotas internacionais, mas não as de baixo custo, a taxa caiu de 1,89 para 1,03.

A Iata inclui na contagem tanto os acidentes fatais quanto os que não ocasionam mortes. O diretor geral da instituição, Tony Tyler, ex-presidente da Cathay Pacific, de Hong Kong, diz que os números são "outra prova de que a aviação é a forma mais segura de se viajar".

Com sede em Genebra, a associação também informou que até agora em 2012, pela primeira vez desde os primórdios da indústria na segunda e terceira décadas do século passado, não se perdeu nenhum jato de construção ocidental entre os 240 associados à entidade.

Menos acidentes fatais

Matschnigg afirmou que apenas 7% de todos os acidentes deste ano no planeta envolveram a perda de jatos construídos pelo Ocidente, 6% a menos do que no ano passad,o e 15% de todos os acidentes foram fatais, contra 26% neste período em 2011.

A América Latina e o Caribe reduziram sua taxa de acidentes para todo tipo de aeronave de 5,33 voos por milhão nos primeiros 11 meses de 2011 para apenas 1,37 até agora neste ano.

Fonte: G1

14.12.12

Aviação europeia ‘surpreende’ IATA e evita prejuízo em 2012


A aviação europeia, que a IATA chegou a prever que em Outubro iria ter um prejuízo operacional de 1,2 mil milhões de dólares, afinal, pelas novas previsões da Associação, divulgadas ontem em Bruxelas, vai conseguir chegar ao breakeven, apesar da crise financeira em que está mergulhado o continente.

As novas previsões da IATA indicam, aliás, que em 2012 as companhias europeias vão conseguir uma margem operacional positiva, de 0,6% tanto este ano como em 2013, quando em Outubro a Associação apontava para -0,1% este ano e 0,6% no próximo.

Mas não foi apenas em relação às companhias europeias que a IATA reviu em alta as previsões. A nível mundial, a nova estimativa da Associação é que a aviação comercial apresente lucros de 6,7 mil milhões de dólares este ano, mais 63,4% do que previa em Outubro (4,1 mil milhões) e mais do dobro do que antecipava em Junho (três mil milhões).

As companhias europeias são as que pesam mais na revisão em alta, já que a IATA previa que tivessem um prejuízo de 1,2 mil milhões de dólares e agora prevê o breakeven.

Mas igualmente melhor do que as previsões de Outubro são as estimativas que a IATA apresentou para os lucros das companhias da América do Norte (2,4 mil milhões de dólares, +26,3% do que estimava em Outubro), da Ásia e Pacífico (três mil milhões, +30,4%) e do Médio Oriente (0,8 mil milhões, +14,3%).

Para as companhias da América Latina e de África, a IATA manteve a mesma previsão de resultados que tinha apresentado em Outubro, de lucros de 0,4 mil milhões de dólares e de breakeven.

O que se passou, segundo explicou ontem o director-geral e CEO da IATA, é que as previsões divulgadas no início de Outubro basearam-se num “muito fraco desempenho” financeiro no primeiro trimestre, que melhorou “ligeiramente” no segundo, mas já no terceiro houve, “apesar de alguns grandes desafios”, uma melhoria “considerável”.

As previsões divulgadas ontem mostram que as companhias aéreas tiveram melhores desempenhos do que antecipava a IATA tanto do lado das receitas como dos custos.

As receitas, segundo as novas previsões da IATA vão atingir este ano 637 mil milhões de dólares, mais 0,2% do que antecipava em Outubro e +1% do que previa em Junho, tendo um aumento médio de 6,4%, quando as taxas de crescimento indicadas em Outubro e em Junho eram de, respectivamente, 5,7% e 4,7%.

Este desempenho melhor vem do lado do transporte de passageiros, que a IATA prevê atinja uma receita este ano de 508 mil milhões de dólares, em alta de 8,5% face a 2011, quando em Setembro previa que o aumento ficasse em 7,9% e em Junho indicava 6,4%.

Este crescimento mais forte da receita vem, por um lado, de um aumento do número de passageiros transportados ligeiramente mais forte do que antecipava, mas sobretudo por uma gestão mais eficiente da capacidade e da receita.

A IATA antecipa que em 2012 as companhias aéreas totalizem 2.974 milhões de passageiros transportados (previa 2.973 milhões em Setembro e 2.966 milhões em Junho), mais 5,1% que em 2011, ou seja, com um aumento inferior ao que antecipa para as receitas de passageiros (8,5%).

A diferença vem, por um lado, de que a IATA antecipa agora um aumento do yield (preço médio que cada passageiro paga por quilómetro voado) em 3%, quando em Outubro previa 2,5% e em Junho, 1,5%.

Além de uma evolução do preço melhor, os dados da IATA mostram que as companhias fizeram uma gestão mais eficiente da capacidade, com a taxa de ocupação dos voos a atingir 79,5%, acima dos 79,2% previstos em Outubro e mais ainda dos 79% previstos em Junho.

Mas apenas mais tráfego e mais receita não explicam completamente a revisão em alta das previsões. Os números da IATA mostram que a Associação também reviu em baixa a evolução dos custos em relação à previsão de Outubro, passando a antecipar um aumento de 7,4%, para 623 mil milhões de dólares, quando antes previa um aumento de 7,8% para 626 mil milhões.

O mais curioso é que a IATA até reviu em alta o valor da factura de combustíveis, que é a rubrica que tem mais peso nos custos, indicando agora o valor de 209 mil milhões de dólares, quando em Outubro indicava 208 mil milhões, por um agravamento dos custos de refinação do querosene.

A diferença está nos outros custos, em que as companhias aéreas conseguem, segundo as novas previsões da IATA, limitar o aumento em 2012 a 2,5%, para 414 mil milhões de dólares, quando as previsões de Outubro apontavam para um aumento de 3,5%, para 418 mil milhões.

Como salienta a IATA, esta evolução, como a das receitas, reflecte trabalho das companhias aéreas, como uma mudança estrutural no sector, induzida pela consolidação, mais evidente no mercado doméstico norte-americano, mas que tem alastrado a outras regiões, e a constituição de joint-ventures para as linhas do Atlântico Norte, que são as rotas que têm mais peso no segmento de voos de longo curso.

Além destas mudanças, a IATA diz que “dois outros factores têm influenciado recentemente a estrutura da indústria”, como sejam as saídas (leia-se falências), incluindo de low costs, especialmente na Europa, já que as mais fortes conseguiram melhorar o seu desempenho, enquanto “as fracas ficaram mais fracas”.

Adicionalmente, acrescenta, a constituição de novas companhias caiu, “em resultado da crise financeira” que tornou mais difícil obter financiamento para novos projectos.

E a IATA conclui que “as mudanças na estrutura da indústria [da aviação] foi um factor significativo permitindo ás companhias aéreas reter parte dos ganhos de eficiência que implementaram e proteger os seus cash-flows face a um crescimento económico fraco e a preços de combustível elevados”.

Mas, avisa, esta evolução “não altera substancialmente o facto de a indústria permanecer intensamente competitiva” e propiciar taxas de rentabilidade e retorno do capital investimento “extraordinariamente baixas”.

Mesmo nas novas previsões para este ano, a margem operacional ficará em 2,1% e a margem de lucro líquido, em 1%, indica a IATA.

Fonte: Presstur

13.6.12

Aéreas devem lucrar US$ 3 bi este ano no mundo


A International Air Transport Association (Iata) divulgou novos prognósticos para a aviação mundial este ano. O lucro das empresas aéreas no mundo deve ficar em US$ 3 bilhões, o mesmo previsto em março passado. Segundo a Iata, não houve uma revisão para baixo nesse número pois houve uma queda no preço do combustível, assim como um crescimento acima do esperado no transporte de passageiros e o início da recuperação no mercado de carga aérea. Essa previsão também não foi revisada para cima por causa do aumento da crise na Europa. 

Esse será o segundo ano de declínio dos ganhos das empresas aéreas depois do pico de US$ 15,8 bilhões em 2010, com uma margem neta de 2,9%. No ano passado, os lucros caíram para US$ 7,9 bilhões e a margem para 1,3%. Este ano, com os US$ 3 bilhões de lucro previstos, a margem será de apenas 0,5%. Empresas aéreas norte e latino-americanas têm as melhores perspectivas de recuperação. Já as companhias europeias, asiáticas e do Oriente Médio receberam downgrade. As europeias, anteriormente com previsão de US$ 600 milhões, agora devem perder US$ 1,1 bilhão ano ano.

"Os US$ 3 bilhões de lucro previstos para a indústria não foram alterados. Mas quase tudo na equação teve alteração. A demanda tem estado melhor do que o esperado e o preço do combustível também caiu em relação ao que esperávamos. Mas há a expectativa de fraqueza econômica a caminho. A crise na zona do euro está no caminho da rentabilidade e continuamos a prever uma margem neta de apenas meio ponto", disse Tony Tyler, diretor geral e CEO da Iata.

Fonte: Panrotas

1.2.12

Aéreas querem tomar parte no Fundo de Aviação


A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) quer participar da gestão do Fundo Nacional de Aviação Civil, que reunirá os recursos a serem investidos nos aeroportos. "Após o leilão marcado para a próxima semana, vamos apresentar formalmente à Secretaria de Aviação Civil um pedido para fazermos parte da gestão do fundo", disse à Agência Estado o presidente da Iata Brasil, Carlos Ebner.

"Defendemos que seja algo como o Fundo da Marinha Mercante no Brasil, que conta com as empresas do setor no direcionamento dos investimentos", disse. Segundo Ebner, até agora a Iata manteve conversas informais com a SAC a respeito do assunto. "Nos preocupa como vai ser (a gestão do fundo). Não está ainda regulado. Nos preocupa porque não queremos que seja usado para a construção de uma catedral no deserto", afirmou.

A estimativa do governo federal é de que o fundo tenha recursos de R$ 200 milhões ao ano. Esse dinheiro deve vir do pagamento das outorgas dos aeroportos concedidos, que será feito ao longo do período de concessão, assim como do porcentual que será cobrado sobre o faturamento dos aeroportos.

Fonte: DGABC

8.12.11

Iata critica modelo de privatização de aeroportos


A Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo) cortou suas projeções para 2012 e revisou as deste ano, indicando pior performance na Europa ante a crise e, na América Latina, citando gargalos no Brasil. No pior cenário, a perda global em 2012 chegaria a US$ 8,3 bilhões (R$ 14,9 bilhões).

Comunicado emitido ontem cita o Brasil como "exemplo do que pode dar errado" pelo plano de privatizar aeroportos e incluir a Infraero como sócia. "É como colocar a raposa cuidando do galinheiro", diz o presidente da entidade, Tony Tyler. A Iata está "trabalhando duro com autoridades brasileiras para evitar tal erro", acrescentou ele.

A Iata tem dois cenários para 2012. No melhor, espera lucrar US$ 3,5 bilhões -metade do ganho neste ano e 27% menos que o previsto.

No pior, que considera uma crise do sistema bancário e um avanço do PIB global de mero 0,8%, haveria prejuízo de US$ 8,3 bilhões.

Para este ano, a organização que reúne 240 companhias aéreas responsáveis por 84% do tráfico mundial manteve a projeção de lucro de US$ 6,9 bilhões, mas mudou a expectativa por região.

A América Latina foi a mais punida em termos percentuais e teve a expectativa de lucro cortada para US$ 200 milhões -um terço do previsto antes. Já na Europa, o ganho esperado agora é de US$ 1 bilhão, 29% menor.

Na América do Norte e na Ásia-Pacífico a projeção melhorou -a primeira para US$ 2 bilhões e a última, com a expansão do mercado chinês, para US$ 3,3 bilhões.

Já em 2012, a América Latina deve lucrar US$ 100 milhões no melhor cenário e perder US$ 400 milhões no pior. A Europa ficará no vermelho US$ 600 milhões, na projeção otimista, e US$ 4,4 bilhões na pessimista, que ainda vê prejuízo na América do Norte (US$ 1,8 bilhão) e na Ásia (US$ 1,1 bilhão).


Fonte: Folha

23.11.11

IATA chief urges governments to adopt a six-step policy approach to promote aviation biofuels commercialisation


IATA Director General Tony Tyler has called on governments to implement policies that encourage research, investment and incentives to help develop and commercialise a sustainable aviation biofuel industry. With the approval of such fuels now in place and airlines using them in commercial operations, he said they had the potential to become a game-changer in cutting aviation’s carbon footprint, but they were still expensive and supply was limited. “I am under no illusions that this will be an easy process,” he added in a speech to the IATA Fuel Forum in Paris. “But there is no shortage of commitment from the industry.” Meanwhile, next week’s annual meeting of the industry-led Commercial Aviation Alternative Fuels Initiative (CAAFI) promises to be the biggest yet with strong participation from fuel companies, buyers and US government agencies and states.

According to IATA, the industry’s fuel bill this year is expected to be $176 billion, representing 30% of operating costs, rising to an expected $201 billion (32% of costs) in 2012, despite a projected fall in the price of oil from $110 to $100 per barrel. “Oil at less than $100 has somehow come to look cheap,” noted Tyler.

“Oil is a scarce resource. The long-term price is upward – with volatility as a result of political and economic uncertainty,” he said. “While sustainable biofuels have the potential to help us in our environmental efforts, current costs are prohibitive.”

Tyler said that five years ago there was no alternative to jet fuel but progress on sustainable biofuels had been “a story of revolutionary proportions”, with an impressive acceleration in new supply projects over the last 12 months.

 “There is an opportunity for both our traditional suppliers and new entrants to engage in this exciting development,” he told delegates. “We need all to come on board, work together and speak with a common voice. That is the way to convince governments to provide the right policies to develop a sustainable aviation biofuel industry.”

He outlined six steps that governments should take:
Foster research into new feedstock sources and refining processes;
De-risk public and private investments in aviation biofuels;
Provide incentives for airlines to use biofuels from an early stage;
Encourage stakeholders to commit to robust international sustainability criteria;
Make the most of local green growth opportunities; and
Encourage coalitions encompassing all parts of the supply chain.

Tyler said airlines were committed to using sustainable biofuels as they would be critical to achieving carbon neutral growth and emissions reduction targets. “Combined, these are the industry’s long-term licence to grow. So, to secure our future, we need to make sustainable biofuels work commercially.”

In a subsequent speech to the African Airlines Association (AFRAA) in Morocco, Tyler said the necessary fiscal and legal frameworks put in place by governments to support the development of a successful sustainable aviation biofuels industry would also create jobs in the green economy.

“There is huge potential for Africa to develop local biofuels industries that could spread economic opportunity even in the most remote corner of the continent. And we should be lobbying governments strongly to help make that a reality,” he said.

According to Richard Altman, Executive Director of CAAFI, the cross-industry initiative that is supported by the Federal Aviation Administration, next week’s General Meeting starting on November 30 “is shaping up brilliantly”, he told GreenAir Online.

“We have over 50 fuel/feedstock companies, 25 separate federal offices and nearly 15 major buyers among the 300 invited guests – in short, the typically diverse supply chain approach from ground to end user we are seeking. Our goal is to set our direction for the next 12 to 24 months.

“In a global environment where many – in the US and Europe – seem incapable of getting much done at the public level, through our private/public partnership we are accelerating and succeeding to build a future.”

International participation in the event has increased with representation from Australia and Brazil as well from Europe. A new addition this year is a companion exhibition with some 30 entities ranging from research organisations through to biofuel technology companies.

Fonte: http://www.greenaironline.com/news.php?viewStory=1375

21.9.11

IATA prevê ano de 2012 mais difícil para companhias aéreas


Empresas deverão lucrar US$ 4,9 bilhões no ano que vem. Companhias estão competindo em um ambiente muito duro, diz relatório.

As companhias aéreas devem lucrar US$ 4,9 bilhões em 2012, segundo a primeira estimativa para o ano feita pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

A projeção para o ano que vem é 29% menor do que a de 2011, que também foi revisada agora pela Iata, dos US$ 4 bilhões projetados em junho para US$ 6,9 bilhões. A margem, de 1,2%, entretanto, ainda foi considerada fraca.

"As companhias aéreas estão competindo em um ambiente muito duro. E 2012 será ainda mais difícil", afirmou em nota o diretor executivo da Iata, Tony Tyler.

Tyler destacou como "fortes ventos contrários" à atividade das companhias aéreas os altos preços do petróleo e a incerteza econômica.

A estimativa de receita para 2012 é de US$ 632 bilhões, com margem líquida de 0,8%. De acordo com a Iata, a previsão foi feita com base na estimativa de crescimento de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2012.

Fonte: g1

13.6.11

Um telefone móvel sozinho pode derrubar um avião, diz estudo

Um estudo confidencial da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) vazado nesta sexta-feira revelou que somente um telefone móvel ou dispositivo eletrônico ligado durante um vôo pode desligar o sistema de um avião. Um BlackBerry ou iPad podem desvirtuar o piloto automático e acender luzes de alerta, revelam testes. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

Os instrumentos que guiam os pilotos durante mau tempo podem também ser afetados por sinais elétricos de tablets, laptops ou smartphones com pontenciais situações catastróficas. O estudo ainda diz que nos últimos seis anos aconteceram 75 incidentes separados que envolveram dispositivos eletrônicos em aviões e causaram grande preocupação. Com isso, a IATA está apelando a cada vez mais para que os passageiros parem de ignorar os alertas para desligar aparelhos. Saiba mais

Uma reportagem da rede de televisão ABC News, dos Estados Unidos, revelou que pelo menos uma vez um celular provocou alerta de falhas no motor de um avião, e pelo menos 15 vezes o sistema dos aviões foram interrompidos nos últimos seis anos por conta de um aparelho eletrônico.

Dave Carson, conselheiro de segurança da Boeing, afirmou ao Daily Mail que celulares e outros dispositivos ligados em um vôo podem causar problemas grandes para os pilotos. “O sinal pode sair do ar e você perde todas as indicações e direções”, explicou Carson.

Questionado se um celular pode causar muitos grandes danos, ele resumiu: “Se ele estiver no lugar certo e na hora certa, sim”, resumiu. (Terra)

Fonte: http://www.consuladosocial.com.br

16.3.11

IATA observa medidas de URGÊNCIA para a aviação brasileira

Em sua viagem pela América do Sul, onde esteve primeiro na Argentina e Chile, o italiano Giovanni Bisignani, Diretor Geral e CEO da IATA visitou São Paulo e o escritório brasileiro da International Air Transport Association, chegando ontem e retornando  logo mais à noite para a  Europa.   Hoje, em palestra na Câmara de Comércio Britânica,  elogiou a presidenta Dilma Roussef  por colocar um enfoque estratégico na aviação e a urgente necessidade de reformas, com medidas urgentes para dinamizar a aviação brasileira, alertando que a realização como país-sede da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, exigem ações imediatas.

“A intenção de criar uma Secretaria de Aviação Civil com status de ministério é uma oportunidade para produzir mudanças. A IATA está mais do que disposta a usar sua experiência global e desempenhar um papel colaborativo para atender às expectativas da Presidenta com um plano estratégico focado na competitividade”, disse o executivo, ao ressaltar cinco áreas vitais para as mudanças, entre suas principais declarações. 

Infraestrutura e Marco Regulatório: “O modelo da INFRAERO, que controla 94% dos aeroportos do Brasil, é obsoleto. Terminais em 13 dos 20 maiores aeroportos não comportam a demanda atual. São Paulo, que responde por 25% do tráfego do Brasil, está em estado crítico – com capacidade insuficiente e serviços que não atendem aos padrões internacionais. As concessões podem ser um caminho. Mas elas precisam ser acompanhadas de uma regulação transparente, economicamente independente e robusta, apoiada em consultas efetivas à indústria”, disse.

A IATA apoia a continuidade do papel da Agência Nacional de Aviação Civil na supervisão dos aeroportos. “De forma geral, o marco regulatório proposto pela Anac para os aeroportos brasileiros está alinhado com as recomendações da IATA e os princípios de ICAO. Mas quatro mudanças importantes são críticas para alavancar a competitividade do Brasil. Primeiro, o ATAERO precisa ser abolido. Esta sobretaxa de 50% sobre as tarifas está em desacordo com os princípios da ICAO. Segundo, nós precisamos de mais transparência e garantias de que não haverá subsídios cruzados entre os aeroportos. Terceiro, a solução para a capacidade insuficiente não pode ser a introdução de tarifas mais altas para os horários de pico. Ganhos de eficiência e desenvolvimento de infraestrutura são o caminho a seguir. E, por fim, o aumento de 70% para as empresas aéreas internacionais como resultado do recálculo da tarifa é inaceitável. As tarifas têm que diminuir, não aumentar. Se estas quatro questões não forem resolvidas, os benefícios das concessões serão perdidos”, afirmou Bisignani.

Preço do combustível: O Brasil deve dar continuidade à política que eliminou US$ 100 milhões em impostos de PIS/COFINS sobre os combustíveis, em 2009, com a revisão da paridade de preços de importação da Petrobras. Um estudo recente concluiu que a Petrobras pratica preços excessivos sobre o combustível de aviação, cerca de US$ 400 milhões a mais anualmente. “Não há justificativa para que o preço do combustível de aviação no Brasil seja 14% mais caro do que no restante da região. O Brasil produz 80% da sua demanda em suas próprias refinarias. Não faz sentido atrelar os preços ao mercado de Houston e incluir custos teóricos para importação – incluindo o transporte. Isto está destruindo a competitividade da aviação brasileira”, afirmou Bisignani. Globalmente, o combustível representa em media 29% do custo operacional de uma empresa aérea. No Brasil, este número sobe para 37%.

Gerenciamento de Tráfego Aéreo: A IATA pede que o Governo Federal apoie os esforços de melhoria conduzidos pelo DECEA. “As empresas aéreas investiram em aviônicos para obter melhorias na eficiência dos voos. Mas a infraestrutura em solo não acompanha nossa capacidade no ar”, apontou Bisignani. Especificamente, a IATA está encorajando a implementação de procedimentos operacionais mais eficientes, conhecidos por RNAV e PBN, para aumentar a capacidade em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além disso, a IATA está estimulando o DECEA a adotar um processo de melhoria contínua, baseado em análise de dados de desempenho, contra metas estipuladas.

Meio Ambiente: A aviação está unida e comprometida com a melhoria na eficiência do consumo de combustível em 1,5% ao ano, até 2020; limitando as emissões netas de carbono a partir de 2020 com o crescimento neutro de carbono e cortando as emissões pela metade até 2050 (em comparação com 2005). “A aviação é a única indústria global com um plano global – pelo lado da indústria e dos governos. O Brasil precisa apoiar essa abordagem global. O que significa parar a iniciativa da cidade de Guarulhos de impor taxas ambientais que são contraproducentes para os esforços globais. E o governo precisa acompanhar a iniciativa da TAM com os voos de teste com biocombustíveis sustentáveis, criando uma estrutura legal e fiscal para apoiar a indústria brasileira de biocombustíveis”, indicou o dirigente.

Por fim, o assunto Copa e Olimpíadas. Bisignani foi incisivo:  “Sem profundas mudanças, os aeroportos do Brasil não serão capazes de atender com sucesso a Copa do Mundo da FIFA ou os Jogos Olímpicos. O tempo está se esgotando para grandes projetos de infraestrutura. Nós estamos preocupados que o Terminal 3 de São Paulo esteja sendo planejado sem consulta à indústria. O que quer que seja alcançado, precisaremos fazer com que a infraestrutura atual funcione muito mais eficientemente e com melhores processos. Uma solução simples é que todos os que têm atuação nos aeroportos – Anac, Infraero, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa e Agricultura – institucionalizem o regime de cooperação. As empresas aéreas podem propor soluções para melhorar a operação nos terminais e reduzir o seu congestionamento, incluindo os padrões IATA Fast Travel de implementação de tecnologia para o autoatendimento e e-freight  para melhorar a eficiência no manuseio de carga. Estas soluções existem hoje e podem contribuir para melhorias significativas”, afirmou. A IATA ainda estimula a Anac a adicionar uma nova dimensão em sua supervisão de segurança ao adotar a Auditoria de Segurança Operacional da IATA como um requisito para todas as empresas aéreas operando no Brasil.

Complementando sua análise, o executivo exortou números e comparações: “Aviação é importante para a economia do Brasil. Ela estimula viagens e turismo que sustentam 9,1% do PIB e oito milhões de empregos brasileiros. A aviação tem crescido a uma impressionante taxa de 10% ao ano desde 2003. O mercado doméstico brasileiro é o quarto maior do mundo, atrás de EUA, China e Japão. Mas com 13 milhões de passageiros internacionais está em 37ª posição do ranking internacional, o que é completamente desproporcional à economia do Brasil, que é a oitava maior do mundo”.

Esta foi, provavelmente, a ultima visita de Bisignani ao Brasil, na condição de principal executivo da IATA.  Em junho, depois de dez anos de atuação, estará deixando o cargo, sendo substituido pelo atual presidente da Qatar Airways. 

Com escritório no Brasil desde 1991, a IATA  processou cerca de US$ 4,5 bilhões de receitas da indústria  no ano passado,  com acesso local a toda a experiência global da instituição, nos aspectos de segurança, desenvolvimento de infraestrutura e o conceito Simplifying the Business.  A direção  no Brasil está desde o final do ano passado, com Carlos Ebner, ex-CFO da Varig e  que também  foi CEO da OceanAir.

Fonte: Brasilturis

Latam ficará entre as 5 maiores aéreas do mundo, diz Iata

Empresa, resultado da fusão entre a brasileira TAM e a chilena LAN, será a única não asiática do grupo 

O presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Giovanni Bisignani, considera a fusão da brasileira TAM com a chilena LAN importante para o setor, mas disse que nem sempre isso é bem compreendido. "A Latam estará entre as cinco maiores empresas aéreas do mundo em valor de mercado e será a única não asiática do grupo", afirmou.

Segundo ele, a fusão das duas empresas mostra a habilidade da América Latina de inovar e liderar mudanças necessárias para o setor no mundo. "Juntas, a LAN e a TAM devem se tornar a terceira maior empresa aérea do setor, valendo cerca de US$ 12 bilhões", disse.

Esta semana o Tribunal de Defensa de La Libre Competencia (TDLC), no Chile, irá julgar se será aberta ou não uma consulta pública sobre a fusão das duas empresas. O pedido de consulta pública foi feito ao tribunal no final de janeiro pela Corporación Nacional de Consumidores y Usuarios de Chile (Conadecus), uma entidade de defesa do consumidor. Em função desse pedido, o tribunal suspendeu dias depois o processo de fusão das duas companhias aéreas.

No último dia 2, a união das duas empresas recebeu sinal verde no Brasil da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Mas o processo de fusão ainda precisa ser analisado por outros órgãos, como a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), ligada ao Ministério da Fazenda, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além de seus equivalentes no Chile e nos Estados Unidos. Os acionistas das duas empresas também precisam aprovar a fusão.

Fonte: Estadão

Aerolíneas Argentinas volta a integrar a IATA

A Aerolíneas Argentinas voltou a integrar a IATA (Associação Internacional do Transporte Aéreo),entidade que controla os sistemas compensatórios entre as companhias aéreas em nível mundial. Este reingresso significa que a companhia melhorou sua qualificação, agora pode operar de maneira mais segura e econômica, segundo as regras definidas pela associação.

A Aerolíneas era membro da IATA desde de 1950, mas foi excluída em 2001 devido a dívidas que chegavam a quase US$ 60 milhões, contraídas quando o controle da companhia era privado, segundo o site Aero Latin News. A partir de 2009, o Governo argentino começou a fazer acordos com as empresas para as quais a companhia devia dinheiro. 

Para o secretário de Transporte da Argentina, Juan Pablo Schiavi, estar na IATA significa honrar compromissos. Já o gerente da companhia, Mariano Recalde, acredita que esse passo é importante para ampliar as rotas. “Qualquer pessoa poderá comprar um bilhete da Aerolíneas em qualquer do mundo”, afirmou.

Fonte; Aeromagazine/Aviacao.com

18.2.11

IATA: número de viajantes de avião deve chegar a 3,3 bilhões em 2014

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), em 2014 3,3 bilhões de pessoas estarão viajando de avião. Em 2009, o número de passageiros foi de 2,5 bilhões. Dos viajantes de 2014, estima-se que 360 milhões (45%) farão rotas na Ásia, sendo 214 milhões na China. Já os Estados Unidos deverão receber 671 passageiros de voos nacionais, e 215 de voos internacionais.

"É preciso saber lidar com esses 800 milhões a mais de passageiros que teremos em 2014, além do transporte de carga, que deve aumentar em 12,5 milhões. Para tirar o máximo proveito deste potencial econômico, vamos precisar de uma gestão de tráfego ainda mais eficiente, instalações de aeroportos e programas de segurança. A indústria e os governos serão desafiados a trabalhar em conjunto cada vez mais", afirmou Giovanni Bisignani, director-geral e CEO da IATA.

Fonte: Mercado e Eventos

15.12.10

Iata: aéreas da América Latina fecham 2010 com US$ 1,2 bilhão de faturamento

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) previa hoje que o lucro líquido das companhias da América Latina alcançará US$ 1,2 bilhão em 2010, US$ 200 milhões mais do que o previsto este ano. Para o ano que vem, a projeção é de queda no lucro líquido para US$ 700 milhões, quando terá mais capacidade do que demanda na região. 

Globalmente, a Iata quase dobrou suas projeções de lucros para as companhias aéreas este ano e para 2011, mas insistiu que a margem é fraca e que o setor "continua doente". As companhias devem fechar o ano com lucro líquido de US$ 15,1 bilhões comparado aos US$ 8,9 bilhões previstos em setembro.

Para 2011, o ganho será menor, mas a melhora na projeção é significativa, de US$ 9,1 bilhões, comparado a US$ 5,3 bilhões estimado há três meses.

Fonte: Mercado e Eventos

Iata: aéreas da América Latina fecham 2010 com US$ 1,2 bilhão de faturamento

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) previa hoje que o lucro líquido das companhias da América Latina alcançará US$ 1,2 bilhão em 2010, US$ 200 milhões mais do que o previsto este ano. Para o ano que vem, a projeção é de queda no lucro líquido para US$ 700 milhões, quando terá mais capacidade do que demanda na região. 

Globalmente, a Iata quase dobrou suas projeções de lucros para as companhias aéreas este ano e para 2011, mas insistiu que a margem é fraca e que o setor "continua doente". As companhias devem fechar o ano com lucro líquido de US$ 15,1 bilhões comparado aos US$ 8,9 bilhões previstos em setembro.

Para 2011, o ganho será menor, mas a melhora na projeção é significativa, de US$ 9,1 bilhões, comparado a US$ 5,3 bilhões estimado há três meses.

Fonte: Mercado e Eventos

7.12.10

Continental Airlines é culpada pelo acidente com Concorde

A Continental Airlines terá que pagar mais de 1 milhão de euros à Air France, pelos prejuízos e perda de reputação consequentes do acidente com o avião Concorde nos arredores de Paris, há dez anos.

A decisão veio de uma corte francesa, que considerou culpado pela tragédia inclusive o mecânico John Taylor, da Continental Airlines, condenado a quinze meses de prisão. A companhia área terá que pagar ainda indenizações às famílias das 113 pessoas que morreram no acidente.

O juiz confirmou que a causa do acidente foram restos de titânio, que caíram de um avião da Continental na pista de decolagem no aeroporto Charles de Gaulle, antes da decolagem do Concorde, operado pela Air France.

As investigações comprovaram que os restos do produto grudaram no pneu da aeronave, levando pedaços para os tanques de combustível e provocando um incêndio.

A Continental Airlines já firmou que vai entrar com recurso contra a decisão.

O Concorde da Air France decolava de Paris no dia 25 de julho de 2000, quando um dos motores pegou fogo. A aeronave em chamas bateu em um hotel próximo ao aeroporto Charles de Gaulle.

Fonte: O globo

19.11.10

Iata critica infraestrutura aeroportuária do Brasil

O diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Giovanni Bisignani, fez hoje duras críticas à infraestrutura aeroportuária do Brasil. "O Brasil é a maior economia da América Latina e a que mais cresce, mas a infraestrutura de transporte aéreo é um desastre de proporções crescentes", disse em encontro de presidentes e diretores de companhias aéreas, organizado pela Associação Latino Americana e Caribenha de Transporte Aéreo (Alta) na Cidade do Panamá.

"Para evitar um constrangimento nacional, o Brasil precisa de instalações melhores e maiores para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, mas não vejo progresso e o tempo está correndo. O tempo para debates acabou. Temos de reunir todos os interessados na mesa para finalizar o plano e trabalhar", afirmou Bisignani.

Apesar de externar preocupação com os eventos que o País receberá no futuro, Bisignani destacou que a infraestrutura aeroportuária já apresenta problemas hoje. "Treze dos 20 maiores aeroportos não conseguem acomodar a demanda nos terminais de passageiros existentes e a situação é crítica em São Paulo, maior hub internacional da região", afirmou, referindo-se ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. "No começo deste ano, a Infraero popôs fechar uma das pistas do aeroporto de Guarulhos por uma boa parte do ano que vem para a realização de melhorias. Isso cortaria a capacidade pela metade. Nós nos manifestamos e o governo agora está procurando outra solução", disse ele. 

Fonte: Estado

17.10.10

Recuperação do transporte aéreo está desacelerando, diz IATA

A recuperação do setor aéreo está desacelerando, conforme o ritmo da expansão econômica fica mais moderado, mas o crescimento nas viagens de negócios continua a superar as viagens em classe econômica, afirmou nesta quinta-feira a associação internacional do setor.

Além de apontar para saúde financeira do setor aéreo, as viagens de negócios são também um importante indicador da atividade econômica. 

O crescimento anual menor em agosto do que o registrado em meses recentes foi causado em parte por um efeito estatístico de um grande aumento em agosto do ano passado, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Na comparação com julho, houve uma queda de 1 a 1,5 por cento em agosto nos números sazonalmente ajustados de passageiros que viajam nas classes executiva e econômica.

"Há claros sinais agora de que a retomada no pós-recessão do transporte aéreo está desacelerando", afirmou a Iata.

O número de passageiros viajando em classe executiva ou primeira classe em agosto foi 9,1 por cento maior que um ano antes, contra taxa de 13,8 por cento em julho. Nas classes econômicas, os números foram de 6,2 por cento em agosto contra 8,8 por cento em julho.

A Iata, que representa 230 companhias aéreas do mundo, informou que a demanda por passagens premium acumula alta de 17 por cento sobre a mínima de 2009, mas 99 por cento desta retomada ocorreu até o final do primeiro trimestre deste ano.

Nos cinco meses desde então, o número de passageiros viajando em classes premium, geralmente a negócios, perdeu impulso, mas não é possível no momento identificar se a pausa é temporária.

Fonte: Portal Exame

21.9.10

IATA: companhias aéreas vão lucrar 6.801 M€ este ano

As companhias aéreas deverão fechar o ano com lucros de 6.801 milhões de euros, anunciou esta terça-feira o director-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Giovanni Bisignani.

Este valor traduz uma forte revisão em alta face aos 1.910 milhões de euros estimados em Junho.

Numa teleconferência a partir de Singapura, Bisignani afirmou-se bastante surpreendido com os resultados e assumiu que a recuperação do sector foi mais forte e mais rápida do que qualquer previsão.

Contudo, o director da IATA lembrou que estes lucros apenas permitem uma recuperação face às perdas de quase 50 mil milhões registadas na última década.

Fonte: Diario Digital