20.4.12
Aeroporto de Congonhas terá mais 119 pousos e decolagens nos fins de semana
16.3.12
Novas companhias poderão operar em Congonhas
31.8.11
Quatro anos após acidente da TAM, Justiça nega fechar Congonhas
14.4.11
Aeroporto de Congonhas completa 75 anos de funcionamento
2.2.11
Retirada de aviões estacionados em aeroportos deve começar em março
Desenvolvido pela Corregedoria Nacional de Justiça, o programa tem como objetivo retirar 119 aeronaves que estão sob custódia do Poder Judiciário – por questões de falência, recuperação judicial ou apreensão por crime –, estacionadas nos aeroportos brasileiros. Os trabalhos de desmonte e remoção dos aviões devem começar em março.
Também firmam o acordo o Tribunal de Contas da União, o comando da Aeronáutica, Tribunal de Justiça de São Paulo, o Conselho Nacional do Ministério Público e a Agência Nacional de Aviação Civil.
Fonte: JB
26.6.10
Avião da TAM faz 'manobra evasiva' para evitar choque com outra aeronave próximo a Congonhas, SP
16.4.10
Azul estreia em Congonhas e vai voar para o exterior
O destino turístico foi escolhido exatamente para transformar a pequena operação em Congonhas em um modelo rentável. Como boa parte das aeronaves deve ser ocupada por passageiros que compraram pacotes de turismo, a demanda pelo voo deverá ser maior. A própria Azul está criando uma agência de viagens para ajudar a viabilizar a rota, batizada de Azul Viagens.
Voos internacionais
A partir do final de junho, a Azul começará também a operar seus primeiros voos internacionais. As rotas entre Campinas e Buenos Aires e Porto Alegre e Bariloche (ambos os destinos na Argentina) serão oferecidas apenas por meio do modelo charter, em que os assentos vendidos fazem parte de pacotes turísticos. A Azul já tem parceiras para esse negócio. A operadora Calcos venderá as passagens para Buenos Aires e a Agaxtur vai oferecer voos para Bariloche.
Fonte: Estadão
28.8.09
Anac aguarda decisão judicial para redistribuir 412 slots em Congonhas
23.4.09
Moradores apelam ao MP contra Congonhas
31.3.08
Anac planeja mudar regras para aéreas em Congonhas
Disposta a estimular maior concorrência no mercado doméstico, para fazer frente ao duopólio de TAM e Gol, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverá mexer nas regras de uso de Congonhas e de outros aeroportos congestionados, próximos da saturação. Embora as medidas preparadas pela agência não tenham a intenção de beneficiar qualquer empresa em particular, elas obviamente serão positivas para a nova companhia do empresário David Neeleman, que pretende inaugurar seus vôos no Brasil em janeiro de 2009. Duas minutas de resolução entrarão em consulta pública, em breve. Ambas deverão enfrentar alguma oposição de TAM e Gol, que atualmente dominam 92,7% do mercado doméstico, se levada em consideração a participação da Varig, controlada pela família Constantino. A primeira proposta de resolução visa "flexibilizar a barreira de entrada" em Congonhas, segundo Alexandre de Barros, diretor da Anac. A segunda pretende impor critérios mais rigorosos para a regularidade e pontualidade dos vôos, combatendo os cancelamentos de última hora e a junção de vários vôos em uma única operação, com maior número de passageiros.
Barros sinalizou que a Anac deverá mudar a resolução 02, de 2006, que estabelece as regras para a alocação de "slots" (espaços para pousos e decolagens) em aeroportos com demanda maior que a oferta. Em Congonhas, onde TAM e Gol (com a Varig) detêm 89% dos slots, há dificuldade para a entrada de novos competidores. O número de operações foi reduzido, no ano passado, de 44 para 30 por hora para a aviação comercial. Hoje, a Anac sorteia os slots que eventualmente deixam de ser operados pelas empresas aéreas, o que raramente ocorre. A intenção, conforme antecipou Barros, é realizar uma redistribuição periódica dos espaços, dando oportunidade para mais companhias operarem no aeroporto mais saturado do país.
A outra proposta tem como objetivo atacar frontalmente a prática dos chamados "slots de gaveta". Essa prática consiste em cancelar vôos com horários próximos, que tenham poucos passageiros, para juntá-los em uma só operação. Por exemplo, se a empresa tem quatro operações entre 8h e 10h na ponte aérea Rio-São Paulo, costuma cancelar um ou mais vôos para concentrar passageiros e aumentar a taxa de ocupação da aeronave, diminuindo os gastos operacionais.
Hoje, para manter o "slot", a companhia só tem que cumprir um mínimo de 75% dos vôos programados a cada três meses. É isso o que se chama de índice de regularidade. Para respeitar esse indicador, no entanto, calcula-se o total de operações numa rota ou em um aeroporto. De acordo com o diretor da Anac, a idéia agora é verificar o cumprimento de um índice maior - ainda indefinido, mas que poderá variar de uns 80% a 85% - slot por slot.
Essas mudanças, que precisam passar por consulta pública, deverão demorar alguns meses. Se implementadas, tendem a facilitar o acesso da companhia de David Neeleman ao aeroporto de Congonhas. Criador da JetBlue, que ajudou a popularizar o conceito de "baixo custo, baixa tarifa" nos Estados Unidos, Neeleman tem cidadania brasileira e deseja inaugurar suas operações no Brasil no início do próximo ano, com aviões E-195 da Embraer, fazendo ligações diretas entre grandes cidades. A estratégia da nova companhia aérea é não concentrar vôos em "hubs" (centros de conexões), mas sem dispensar totalmente operações nos aeroportos considerados nobres, como Congonhas. A dificuldade de entrar no aeroporto paulistano sempre foi uma queixa de companhias menores, como a BRA, em recuperação judicial, e a OceanAir, que busca crescer no mercado doméstico.
Fonte: Valor Econômico
29.3.08
Anac quer abrir espaço para novas empresas no Aeroporto de Congonhas
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quer mudar a forma de distribuição dos slots (horários e espaços para pousos e decolagens) para facilitar a operação de novas companhias aéreas no Aeroporto de Congonhas. Com todos os slots já ocupados e sem alternativas para ampliação, Congonhas é um dos principais centros de conexões e escalas de vôos e alvo da cobiça de qualquer nova companhia aérea.
O diretor de Infra-estrutura da Anac, Alexandre Gomes de Barros, disse que a agência discute uma fórmula que derrube a “barreira à entrada” de novas empresas, mas não deu detalhes. Hoje, a Anac sorteia os slots que eventualmente deixem de ser utilizados pelas empresas - o que dificilmente acontece.A idéia central é criar uma regra de redistribuição periódica dos slots, acabando com a "perpetuação" das concessões e, com isso, abrindo oportunidade para que outras empresas áreas operem no aeroporto mais saturado do País.
21.3.08
Ministério nega que Congonhas tenha voltado a operar no ritmo de antes da tragédia
Em nota enviada à redação, o ministério afirma que "Congonhas perdeu 3.557 vôos e meio milhão de passageiros só em janeiro de 2008, comparado com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados públicos da Infraero. Em janeiro de 2007, houve 19.062 operações (pousos e decolagens) e 1,532 milhão de passageiros na aviação regular e geral. Em janeiro de 2008, houve apenas 15.505 operações (queda de 19%) e 950.954 passageiros, uma redução de 581.226 usuários (menos 38%) " .
Ainda segundo a nota, "a promessa de limitar os vôos foi cumprida e está mantida: eram mais de 40 movimentos por hora no primeiro semestre de 2007, e agora são 30 por hora para a aviação regular e 4 para a geral".
Sobre a informação, apurada pela reportagem, de que "a diferença entre um pouso e uma decolagem cai para apenas um minuto, aumentando o risco das operações" , a nota afirma que a " avaliação é incorreta, pois, como foi informado pela Anac, os intervalos entre pousos e decolagens não podem ser medidos em tempo, e sim em milhas, já que as velocidades dos aviões são diferentes ".
Ainda segundo o ministério, "as áreas de escape já existem e continuam ativas em Congonhas, e não necessitam de obras para funcionar. Elas foram criadas com a redução regulamentar das pistas, gerando um excedente de 150 metros em cada extremidade. É um equívoco afirmar que a área de escape tem que ter piso diferenciado. Para Congonhas, os técnicos aconselharam manter a área de escape no piso original, em vez de substituir por cimento poroso. Como os pousos ocorrem nos dois sentidos, haveria o risco de um avião ' atolar ' quando pousasse antes do ponto regulamentar, o que provocaria acidente " .
Sobre a informação, contida na reportagem, de que há falha na visibilidade na torre de comando , o ministério diz que "já está em operação uma nova torre provisória, mais moderna que a original, e que funcionará até a construção da nova torre definitiva " .
A nota diz que ainda que um terceiro aeroporto aeroporto em São Paulo "nunca foi alternativa para a demanda imediata, e sim para a demanda do futuro. Viracopos é a alternativa do governo para o crescimento mais imediato da demanda, e o plano aprovado no início do mês prevê a construção, até 2010, de uma segunda pista e de um segundo terminal de passageiros, chegando a quatro pistas nas próximas décadas. A capacidade total de passageiros subirá de 2 para 80 milhões ".
O ministério diz ainda que "a volta de conexões e escalas não afetará a capacidade de Congonhas, pois elas terão que ser feitas dentro do limite de 30 pousos e decolagens por hora. Em muitos casos, as companhias sequer precisarão mudar suas autorizações de vôos, já que eles estarão em sequência. O que muda, é que muitos passageiros não precisarão mais sair da aeronave para fazer novo chek-in, ganhando tempo e conforto no aeroporto de conexão. Os vôos que foram transferidos para outros aeroportos não poderão voltar pura e simplesmente. Se a companhia aérea quiser restabelecer uma rota, terá que abrir mão de uma rota existente".
Nota da Redação:
Os dados divulgados pelo ministério são relativos a janeiro e não consideram o volume de tráfego depois da decisão, adotada neste mês, que permitiu várias escalas e conexões que estavam suspensas desde o acidente. Vôos charter e de fretamento - antes vetados - também foram autorizados nos fins de semana.
Sobre os intervalos entre vôos nas pistas, a reportagem cronometrou, na terça-feira, espaços de apenas 1 minuto. À época do acidente, autoridades disseram que o intervalo em minutos seria aumentado, o que não está acontecendo, conforme apurou o repórter no próprio aeroporto.
A denúncia sobre o problema da falta de visibilidade da torre é do relatório da Camara Municipal de São Paulo. De acordo com o documento, a recente ampliação do terminal de passageiros tirou dos controladores parte da visão do pátio de aeronaves, prejudicando a orientação do taxiamento dos aviões também após o pouso.
Quanto ao terceiro aeroporto, os planos para a construção - depois abandonados - foram anunciados pelas autoridades federais logo após o acidente, como uma das medidas para conter o caos aéreo.
Fonte: Extra Online
19.3.08
Perigo na terra
Fonte: O Globo
6.3.08
Metrópole - Câmara quer restringir tráfego em SP
Vereadores de São Paulo pedirão ao Congresso Nacional apoio à criação de uma autoridade aeroportuária, que ordenaria o tráfego aéreo na capital. Hoje, a Comissão Permanente de Estudos sobre o Aeroporto de Congonhas entrega relatório que sugere restrições ao tráfego de
helicópteros e ao número de conexões e escalas em Congonhas.
Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)
ANAC quer abrir espaço para outras companhias aéreas em Congonhas
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pretende rever os critérios de alocação de slots - espécie de vaga para pouso e decolagem - no Aeroporto de Congonhas para acomodar a entrada de uma nova companhia que venha a fazer frente ao duopólio TAM e Gol. “Nosso papel como órgão regulador é estimular a competição”, disse ao Estado o diretor da ANAC, Alexandre Gomes de Barros. “Não queremos favorecer nenhuma empresa, mas sim impedir a formação de cartel. Precisamos de mais competidores e é preciso haver oportunidade para se gerar mais competição.”Com a redução do número de pousos e decolagens após o acidente do Airbus da TAM em Congonhas, a disputa pelo aeroporto mais movimentado do País ficou ainda mais acirrada. “Se uma nova empresa chegar hoje e solicitar slots em Congonhas ela poderá ter dificuldades. Mas com o passar do tempo, a cada troca de malha, podemos acomodar outros pedidos”, afirmou Barros.A ANAC estuda mudar a lei para permitir a retomada rápida de slots que não estejam sendo utilizados. A idéia é coibir a prática na qual as companhias pedem mais slots do que necessitam - os chamados slots de gaveta. “Estamos trabalhando uma forma de contabilizar a regularidade
e a pontualidade das companhias e vamos usar isso no julgamento de pedidos de renovação de horário”, diz. “As empresas terão de ter índicesmínimos. Caso contrário, perderão o slot.”
Barros explica que a ANAC pode liberar ou não slots quatro vezes ao ano, a cada troca de malha nas mudanças de estação. “Nunca tivemos problema na hora de mudar essas malhas. Mas se houver demanda por uma terceira empresa, no momento da troca de malha será possível realocar alguns slots.” Segundo apurou a reportagem, o empresário americano David Neeleman, que se prepara para lançar sua empresa aérea no Brasil, já foi informado das novas diretrizes. Neeleman, que pretende investir US$ 200 milhões no País, é visto pelo governo como um empresário capaz de enfrentar o duopólio TAM e Gol-Varig, que tem mais de 90% do mercado.