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14.8.20

Entrevista com o Presidente da LATAM BRASIL (Jerome Cadier)

"(...)Não dá para preservar privilégios(...)", diz presidente da Latam      (13.ago.2020, por Folha Uol)

Companhia demitiu 2.700 tripulantes após fracasso na negociação de acordo com sindicato.

Para acessar a entrevista: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/08/nao-da-para-preservar-privilegios-diz-presidente-da-latam.shtml

#latam #aviacao #aviation #covid

25.9.13

Primeiro LAN BRASIL???


Foi fotografado nesta segunda-feira (23/09) no Aeroporto de Hamburg Finkenwerder, Alemanha (XFW) o Airbus A320-214 com prefixo de teste D-AXAI (cn 5801). A aeronave realizava um voo com a fuselagem em primer (sem pintura da companhia), a cauda nas cores da LAN, porém as naceles dos motores apresentam o nome "Brasil" com o mesmo estilo usado pela TAM. Conforme informações da Lista AeroHobby, este  Airbus tem reservada a matrícula chilena CC-BFR."



Fonte: Aeroentusiasta
Foto: XFW-SPOTTER © XFW 23/09/2013

3.9.13

El creciente enojo de los Cueto con el “desorden” de TAM. Al interno de LAN se cuestiona el “due diligence” que se hizo para la fusión


Fue catalogado como el negocio del año cuando se anunció, pero ya no es sorpresa para nadie que la fusión de LAN con TAM no ha traído los resultados que se esperaban.

Las utilidades se han desplomado, las sinergías no han sido lo que se anticipaba, el negocio en Brasil ha sido un verdadero dolor de cabeza y a eso se suma la pérdida del "investment grade" que la obligó a buscar un aumento de capital de US$ 1.000 millones, el cual se materializaría este segundo semestre.

Para los inversionistas la operación también ha sido un desastre. Los papeles han caído cerca de 40 % este año y Latam pasó de una valorización de mercado de casi US$ 14.000 millones, una de las más altas del mundo para una línea aérea, a US$ 6.500 millones la semana pasada. O sea, ha perdido más de la mitad de su valor. En su momento los analistas planteaban que la acción iba a llegar a los $17 mil.

El vicepresidente ejecutivo del grupo aéreo, Enrique Cueto, ha admitido públicamente que los problemas están en Brasil, pero —en privado— el enojo de la familia es mayor.

Fuentes al interno de la empresa admiten que TAM tiene un "completo desorden" y que ahora recién están dándose cuenta de la magnitud. El hecho de bajar el perfil a la profundidad de la desaceleración de la economía brasileña también es cuestionado.

Hace un par de semanas los problemas gatillaron la salida del gerente de finanzas de LAN.

Entre las críticas que se formulan, está que el "due diligince" que hicieron de TAM tuvo muchos errores y vacíos. En particular, se critica el mal contrato de TAM con Airbus, lo que ha provocado graves problemas a TAM que no han sido indemnizados por Airbus y que aparentemente no lo serán.

Cabe recordar que LAN se hizo cargo de una aerolínea que era 40 % más grande en términos de ventas y con ingresos casi 50 % mayores.

Los bancos responsables por la operación fueron JP Morgan, que representó a LAN, y BTG Pactual para TAM.

Fonte: http://www.elmostradormercados.cl/sin-editar/el-creciente-enojo-de-los-cueto-con-el-desorden-de-tam-al-interno-de-lan-se-cuestiona-el-due-diligence-que-se-hizo-para-la-fusion/

3.9.12

Lan recebe primeiro Dreamliner


 

A Lan Airlines recebeu hoje o Boeing 787 Dreamliner. Nos próximos dez anos, a Lan receberá 32 Boeing 787, sendo os três primeiros ainda este ano. Com um evento realizado hoje (31/08) na fábrica da Boeing, localizada próxima de Seattle (EUA), autoridades, os principais executivos da Lan, e representantes do fabricante celebraram a entrega do primeiro 787 Dreamliner para a companhia. 

Ignacio Cueto, gerente geral da Lan, celebrou a entrega do novo avião, que representará tanto para a indústria aérea da região, como para a experiência de viagem dos passageiros que voarão neste modelo. “Estamos muito satisfeitos de ser os primeiros no continente americano a receber este avião, o mais moderno do mundo em seu modelo. Com o Boeing 787 Dreamliner, poderemos voar a maiores distâncias, em um avião que contribui para a preservação do meio ambiente e que é altamente eficiente, o que nos assegurará prosseguir crescendo de forma sustentável”, explicou Cueto.   


As primeiras cidades atendidas pelos 787 da Lan serão: Santiago, Buenos Aires, Lima, Los Angeles, Madrid e Frankfurt. Estas rotas se somarão, de maneira paulatina, durante o primeiro ano de operação da aeronave, que começará a voar comercialmente nos próximos meses. 

Fonte: Mercado e Eventos

10.8.12

As estatísticas da Latam em julho


Os números preliminares divulgados hoje no tráfego de julho deste ano, com o segundo mês de operações LAN e TAM e comparativo ao mesmo mês de 2011, mostram:- o grupo Latam Airlines teve aumento de 7,9% e capacidade incrementada em 2,9%.  O load factor da companhia aumentou 3,9 pontos percentuais e alcançou 83.6%. Já o tráfego internacional de passageiros representou aproximadamente 49% do total no mês e a taxa de ocupação cresceu 0,8 ponto percentual, com 85,8%. O tráfego internacional inclui as operações internacionais de LAN e TAM nas rotas entre países da América do Sul e de longo curso.

No mercado doméstico do Brasil cresceu 10,1%, enquanto a capacidade diminuiu 1,4%. Como resultado, o load factor doméstico no País aumentou 8,5 pontos percentuais, atingindo 81,4%.

O tráfego doméstico de passageiros na operação em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) aumentou 24,7%, enquanto a capacidade cresceu 22,4%. A taxa de ocupação doméstica aumentou 1,5 ponto percentual, chegando a 81,8%.

Fonte: do Portal 12Horas.Aérea

14.6.12

Latam já é vice-líder em lista global



A Latam, fusão entre a chilena LAN Airlines e a brasileira TAM Linhas Aéreas, já é o segundo maior grupo do setor no mundo em valor de mercado, atrás apenas da Air China. A constatação é de um levantamento da consultoria Bain & Company. Por essa análise, feita em janeiro deste ano, a Latam valia € 8,4 bilhões e a Air China € 9,1 bilhões.

O estudo mostra a evolução do ranking dos 20 maiores grupos aéreos do mundo, de janeiro de 1999 a janeiro de 2012. Nesse intervalo, houve uma inversão do perfil do setor. Em apenas 12 anos, a aviação mundial deixou de ser liderada pelo "velho mundo" (empresas americanas e europeias), para ser dominada, agora, por companhias de países emergentes.

"Houve uma renovação do ranking, com o desenvolvimento das empresas de países emergentes", afirma o especialista em aviação da consultoria, André Castellini. De acordo com ele, contribuiu para o atual panorama da aviação mundial o fato de muitas empresas terem quebrado e a onda de consolidação, nos últimos 12 anos.

Em 1999, entre as 20 maiores, estavam oito empresas americanas e seis europeias. Entre as 10 maiores por valor de mercado eram cinco dos Estados Unidos e três da Europa.

Seis anos depois, em 2005, três empresas entraram em concordata (United, US Airways e Swiss) e duas foram alvo de consolidação - a Comair, dos Estados Unidos foi comprada pela também americana Delta e a holandesa KLM foi adquirida pela Air France).

"Essa análise comprova a volatilidade do setor e as dificuldades em se ganhar dinheiro na aviação", diz Castellini. No cenário de janeiro de 2012, o especialista enfatiza a maior mudança de perfil. Entre as 20 maiores empresas aéreas do mundo, mais duas pediram concordata (American Airlines e Japan Airlines) e nove estiveram envolvidas em processos de aquisições ou fusões nos últimos anos. Além dos negócios entre Comair e Delta, e Air France e KLM, as americanas United e Continental se uniram, assim como as europeias British Airways e Iberia. A Swiss foi adquirida pela alemã Lufthansa e a NWA se juntou à Delta.

"O levantamento mostra que algumas empresas sumiram, outras reapareceram com acionistas diferentes. Isso comprova como é difícil manter a rentabilidade no setor aéreo no longo prazo", acrescenta Castellini.

Com isso, metade do ranking passou a ser integrado por empresas que ainda não haviam entrado na lista. O destaque fica para as empresas aéreas de países emergentes, com oito empresas da Ásia e do Oriente Médio e duas da América Latina. Só restaram três americanas e duas europeias.

Entre os cinco maiores grupos aéreos do mundo, Castellini chama a atenção para o fato de quatro serem de países emergentes, Air China, Latam, Singapore e Emirates. Nesse grupo, o especialista ressalta que três recebem subsídios governamentais, restando apenas a Latam como companhia aérea totalmente privada e sem ajuda dos governos de seus respectivos países.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é a presença, no raking deste ano, de duas empresas aéreas de baixos custos: a irlandesa Ryanair, em sexto lugar, com valor de mercado de € 5,3 bilhões, e a britânica Easyjet, na 19ª posição, avaliada em € 2 bilhões. 

Fonte: Valor Econômico/aviacao.com

Star Alliance perde a TAM mas recebe Copa e Avianca no próximo dia 21


A TAM acaba de divulgar, em comunicado no site da Bovespa, o adiamento por dez dias do leilão de permuta de suas ações para a fusão com a chilena LAN. Com isso, a criação da Latam deve ocorrer oficialmente no dia 22 de junho, data em que a companhia brasileira também terá de deixar a aliança global Star Alliance para se unir à Oneworld, onde a LAN é membro.Por outro lado, Copa e Avianca devem ingressar na Star Alliance de maneira oficial no dia 21, selando as trocas de posições entre as companhias latino-americanas .

Segundo o comunicado divulgado há alguns minutos no site da Bovespa, o leilão será realizado no dia 22, a partir das 10 horas. Segundo as restrições impostas pelos governos do Brasil e do Chile para aprovar a fusão, as companhias não poderiam integrar duas alianças globais, como ocorre hoje. Apesar de não terem anunciado oficialmente ainda, é certo que o novo grupo permanecerá na Oneworld, conforme vontade da LAN.

Tanto é verdade que a Star Alliance já marcou a entrada de seus novos membros – a Avianca/Taca e a Copa – para o dia 21 de junho. De acordo com o governo do Chile, a Latam e a Avianca jamais poderão pertencer à mesma aliança global, como forma de incentivar a concorrência entre as mesmas. Dessa forma, a entrada da Avianca sacramenta a saída da TAM da maior aliança entre companhias aéreas do mundo.

Segundo a imprensa internacional, a entrada das novas companhias na Star Alliance será feita ao mesmo tempo, com eventos em Bogotá, sede do grupo Avianca/Taca e na Cidade do Panamá, hub da Copa. Vale destacar que a Avianca Brasil, apesar de ser do mesmo dono e ter o mesmo nome, não faz parte oficialmente do grupo e continuará fora da Star Alliance, já que seu programa de milhagem – o Amigo – infelizmente não é integrado ao LifeMiles.

Fonte: Portafolio/Melhores Destinos

14.5.12

TAM vira chilena em 15 de junho


Uma fonte fincada na sede da LAN, em Santiago, garante que a empresa  trabalha com a data do dia 15 de junho para abocanhar, enfim, a brasileira TAM.

O processo de fusão, iniciado em agosto de 2010, está em estágio final com a aprovação pelas autoridades de lá e de cá.

No dia 12 de junho, haverá, na Bolsa de Valores de São Paulo, o encerramento da troca de ações, com o cancelamento do registro da TAM como companhia aberta, para a nova LATAM, holding que administrará as duas empresas.

As marcas continuarão separadas e, até o fim do ano, a chilena deve repassar dois aviões de fuselagem larga para incrementar as rotas internacionais da TAM.

Fonte: Jornal do Brasil

28.3.12

Decisão chilena sobre fusão obriga futura Latam a deixar a Star Alliance


(obs.: Essa notícia é antiga - 22/09/2011 - mas até agora eu ainda não sabia qual seria a aliança "abandonada" pela LATAM)

767 da LAN com pintura Especial da Oneworld

A decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile (TDLC), que aprovou ontem a fusão entre a LAN e TAM, também deve ser o decreto de saída da companhia brasileira da Star Alliance – a maior aliança de empresas aéreas do mundo. Assim como a LAN, a Latam deverá ser filiada à Oneworld, a menor das três alianças globais.

Isso porque uma das medidas do tribunal chileno determina que a nova companhia aérea deixe uma das duas alianças globais. E mais, que não participe da mesma aliança em que estiver o grupo Avianca-Taca. Como os colombianos devem ingressar na Star Alliance em 2012, restaria à Latam a Oneworld ou uma improvável mudança para a Skyteam.

Liderada pela Lufthansa e pela United Airlines, a Star Alliance conta com 27 membros ativos e outros seis em processo de admissão – entre eles a Avianca-Taca e a Copa. Atende a 181 países e 1.160 aeroportos, com uma frota de 4.023 aeronaves.

Os números da Oneworld, liderada pela American Airlines e British Airways, são mais modestos: são 12 companhias filiadas (outras três já convidadas), que voam para 146 países e 872 aeroportos, com frota de 2.470 aviões.

De acordo com o tribunal chileno, a Latam – que será a maior companhia aérea da América Latina e uma das 10 maiores do mundo – terá um prazo de dois anos para efetivar a saída da aliança global a partir da data da consolidação da fusão. Interessante é que, a menos que a medida seja alterada, se a Avianca decidir no futuro sair da Star Alliance e ingressar na Oneworld obrigará a rival a fazer caminho inverso, já que, segundo a decisão, “em nenhum caso” a Latam poderá pertencer à mesma aliança da concorrente.

Como no mundo jurídico sempre há espaço à negociação, resta saber se os executivos da LAN e da TAM – que ainda não se pronunciaram sobre a questão das alianças – tentarão algum acordo para manter a nova companhia nas duas alianças ou simplesmente acatarão a medida e deixarão a Star Alliance.

Fonte: Melhores Destinos

27.2.12

Gol começa voos rumo aos Estados Unidos (Por Alexandre Sales Thamaro)




“Extra, extra! Gol começa vôos rumo aos Estados Unidos com latas de sardinha voadoras”

Desde que a rosa dos ventos da Varig se tornou laranja, começou o bolão do mercado em saber quando que a Gol iria querer voar para os Estados Unidos. E o título desse texto provavelmente ilustrará os vôos internacionais com o Padrão Gol de Voar.

No mês passado, surgiram boatos de que a Gol estaria preparando a volta da Varig para vôos internacionais, sendo que até o renomado jornal Brasil Econômico noticiou tal fato. Ainda de acordo com ele, a companhia se candidatou a comprar oito aeronaves Boeing 787, usando os slots de produção da Gulf Air, uma companhia asiática, que recentemente cancelou a encomenda.

Relembrando ainda mais os fatos: A Laranjinha resolveu comprar a Varig quando a recém vegetada Varig Log a colocou a venda, depois de ter organizado o hangar. Renovou totalmente sua frota e reiniciou os vôos internacionais de longo curso e lançou a classe Comfort, com aeronaves Boeing 767-300ER e um único 767-200ER, aeronaves das quais chegou a operar 10 exemplares simultaneamente. Veio a crise do petróleo e os vôos de longo curso passaram a ser operados por acordos de code-share da Gol, mas colocou aeronaves “Varig”, equipadas com duas classes de serviço (Econômica e Comfort) para operar os vôos internacionais entre a América Latina.

No fim de 2011, a Delta Airlines abocanhou uma participação acionária na Gol e duas aeronaves Boeing 767 oriundas da companhia da cauda laranja, em troca de US$ 100 milhões. Some a isso a compra da Webjet e perceba o tamanho da preocupação da Gol em relação à LATAM, que tem previsão de concluir essa fusão até o fim de 2012.

Agora o título não se refere aos fatos acima relacionados. Mas sim às três primeiras linhas desse artigo: Semana retrasada, foi publicada no Diário Oficial da União a tão sonhada autorização da Gol para voar rumo à terra do Tio Sam. O que confere com os rumores da volta da moderna Estrela Brasileira aos céus desse planeta.

Apenas se sabem que são 14 freqüências semanais autorizadas, mas nenhum destino ou horário de vôo foi informado. No meu ponto de vista, é impossível a companhia da rosa dos ventos laranja adquirir aeronaves confortáveis e competitivas para concorrer não só com as companhias estrangeiras, mas com a própria companhia da cauda vermelha. Não é segredo de ninguém que a Gol quer o produto mais barato possível, e não importa que seja velho. Conforme um dos meus primeiros artigos, a Laranja Dinâmica não iria ficar chupando o dedo enquanto a TAM voava atrás do sucesso. Especulou a compra da TAP e viu que o buraco seria mais embaixo, pois teria que concorrer com um mercado muito mais competitivo e a questão frota iria ser difícil de ser resolvida. Vale lembrar que a frota da companhia portuguesa é exclusivamente de origem Airbus.

Vamos remoer ainda mais a memória: Quando a compra da Varig foi divulgada, a Gol anunciou que provisoriamente operaria aeronaves Boeing 767-300ER e um 767-200ER, arrendados de várias origens, que juntamente com os Boeing 737NG, oriundos da Gol e outros próprios, iriam compor a frota da companhia. Mas conforme dito no começo, os vôos internacionais quase levaram a Gol à bancarrota, dando-lhe um tremendo prejuízo. Os 767 foram devolvidos e os 737 passaram a voar as rotas internacionais da Laranja.

E agora, a renovação da frota está indefinida, pois são apenas rumores essas notícias dos 787. Mas a Estrela Brasileira irá voltar, com certeza. Mas ninguém sabe quando.

Enquanto isso, no Chile...

A LATAM não irá receber a Varig/Gol de braços abertos, desejando sorte ou com um pagodinho regado com um bom churrasco gaúcho para homenagear a concorrente. Vai fazer exatamente o contrário, tentando exterminar a concorrente.

Tanto a LAN como a TAM são mais conhecidas internacionalmente que a Gol, mas não tão conhecidas como a Varig. Foi exatamente esse o maior motivo da compra da Varig. Quem não se lembra da enxurrada de notícias sobre quem iria arrematar o passe da companhia da cauda azul? TAM e LAN disputavam a empresa, mas a Gol teve um pouquinho mais de agilidade...

As duas companhias estão recebendo novos aviões todos os meses praticamente, e o que facilita é que a maioria dos aviões recebidos pela LAN são Boeing 767-300ER, novinhos em folha, que voam pelo planeta nas rotas da companhia da estrela azul. O que certamente irá acontecer será uma rede de promoções, para ver quem enche mais os aviões. Mas isso será difícil, pois se os Boeing 787 vierem para as terras brasileiras, a Gol com certeza irá investir no marketing de sua aeronave. O substituto irá concorrer com o substituído.

A TAM irá fazer seu dever de casa duas vezes, pois irá concorrer ainda mais no mercado doméstico e fechar o mercado internacional para si mesma, pois domina quase 90% desse. Mas terá preferência em fechar o internacional, pois ela pode ser líder, mas quem se orgulha e não age em nada, perde toda a liderança.

Conclusão

“A propaganda é a alma do negócio”. E disso, as três companhias entendem muito bem, pois sem elas, não sobrevivem. Já cansei de ver propagandas coladas nos encostos das poltronas ou nos vídeos exibidos nas aeronaves.

Um conselho para a Laranjinha: Se você não investir em aviões modernos, vai ser um tiro na barriga, pois avião novo se paga em relação a avião velho, tanto que os passageiros do Boeing 787 e do Airbus A380 declaram que se sentem mais seguros nesses modelos, e que evitam voar o 767, A300, A310, 757, mesmo que seja novo de fábrica. Avião novo e voado é melhor que avião antigo e pouco voado.

Outro conselho para a Gol: Proibido Boeing 737-800 de classe Sardinha e com escalas para abastecimento servindo barrinhas de cereal. Os passageiros adoram produtos BBB (Bom/ Bonito/Barato). E disso a Gol entende como cada centavo de seu suado lucro.

A LATAM irá queimar muita gordura para impedir esse avanço. E se a união faz a força, que acelerem logo essa fusão, pois é necessária.

Outra consideração importante: LATAM, por favor, faça muitas promoções, pois ainda pretendo viajar para o exterior de avião. E não só eu faço esse pedido, mas milhões de eventuais passageiros oriundos da Classe Média.

As armas e regras estão aí, mas ninguém deu o pontapé inicial para essa batalha. Mas das profundezas de minha alma que possui asas: Que as três sobrevivam e tenham sucesso.

Frase da Semana

“Esqueça tudo sobre o que você aprendeu sobre sustentação, gravidade, empuxo e arrasto ou qualquer outra matéria. O que faz um avião voar é o dinheiro”

Fonte: Canal Piloto - Por Alexandre Sales Thamaro

19.1.12

TAM e LAN dão primeiro passo para fechar capital da empresa brasileira



O pedido de permuta, enviado ontem à CVM, ocorre após o Cade aprovar, em dezembro, a fusão entre as empresas

A Tam SA e a Lan Airlines SA deram o primeiro passo para realizar uma permuta de ações na BM&FBovespa em preparação para fechar o capital da empresa brasileira, como parte da operação de US$ 3,2 bilhões que criará a segunda maior companhia aérea do mundo em valor de mercado.

O pedido de permuta, enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários, ocorre após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovar, em dezembro, o plano da Lan de adquirir a Tam por US$ 3,2 bilhões. A companhia chilena quer trocar cada papel da brasileira por 0,9 ação de sua própria emissão, na forma de Brazilian Depositary Receipts, a serem lançados na BM&FBovespa, segundo comunicado de 16 de agosto de 2010.

A assessoria de imprensa da Tam disse que a companhia não iria se manifestar sobre o assunto além do comunicado à CVM.

Combinadas, Lan e Tam podem ter valor de mercado de US$ 11,7 bilhões e desbancar a Singapore Airlines Ltd. da posição de segunda maior companhia aérea mundial. Devem ficar atrás apenas da Air China Ltd, sediada em Pequim. Com a Tam, a Lan terá acesso a cerca de metade das rotas domésticas no Brasil, maior economia da América Latina, e a uma malha com mais de 115 destinos em 23 países.

Fonte: Exame/Abril

10.10.11

Começa a decolar a integração de TAM e Lan




Maurício Rolim Amaro, da família controladora da TAM, será o presidente do conselho de administração da Latam, formada pela companhia de aviação brasileira e a chilena Lan. 

A irmã, Maria Claudia Amaro, fica presidente do Conselho da TAM, Enrique Cueto, CEO da Lan, será o CEO da nova companhia, enquanto Ignacio Cueto, mantém-se presidente e responsável pela área operacional da Lan. 

Os quatro irmãos estiveram reunidos em SP, na quinta-feira passada, quando reafirmaram compromissos para a união e retomaram passos para a integração de TAM e Lan. 

"Estamos satisfeitos com a aprovação do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) do Chile, mas conjuntamente contestamos na Suprema Corte uma restrição", diz Maurício Rolim Amaro. 

"A maioria das medidas afeta a operação no Chile e em nada a TAM. A Lan contesta todas." 

Entre as 11 condições impostas está a renúncia de quatro frequências da LAN para Lima (Peru) e de alguns direitos de pouso e decolagem. 

"Nossa queixa conjunta é específica quanto à necessidade de a Latam submeter ao tribunal o compartilhamento de voos com empresas que não sejam da mesma aliança", diz. 

As empresas sabiam que teriam de optar por uma associação: a Star Alliance, chefiada pela Lufthansa e pela United, à qual a TAM está ligada, ou a One World, liderada por British Airways, Iberia e American Airlines, e que tem a Lan entre seus associados. Mas, diz Amaro, ainda não se decidiram. 

"Não consideramos o tribunal um órgão operacional com condição de agir com rapidez. A Fiscalía chilena [autoridade antitruste], sim, tem experiência e capacidade de decisão." 

O TDLC aprovou a fusão em 21 de setembro deste ano. A criação da Latam, anunciada em 13 de agosto de 2010, começou um mês depois. Foi, porém, interrompida em janeiro, quando o órgão de defesa do consumidor pediu ao TDLC uma análise do impacto da Latam. 

"Esperamos que a Suprema Corte se pronuncie até janeiro e fazer a oferta pública em março." Nessa ocasião, a TAM, que é listada nas Bolsas de Valores de São Paulo e de Nova York, fechará seu capital.

SINERGIAS

TAM e LAN calculam em US$ 400 milhões as sinergias com a união, sem contar ganhos com o Programa Multiplus, de milhagens, diz Amaro. As medidas mitigatórias impostas representarão perda de US$ 10 milhões, segundo a companhia. 

A sede da Latam será no Chile, de acordo com Amaro. 

Serão criados comitês para compartilhar a gestão. Os principais serão o operacional e o de carga, com gestão compartilhada com representantes das duas empresas. 

No Brasil, a fusão teve parecer favorável da Secretaria de Acompanhamento Econômico e aguarda avaliação do Cade. "Estamos confiantes na aprovação do Cade ainda neste ano." 

As sinergias são muito grandes, com pouca sobreposição, acrescenta ele. 

A Lan voa mais para costa oeste dos EUA e Ásia, e a TAM, mais para Europa e costa leste dos EUA. 

"Detectamos oportunidades em 19 novas rotas." 

As duas companhias continuarão com operações independentes. 

Pintar o novo nome nos aviões custa caro, afirma o empresário. 

"União total, só no longo prazo."

Fonte: Folha

11.8.11

LATAM deve sair até primeiro trimestre de 2012


A afirmação é de Líbano Barroso, presidente da TAM. A expectativa é que o Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile dê seu parecer sobre a união de LAN e TAM ainda este mês. O executivo fez questão no entanto, de ressaltar que apesar de tanto a companhia brasileira como a chilena trabalharem com a previsão da Justiça aprovar a fusão agora em agosto, ambas as empresas estão cientes que pode haver outros atrasos. No Brasil, a fusão já foi aprovada pela ANAC, mas ainda aguarda o parecer do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). 

Fonte: Jetsite