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13.8.20

"(...) venda cias aéreas, compre aeroportos (...)"

Seis empresas já demonstram interesse em gerir o aeroporto da Pampulha


(* - Foto de quando ainda operavam B737 na Pampulha)

Entre elas está a Zurich Airport, que divide a concessão do terminal em Confins com a Infraero; propostas sobre o uso do espaço devem ser entregues até dezembro, quando Estado assume o local

Quase dois meses após o anúncio da transferência do aeroporto da Pampulha para o governo de Minas, seis empresas já demonstraram interesse em gerir o terminal a partir de 2021. O Estado pretende conceder a gestão do espaço para a iniciativa privada, que deve fazer investimentos para ampliar a utilização do local, cada vez mais ocioso desde a transferência dos voos de grande porte para Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), os projetos de gestão do aeroporto devem ser enviados até dezembro deste ano. Até o fim do prazo, vão ocorrer reuniões a cada 28 dias para discutir as propostas, levantamentos e estudos sobre o Procedimento de Manifestação de Interesses (PMI) do aeroporto da Pampulha.

O objetivo do processo é discutir as diversas possibilidades de uso do terminal, como uma concessão comum, aviação executiva nacional e internacional, além da expansão da aviação sub-regional e até alternativas, a exemplo da criação de espaço cultural, escola de aviação e museu. 

Em junho, o Estado assinou um convênio com o Ministério da Infraestrutura que transfere a responsabilidade do aeroporto para Minas – o período da outorga será de 35 anos. Agora, o governo pretende criar um modelo de concessão, iniciado com o chamamento público dos interessados, que garanta “a harmonia entre o Aeroporto da Pampulha e o Aeroporto de Confins, recentemente qualificado como o Primeiro Aeroporto Indústria do Brasil”.

De olho na concessão

Pelo menos seis empresas já demonstraram interesse em disputar a concessão do espaço. Entre elas está a Zurich Airport Latin American, que já divide a gestão do aeroporto de Confins com a Infraero. Também aparecem na lista a Braykes PPP; Companhia de Participação em Concessões (CPC); Infraway Engenharia Ltda.; Líder Taxi Aéreo S/A e a Planos Engenharia S/S Ltda.

Até o fim do ano, a gestão do terminal segue sob responsabilidade da Infraero. Entre janeiro e junho deste ano, o espaço registrou uma receita de R$ 11,1 milhões. Já as despesas operacionais ficaram em R$ 25,8 milhões, um prejuízo de R$ 15,7 milhões por conta da falta de demanda do aeroporto.

Em nota, a estatal informou que a Pampulha está com os voos diretos limitados para aeroportos regionais desde 2015. “Assim, as empresas aéreas não mais almejaram voos comerciais regulares desde agosto de 2018, época que a Gol deixou de operar no terminal. Atualmente, apenas voos de aviação executiva e geral, incluindo as aeronaves das forças de segurança pública e de serviço aeromédico, operam no local”, informou.

Fonte: https://www.otempo.com.br/cidades/seis-empresas-ja-demonstram-interesse-em-gerir-o-aeroporto-da-pampulha-1.2371200


1.4.13

Por lucro, Infraero vai despejar o Aeroclube do Brasil fundado por Santos Dumont


A Infraero pode cortar as asas da História e ocupar a qualquer momento dois hangares do Aeroclube do Brasil (ACB) no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio, por interesse comercial.

Fundado por Santos Dumont em 1911, o ACB foi a primeira escola de aviação civil do País e ocupa o local desde a década de 70, destinado pelo antigo Departamento de Aviação Civil, mas agora a estatal requer a área para licitação.

A Infraero informa que trata-se de ação de reintegração de posse, em acordo com a entidade, cujo contrato expirou em 2008, sem interesse de renovação da parte do governo.

Desde então, a estatal e os sócios-pilotos do ACB entraram numa turbulência judicial, com derrotas seguidas para os aviadores. O Aeroclube foi notificado para desocupar os hangares. A entidade recorreu da decisão, sonhando em reverter a situação, mas perdeu na 20ª Vara Federal.

O ACB apelou e a ação chegou ao TRF da 2ª Região, e nova derrota. Nos bastidores, há interesse de empresas aéreas em ocupar os hangares para operações no aeroporto, que atende a companhias de táxi aéreo e empresas de suporte a operações offshore de petroleiros.

Sócio-piloto do ACB desde 1958, o comandante Hamilton Bastos lamenta o impasse: ‘O Aeroclube existe desde antes da Infraero. A situação é triste e crítica’. Agora, os sócios-pilotos querem sensibilizar o ministro Moreira Franco, que é do Rio. O novo ministro faz gestões para mudar o comando da Infraero.

Fonte: http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2013/03/31/por-lucro-infraero-vai-despejar-o-aeroclube-do-brasil-fundado-por-santos-dumont/



14.3.13

Proteste pede na Justiça indenização por caos no Galeão e Santos Dumont


Para os passageiros e funcionários de lojas do Galeão afetados, a indenização pedida é de R$ 481,40 e R$ 215,70 para vítimas de transtornos no Santos Dumont

A Proteste Associação de Consumidores pediu, nesta terça-feira, à Vara Federal do Rio Janeiro que obrigue os Aeroportos do Galeão e Santos Dumont, ambos no Rio de Janeiro, a indenizar os consumidores que se sentiram lesados por problemas decorrentes da falta de energia e pane no ar-condicionado em dezembro de 2012.

O pedido, feito por meio de ações civis públicas, baseia-se no Código de Defesa do Consumidor, segundo a Proteste. O valor das indenizações é de 481,40 reais para cada consumidor que se sentiu lesado por falta de energia elétrica no Galeão em 26 de dezembro de 2012 e de 215,70 reais para vítimas do caos no aeroporto Santos Dumont devido ao defeito do ar condicionado que se estendeu por vários dias também em dezembro.

Na ação, é pedida indenização não só aos passageiros que embarcaram nesses locais, mas também aos que desembarcaram das 21h às 23h59 naquele dia no Galeão, além dos que trabalham em suas dependências. No caso do aeroporto Santos Dumont, pede-se o reparo financeiro dos passageiros que embarcaram, desembarcaram ou fizeram conexões nos dias 18, 20, 21, 22, 23, 26 e 27 de dezembro de 2012, bem como os que trabalharam no local neste período.

“Num período em que o país e, especialmente, o Rio de Janeiro, se preparam para receber eventos internacionais de grande vulto (Copa das Confederações, do Mundo e Olimpíadas) a ação por defeito na prestação do serviço público leva em conta também o aspecto punitivo pedagógico”, disse a Proteste em comunicado. Segundo a associação, o usuário do transporte aéreo brasileiro precisa passar a ser “minimamente respeitado”. 

Em janeiro, a Infraero foi multada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pelo apagão ocorrido no dia 26 de dezembro do ano passado no Galeão, quando a estatal levou 10 minutos para começar a restabelecer a energia.

Ainda segundo a nota da Proteste, a má prestação de serviços tem sido frequente no setor aéreo. “A Infraero administra a maioria dos aeroportos brasileiros, todos em iguais ou situações até mesmo piores daquela vivenciada no Galeão e no Santos Dumont, no final de 2012”, acusa.

No dia 2 de março, um apagão assustou pessoas que estavam no Aeroporto Internacional de Brasília, Juscelino Kubitschek, e provocou atrasos de pousos e decolagens. O saguão do aeroporto ficou lotado até o início da tarde, com filas extensas e horas de espera.

Fonte: VEJA

16.8.12

Viracopos inicia transferência da operação para iniciativa privada


Em Guarulhos e Brasília aeroportos aguardam autorização da Anac.
Inicialmente, concessionária irá observar o trabalho da Infraero.

A transferência do gerenciamento para iniciativa privada do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), começou a ser realizada nesta segunda-feira (13), após a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Essa é a primeira etapa antes da concessionária assumir completamente as atividades, situação prevista para ocorrer em fevereiro de 2013 se não houver prorrogação do prazo. A Anac informou que em Guarulhos e Brasília a aprovação ainda não foi emitida.

O leilão para concessão dos três aeroportos à iniciativa privada ocorreu em fevereiro de 2012. As empresas vencedoras irão administrar os aeroportos durante 30 anos em Campinas, 25 anos em Brasília e 20 anos em Guarulhos.

Fase inicial

Inicialmente, a operação continua sob responsabilidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), mas, com a autorização da Anac, emitida nesta sexta-feira (10), a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos passa a acompanhar o trabalho pelos próximos 90 dias e terá livre acesso a todas as instalações.

Segundo a Anac, após os três meses iniciais, a concessionária irá operar o aeroporto com o monitoramento da Infraero. Se o cronograma previsto se cumprir, daqui a 180 dias, em fevereiro de 2013, a Aeroportos Brasil assume Viracopos em definitivo. Há a possibilidade também do prazo ser prorrogado por mais seis meses.

A Aeroportos Brasil Viracopos informou que não pode passar detalhes do Plano de Transferência Operacional (PTO) aprovado pela Anac. Umas das principais etapas no processo de concessão agora é a emissão do licenciamento de instalação por parte da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).

Com o documento em mãos, a concessionária poderá iniciar as obras de ampliação do aeroporto. Um parecer técnico da Prefeitura de Campinas foi enviado para a Cetesb, e a expectativa da Aeroportos Brasil é que, ainda em agosto, as mudanças estruturais comecem a ser realizadas em Viracopos.

Segundo a Cetesb, a concessionária entregou o documento em 4 de julho e a previsão é que, em até 60 dias a partir da data, a análise, que avalia detalhes ambientais, seja concluída.

Obras

O diretor-presidente da Aeroportos Brasil Luiz Alberto Küster foi ouvido por uma Comissão Especial de Estudos (CEE) da Câmara de Vereadores em Campinas em julho. Na ocasião, ele mencionou que a primeira etapa do projeto, com custo estimado em R$ 1,4 bilhão, prevê a construção de um novo terminal de passageiros com capacidade para o transporte de 14 milhões de pessoas por ano, que deve contar com 28 pontes de embarque, com intuito de dispensar o uso de ônibus para os passageiros entrarem e saírem dos aviões. Pelo projeto, serão disponibilizadas mais 4,5 mil vagas de estacionamento, além das duas mil já existentes.

Segundo Küster, a previsão é que seja construída uma nova pista de pouso entre 2018 e 2019. Para ele, a estrutura atual para os aviões é suficiente a médio prazo. O gargalo está no atendimento aos usuários do aeroporto. “O que não tem é um terminal de passageiros adequado”, disse. No fim da concessão, em 2042, o diretor-presidente projeta que Viracopos atenderá 80 milhões de pessoas por ano, oito vezes mais que atualmente, além de possuir três pistas de pouso. O complexo deverá abrigar shopping center, centro de convenções e três hotéis.

A longo prazo, Küster também menciona que o aeroporto terá capacidade para transportar três vezes mais carga dos que as atuais 300 mil toneladas. A Aeroportos Brasil Viracopos é formada por três empresas, Triunfo Participações e Investimentos, com 45%, a UTC Participações, também com 45%, e a francesa Egis Airport Operation, com 10%. O diretor-presidente disse que, até o fim da concessão, devem ser investidos R$ 8,4 bilhões.

Fonte: G1

20.12.11

Movimento em aeroportos aumenta 14%


Cerca de 1,9 milhão de pessoas a mais vão viajar de avião neste mês de dezembro em todo o país, segundo a Infraero

Aeronáutica diz que espaço entre aviões nos pousos deve ser ainda menor; Cumbica já opera no novo modelo

Os aeroportos brasileiros vão receber até o fim do mês pelo menos 1,9 milhão de passageiros a mais em relação a dezembro de 2010. O número é 64% maior do que o registrado em 2007, ano em que o país viveu seu caos aéreo.

A infraestrutura em grandes aeroportos como Cumbica, por exemplo, não mudou muito. O novo terminal de passageiros não ficou pronto -só será entregue no fim de janeiro. O prazo foi estendido por causa de um desabamento na obra, que deixou dois feridos no último dia 2.

Já o estacionamento segue precário. Motoristas chegam a parar até sobre os canteiros de grama quando falta vaga.

Com o constante aumento da demanda -13,6% neste fim de ano em comparação com 2010-, a Aeronáutica autorizou a diminuição da distância entre um avião e outro na hora da aterrissagem de 10 milhas náuticas (18,5 km) para 5 milhas (9,2 km).

O movimento de pousos e decolagens deve aumentar ainda mais ao longo do ano, já que a tendência da Aeronáutica é reduzir gradativamente esse distanciamento entre as aeronaves para até 3 milhas náuticas (5,5 km).

MILHÕES

Segundo a Infraero (estatal que administra aeroportos), serão 16,6 milhões de passageiros em dezembro, contra 14,6 milhões no mesmo mês de 2010. Em 2007, foram 10,1 milhões em dezembro.

A Aeronáutica disse à Folha que a diminuição da distância entre as aeronaves já é aplicada em Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), mas deve começar a valer em breve em outros aeroportos.

Segundo a Aeronáutica, a medida é usada na maioria dos aeroportos do mundo.

Especialistas ouvidos pela Folha dizem que o padrão de distância já foi aplicado antes no país e é seguro, desde que haja treinamento.

DICAS NO CHECK-IN

Para evitar transtornos antes de embarcar, os passageiros devem optar pelos check-ins eletrônicos -pela internet ou nos totens de autoatendimento dos aeroportos.

Para conseguir um voo é preciso ser rápido. A Folha falou com centrais de companhias aéreas e constatou que vagas em voos para o Rio nos dias 22, 23 e 24 estão no fim.

Fonte: Folha

31.10.11

Curtas...


Vai nessa

A Infraero estuda um pacote de incentivos para os funcionários que se dispuserem a deixar a estatal para trabalhar nas concessionárias dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas, que serão explorados pela iniciativa privada.

Voando

A despeito dos indicativos contrários do Planalto, São Bernardo do Campo entrou na briga pelo terceiro aeroporto de São Paulo. Na empreitada, Luiz Marinho (PT) diz contar com o apoio de Lula, que mora na cidade.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po3010201101.htm

27.10.11

Só 4% do previsto



Dos R$ 163 milhões disponíveis para investimentos no Tom Jobim em 2011, apenas R$ 7 milhões foram usados até 31 de agosto

Números da União revelam que boa parte dos R$ 650 milhões de investimentos anunciados ainda está no ar e não pousou no Aeroporto Internacional Tom Jobim. Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) e da portaria 23/2011 do Ministério do Planejamento, obtidos pelo gabinete do deputado Otávio Leite (PSDB/RJ), mostram que, de 2008 e até agosto deste ano, dos R$ 452.088.588 de dotação para compra de equipamentos e obras nos dois terminais de passageiros, apenas R$ 96.681.679 (21%) foram efetivamente usados. Em relação a 2011, a situação é ainda pior: da dotação atual de R$ 163.333.797 para investir nos terminais 1 e 2, somente R$ 7.080.910 (pouco mais de 4%) foram gastos até 31 de agosto.

Para investir nos aeroportos do país, a Infraero tem um orçamento de R$ 2,28 bilhões este ano. No entanto, até 31 de agosto, gastou 17,5% (R$ 388 milhões). Desde sábado, O GLOBO tem mostrado os problemas de infraestrutura do Galeão.

Lentidão de obras preocupa deputado e entidades

Para Otávio Leite, que é membro da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, o grande problema do aeroporto não é falta de dinheiro, mas sim de gestão. O deputado lembra que a Infraero (empresa que administra os aeroportos do país), já teve cinco presidentes em quatro anos:

- A Infraero continua tendo recursos. Mas a empresa se mantém sem velocidade para executar as obras que planeja. Não houve avanços, apesar de o Rio ter sido escolhido para sediar vários eventos mundiais. O modelo de gestão da Infraero tem se mostrado ineficiente - diz Leite, lembrando que o Galeão ficou de fora do primeiro pacote de aeroportos a serem concedidos à iniciativa privada (Guarulhos, Viracopos e Brasília). - O Tom Jobim entrou num labirinto administrativo e não há possibilidade de serem apresentadas outras soluções.

"Não houve avanços, apesar de o Rio ter sido escolhido para sediar vários eventos mundiais. O modelo de gestão da Infraero tem se mostrado ineficiente"

Os dados de 2008 a 2010 são do Siafi. Os de 2011 constam de portaria do diretor do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério do Planejamento, Murilo Francisco Barella, de 29 de setembro.

No caso do Terminal 1 do Tom Jobim, os investimentos são ainda menores do que os aplicados no Terminal 2. Foram R$ 564.776 para o Terminal 1, o mais antigo do Galeão, inaugurado em 1977. No Terminal 2 - que foi inaugurado pela metade em julho de 1999 e ainda não foi concluído -, foram usados R$ 6,5 milhões até o fim de agosto.

Sobre a demora na aplicação dos recursos no Galeão, a Infraero diz que precisa lidar com licitações sem concorrentes, contestações de editais e recursos judiciais. O órgão ainda ressalta que, "tradicionalmente, o maior volume de desembolso se dá ao final do segundo semestre".

A Infraero cita uma série de intervenções realizadas desde 2008, como a modernização do Sistema Informativo de Voo, troca de piso, a reforma de 44 sanitários e da área de embarque restrito do setor C, a recuperação das fachadas e a substituição de 1.950 metros de asfalto. Entre as obras em andamento, o órgão lista a substituição de 48 elevadores, a reforma do antigo terminal de carga, assim como dos dois terminais de passageiros, com previsão de término para 2013.

" Qualquer manutenção ou obra é feita de maneira lentíssima por causa de um problema de governança. E os números mostram que o valor de investimentos é pequeno para o tamanho do aeroporto "

O presidente do comitê das empresas aéreas do Galeão, Roberto Pessoa, cita algumas das mudanças que vêm percebendo nos terminais, mas diz que gostaria de ver maior velocidade nas ações.

- No Terminal 1, teve a reformulação do layout, a reforma das esteiras de bagagem. Metade do Terminal 2 está em reforma e serão abertas mais ilhas de check-in. Há mudanças, mas, quanto mais tempo se passa, mais aumenta a preocupação da capacidade do aeroporto com relação a eventos.

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, critica a administração do Galeão:

- Qualquer manutenção ou obra é feita de maneira lentíssima por causa de um problema de governança. E os números mostram que o valor de investimentos é pequeno para o tamanho do aeroporto.

Fonte: O Globo


26.10.11

Mineradora Vale deverá substituir INFRAERO na administração do aeroporto de Carajás


A Vale pretende assumir até o final do ano a administração do aeroporto de Carajás, localizado dentro da Floresta Nacional de Carajás no município de Parauapebas. A empresa pretende também assumir a parte de navegação aérea, todavia, isso levará um pouco mais de tempo em virtude da falta de disponibilidade de pessoal da área. A Vale deverá formar profissionais qualificados para assumir tais atividades.

Segundo apurado, assim que concluídas as mudanças e a consequente transferência da administração para a mineradora, a Infraero deverá remanejar o corpo técnico que trabalha em Carajás para outras localidades. A Vale deverá fazer proposta para os atuais funcionários e aqueles que desejarem permanecer em Carajás deverão ser transferidos para a mineradora.

Contrariando o que muitos pensam o aeroporto de Carajás, continuará sendo de uso público e deverá receber novas instalações e uma significativa reforma o que proporcionará que opere com aeronaves de grande porte em regime de 24 horas.

Fonte: http://www.zedudu.com.br/?p=14253

29.9.11

Presidente da Infraero garante aeroporto do RN em 2013


O presidente da Infraero, Gustavo Vale, afirmou hoje, 28, em visita a Natal, que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante estará pronto em 2013, alguns meses antes da Copa do Mundo. A declaração ocorreu durante visita ao canteiro de obras, onde esteve acompanhado da governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini.

“As obras estão rigorosamente dentro do prazo e, de acordo com o nosso cronograma, estaremos entregando tudo pronto até 2013 para que a empresa que ganhou a licitação possa concluir o terminal de passageiros. A parte de infraestrutura da pista, o pátio de aeronave e as saídas rápidas estarão prontos”, garante Vale.

Até agosto passado, foram investidos mais de R$ 157 milhões nas obras do novo aeroporto. A previsão é que até dezembro de 2013 esse investimento chegue a R$ 238 milhões. Quando estiver concluído, o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (ASGA) será um dos principais terminais da Região Nordeste, podendo funcionar inclusive como hub regional, tanto para operações domésticas como internacionais. 

Fonte: Panrotas

5.8.11

Infraero investiu apenas 11,8% da verba dos aeroportos em 2011

A ampliação e reforma dos aeroportos da Copa emperrou em 2011. Até o final de junho, somente R$ 262,1 milhões dos R$ 2,2 bilhões em investimentos previstos para este ano se converteram em obras. Os dados são do portal "Contas Abertas".

O valor corresponde a somente 11,8% do orçamento elaborado pelo Ministério do Planejamento. Um desempenho semelhante ao do ano passado, quando a Infraero, estatal responsável pelos principais aeroportos do país, conseguiu aplicar 11,4% dos recursos que tinha à disposição.

A diferença é que a dotação de 2011 é maior, com previsão R$ 482,5 milhões extras em investimentos. Mas a conversão dos recursos em melhorias na infraestrutura aérea cresceu apenas R$ 65,2 milhões em comparação com 2010.

A Infraero prevê 26 obras em 13 aeroportos do país até 2014. Destas, apenas sete estão em andamento. Segundo cronogramas divulgados pela estatal no ano passado, 16 intervenções foram adiadas e apresentam atraso médio de 20 meses.

As obras nos terminais da Copa estão estimadas em R$ 5,6 bilhões, sendo que R$ 5,2 bilhões estão sob a responsabilidade da Infraero e R$ 408 milhões serão investidos pela iniciativa privada nas obras de São Gonçalo Amarante, no Rio Grande do Norte.

Concessão
Entre os aeroportos da Copa, o potiguar foi o primeiro a ser entregue para a iniciativa privada sob o modelo de concessão. Os aeroportos de Viracopos (Campinas-SP), Cumbica (São Paulo) e Brasília passarão pelo mesmo processo.

Os editais das concessões devem ser lançados no dia 7 de novembro. O leilão está previsto para o dia dia 22 de dezembro.

Fonte: Jornal de Turismo

26.5.11

Infraero homologa licitação para hotel em Brasília

A Infraero homologou na quinta-feira (19/5) licitação para a construção e exploração comercial de hotel no Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek (DF). O empreendimento – com área de 3,3 mil m² e até oito pavimentos – tem investimento previsto de R$ 45,36 milhões, em contrato de concessão com vigência de 25 anos.

As obras devem ser iniciadas até 120 dias após a assinatura do contrato. O prazo de conclusão é de até 18 meses, e o hotel deve entrar em funcionamento em um período de dez dias após a conclusão dos serviços. “Com a homologação da licitação, a Infraero dá mais um passo no sentido de prover facilidades a passageiros e usuários do Aeroporto de Brasília”, destacou o diretor comercial da Infraero, Geraldo Moreira Neves.

Fonte: Panrotas

20.5.11

Infraero quer Gol em galpão de Cumbica

A Infraero quer deslocar voos da Gol e de companhias aéreas de pequeno porte para dois novos galpões de carga que pretende converter em terminal de passageiros no aeroporto de Cumbica (Guarulhos, Grande SP).

Não foi feita uma determinação formal às empresas, mas a Folha apurou que esse é o desejo da Infraero, manifestado em reunião com as companhias aéreas no início da semana.

A TAM não foi considerada para não dificultar as conexões entre voos internacionais e domésticos.

A conversão dos galpões, que eram da Transbrasil e da Vasp, foi a fórmula encontrada pelo governo para ampliar a capacidade do maior aeroporto do país enquanto não é construído o terceiro terminal de passageiros.

Porém, sem a Gol, os galpões não teriam movimento suficiente para desafogar os dois terminais principais. Procurada, a Gol disse que não foi consultada sobre o assunto.

Os galpões ocupam áreas de 10 mil metros quadrados e 14 mil metros quadrados e podem ser vistos da rodovia Ayrton Senna.

A transformação em terminal não será simples. Será preciso construir vias de acesso e área de estacionamento. Os passageiros terão de ser transportados de ônibus para os aviões.

Juntos, os galpões teriam capacidade para 5,5 milhões de passageiros/ano. É menos do que o necessário para acomodar a capacidade excedente do aeroporto hoje.

Cumbica tem capacidade para 20,5 milhões de passageiros/ano. Recebeu 26,8 milhões em 2010.

O cronograma para as obras dos dois galpões apresentado pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) em reunião recente com a presidente Dilma Rousseff é apertado. A intenção é começar as obras em 1º de junho e terminá-las em 30 de novembro.

A contratação será emergencial, o que dispensa licitação. Cinco empresas serão convidadas e terão praticamente uma semana para apresentar propostas.

A Infraero constrói ainda um "puxadinho", para 1 milhão de passageiros, entre os dois terminais existentes e o local onde deve ser construído o terceiro terminal.

Fonte: Folha UOL / FSGNews

22.4.11

Considerado o pior do país, aeroporto de Goiânia vai receber "puxadinho"

O aeroporto de Goiânia, considerado um dos piores do país, vai ganhar um “puxadinho” nos próximos meses. Com o nome oficial de Módulo Operacional Provisório, o espaço deve aumentar em quatro vezes a área de embarque do aeroporto Santa Genoveva, que hoje é de 400 m². A intenção é dar mais conforto aos passageiros enquanto a construção do novo terminal não fica pronta.

As obras no local estão paralisadas desde 2007, sob suspeita de fraude na licitação, e não há data para serem recomeçadas. André Luiz Marques, da gerência da Infraero (estatal que administra os aeroportos), espera que o "puxadinho" fique pronto, no máximo, em 180 dias. A expectativa é que o novo local custe cerca de R$ 2 milhões.Segundo Marques, não há mais espaço no aeroporto para abrigar a quantidade de passageiros que passam por Goiânia. “Nem mesmo quem trabalha na área administrativa ou coordena as normas da aviação civil possuem condições de desempenhar suas funções. O que falta é espaço.” O aeroporto recebe mais de 2 milhões de passageiros por ano.

As reclamações dos usuários incluem a falta de vagas no estacionamento, espaço para passageiros, e até bancos para aguardar os voos. Anselmo Parreira, servidor público, diz que não dá para esperar mais. "Estamos sempre desconfortáveis, sem lugar para sentar, e nem mesmo espaço para estacionar o carro quando temos de buscar ou trazer alguém", reclama.

Goiânia não está na lista de cidades que vão receber jogos da Copa de 2014. “Acho que em relação a Goiânia ser subsede não há mais possibilidade; a não ser que alguma cidade não atenda aos requisitos da Fifa ou desista, o que é muito remoto”, disse o governador Marconi Perillo (PSDB), afirmando que não acredita ser a obra do aeroporto uma das responsáveis pelo fato.

Pior do Brasil, segundo passageiros

O aeroporto de Goiânia é considerado pela Infraero um dos piores do país, mas uma pesquisa feita pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aponta que os passageiros consideram o local o pior do país. A avaliação levou em conta 16 itens e foi realizada nos 22 maiores aeroportos do Brasil. Em uma escala de 0 a 10, o terminal goiano ficou com nota 2,3.

Histórico

O terminal de Goiânia atual foi construído em 1955, e tem capacidade para atender 600 mil pessoas. Desde 2007, quando as obras do novo terminal foram paralisadas, o aeroporto passou apenas por obras de manutenção. 

A obra foi iniciada e barrada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) por suspeitas de irregularidades na licitação. O tribunal, que é responsável pela fiscalização das obras federais, levantou uma série de problemas no contrato das obras em Goiânia, entre eles suspeitas de superfaturamento. Os acusados alegaram que cumpriram o que estava no edital de licitação.
A obra vinha sendo executada por um consórcio formado pela Via Engenharia e Odebrecht. Depois da contestação e da determinação do TCU para suspensão das obras, outro motivo para o longo atraso foi a contestação judicial das empresas contra a Infraero. Posteriormente, o Ministério da Defesa decidiu cancelar todos os contratos de aeroportos sob suspeita.

O primeiro processo licitatório começou em 2002. Após algumas suspensões, o consórcio formado pela Odebrecht e a Via Engenharia prosseguiu os trabalhos até abril de 2007.

Situação atual

Com a obra já fora da relação suspeita do TCU, foi publicado o edital de licitação para selecionar a empresa que se encarregará pelo projeto de construção do aeroporto. A Infraero quer receber até o dia 17 de maio as primeiras propostas.

O projeto deverá ter valor máximo de R$ 4,07 milhões sendo que, pelo edital, neste ano devem ser gastos R$ 815,2 mil e no ano que vem o restante do dinheiro, R$ 3,2 milhões. A empresa selecionada fará os estudos preliminares e o projeto de execução das obras.

De acordo com a Infraero, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP) foi contratado para analisar a infraestrutura atual do aeroporto e definir o que pode ser aproveitado nas obras.

Fonte: Uol

14.4.11

Infraero e Decea discutem melhorias no GIG e em GRU

A Infraero e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) se reuniram hoje para discutir a elevação do Sistema de Instrumentos de Pouso (ILS) dos aeroportos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Guarulhos, em São Paulo. O ILS é um sistema que auxilia as aeronaves durante o pouso. A informação é da Infraero.

Com a elevação do ILS, o sistema permitirá o direcionamento de aviões mesmo em alturas inferiores a 30 metros e contato visual com a pista a partir de 200 metros. Hoje, a orientação em altura mínima, para ambos os aeroportos, é de 30 metros.

Em Guarulhos, o novo ILS deverá entrar em operação ate o final deste ano. No entanto, no Galeão a estimativa é de que os requisitos da Anac para a passagem de categoria sejam atendidos até o fim de 2013.

“O ganho de segurança e operacionalidade em Guarulhos e Galeão será notável. Além da possibilidade de operações de pouso e decolagem em situações meteorológicas mais restritas, as movimentações poderão ser feitas de forma mais precisa”, afirmou o superintendente de Navegação Aérea da Infraero, Will Furtado.

Fonte: Panrotas

25.2.11

Visita ao Galeão (por Cora Rónai)

"Foi só eu avisar que tinha aceitado o convite da Infraero para visitar o Galeão que choveram advertências na minha caixa postal. Havia a idéia geral de que eu não devia fazer a visita guiada pela Infraero, mas sim, sozinha: caso contrário, veria um aeroporto completamente diferente da realidade.

Entendi a preocupação, mas era exatamente essa a minha intenção. O Galeão que está aí eu conheço bem. O que eu queria ver, justamente, era o tal Galeão que a Infraero afirma existir, um grande aeroporto, em obras, preparando-se para o futuro e para oferecer bons serviços.

Fui recebida pelo Andre Luis Marques de Barros, superintendente do aeroporto; pelo Lucinio Baptista da Silva, superintendente regional; pela Silvia Vilanova e pela Debora Mello, da assessoria de imprensa; e mais a Lea Cavallero, que havia respondido à crônica em que eu descascava o aeroporto.

Um comitê de recepção e tanto.

Começamos o tour pelo Terminal 2 – não na parte que conhecemos, mas no espaço da foto, que fica atrás da área de embarque e que vai realmente ampliar muito o Galeão. Às 48 atuais posições de check-in do T2 serão acrescentadas outras 64, e às dez cabines da Polícia Federal, outras 28. O piso já está colocado, e o lugar tem um aspecto quase habitável; se fosse um apartamento, eu diria que falta parte dos acabamentos e a mobília. Ficará pronto no ano que vem.

Não recebi apenas advertências na mailbox. Recebi também incontáveis queixas, reclamações e sugestões de perguntas a serem feitas às autoridades competentes. Levei várias dessas broncas comigo. A Luciana Misura, por exemplo, que tem uma filhinha pequena, fica particularmente indignada com o tamanho dos banheiros e com a ausência de fraldários:

“Por que a área de embarque não tem um fraldário? Passamos pela Polícia Federal, segurança e, enquanto esperávamos o embarque começar, Julia sujou a fralda. Fomos informados que não tem lugar para trocar uma fralda!”

Segundo André Luis, a questão dos banheiros está na ordem do dia. Há lojas fechadas ao lado dos atuais, cuja área será incorporada a eles. Com isso se ganhará espaço e um bom fraldário na área de embarque. A Infraero, me disse ele, tem o maior interesse em passar o máximo de serviços possível para as áreas restritas, porque o público que circula nas áreas gerais não respeita nada.

-- Nós instalamos 180 ganchos nos banheiros para as senhoras pendurarem as bolsas e, num único fim-de-semana, foram todos roubados, lamenta o superintendente. – O material de serviço desaparece, as torneiras são levadas, o que pode ser carregado geralmente é.

Mais tarde, passando por um dos banheiros (que, aliás, estava bem limpo) vi um daqueles cheirinhos de ambiente fechado numa gaiola de madeira trancada a cadeado. Tive que ser solidária com a turma da Infraero. Trabalhar assim é difícil.

“Terça, num vôo de Lisboa para o Rio, esperei 90 minutos pelas minhas malas, -- reclamou a Celina D’Araujo. -- A esteira rodava com malas esparsas, parava de vez em quando. Onde estão os funcionários? É de fato um abuso!”

Lucínio Baptista da Silva, o superintendente regional, me explicou que um dos grandes problemas da Infraero é levar a culpa por atrasos e transtornos causados aos passageiros por outras empresas e agentes – no caso específico da Celina, a inspeção da Vigilância Sanitária. Passageiros que chegam ao Brasil procedentes da Peninsula Ibérica correm mesmo o risco de esperar horas pela bagagem, porque, de cada dez malas, constatou-se que seis contém queijos ou presunto, cuja entrada é proibida no país. Já quem chega de Miami enfrenta a mesma demora, causada, porém, pela Polícia Federal, que passa mala por mala pelo Raio-X em busca de contrabando.

A Infraero também leva a culpa quando há poucos agentes na imigração, quando aviões param em posições remotas e quando os passageiros têm que esperar dentro dos aviões pelos ônibus para levá-los ao terminal.

-- Nós temos ônibus de sobra, -- disse André Luis. – Cabe às companhias aéreas prever a quantidade de ônibus de que vão necessitar, e solicitá-los em tempo hábil. Só pedimos um mínimo de organização. Quando ele não acontece, sobra para o aeroporto. Mesma coisa em relação às malas, cujo manuseio também é de responsabilidade delas.

As esteiras, campeãs de reclamações, são mesmo umas porcarias. Mas – isso eu vi – estão sendo trocadas. No dia em que fui ao aeroporto, a primeira nova esteira do Terminal 1 estava em fase final de instalação. Ainda esse ano, garante a Infraero, o problema estará resolvido: as novas esteiras ocupam uma área maior e as malas ficarão rodando à vista dos passageiros, sem sumir por trás da cortina.

Outros campeões de reclamações, os elevadores e aparelhos de ar refrigerado, também estão em vias de troca. Por causa disso, algumas áreas de elevadores têm estado isoladas e há dias em que o ar, em certos setores, não funciona. Vi as caixas desses trambolhos todos por lá, andei num dos elevadores novos e vi vários novos aparelhos de ar já instalados.

Fiquei bem impressionada com as obras. Acho que vamos continuar nos irritando ainda por uns tempos, mas, se tudo correr bem, teremos um aeroporto bastante direito no fim do ano que vem. Resta saber se o governo do estado está interessado nisso e se vai fazer a sua parte. Vale lembrar que, entre outras coisas, aeroporto sem bom transporte público para a cidade que serve é sempre péssimo para o usuário, independentemente de quantas camadas de mármore tenham as suas colunas."

Fonte: O Globo

8.2.11

Dilma põe executivos de dois bancos para remodelar aviação civil

A presidente Dilma Rousseff escolheu executivos de bancos para comandar a remodelação do setor brasileiro de aviação civil, chave para o país, que organizará a Copa-14 e, dois anos depois, os Jogos Olímpicos.

Ela convidou o presidente do Banco Safra, Rossano Maranhão, para ser ministro da Secretaria de Aviação Civil.

Ele havia sido sondado anteriormente para dirigir a Infraero. Diante da recusa, Dilma chamou o diretor de Liquidação do Banco Central, Gustavo Matos do Vale, para chefiar a estatal que administra os aeroportos do país.

Os dois convidados ainda não deram resposta definitiva. Têm, primeiro, que se desvencilhar das atuais atribuições. Mas Dilma já disse a eles que quer mudanças rápidas e deu carta branca para montagem de equipe -com a ressalva de que prefere "técnicos" nos cargos.

O governo calcula que terá de investir R$ 5,5 bilhões nos aeroportos que servirão as 12 sedes da Copa.

A Infraero, que terá seu capital aberto, deixará de responder ao Ministério da Defesa. Passará ao guarda-chuva da futura secretaria -assim como a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
A nova estrutura deverá ser sacramentada por meio de medida provisória -mais provavelmente em março, depois do Carnaval.

O governo decidiu adotar um sistema misto de gestão. Além da abertura de capital da Infraero, a reformulação prevê que terminais e até aeroportos passarão às mãos da iniciativa privada.
Dois dos principais aeroportos do Brasil (Guarulhos e Viracopos, em São Paulo) estarão no pacote, como a Folha revelou em janeiro.

TAM e Gol já manifestaram ao governo o interesse de construir e operar as novas alas.

Durante o governo Lula, o ministro Nelson Jobim (Defesa) chegou a defender que as administrações de todos os aeroportos fossem concedidas à iniciativa privada.

A ideia foi rejeitada por Lula e pela então ministra Dilma (Casa Civil). Ambos temiam o rótulo de privatizantes. Dilma dizia preferir apenas abrir o capital da Infraero, para que esta captasse recursos e aumentasse a capacidade de investimentos.

Ex-presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão já havia recusado um convite para a Infraero no auge na crise área de 2007, oferta feita por Lula. 

Fonte: FOLHA DE S PAULO

23.1.11

Um dia histórico para o aeroporto

Retirada de 450 famílias que ocupam área invadida na Vila Dique permitirá o início da ampliação da pista do Salgado Filho

A desocupação de parte de uma área invadida na Vila Dique, na Zona Norte, formalizada hoje pela prefeitura, é um marco histórico para Porto Alegre. A partir da remoção de 450 famílias, será possível começar a ampliação da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho, que poderá receber aeronaves comerciais e de carga empregadas em voos transcontinentais.,

Concebido pela primeira vez em 1997, o plano de ampliação do Salgado Filho sucumbiu à burocracia durante mais de uma década. Sucessivas gestões, por equívoco ou incompetência, permitiram as ocupações irregulares e omitiram-se em retirar os invasores. Com moradores vizinhos à pista, era impossível a ampliação dos atuais 2.280 metros da pista do aeroporto para os recomendáveis 3.200 metros. Com a pista mais curta, torna-se inviável decolagem e aterrissagem de aeronaves de grande porte, gerando prejuízos econômicos e sociais para o Estado.

A faixa menor acarreta dissabores diários. E não só pelos gigantes que deixam o Rio Grande do Sul fora de suas escalas. Operações domésticas também têm perdas. Como a pista atual não comporta a instalação do ILS categoria 2 (Instrumental Landing System), que permite o funcionamento do aeroporto com pouca visibilidade, o equipamento, avaliado em R$ 5 milhões, permanece desativado. O Salgado Filho segue operando apenas com o ILS categoria 1 – incapaz de oferecer segurança em dias de neblina severa.

A liberação da área que permite a ampliação da pista é comemorada pelo superintendente da Infraero no Estado, Jorge Herdina. Ontem, ele definiu como “histórico” o momento:

– É um objetivo alcançado porque é uma atividade complexa o reassentamento destas famílias. Iremos nos colocar entre os principais aeroportos do país.

Para concluir as obras, porém, será necessário remover mais 1.042 famílias da Vila Dique e outras 1.113 residentes na Vila Nazaré, totalizando a retirada de cerca 9,1 mil pessoas.

É a maior remoção da história de Porto Alegre de um único lugar num período contínuo. As outras grandes remoções foram realizadas ao longo de várias períodos – diz o diretor do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), Humberto Goulart.

Em paralelo, o Estado, por meio da Secretaria de Habitação, negocia a saída de 157 famílias do bairro Floresta. Moradores de classe média, eles habitam áreas regulares. O longo caminho a ser percorrido não intimida Herdina a reafirmar uma meta:

– Pretendemos concluir as obras no primeiro semestre de 2013.

Fonte: Zero Hora

21.1.11

Aplicativo da Infraero chega à primeira colocação da App Store

 

O aplicativo Infraero – Voos Online e Guia do Passageiro, implementado pela empresa na campanha "Fique Por Dentro", chegou à primeira colocação da App Store - loja de aplicativos para iPhone, iPod e iPad. O programa atingiu a marca de 14,3 mil downloads entre os dias 3 e 16 de janeiro, com boas avaliações dos usuários.

"É um aplicativo que reúne as informações básicas para qualquer pessoa que vai utilizar o transporte aéreo, além de esclarecer as atribuições dos integrantes do setor aéreo", avaliou a superintendente de Marketing e Comunicação Social da Infraero, Léa Cavallero.

A ferramenta pode ser baixada de graça pelo hotsite infraero.gov.br/fiquepordentro.


Fonte: Mercado e Eventos

4.1.11

Infraero investe R$ 20,6 mi em novos equipamentos para manutenção de pistas

A Infraero anunciou hoje (03/12) que adquiriu cinco novos caminhões de desemborrachamento de Pistas de Pouso e Decolagem e remoção de pintura de sinalização horizontal. Eles são responsáveis pela retirada da borracha dos pneus das aeronaves que pousam, o que aumenta a segurança das operações. A estatal os distribuiu nas Superintendências Regionais Centro-Leste, Noroeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste, que reúnem aeroportos de 19 estados.

Até 2014, a Infraero afirma que serão entregues seis novos caminhões, em um investimento total de R$ 20,6 milhões - contando com os outros cinco. "Esse mecanismo, mais moderno, reduz o tempo de interdição de pátios e pistas, diminuindo o impacto operacional. O processo eleva o índice de atrito entre a aeronave e o solo, aumentando a segurança das operações", comentou o diretor de Operações da Infraero, João Márcio Jordão.

Fonte: Mercaod e Eventos

31.12.10

Dilma vai aceitar concessão privada de aeroportos

Uma das primeiras medidas da presidente Dilma Rousseff quando assumir o Planalto será aceitar a concessão privada de aeroportos. Dilma já bateu o martelo com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, sobre a mudança, informa Ancelmo Gois na edição desta sexta-feira do jornal O Globo.

Jobim já apresentou decreto com modelo que prevê, entre outras coisas, um leque de opções de concessão, entre elas a por outorga, em que o valor pago seria destinado a um fundo para financiar os aeroportos deficitários e as malhas regionais de aviação sob administração do governo.

Nesta semana, o governador do Rio, Sergio Cabral Filho, defendeu a privatização dos aeroportos no Rio para que a cidade possa receber os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo em 2014. Cabral classificou o problema dos areoportos como a pedra no sapato da cidade.

Fonte: O Globo