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29.8.13

Boeing constrói primeira unidade do 787-9 Dreamliner


A Boeing finalizou a primeira unidade do 787-9 Dreamliner, novo avião da série 787, anunciou a companhia aérea nesse sábado. A aeronave foi retirada da fábrica de Everett, em Washington, e outras duas estão em fase de construção. Os primeiros voos de testes devem começar em breve.

Com seis metros a mais de comprimento que seu irmão 787-8, o 787-9 tem a capacidade de levar 400 passageiros e cumprir distâncias 555 quilômetros mais longas. Segundo o comunicado da Boeing, esse aumento da potência do avião não atrapalha a "performance ambiental" da série 787 de emissão 20% menor de gases poluentes.

Fonte: Terra

3.7.13

787 no Brasil...

EMBARCAMOS NO PRIMEIRO VOO DO BOEING 787 DREAMLINER DA ETHIOPIAN PARA O BRASIL. CONFIRA COMO FOI!

Ele chegou. Após meses de espera o Brasil finalmente está no grupo de países com rotas operadas com o Boeing 787-800 Dreamliner, considerado o avião comercial mais avançado do mundo. O jato da Ethiopian Airlines chegou ontem pela primeira vez ao Rio de Janeiro de onde seguiu para São Paulo e retornou a Addis Abeba após passar por Lomé, no Togo. A companhia acredita que a nova rota vai mudar drasticamente o fluxo de passageiros entre Brasil e países da África Ocidental. E mais: aposta que os brasileiros a utilizarão em voos para demais países africanos, Oriente Médio e Ásia. (Saiba mais aqui) A convite da Ethiopian e da Aviareps, parceira comercial  da companhia no Brasil, o Melhores Destinos acompanhou ontem a chegada do 787 ao Aeroporto do Galeão e fez o trecho inaugural do Rio a São Paulo no mais novo avião da Boeing.
voo-dreamliner
O 787 foi lançado em 2004 e começou a voar comercialmente em 2011, operado pela All Nippon Airways. No início deste ano, uma série de incidentes com o modelo fizeram com que suas operações fossem suspensas no mundo todo por três meses até que a Boeing resolvesse um problema em suas baterias. De volta aos ares, o Dreamliner voltou a brilhar, com encomendas de inúmeras companhias aéreas do mundo todo.
O título de avião mais moderno do mundo se deve a  uma série de fatores, como o uso de materiais mais eficientes (compósitos) na construção e o consumo de combustível 20% menor que os concorrentes. O jato se destaca ainda pelas novas tecnologias adotadas, design e motor. Assim, mesmo consumindo mesmo, ele alcança a velocidade Mach 0,85, uma das mais altas da atualidade. E isso ficou claro na chuvosa noite de ontem, quando o Dreamliner  da Ethiopian surpreendeu a todos ao aterrissar no Galeão quase duas horas antes do previsto.
Boeing 787 Dreamliner no aeroporto Galeão
Boeing 787 Dreamliner no aeroporto Galeão
Por fora o 787 enche os olhos. Suas linhas são arrojadas, mas com harmonia e elegância. A pintura original da Boeing em tons de azul ressalta essas linhas, mas mesmo o branco da Ethiopian vestiu bem a aeronave. O formato do bico e as janelas frontais são bem característicos do modelo e tornam seu design marcante.  O mais impressionante, porém, é o formato inovador das asas. Vistas da janela, são diferentes de qualquer outro modelo.

Por dentro do 787
O Dreamliner não é um gigante dos ares, mas tem porte médio, com capacidade para até 250 passageiros e alcance de até 15.200 quilômetros. Ao entrar na aeronave, a comparação com o Boeing 777, seu irmão maior e mais velho é inevitável. As primeiras diferenças, contudo, são logo notadas. As janelas são maiores ( 25 cm de largura e 45 cm de altura) e contam com um sistema inovador de cromatismo que substitui as persianas. Por meio de um botão é possível deixá-las totalmente transparentes ou opacas, com interessantes níveis intermediários muito úteis em voos diurnos. O vidro escurece com rapidez, mas clareia gradualmente.
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Outra novidade do 787-800 são os bagageiros, com volume 30% maior que o convencional. De fato o compartimento é bem grande, sendo até difícil seu fechamento. Quando está aberto, o passageiro precisa abaixar a cabeça para entrar na fileira. Outra novidade muito aguardadas, mas que não pode ser vista, é o novo sistema de circulação de ar externo e umidificação da cabine, que promete reduzir consideravelmente o cansaço durante voos longos. A iluminação Sky interior funciona muito bem, deixando o ambiente do jato agradável.
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Poltrona e conforto
A Ethiopian configurou seus 787 com duas classes: executiva e econômica. A classe executiva conta fileiras de seis poltronas  2 – 2 – 2, enquanto na econômica há nove assentos por fileiras, configurados no padrão 3 – 3 – 3. Todas as poltronas oferecem sistema de entretenimento individual com programação on demand, sendo que as telas da executiva, como de costume, são bem maiores. A poltrona da classe superior oferece controle para ajuste de posição, mas na posição de cama o passageiro não chega ficar totalmente na horizontal.
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Na econômica, a novidade é um pequeno centro de controle no braço da poltrona, com comandos para o sistema de entretenimento, luz de leitura e até para chamar a comissária de bordo. A localização é prática para quem reclina a poltrona, mas pode ser inconveniente em alguns casos, pois basta apoiar no braço para que sua luz acenda sem querer. As telas também são touch, permitindo acessar a programação das duas formas. O sistema de entretenimento em si não é dos melhores, pelo menos para nós brasileiros. Há poucas opções de filmes, e a maioria são africanos ou asiáticos. O mesmo ocorre com as opções musicais.
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O espaço oferecido pela Ethiopian é razoável e a inclinação da poltrona também. Pode não ser a melhor poltrona de econômica do mundo, mas é o suficiente para um mínimo de conforto enquanto se cruza o Oceano Atlântico rumo à África. Os tecidos e cores foram bem escolhidos, mas o fato do avião ser novo ajuda bastante na boa impressão inicial.
Decolando
Voltando ao voo, a Ethiopian preparou um coquetel para convidados e passageiros no Galeão, com direito a sambistas e mulatas. Só não contava com a chuva, que além de estragar o “batismo” da aeronave causou um atraso de quase 2 horas e meia na decolagem, após um avião da TAM ter escorregado na pista. Previsto para às 21h45 , o Dreamliner só alinhou na pista na madrugada de terça, à 0h10.
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Logo ao pegar velocidade,  chama a atenção o baixo nível de ruído. Mesmo nas últimas fileiras da classe econômica, há muito menos ruído do que outros modelos como 777 ou 737. Além de bonito,  formato das asas e do corpo dão ao 787 uma ótima estabilidade. Enquanto no voo de São Paulo ao Rio o 737-800 da GOL sacolejou com gosto levando os jornalistas, a viagem com o Dreamliner foi suave e tranquila. Mesmo com o porte diferente das aeronaves e condições climáticas terem mudado um pouco nas horas que passamos no Galeão, a diferença foi enorme.
O sistema de iluminação também funcionou perfeitamente, sobretudo nas transições que foram mais suaves que a habituais. Como o voo era curto, de apenas 50 minutos, não foi possível conferir todas as possibilidades do Sky Interior no B787, mas a pequena mostra deixou claro que em m voo noturno o sistema faz bastante diferença.
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Com relação à Ethiopian, as comissárias tiveram pouco trabalho nesse trecho final de voo, mas foram simpáticas o tempo todo – mesmo com o comportamento pouco convencional de alguns fotógrafos convidados para a demonstração. Sim, para os aficionados por aviação o primeiro voo pra valer do Boeing 787 em terras brasileiras foi uma ocasião única, cujo brilho nem mesmo os contratempos e atrasos puderam tirar!
2011

19.6.13

Boeing contra-ataca e lança a maior versão do 787 Dreamliner


A notícia veio após a rival Airbus realizar na semana passada o primeiro voo com o A350, rival do Dreamliner e que deve estar em operação até o final do ano que vem

A Boeing lançou a versão 787-10 de suas aeronaves Dreamliner durante o Paris Airshow, nesta terça-feira, com 102 pedidos firmes no valor de quase US$ 30 bilhões (cerca de R$ 60 bilhões) a preços de tabela. A notícia veio após a rival Airbus realizar na semana passada o primeiro voo com o A350, rival do Dreamliner e que deve estar em operação até o final do ano que vem.

A maior versão do Dreamliner transportará até 330 passageiros e poderá fazer viagens de até 12,9 mil km sem reabastecer. A expectativa da Boeing é que o 787-10 comece a ser montado em 2017 e tenha sua primeira entrega em 2018.

O lançamento muito aguardado da Boeing, com cinco companhias aéreas e empresas de leasing demonstrando um sinal de apoio para o 787, poucos meses após a primeira versão ter sido proibida de voar por problemas de bateria. Os compradores são a Air Lease com 30 aviões, a GE Capital Services com dez, British Airways com 12, Singapore Airlines com 30 e United Airlines, com 20.

O pedido da United inclui dez novos aviões e dez conversões do modelo 797-9, que deve realizar o primeiro voo no final deste ano. O avião será 25% mais eficiente para operar do que os atuais aviões comparáveis, afirmou o presidente-executivo de aviões comerciais da Boeing, Ray Conner.

O avião 787-8, lançado no final de 2011, ficou paralisado em todo o mundo em janeiro, depois que suas baterias de íon-lítio superaqueceram em dois jatos em aproximadamente uma semana.

Fonte: Terra

11.6.13

Boeing Dreamliner da Japan Airlines obrigado a regressar a Tóquio

Problema surgiu depois de os aparelhos terem estado parados por problemas nas baterias.

O Boeing 787-800 Dreamliner, prefixo JA824J, da Japan Airlines, que partira de Tóquio rumo a Singapura (voo JL-35), foi obrigado a regressar à capital japonesa após ter sido detectada uma falha do sistema anticongelante do motor esquerdo.

O avião tinha decolado de Tóquio no início da madrugada, mas foi obrigado a regressar pouco depois - até porque os pilotos esperavam várias nuvens até Singapura - o que poderia causar a formação de gelo.

A aterrissagem foi feita em completa segurança e a maioria dos 155 passageiros optou por seguir viagem cerca de cinco horas depois num outro Dreamliner da mesma companhia.

O caso acontece apenas algumas semanas depois da Japan Airlines, o maior operador de Boeing Dreamliner, ter recolocado toda a sua frota desses aparelhos a voar, depois de quatro meses parados devido a problemas nas baterias do avião.

Fontes: Agência Lusa / Aviation Herald

28.3.13

Boeing 787 Dreamliner encara novo risco: limitação de alcance


Com a Boeing trabalhando para recuperar a permissão para seus 787 Dreamliner retomarem os voos, a companhia enfrenta o que poderia ser um custoso novo desafio: um banimento temporário das jornadas transoceânicas de longa distância para as quais a aeronave foi projetada.

Especialistas do setor de aviação e autoridades do governo dizem que a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) pode encurtar o tempo de voo permitido para o 787 em certas rotas ao aprovar um sistema de baterias redesenhado.

"Caso a FAA aprove (somente) a operação sobre terra, isso seria um golpe muito destrutivo ao programa do 787", disse Scott Hamilton, um analista de aviação na Leeham Co, em Seattle.

"É completamente dentro das expectativas que a FAA limite as extensões de operação para o 787", disse uma fonte reguladora do Japão à Reuters.

Um porta-voz da FAA disse ser muito cedo para discutir a aprovação de ETOPS já que o reparo da bateria da Boeing ainda está em testes.

Durante uma coletiva de imprensa recente no Japão, executivos da Boeing disseram não haver nenhuma conversação com reguladores a respeito de extensões de operação. Eles disseram que o plano de certificação proposto não previa mais limitações uma vez que o avião obtenha a permissão para retomar os voos.

Fonte: Reuters/Aviation News

18.3.13

Operações do 787 devem voltar em semanas, diz Boeing


O executivo-chefe da Boeing para aviões comerciais, Ray Conner, disse nesta sexta-feira que as operações comerciais do 787 Dreamliner podem ser retomadas em uma questão de semanas, não meses.

Os voos comerciais do 787 podem ser retomados “em semanas”, disse Ray Conner em uma coletiva de imprensa para explicar correções propostas pela Boeing para as baterias de seu 787 Dreamliner.

Mais cedo, a Boeing disse que as novas medidas de segurança para os sistemas de baterias em suas aeronaves 787 Dreamliner poderiam ser colocadas para implementação nas próximas semanas, aumentando a perspectiva de uma retomada a curto prazo dos voos com o jato Dreamliner.

Em relatório no qual estabelece as medidas que espera irão evitar o superaquecimento e possíveis incêndios nas baterias de íon-lítio do 787, a fabricante de aviões descreveu as alterações para serem instaladas nas baterias, suas unidades de carga e o método de instalação.

“Assim que nosso teste estiver completo e nós obtivermos as aprovações regulatórias, estaremos posicionados para ajudar nossos clientes a implementar estas mudanças e iniciar o processo de retorno dos voos do 787″, disse Conner. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Reuters

26.2.13

Líder da Boeing ataca a crise do 787 longe dos holofotes


Os jatos de última geração nos quais a Boeing Co. apostou seu futuro estavam em terra, com a TV mostrando imagens perturbadoras de passageiros deslizando pelas saídas de emergência, quando o diretor-presidente Jim McNerney enviou um pedido de desculpas manuscrito aos presidentes dos conselhos das companhias aéreas que operavam os 787 Dreamliners cujas baterias pegaram fogo.

Mais ou menos nessa  época, no mês passado, ele convenceu discretamente os diretores-presidentes da General Motors e da General Electric a emprestar à Boeing seus melhores especialistas em eletricidade e fez uma reunião discreta com o diretor da Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos, a FAA.

Com a célebre empresa enfrentando a maior crise do mandato de oito anos de McNerney, o executivo está apostando que é melhor ficar nos bastidores para tentar corrigir o problema do que aparecer sob a luz dos holofotes para tranquilizar o público.

"Preciso aparecer em público com absoluta confiança quando a Boeing propõe soluções para viabilizar essa tecnologia para o mundo", disse ele durante uma entrevista exclusiva ao The Wall Street Journal em seu escritório em Chicago. "E a única maneira que conheço é mergulhar fundo com as pessoas que realizam os trabalhos científicos e técnicos."

A Boeing apresentou à FAA na sexta-feira uma proposta de correções que considera suficientes para que os jatos sejam autorizados a voltar a voar. Mas a FAA afirmou que só autorizará o retorno do Dreamliner depois que as falhas na bateria sejam definitivamente corrigidas. Esta semana, a Boeing deve se reunir também com autoridades japonesas.

O que está em jogo não poderia ser mais importante. "Este avião é o nosso futuro, a curto e médio prazo, e representa a nossa reputação e a nossa marca", disse McNerney durante uma das duas entrevistas em que detalhou o que ele e seus executivos vêm fazendo desde o início da crise.

A Boeing continua a fabricar mensalmente cinco aviões 787, apesar de estar proibida de entregá-los e de receber o pagamento integral por qualquer um deles até que o Dreamliner — cujo preço de catálogo é cerca de US$ 200 milhões — receba nova certificação para voar. Em uma reunião recente na linha de montagem da empresa em Everett, no Estado de Washington, McNerney disse ao seu alto escalão: "Vamos ter um monte de 787s empilhados por aqui se não conseguirmos remediar a situação em breve".

Ao mesmo tempo, as aéreas que são clientes da Boeing, e foram obrigadas a cancelar centenas de voos, estão aumentando a pressão sobre o diretor-presidente para detalhar seus planos de trazer os Dreamliners de volta à ativa.

Os incidentes em que a bateria de íon de lítio superaqueceu e derreteu foram um desastre de relações públicas para a empresa. Dois aviões 787 começaram a soltar fumaça, e em um deles os passageiros escaparam por escorregadores de emergência depois de pousar no Japão. Autoridades de segurança aérea nos EUA e no Japão mostraram as baterias queimadas, e reguladores em todo o mundo proibiram a frota inteira de voar.

McNerney tem sido criticado por não informar melhor os investidores e o público sobre suas iniciativas para resolver o problema. "Quando se lança apenas um novo jato a cada dez anos, é preciso ter alguém diante do público que assuma o controle pessoalmente", disse o consultor de aviação Richard Aboulafia, vice-presidente do Teal Group.

O conselho da Boeing vem apoiando o executivo. "Jim está fazendo exatamente o que deveria fazer", disse o conselheiro principal, Kenneth Duberstein. "Ele está bem à frente, junto aos grupos mais importantes — os clientes, os reguladores, os funcionários e os fornecedores."

Quando McNerney, que antes fez carreira na GE e comandou a 3M, assumiu a Boeing, ela estava abalada por investigações de corrupção, perda de contratos de defesa, fraqueza na sua divisão de jatos comerciais e a demissão de dois diretores-presidentes consecutivos. Os contratos de defesa representavam 50% da receita. Para reforçar a divisão de aeronaves comerciais, McNerney estimulou o desenvolvimento do 787 Dreamliner. Projetado para ser um jato revolucionário, seria mais eficiente no consumo de combustível que os concorrentes, com uma fuselagem leve, feita de materiais compósitos, e um sistema elétrico com poderosas baterias de íon de lítio. Choveram encomendas e em 2012, pela primeira vez em dez anos, a Boeing superou a europeia Airbus como maior fabricante mundial de aeronaves em número de aviões encomendados e entregues.

Logo, o Dreamliner sofreu atrasos que a Boeing atribuiu a alterações de projeto e à terceirização da produção. No início de janeiro, 50 aviões tinham sido entregues.

"Eu estava começando a me sentir melhor", lembrou McNerney. "E então... bang!"

Em 7 de janeiro, disseram a McNerney para ligar a TV no seu escritório. Ele viu então um Dreamliner da Japan Airlines pousado no Aeroporto Logan, de Boston. Saía fumaça do compartimento de carga. Ele ligou para Ray Conner, chefe da divisão de aeronaves comerciais, e para o diretor de tecnologia John Tracy. Eles suspeitavam que houvesse "restos de objetos estranhos" nos painéis elétricos do 787, que já tinham passado por dois incidentes em voo, em dezembro.

O Conselho Nacional de Segurança no Transporte dos EUA enviou investigadores. No dia seguinte, engenheiros da Boeing viram que o incêndio tinha se limitado à bateria de íon de lítio. McNerney disse que ficou surpreso: "Nós tínhamos testado a bateria até não poder mais", disse.

Durante a semana seguinte, McNerney e sua equipe analisaram os testes anteriores com as baterias. Estas, cada uma com oito células, não mostraram nenhum problema durante mais de 2,2 milhões de horas/célula de funcionamento, tanto em terra como em 50.000 horas de voo. A equipe elaborou um plano para avaliar o sistema elétrico. McNerney marcou uma reunião particular para informar o chefe da FAA. Em separado, falou com membros do conselho e com clientes.

Em 15 de janeiro, o celular de McNerney começou a vibrar com uma série de mensagens: "Outro incêndio na bateria." "Fumaça na parte elétrica." "Avião desviado no Japão." Ele ligou para Conner e disse: "O problema da bateria não é mais um caso isolado."

Ele ficou dando telefonemas enquanto via o noticiário mostrando o Dreamliner da All Nippon Airways sendo evacuado.

No dia seguinte, McNerney entrou no escritório do diretor da FAA, Michael Huerta, sem ser notado pelos jornalistas. A reunião ganhou um tom soturno quando ficou claro que a FAA suspenderia os voos do 787.

No dia seguinte, em Chicago, Tracy, o diretor de tecnologia, disse a McNerney que "nada do que aconteceu representava um risco para o avião ou os passageiros", de acordo com ambos.

McNerney bateu a mão na mesa. "Será que você está entendendo o que significa tudo isto?", ele recorda ter dito. A questão não é apenas "a eletroquímica em uma bateria (...). Trata-se da segurança e da confiança nos nossos aviões e na nossa marca. E isso não pode acontecer de novo."

McNerney ligou para altos executivos da GE, GM e outras empresas para pedir ajuda de seus principais especialistas em baterias e eletricidade. "Queria ter certeza que os [maiores] peritos do mundo estariam focados no problema conosco, pois em última análise a credibilidade da nossa solução não depende apenas de nós", precisa também da aprovação deles, disse o executivo.

Na terceira semana da crise, McNerney foi para Seattle ver os progressos na divisão de aeronaves comerciais. Interrogou a equipe por três horas, pressionando-a a apresentar "altas probabilidades analíticas" sobre a causa provável e "múltiplas camadas de proteção" para o avião.

A Boeing começou a notificar oficialmente os clientes sobre atrasos nas entregas do Dreamliner no início do mês. Na semana passada, McNerney disse que a equipe estava segura de ter identificado "todas as causas prováveis". McNerney revisou os detalhes finais da bateria modificada e as novas salvaguardas que a Boeing propôs à FAA e está buscando permissão para realizar voos de teste para validar as alterações, com vistas à retomada dos voos regulares.

McNerney planeja ter equipes de reparos da Boeing prontas para ser despachadas pelo mundo afora para instalar as baterias modificadas e fazer outras mudanças — assim que a FAA der a autorização.



Fonte: Wallstreet Journal

22.2.13

Boeing encontra solução para baterias dos jatos 787



A Boeing descobriu uma forma de solucionar os problemas de bateria de seus jatos 787 Dreamliner, que envolve o aumento do espaço entre as células, de acordo com informações da Reuters. A ideia seria instalar placas de cerâmica entre cada célula da bateria e adicionar uma espécie de ventilador para a caixa de bateria.

Ainda de acordo com a Reuters, o chairman da Air India, Rohit Nandan, disse que a Boeing pretendem conseguir colocar o 787 Dreamliner em serviço novamente já em abril. "Eles disseram que esses aviões devem começar a voar novamente do início de abril. Eles podem não ter a certeza, mas estão esperançosos", disse.

Os voos com os 50 aviões 787 Dreamliner em serviço comercial foram cancelados em todo o mundo no mês passado, após uma série de incidentes relacionados com bateria, incluindo um incêndio a bordo de um avião estacionado nos Estados Unidos e um problema em voo em outro jato no Japão.

Fonte: Mercado & Eventos

16.1.13

Boeing 787 faz pouso de emergência no Japão após problema técnico


Comandante observou um alerta de falha procedente de uma bateria.
Este é o sexto incidente com um Boeing 787 Dreamliner neste ano.


Um problema em uma bateria provocou nesta quarta-feira (16) um pouso de emergência de um Boeing 787 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) no Japão, informou a própria companhia aérea.

Este é o sexto incidente com um Boeing 787 Dreamliner em 2013. Cinco pessoas se feriram levemente na aterrisagem, de acordo com o ministro porta-voz japonês, Yoshihide Suga.

"Durante o voo, o comandante observou um alerta de falha procedente de uma bateria", revelou um porta-voz da ANA, acrescentando que a companhia decidiu deixar todos os seus Boeing 787 no chão enquanto investiga o incidente.


A Japan Airlines seguiu o mesmo caminho e suspendeu os voos com o Boeing 787 Dreamliner.

O problema ocorre após a Agência Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos anunciar, na sexta-feira (11) passada, o início de uma investigação profunda sobre a segurança do Boeing 787, em consequência de cinco incidentes em apenas uma semana.

A investigação abrangerá os "sistemas essenciais" do Boeing 787, incluindo "o desenho, a fabricação e a montagem", disse em um comunicado o departamento de Transportes dos Estados Unidos, do qual a FAA depende.


Companhia All Nippon Airways decidiu deixar no chão todos os Boeing 787 Dreamliner (Foto: AP Photo/Kyodo News)

Há oito dias, em Boston, um 787 da Japan Airlines (JAL) proveniente do Japão teve um princípio de incêndio em terra. No dia seguinte, outro voo da JAL que partia de Boston foi atrasado por um vazamento de combustível.


Na quarta-feira (10) passada, um voo da All Nippon Airways realizado por outro Boeing 787 foi cancelado no país asiático por causa de um problema nos freios.

Nesta sexta-feira, também no Japão, dois incidentes aconteceram a bordo de dois Boeing 787 da ANA: um voo foi cancelado por causa de uma rachadura no vidro da cabine e outro foi atrasado por causa do vazamento de óleo.

Fonte: G1

3.9.12

Lan recebe primeiro Dreamliner


 

A Lan Airlines recebeu hoje o Boeing 787 Dreamliner. Nos próximos dez anos, a Lan receberá 32 Boeing 787, sendo os três primeiros ainda este ano. Com um evento realizado hoje (31/08) na fábrica da Boeing, localizada próxima de Seattle (EUA), autoridades, os principais executivos da Lan, e representantes do fabricante celebraram a entrega do primeiro 787 Dreamliner para a companhia. 

Ignacio Cueto, gerente geral da Lan, celebrou a entrega do novo avião, que representará tanto para a indústria aérea da região, como para a experiência de viagem dos passageiros que voarão neste modelo. “Estamos muito satisfeitos de ser os primeiros no continente americano a receber este avião, o mais moderno do mundo em seu modelo. Com o Boeing 787 Dreamliner, poderemos voar a maiores distâncias, em um avião que contribui para a preservação do meio ambiente e que é altamente eficiente, o que nos assegurará prosseguir crescendo de forma sustentável”, explicou Cueto.   


As primeiras cidades atendidas pelos 787 da Lan serão: Santiago, Buenos Aires, Lima, Los Angeles, Madrid e Frankfurt. Estas rotas se somarão, de maneira paulatina, durante o primeiro ano de operação da aeronave, que começará a voar comercialmente nos próximos meses. 

Fonte: Mercado e Eventos

20.4.12

Novo Boeing 787 faz 1º voo com combustível de óleo de cozinha


A aeronave utilizou um biocombustível feito a partir de óleo de cozinha usado

A Boeing e a companhia aérea japonesa All Nippon Airways (ANA) anunciaram nesta terça-feira que o 787 Dreamliner fez seu primeiro voo com combustível sustentável. A aeronave utilizou um biocombustível feito principalmente a partir de óleo de cozinha usado.

De acordo com a Boeing, o voo de Everett, nos Estados Unidos, até Tóquio, no Japão, emitiu cerca de 30% a menos de CO2, em comparação a um avião similar movido a combustíveis fósseis. Destes 30%, apenas 10% seriam atribuídos ao biocombustível, enquanto outros 20% seriam em decorrência da tecnologia e eficiência da nova aeronave, que é construída com compostos de carbono.

A Boeing pretende atingir crescimento com neutralidade em emissão de carbono em 2020. Os combustíveis soltam na atmosfera um CO2 que estava soterrado em nosso planeta há milhares de anos. Apesar dos entraves, os biocombustíveis já são uma realidade e as companhias aéreas já realizaram centenas de voos que mesclam combustíveis biológicos e fósseis.

No início de março, a aerolínea chilena LAN - em fase de fusão com a brasileira TAM para formar a maior linha aérea da América Latina - a LATAM -, realizou com êxito seu primeiro voo comercial com biocombustíveis fabricados com resíduos de azeite vegetal refinado. O problema é que o biocombustivel é dez vezes mais caro que o querosene e, para passar à escala industrial, é preciso dispor da matéria-prima orgânica.

Fonte: Terra

30.3.12

Japan Airlines recebe o seu primeiro Boeing 787



A Boeing entregou dia 26 de março, o primeiro 787 para a Japan Airlines de dois primeiros 787 Dreamliner. A JAL é a primeira companhia aérea a receber um 787 alimentado pelos motores General Electric GEnx.

"Hoje é um momento importante em nosso relacionamento de 60 anos com a Japan Airlines com a qual nós celebramos as entregas de não um, mas dois Dreamliner", disse Jim Albaugh, presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes. "O 787 vai oferecer oum consumo de combustível eficiente e necessário para servir a crescente operação internacionai da Japan Airlines", completou Albaugh.

O 787 Dreamliner possui operação mais eficiente e tem menor consumo de combustível em comparação com os atuais aviões de tamanho similar devido ao uso de compósitos leves e avanços em sistemas, motores e aerodinâmica.

"A JAL será a primeira companhia aérea a iniciar novos caminhos que nunca foram voados antes de tirar pleno partido das eficiências desta aeronave e, a partir do próximo mês, iniciará operações em Boston e em San Diego no final deste ano", disse Yoshiharu Ueki, presidente da Japan Airlines. "O 787 com motores GEnx tem a economia de desempenho que a JAL está procurando para garantir a rentabilidade da rota e também o maior conforto em voo para os nossos clientes, que ficarão encantados com ele", concluiu Ueki.

A Japan Airlines tomou posse do 787 Dreamliner em uma festa com os bateristas japoneses Taiko e uma revelação dramática do avião na manhã desta segunda-feira. Os clientes da Boeing, a Japan Airlines e a General Electric compareceram à celebração.

"A GE sente orgulho de ver seus motores GEnx-1B impulsionando o Boeing 787 Dreamliner da JAL", disse Chuck Nugent, vice-presidente e gerente geral do programa GEnx da GE Aviation. "O motor GEnx combina tecnologia avançada e materiais para oferecer maior eficiência de combustível, emissões reduzidas e menor nível de ruído para benefício dos nossos operadores", completou Nugent.

O Boeing 787 Dreamliner é um avião totalmente novo e possui uma série de tecnologias que proporcionam valor excepcional para companhias aéreas e níveis incomparáveis ​​de conforto para os passageiros. É o primeiro avião de médio porte capaz de voar em rotas de longo alcance, permitindo que as companhias aéreas possam abrir novos voos non-stop em rotas preferidas pelo público que viaja.

Fonte: Aviação Paulista / do AVIAÇÃO.COM

LAN anuncia rotas dos novos Boeing 787


O Boeing 787 Dreamliner – moderna aeronave que a Lan vai incorporar a sua frota a partir do final deste ano e que revolucionará a indústria aérea por contar com tecnologia de última geração – pousou no dia 27, pela primeira vez no Chile. A aeronave foi uma das principais atrações da Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE), que acontece em Santiago. Com um dos maiores investimentos de sua história, no valor de US$ 3,5 bilhões, a companhia receberá, a partir do final de 2012, 32 Boeing 787, pelo período de 10 anos.

Durante a inauguração de seu estande interativo, na FIDAE, a LAN anunciou que no decorrer do primeiro ano de operações, as primeiras cidades a receberem voos dos 787 serão Santiago, Buenos Aires, Lima, Los Angeles, Madrid e Frankfurt. A configuração da cabine dos primeiros aviões Boeing 787-8 da LAN será de 217 assentos na classe Econômica e 30 na Premium Business.

Para o gerente-geral da LAN Airlines, Ignácio Cueto a incorporação do primeiro Boeing 787 à frota da companhia, além de permitir a continuidade de um crescimento sustentável, reflete o compromisso da LAN com seus clientes e com o meio ambiente. “Ao incorporar tecnologia de nova geração, este avião é altamente eficiente e cremos que melhorará consideravelmente a experiência de viagem para nossos passageiros. Estamos orgulhosos de sermos a primeira companhia a operar essa aeronave na Região”, disse.

O vice-presidente de Vendas da Boeing Commercial Airplanes para América Latina, África e Caribe, Van Rex Gallard afirmou estar muito satisfeito em poder se unir a LAN Airlines – uma das companhias líderes em nível mundial – na FIDAE. “Ao escolher os modelos 767 e 777, a LAN reconhece as vantagens da família dos aviões da Boeing. Estas vantagens continuam com o 787, uma vez que oferece novas oportunidades para passageiros e carga. A tecnologia que incorpora o 787 é verdadeiramente revolucionária e estamos muito orgulhosos de mostrá-la com um cliente tão importante como a LAN”.

O vice-presidente de Clientes, Civil Aerospace, Rolls Royce, Peter Turner também afirmou estar bastante satisfeito em apoiar a LAN com um motor que trará benefícios ambientais e financeiros. O Trent 1000, foi desenhado exclusivamente para ser utilizado neste modelo.

As novas aeronaves têm design inovador, vanguardista e harmonioso. Um sistema eletrônico de escurecimento das janelas (que são 40% maiores do que de outros modelos) e de iluminação dinâmica permite criar melhor ambientação luminosa.  Desta forma, prepara o passageiro para as distintas etapas durante o voo (dia e noite) e para o horário em que estará pousando. Os espaços para bagagem de mão foram ampliados em 30%.

O Boeing 787 Dreamliner trará benefícios à comunidade, pois se alinha ao compromisso da LAN de oferecer melhor qualidade de vida a seus clientes e cuidar do meio ambiente. Graças a sua tecnologia de ponta, consome até 20% a menos de combustível, emitindo menos CO2 e ruído 40% menor do que o gerado por outras aeronaves de tamanho similar, reduzindo desta forma seu impacto ambiental.

Fonte: Brasilturis

28.2.12

Boeing diz que 55 Dreamliners podem ter problema em fuselagem


Empresa afirmou no começo de fevereiro que há sinais de "delaminação" em uma estrutura de suporte na fuselagem traseira dos aviões

Cerca de 55 unidades do 787 Dreamliner podem ter uma falha recentemente descoberta na fuselagem, afirmou a Boeing nesta quarta-feira, reiterando, no entanto, que o primeiro avião de compósito de carbono do mundo é seguro.

A fabricante tinha anunciado no começo deste mês sinais de "delaminação" em uma estrutura de suporte na fuselagem traseira, o mais recente da série de problemas no desenvolvimento do revolucionário avião.

A Boeing está examinando os Dreamliners já montados para saber se apresentam sinais similares de estresse, que creditou a uma falha no processo de construção.

"Todos os aviões que foram construídos até o de número 55 têm potencial para essa questão", disse o presidente-executivo da Boeing Commercial Airplanes, James Albaugh, durante coletiva em Cingapura. Albaugh disse que o problema pode ser reparado.

"Estamos no processo de reparar os aviões que estão no fluxo (de produção)", disse. "Não há problemas com segurança ou voo nos aviões que já entregamos", acrescentou.

Apesar de componentes de compósito de carbono já existirem há anos, o 787 é o primeiro avião comercial construído principalmente com esses novos materiais, que reduzem o peso da aeronave e ajudam as companhias aéreas a economizarem combustível.

Albaugh afirmou que as inspeções podem afetar a entrega dos aviões a curto prazo, mas a companhia ainda espera atingir a meta para este ano. Os primeiros seis modelos produzidos são geralmente para testes.

Analistas disseram que a descoberta da falha cerca de nove semanas após a aeronave ter entrado em operação aumentou as dúvidas sobre se a Boeing é capaz de aumentar a produção para dez aviões por mês até o fim de 2013, das atuais 2,5 aeronaves.

A Boeing até agora entregou cinco desses aviões para a japonesa All Nippon Airways, que começou a usá-los em 1o de dezembro. Por causa de problemas na produção, isso aconteceu três anos depois do planejado.

Fonte: Abril

6.2.12

"Boeing detecta defeito de fabricação no “Dreamliner”


O construtor aeronáutico Boeing detetou um novo problema de fabrico no seu novo modelo 787 “Dreamliner”, que obriga à verificação da fuselagem dos aparelhos já entregues, noticiou hoje o jornal “Seattle Times”.

A Boeing está agora a inspecionar todos os 787 já fabricados para determinar a extensão do problema, referem fontes não identificadas citadas pelo “Seattle Times”.

O construtor já assumiu o problema num breve comunicado.

Fonte: http://www.cnoticias.net/?p=69240 (portugal)

3.2.12

Japan Airlines second airline to receive the 787 Dreamliner



DATE In September 2011, Boeing handed over the first keys of a 787 Dreamliner to Japan’s All Nippon Airways (ANA). This year, the other Japanese heavyweight, Japan Airlines, will be taking delivery of the aircraft in a fleet renewal and route restructuring effort. The 787 is a twin-aisle airplane that can accommodate between 210 and 250 passengers on distances up to 8,200 miles (15,200 km) – making it the only mid-size airplane capable of very long-range routes. The Dreamliner’s interior provides passengers a more spacious experience than on other twin-aisle planes, because of a ‘vaulted’ 8-foot ceiling and reshaped overhead luggage bins that drop down, while larger windows with electronic shades provide significantly more natural day light. Passenger comfort is further improved by maintaining air pressure at the equivalent of an altitude of 6,000 feet (1,800 meters) in comparison to 8,000 feet on previous aircraft, and higher levels of humidity.

787 deliveries

While the 787 is known to burn 20 percent less fuel than jetliners of a similar size, production of the plane has proven to be a challenge over recent years – mainly due to the fact that it’s the first large passenger jet to have more than half its structure made of lightweight composite material instead of aluminum. The ‘All Things 787’ blog reports that up until now, the pipeline of 787 production has been flowing into a quagmire, as Boeing has parked about 40 Dreamliners that require extensive rework at its Paine Field base. It’s only from March 2012 that the first 787s will be delivered straight from the production line without any need for rework. Boeing’ own forecasts expect to deliver between 35 and 42 787s in 2012, though analysts have projected a figure of up to 55 aircraft as a possibility.

Of the 55 787s it has on order, ANA has thus far received its first five aircraft. Other airlines that are likely to receive their first Dreamliner in 2012 include Air India (spring 2012), Qatar Airways, China Southern, Ethiopian Airlines (all mid-2012), Hainan Airlines (fall 2012) and LOT (end of 2012), as well as reportedly LAN, Royal Air Maroc and United Airlines. After launch customer ANA, the next operator of the 787 will be Japan Airlines (JAL), who will receive its first aircraft in February 2012.

JAL 787 passenger experience

The passenger experience on board the 787 has been a huge selling point for the plane, and many airlines have announced their intent to introduce onboard features and configurations. ANA’s 787s feature the airline’s ‘Inspiration of Japan’ experience, which was launched in early 2011. Similar to ANA’s low-density 158-seat configuration on international flights, JAL has opted for their 787s to hold 186-seats, which will include 42 business class seats in a 2-2-2 configuration and 144 economy class seats in a 2-4-2 configuration. In their 787 Executive Class cabin,  JAL will use its angled lie-flat SHELL FLAT NEO seats, which are currently used on 777-300ER routes to New York, Los Angeles, Chicago and Jakarta.

In-flight entertainment on board the 787s will be JAL’s MAGIC-V system, which is the latest iteration of the airline’s MAGIC IFE system. Aside from the movies, music and other standard IFE features, JAL is also introducing SKY MANGA as a new feature on its 787s. It will be the world’s first in-flight electronic manga (Japanese comics) browsing service and from March, manga fans will be able to choose from up to 30 different titles on seatback video screens. JAL mentioned that the new offering would “respond to customer demand for diverse in-flight entertainment while also showing the world the Japanese art form we call manga.”

JAL 787 routes

JAL plans to commence flights between Tokyo Narita and Boston on April 22th, 2012 with its brand new plane. This will create the first direct connection between Boston and Asia and is JAL’s only new destination with its 787s. However, the airline is deploying 787s on five existing routes – namely to Moscow Domodedovo, New Delhi, Singapore and Beijing. According to CAPA, the 787’s size, capacity and cost efficiencies play well into JAL’s strategy for Moscow and Delhi, where the new plane will signal a strategic capacity reduction of 19 to 24 percent from the current 777-200ERs in service. In the case of Singapore and Beijing, the 787 will allow for transitioning away from JAL’s aging 767s, as well as addition of capacity from Haneda Airport. BusinessWeek reports that “flights to Singapore from Tokyo’s Haneda and the Narita airport will switch to the Dreamliner from 767s starting in September.

Fonte: do airlinetrends.com

9.11.11

Mais sobre o trem de pouso do 787


Novo Boeing 787 enfrenta problemas no trem de pouso no Japão

A Boeing e a All Nippon Airways estão investigando um problema no trem de pouso do 787 Dreamliner, a primeira falha técnica relatada desde que o avião entrou em serviço há menos de duas semanas, informou a companhia aérea nesta segunda-feira.

Pilotos da primeira das duas aeronaves entregues até o momento para a ANA foram forçados no domingo a baixar o trem de pouso usando o sistema de backup manual, depois que a luz indicadora sugeriu que as rodas não foram devidamente baixadas. 

Eles pousaram em Okayama na segunda tentativa após o incidente, disse a companhia aérea. 

"Nós ainda não estamos certos de qual era o problema, mas estamos investigando", disse um porta-voz da companhia aérea, acrescentando que a Boeing também estava envolvida na investigação. 

A agência de notícias Kyodo relacionou o problema a uma válvula hidráulica, mas a Boeing não quis confirmar a causa. 

"Estamos cientes do assunto e estamos no local no Japão com a ANA oferecendo toda a assistência necessária", disse um porta-voz da Boeing na Europa. 

O 787 Dreamliner é uma aeronave leve revolucionária construída principalmente de compostos de carbono com intuito de economizar combustível. 

O jato foi entregue em setembro após três anos de atrasos de produção e fez um vôo inaugural em 26 de outubro, de Tóquio para Hong Kong, seguido por serviços regulares a partir de 1 de novembro. 

A ANA disse que vai voar a aeronave em trechos domésticos em caráter experimental antes de colocá-la em longas rotas internacionais. 

Os dois motores do 787 possuem sistemas elétricos que operam os controles de vôo e o trem de pouso. Reguladores aéreos dos Estados Unidos exigiram que a Boeing realizasse medidas adicionais antes de certificar o sistema, já que se tratava de um novo design. 

Como o Dreamliner incorpora tantas novidades de design e fabricação, o avião está sob maior avaliação por parte da comunidade de aviação. O jato está cerca de três anos atrasado em relação ao cronograma original de desenvolvimento por causa de dificuldades na cadeia de abastecimento global. 

A Boeing abandonou a tradicional fabricação em alumínio de confiança, optando por compostos de carbono reforçados para melhorar a economia de combustível. 

"Esta falha não deve ter nenhum impacto sobre as percepções do cliente do 787, desde que a Boeing vá atrás da investigação de forma agressiva e implemente qualquer correção necessária", disse Richard Aboulafia, analista aeroespacial da Teal Group. 

O incidente ocorreu dias depois de um Boeing 767 pousar de barriga em Varsóvia, após uma falha na descida do trem de pouso. 

O pouso foi visto como um milagre para as 230 pessoas a bordo, mas especialistas em aviação disseram que tais incidentes são relativamente raros. 

Desde 2000 foram relatados 10 acidentes envolvendo trens de pouso, nenhum deles fatal, de acordo com um banco de dados da Flight Safety Foundation. 

O trem de pouso do 787 Dreamliner é feito pela Messier-Dowty. A controladora Safran se recusou a comentar o assunto. 

Fonte: Estadão

8.11.11

Novo Boeing 787 enfrenta problemas no trem de pouso no Japão


Pilotos da primeira das duas aeronaves entregues até o momento para a ANA foram forçados no domingo a baixar o trem de pouso usando o sistema de backup manual


Tóquio - A Boeing e a All Nippon Airways estão investigando um problema no trem de pouso do 787 Dreamliner, a primeira falha técnica relatada desde que o avião entrou em serviço há menos de duas semanas, informou a companhia aérea nesta segunda-feira.


Pilotos da primeira das duas aeronaves entregues até o momento para a ANA foram forçados no domingo a baixar o trem de pouso usando o sistema de backup manual, depois que a luz indicadora sugeriu que as rodas não foram devidamente baixadas.


Eles pousaram em Okayama na segunda tentativa após o incidente, disse a companhia aérea.


"Nós ainda não estamos certos de qual era o problema, mas estamos investigando", disse um porta-voz da companhia aérea, acrescentando que a Boeing também estava envolvida na investigação.


A agência de notícias Kyodo relacionou o problema a uma válvula hidráulica, mas a Boeing não quis confirmar a causa.


"Estamos cientes do assunto e estamos no local no Japão com a ANA oferecendo toda a assistência necessária", disse um porta-voz da Boeing na Europa.


Fonte: Exame/Abril



27.10.11

787 Dreamliner faz primeiro voo comercial


Avião é descrito como marco de design; estreia acontece três anos depois do previsto

O Boeing 787 Dreamliner fez seu primeiro voo comercial, entre Tóquio e Hong Kong. O voo inaugural acontece três anos depois do planejado, devido a atrasos na produção e ao fato de que os custos de desenvolvimento do projeto acabaram custando bilhões de dólares a mais que o planejado. 

A Boeing descreve o Dreamliner como "o primeiro jato de plástico do mundo" e afirma que o avião é mais eficiente em termos de consumo de combustível porque é construído com materiais leves em vez de metal.

Segundo especialistas, a aeronave representa um marco em termos de design de aviação. A companhia aérea All Nippon Airways (ANA), a primeira a usar o Dreamliner, leiloou seis passagens de classe executiva no voo inaugural. Uma delas foi vendida por US$ 34 mil, dez vezes mais que o preço normal.

A companhia diz que vai doar o dinheiro para organizações de preservação do meio ambiente.

Para ver outras fotos acesse: http://avisimair.blogspot.com/2011/10/787-dreamliner-faz-primeiro-voo.html

Fonte: avisimair