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15.4.13

Avião da TAP bate em torre no aeroporto JK, em Brasília


Pista era inapropriada para o porte da aeronave, uma A-330 Airbus

Um avião da companhia TAP Linhas Aéreas bateu na tarde deste sábado (13) uma parte de sua asa esquerda em uma torre de iluminação do Aeroporto de Brasília ao chegar de Lisboa.

Segundo o Consórcio Inframérica, responsável pelo aeroporto, a pista era inapropriada para o porte da aeronave, uma A-330 Airbus. Não há registro de feridos.

O voo de volta que estava previsto para sair de Brasília para Lisboa às 16h47 foi cancelado e os passageiros serão realocados.

Por meio de nota, a Aeronáutica informou que a aeronave tocou “a ponta da asa num poste de iluminação enquanto realizava o seu táxi em direção ao pátio de estacionamento”.

O avião pousou às 14h52 na pista 29L (esquerda), e a ocorrência aconteceu na taxiway L4, em operação desde 30 de março.

“Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) se encontra no local para colher informações acerca dos fatores contribuintes para a ocorrência”, informou o órgão.

Fontes: O Globo / G1 / Aviation News

21.12.12

Governo português rejeita proposta da Avianca pela aérea TAP


O governo de Portugal decidiu não vender a companhia aérea TAP à Synergy Aerospace, dona da Avianca, depois que o único candidato à privatização da empresa portuguesa falhou na entrega das garantias bancárias necessárias. A informação é da agência 'Reuters'.

O grupo Synergy, do empresário German Efromovich, apresentou na semana passada uma proposta de R$ 4 bilhões para adquirir a companhia aérea TAP. Com o sucesso da negociação, a Avianca passaria a liderar o mercado de voos do Brasil para a Europa.

Segundo informações da imprensa portuguesa, o Synergy não teria apresentado uma garantia bancária de € 25 milhões dos € 35 milhões que ficariam para o Estado (a empresa pertence ao governo).

A TAP tem rotas estratégicas no Atlântico Sul, para Brasil e África, bem como presença relevante na Europa com operação concentrada no aeroporto de Lisboa. Porém, a companhia tem dívida superior a € 1 bilhão.

A privatização de 100% incluía uma fatia de 5% do capital da TAP para os funcionários. O governo português vinha afirmando que pretendia fechar a venda da TAP ainda em 2012.

Portugal tem tido sucesso nos processos de privatização e estima levantar mais do que os € 5,5 bilhões em 2012 e 2013 previstos nos termos do resgate ao país por União Europeia e Fundo Monetário Internacional (FMI).

A venda das últimas participações de Lisboa nas empresas de energia EDP e REN, concluídas com sucesso e elevados prêmios, permitiram ao governo português levantar 60% do valor.

O governo pretende vender participações na ANA Aeroportos, CTT-Correios de Portugal, Águas de Portugal e em um canal da televisão pública RTP, além da última parcela da Galp Energia.

Fonte: UOL Notícias

21.9.12

Avianca também desiste da TAP


Apesar das notícias que têm sido avançadas de que a companhia aérea colombiana Avianca estaria interessada na aquisição da TAP, a mesma veio agora em comunicado anunciar que a mesma não é verdade.

De acordo com a Avianca, a companhia aérea não está interessada, nem se encontra a participar diretamente nem através de nenhuma subsidiária, no processo de privatização da TAP.

São várias as notícias que dão conta de algumas companhias aéreas interessadas na aquisição da Transportadora Aérea Nacional. Entre elas a IAG – holding da British Airways e Iberia, que recentemente desistiu do processo. A Lufthansa também “piscou o olho” a essa possibilidade adiantando que o preço teria de ser atractivo. Ao que parece, também está prestes a desistir.

Certo, até ao momento, está o interesse de duas companhias aéreas brasileiras, a TAM e a Gol.

Recorde-se que Vítor Gaspar, ministro das Finanças, comunicou que esperava que até ao final deste ano as privatizações da TAP e ANA estejam concluídas, num processo que terá o Barclays Capital, o Banco Espírito Santo de Investimento, o Citibank e o Crédit Suisse como assessores financeiros da privatização.

Fonte: Opção Turismo

30.5.12

TAP volta atrás e continua a operar em Campinas, mas Pluna só retorna em dezembro


Após anunciar que deixaria de operar em Campinas a partir de outubro, a  TAP voltou atrás na decisão. Em comunicado à imprensa, a companhia aérea portuguesa informou que continuará operando seus voos, partindo do Aeroporto de Viracopos, no período de baixa temporada entre o final do mês de outubro de 2012 ao final do mês março de 2013. Por outro lado, a companhia uruguaia Pluna comunicou o adiamento de seu retorno ao aeroporto paulista. Antes previstos para junho, os voos só devem retornar em dezembro.

“A decisão de suspender temporariamente os voos no Aeroporto de Viracopos foi examinada cuidadosamente e após uma série de reuniões e compromissos firmados envolvendo a companhia, autoridades e diversas entidades prestadoras de serviços do aeroporto, chegaram a um consenso positivo que permitirá a manutenção destas frequências”, informou a empresa em seu comunicado.

A TAP não detalhou os termos dos acordos, mas a empresa estava insatisfeita com a infraestrutura de Viracopos e exigia, entre outras medidas, novas instalações para armazenamento de alimentos utilizados em seus voos e a abertura de um free shop.

“A TAP fica feliz com o desfecho, não só pelo fato de manter todas as reservas já realizadas por seus clientes assim como pelos compromissos previamente assumidos com os agentes e passageiros de toda a Região Metropolitana de Campinas. A expectativa da companhia é, de acordo com os compromissos firmados, que em breve todos os serviços efetivamente condizentes a uma operação aeroportuária internacional estejam em operação”, afirmou a companhia.

No anúncio anterior, no início de maio, a TAP anunciou que suspenderia os voos a partir do dia 28 de outubro e as operações seriam retomadas  apenas no dia  30 de março de 2013, quando termina a baixa temporada dos voos para o Brasil.  A TAP opera três voos semanais de Campinas a Lisboa.

Pluna

Se as notícias são boas para os clientes da TAP o mesmo não se pode dizer com relação à Pluna. A companhia uruguaia anunciou que continuará pelo menos mais seis meses longe de Viracopos.  A empresa suspendeu as operações na cidade paulista no dia 11 de abril, alegando “razões de ordem operacional (manutenção de algumas aeronaves) e necessidade de compactação da malha”.

A previsão era que os voos entre Campinas e Montevidéu fossem retomados no dia 30 de junho deste ano, mas a empresa anunciou hoje que as operações foram adiadas para dezembro. Com isso, crescem as especulações de que a saída da Pluna de Viracopos seja definitiva – ou pelo menos dure mais do que a empresa deu a entender de início.

Fonte: Melhores Destinos

14.5.12

Grupo TAP agrava prejuízos em quase 20 Milhões


A TAP obteve um prejuízo de 76,8 milhões de euros em 2011, um agravamento de 19,7 milhões de euros relativamente ao ano anterior, penalizada sobretudo pelos resultados da ex-VEM, revelam as contas divulgadas pela Parpública.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários no sábado, a Parpública - empresa que gere as participações do Estado e detém 100 por cento da TAP - afirma que "o ano de 2011 revelou-se fortemente negativo para o Grupo TAP, que encerrou o exercício com um resultado líquido negativo de 76,8 milhões de euros, significativamente pior do que o prejuízo de 57,1 milhões de euros registados no ano anterior".

Segundo a mesma fonte, a área de negócio "com contributo mais fortemente negativo para o Grupo TAP continua a ser a manutenção e engenharia desenvolvida no Brasil", a ex-VEM. Em 2011, a TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A. registou um resultado líquido negativo de 62,7 milhões de euros, "o qual apesar de tudo foi 14,3 por cento melhor do que o prejuízo verificado em 2010 (73,1 milhões de euros".

Fonte: RH Airlines/Tripulantes News

18.8.11

TAP escolhe Airbus para substituir frota



A TAP deverá começar a receber em 2015 os primeiros Airbus A350, o novo avião de longo curso do fabricante europeu.

A cumprir-se o calendário, a TAP deverá começar a receber em 2015 os primeiros Airbus A350, o novo avião de longo curso do fabricante europeu. Ainda que inicialmente a companhia tenha escolhido a versão mais pequena do novo aparelho da Airbus, a equipa de Fernando Pinto pondera agora optar pelo modelo capaz de transportar até 314 passageiros, contra os 275 que viajam na versão inicial.

Uma decisão que responde ao crescimento da companhia nos últimos anos. "A opção da TAP tem em vista a conjugação dos factores capacidade, a partir das projecções de desenvolvimento de tráfego, e consumo de combustível, face ao objectivo de alcançar a solução que melhor responda às necessidades de redução do consumo e à protecção ambiental", explica fonte oficial da companhia.

O investimento, na ordem dos 1,4 mil milhões de euros, foi alvo de polémica há dois anos. Alguns deputados da oposição acusaram o Governo socialista de não ter beneficiado das contrapartidas que, a preços de tabela, valeriam cerca de 2,5 mil milhões de euros, contribuindo assim para o desenvolvimento de um ‘cluster' aeronáutico em Portugal. Questionada, a TAP não quis pronunciar-se sobre o valor do investimento. 

Fonte: Portal 12h

14.8.11

Prejuízo do Grupo TAP no 1º Semestre mais do que duplica em dois anos


O prejuízo do Grupo TAP de 137 milhões de euros no primeiro semestre indicado hoje pela companhia representa um agravamento de quase 120% nos últimos dois anos, com +26,8% em 2010, que então foi atribuído ao encarecimento do combustível e ao impacto da nuvem de cinzas vulcânicas, e +73,4% este ano, de novo pela subida de preço do fuel.

A empresa, que é das companhias aéreas da Star Alliance que menos informação do balanço divulga, limitando-se a revelar apenas alguns dados relativos ao primeiro semestre através de um comunicado, atribui por inteiro a degradação dos resultados nos primeiros seis meses deste ano ao aumento da factura de combustíveis em 43%, para 325 milhões.

“Este aumento de 97 milhões da factura do combustível penalizou fortemente as contas da companhia nos primeiros seis meses do ano, no entanto o crescimento sustentado do transporte aéreo aliado ao controlo dos custos, que reforçaram a competitividade da empresa, permitiu compensar 40 por cento do aumento do combustível”, lê-se no comunicado.

O comunicado reforça ainda essa perspectiva, afirmando que “o desvio no custo dos combustíveis foi determinante para que se verificasse um resultado líquido negativo de 137 milhões de euros no final dos primeiros seis meses do ano, contra os 79 milhões de perdas registadas em igual período do ano passado”.

De acordo com os dados revelados no comunicado e com a informação divulgada há um ano pela companhia, em dois anos a factura de combustíveis mais do que duplicou, tendo um aumento e 106% ou 167 milhões de euros, com +44% ou mais 70 milhões no primeiro semestre de 2010 e +43% ou mais 97 milhões no primeiro semestre deste ano.

No entanto, relativamente ao primeiro semestre de 2010, este ano a companhia tem apenas mais cinco milhões de custos agravados, já que no ano passado, além dos 70 milhões de euros de agravamento da factura de fuel, também teve “perdas” de 22 milhões de euros pelos fechos de espaço aéreo em Abril e Maio devido à nuvem de cinzas expelida por um vulcão na Islândia.

Na informação que divulgou em 20 de Agosto de 2010 sobre os resultados no primeiro semestre desse ano, a TAP dizia que teve um resultado líquido negativo de 36,9 milhões de euros, “um aumento de apenas 27,1 milhões em relação ao apurado no mesmo período de 2009, graças às acções desenvolvidas pela empresa no sentido de minimizar o impacto do agravamento de 70 milhões na factura do combustível e dos 22 milhões das perdas resultantes da erupção do vulcão islandês”.

Este ano a empresa não divulgou resultados líquidos da TAP, SA, que reúne as actividades de transporte aéreo de passageiros e carga e manutenção, que são os negócios centrais do Grupo.

Em relação ao transporte aéreo, o comunicado indica apenas que as receitas cresceram 8%, para 917 milhões de euros, mas sem especificar se se trata apenas de receitas de passagens ou se também da carga.

De acordo com os dados publicados pela AEA, no primeiro semestre a TAP teve um aumento do tráfego de passageiros (em RPK = passageiros x quilómetros percorridos, unidade mais utilizada na aviação) em 9%, com +10,4% em número de passageiros embarcados, para 4,533 milhões (acima dos 4,493 milhões referidos no comunicado da empresa, que refere um aumento de 10%), mas em carga (em TFTK = toneladas x quilómetros percorridos) teve uma queda de 5,3%.

A evolução no transporte aéreo de passageiros levou a que a TAP mantivesse uma forte recuperação da taxa de ocupação, com um ganho de dez pontos (+15,7%) nos últimos dois anos, com +6,8 pontos no primeiro semestre de 2010 e +3,3 pontos no primeiro semestre deste ano, para 74,5%, muito próximo da média da AEA que foi de 75% (a Associação indica 74,6% para a taxa média de ocupação da TAP no primeiro semestre).

A companhia, no entanto, não divulga informação sobre como essa subida da taxa de ocupação se reflectiu na rentabilidade da operação, designadamente qual foi a evolução da receita unitária (quando facturou por lugar x quilómetro colocado no mercado) e do yield (preço médio pago por passageiro para percorrer um quilómetro), que são dois indicadores que praticamente todas as companhias suas parceiras na Star Alliance divulgam. Relativamente a custos, a empresa destaca que excluindo o combustível, o aumento foi de 3,4%, para 794 milhões de euros, abaixo, portanto abaixo do aumento das receitas do transporte aéreo e também abaixo do aumento da actividade medido em capacidade colocada no mercado (em ASK = lugares x quilómetros percorridos), que foi de 3,8% (a AEA indica no entanto um aumento de 4,2%).

Os custos totais, de acordo com os valores divulgados no comunicado (325 milhões do combustível + 794 milhões de outros custos) ascenderam a 1.119 milhões de euros, acima dos 1.094 milhões de euros de receitas do Grupo indicadas no comunicado, que, no entanto, neste caso não especifica qual foi a variação em relação ao período homólogo de 2010.

O comunicado avança apenas que os prejuízos operacionais no primeiro semestre, que é um período em que o sector aéreo tem normalmente pior desempenho que no segundo, aumentaram de 49 milhões de euros em 2010 para 117 milhões este ano, o que significa um agravamento de 138,8% ou 68 milhões de euros.

O realce da TAP vai no entanto para o facto de esse agravamento em valor absoluto ser “significativamente menor do que o aumento da factura dos combustíveis” (em 97 milhões).

Fonte: Presstur

12.7.11

“Se a TAM sair da Star Alliance a TAP perde"

A fusão da brasileira TAM com a chilena LAN poderá trazer problemas à TAP no Brasil.

Se tivesse de apostar todo o seu dinheiro num único cavalo em relação à privatização da TAP, Peter Morris, economista-chefe da Ascend, apostaria na Lufthansa.

Esta é uma boa altura para vender a TAP?
É uma altura tão má na Europa como em qualquer outra parte do mundo. Se olharmos para rácio que os investidores pagarão por uma aquisição será muito mais baixo do que seria em 2007/2008. Mas não estamos em 2007/2008, portanto não se pode dizer que a sua companhia vale muito mais que isso. Há questões positivas na TAP: é rentável numa altura em que sido muito difícil até para as maiores companhias que tiram benefícios das alianças. A TAP fez dinheiro em 2010.

Qual é a mais valia da TAP?
A TAP tem é uma combinação de factores positivos, além da rentabilidade que já falei, a posição no mercado brasileiro e para Angola, em particular, mas também para mercados mais alargados como África.

É a principal vantagem da TAP?
Olhamos para a percentagem de lugares na capacidade total e é relativamente pequena, mas são mercados em que a TAP é lucrativa e com potencial de crescimento.

Considerando essa posição, quem é o comprador mais provável?
Tenho um gráfico que mostra quatro possibilidades. Um grupo de investidores isolados, que apenas quer que as coisas fiquem na mesma, ainda que dentro da aliança. O problema de uma estratégia isolada é que só há vantagem em ter todas estas rotas para o Brasil e para África se tiver uma forma de as alimentar a partir da Europa. Temos a Lufthansa que tem tráfego para o Brasil que só traz até Lisboa, se as frequências entre Lisboa e Frankfurt fossem reduzidas não funcionaria da mesma forma. Também pode ser a Lufthansa, num modelo semelhante ao que tem para a Swiss e para a Austrian, com um grande nível de autonomia para as companhias operarem, mantendo as sub-marcas, e no caso da TAP, a operação e as rotas africanas e sul-americanas e fará todo o sentido do ponto de vista de negócio para a Lufthansa deixar que mantenha as operações que já tem dentro da aliança [Star Alliance], se faz dinheiro porque mudar? Finalmente uma companhia do Médio Oriente não especificada que veria a TAP como porta de entrada para o mercado europeu.

Na Europa não vê a British Airways e a Iberia como compradores?
Não vejo como é que isso poderia funcionar. A Iberia e a BA tem de ir pelo ‘hub' de Madrid e ambas têm os olhos no Brasil, o que é normal com o crescimento da economia brasileira. A Lufthansa poderá parecer [uma solução] simplista, mas é a operação que cria menos tensões no mercado e menos problemas de integração.

Quanto à Star Alliance, a TAP poderá ganhar com a eventual saída da LAM?
Há a possibilidade de a TAM sair da Star, assim como da LAN sair da oneworld. Se a TAM sair da Star, a TAP vai perder mais do que ganhar, porque o tipo de frequências sincronizadas possíveis numa aliança deixam de existir.

O novo aeroporto de Lisboa poderá ser uma vantagem para a TAP? 
Será, sem dúvida, uma vantagem, porque há muito poucos novos aeroportos a abrir na Europa e porque a nova infra-estrutura deverá ser desenhada a pensar na TAP. É uma grande ajuda poder criar a sua própria infra-estrutura.

Fonte: Economico Pt/Peter Morris / FSG News

13.6.11

TAP faz voo inaugural entre Lisboa e Porto Alegre


A TAP Portugal faz este domingo o voo inaugural da nova rota Lisboa - Porto Alegre, com chegada prevista à capital do Rio Grande do Sul ao final da tarde. O voo marca igualmente o regresso do governador Tarso Genro a Porto Alegre, após uma missão internacional que o levou a Portugal e Espanha.

Este será o primeiro voo direto da Europa para a capital gaúcha. A companhia aérea portuguesa, que sublinha tratar-se de um "momento histórico", fará no Aeroporto Salgado Filho uma cerimónia de batismo do avião. 

A nova rota da TAP terá quatro frequências semanais entre as duas cidades. A TAP já é a companhia que mais tem ligações entre Brasil e Europa, a partir de Lisboa, em voos saindo de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador, além de Rio de Janeiro e São Paulo.

Neste voo inaugural, a bordo virá um grupo de autoridades liderado pelo governador Tarso Genro e pelo vice-presidente da TAP, Luiz Mór. 

O secretário de Turismo de Porto Alegre, Luiz Fernando Moraes, representará o prefeito José Fortunati no voo inaugural da rota Lisboa-Porto Alegre. 

Luiz da Gama Mór, da TAP, receberá, na tarde do dia 14 de junho, em cerimônia especial, o título de Cidadão de Porto Alegre, na Câmara Municipal.

Foto de Sandro Bandeira Colaço @Sandro_fly

Fonte/Via:Portugal Digital e Portal 12Horas.Aérea

31.5.11

Sem LAN, TAP é alternativa mais vantajosa para TAM

* - Logo criado pelo blog (apenas uma "brincadeira criativa")

TAP é uma alternativa viável para turbinar sua posição da companhia aérea

Aérea brasileira já afirmou que buscará outro parceiro caso fusão com a chilena seja barrada

O imbróglio da fusão entre a brasileira TAM e a chilena LAN está longe de um desfecho. No Brasil, a operação segue sem restrições, mas as autoridades regulatórias do Chile estão reticentes quanto à aprovação. O advogado da aérea brasileira, Juan Gumucio, afirmou em audiência no Chile, que a TAM pode buscar outro parceiro caso a fusão com a LAN seja bloqueada. Segundo analistas, a alternativa mais vantajosa seria uma união com a portuguesa TAP.

A operação entre TAM e TAP traria benefícios para ambas as empresas. Para a brasileira, a união seria uma nova porta de entrada para o mercado europeu por meio de Portugal – onde a TAM não opera regionalmente. “A TAM teria mais distribuição na Europa com estrutura de vendas. A parte de malha não seria preciso aumentar, por conta do codeshare”, avalia o consultor André Castellini.

Com maior força no mercado europeu, a brasileira poderia reforçar sua presença também no mercado doméstico. A TAP opera em nove cidades do Brasil para a Europa. Em 2010, transportou 1,4 milhão de passageiros. “A TAP faz de Lisboa um hub importante de lazer para passageiros que querem voar para o nordeste brasileiro”, aponta Castellini. A portuguesa opera em 65 cidades de 31 países da Europa, África, América do Sul e do Norte.

A compra da TAP também blindaria a Latam de eventuais investidas de outras companhias aéreas. “Como o mercado internacional da TAP é o Brasil, há empresas do Oriente Médio, como Emirate e Qatar, que tentariam comprar a portuguesa para reforçar a presença por aqui”, avalia o consultor Respício Espírito Santo. “Grosso modo a TAP seria uma subsidiária da Latam.”

Para Castellini, porém, a TAM enfrentaria uma dura competição. “Operar na Europa é um desafio. A TAM passaria a concorrer com grandes grupos, além de esbarrar nos sindicatos locais que tem regras diferentes do Brasil”, diz Castellini. Dele discorda Respício: “Com a associação, a TAM ganharia mais proximidade com as autoridades regulatórias, mais força na Star Alliance e possibilitaria um intercâmbio de aeronaves entre as empresas”.

A TAM ainda mantém a liderança no mercado brasileiro, mas a diferença entre a Gol, a segunda colocada, vem diminuindo. A TAP é uma alternativa viável para turbinar sua posição – e seria um bom negócio para a portuguesa. “Se a TAP não fizer alguma coisa, ela vai quebrar e o mercado português não seria atendido”, avalia um analista. Para Respício, a TAP continuaria com sua bandeira. “A marca não seria abandonada e a TAM seria um investidor.”

Fonte: Exame/FSG News


11.5.11

TAM ensaia levar a TAP

O governo brasileiro pode financiar a aquisição de uma parcela da companhia aérea estatal portuguesa TAP pela TAM. A companhia lusitana e outras estatais portuguesas deverão ir à privatização este ano como parte das medidas que integram o plano de recuperação financeira de Portugal. O país fechou acordo por um resgate internacional de 78 bilhões de euros na quinta-feira. “A TAM abordou o governo para saber se pode obter financiamento para participar da privatização da TAP”, disse à Reuters uma fonte próxima às negociações. A TAM não quis comentar o episódio.

A princípio, o governo está interessado em apoiar a TAM, mas o suporte financeiro pode depender do resultado da fusão proposta entre a companhia brasileira e a chilena LAN. “O governo daria boas-vindas à aquisição (da TAP) e pode financiá-la, dependendo da estrutura de acionistas resultante da fusão com a LAN”, afirmou a fonte. Ainda segundo o informante, o governo estaria mais inclinado a financiar uma companhia brasileira do que uma chilena. Enrique Cueto, diretor executivo da LAN, seria o presidente da nova companhia após a fusão, mas a estrutura de acionistas ainda não está clara.

Competição

De acordo com a Constituição, estrangeiros não podem ter mais que 20% de uma companhia aérea nacional. Autoridades antitruste do Chile disseram que podem decidir sobre a fusão entre TAM e LAN nas próximas semanas. A TAM enfrenta uma competição forte no crescente mercado brasileiro de viagens aéreas e anunciou, em março, negociações para uma fusão com a companhia regional Trip. Em fevereiro, pela primeira vez na história, a Gol desbancou a primeira posição da TAM no mercado nacional, acumulando 39,77% das rotas, contra 39,59% da concorrente. Além do interesse comercial da TAM, a compra da TAP é bem-vinda porque o Brasil está disposto a ajudar Portugal a sair da crise.

Fonte: Correio Braziliense

16.3.11

Qatar admite comprar já este ano participação na TAP

O presidente da Qatar Airways, companhia que em Janeiro foi insistentemente apontada como potencial compradora de uma participação na TAP, anunciou em entrevista que é muito provável que a transportadora faça uma aquisição já este ano.

Akbar Al Baker, em entrevista ao “Financial Times Deutschland”, reafirmou que é muito possível que a Qatar Airways compre acções de outra companhia nos próximos anos, mas deixando a nota de que a aquisição “talvez” possa ocorrer este ano.

A condição é que a companhia tenha uma forte rede que ajude a Qatar a ser “mais global”.

Akbar Al Baker, nas mesmas declarações, afirmou que a Qatar Airways, que em Portugal é representada pela ATR, está preparada para adquirir até 49,9% do capital de uma companhia aérea europeia.

Akbar Al Baker sublinhou que a Watar dispõe de “dinheiro suficiente” para qualquer aquisição, referindo que a companhia também poderá avançar para uma oferta pública de venda de acções para obter “dinheiro fresco”.

“Os preparativos estão em curso”, acrescentou, segundo o “Financial Times Deutschland”.

Em Janeiro, quando da visita do primeiro-ministro José Sócrates ao Qatar, de cuja comitiva fazia parte, entre outros Fernando Pinto, presidente da Administração da TAP, a SIC Notícias noticiou que o governo português estava em conversações com as autoridades do Qatar para a aquisição de uma participação na TAP.

A notícia dizia que as negociações referiam-se à compra de uma posição de até 40%.

O porta-voz da TAP comentou na altura que o Governo ainda não tinha aberto o processo de privatização, acrescentando que “se já há candidatos, isso é uma boa notícia”.

Fonte; Presstur

2.3.11

Brasil faz aéreas decolarem

Companhias como TAP, Delta Airlines e Air France voltam-se ao país para fugir de prejuízos nos Estados Unidos e na Europa

A soma de ingredientes como o surgimento de uma nova classe média no Brasil e o fraco desempenho econômico dos chamados países desenvolvidos colocou o país de vez na posição de protagonista na América Latina no quesito oportunidade de negócios. Não à toa, os olhos das grandes companhias aéreas internacionais estão voltados para cá. Enquanto nos mercados dos Estados Unidos e da Europa, as empresas já não têm mais como crescer e muitas registram prejuízo, aqui a demanda reprimida há anos - o mercado de aviação nacional cresce 24% ao ano, o dobro do verificado na China - agora leva milhões de consumidores com dinheiro no bolso a buscarem o exterior como roteiro de viagem, muitos pela primeira vez.

O exemplo mais emblemático é o da portuguesa TAP. Os brasileiros foram os responsáveis pelo salto no faturamento da companhia, de 1 bilhão de euros para 2,5 bilhões de euros, ao longo dos últimos 10 anos. Hoje, Lisboa funciona como um grande hub (centro de distribuição) tanto para passageiros nacionais que vão para a Europa como para europeus que vêm para o Brasil. Depois da Europa, o país é o lugar com maior número de negócios da companhia aérea. Os números não mentem - os europeus respondem por 37% dos resultados da TAP; os brasileiros, por 35%; e os africanos, por 16%.

A TAP é a companhia que mais voa entre Brasil e Europa, com rotas para nove cidades brasileiras e, a partir de 12 de junho, Porto Alegre (RS) será a décima. Dentro da receita total da empresa, 35% das passagens foram vendidas no Brasil e 7%, em Portugal. O sucesso no mercado brasileiro é um dos principais atrativos para os investidores interessados na privatização da companhia, processo aguardado para os próximos meses. Recentemente, chegaram a circular rumores de que a Gol estaria interessada em comprar a TAP. Mas a empresa brasileira não confirma a informação.

Fronteiras

A americana Delta Airlines também está determinada a conquistar o mercado nacional. "A Delta, hoje, voa para 54 cidades na América Latina e Caribe, mas, sem dúvida, o Brasil é o mercado mais importante na região", diz Nicolas Ferri, vice-presidente para a América Latina e Caribe da Delta. Atualmente, a empresa oferece 31 voos semanais sem escala entre os Estados Unidos e o Brasil, incluindo serviços entre Atlanta e São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília; entre Nova York e São Paulo; e entre Detroit e São Paulo.

No ano passado, Delta e Gol anunciaram um acordo entre os programas de milhagem SkyMiles e Smiles, o que permitiu aos clientes o acúmulo e o resgate de milhas em ambos os programas. O simples fato de a aérea americana ter criado, neste ano, o posto de vice-presidente da América Latina evidencia a importância da região no cenário internacional. Trata-se de um cargo relevante cujo titular se reporta diretamente ao presidente da companhia. "O motivo é que a Delta reconhece que o crescimento do setor no mundo ocorrerá não necessariamente nos EUA, mas além das nossas fronteiras. Por isso, queremos começar 2011 com uma nova abordagem aos brasileiros", revela Ferri.

Prova dessa preocupação são os planos da empresa para descobrir o gosto dos clientes brasileiros. "Vamos perguntar a eles coisas básicas, como o que é importante, como a Delta satisfaz essas demandas e se as outras companhias o fazem. Queremos saber, por exemplo, por qual canal os brasileiros preferem comprar passagens, o que esperam do avião, se é importante ter uma revista em português ou que a tripulação fale português e até que tipo de comida querem", adianta o vice-presidente da companhia.

Atrativo

Assim como a TAP transformou Lisboa em um hub para a Europa, a Delta quer aproveitar as conexões que a empresa americana oferece para outros países a partir de Atlanta e Nova York para transportar os brasileiros aos demais destinos do mundo. "Queremos que a Delta seja vista como uma forma de acesso, não só aos EUA mas ao mundo", revela Ferri. Para se ter uma ideia, dos 66 países para os quais a Delta oferece rotas, o Brasil é o quarto colocado em volume de vendas, atrás de Japão, Alemanha e Reino Unido.

No ano passado, as vendas da empresa para brasileiros deram um salto de 44% na comparação com 2009. Ferri acredita que esse crescimento não se repetirá, contudo, em 2011. Na sua visão, 2010 foi o ano do crescimento e 2011 será o ano da consolidação no mercado brasileiro. Das passagens dos voos da Delta que ligam o Brasil aos EUA, 60% são vendidas aqui e 40%, nos EUA. Os fatores que tornam o Brasil um dos mercados mais atrativos no cenário internacional envolvem, além do bom momento econômico, a própria geografia do país com dimensões continentais e os fortes laços de amizade com os principais mercados do mundo - sem contar o gosto dos brasileiros pelo turismo.

A Air France é outra companhia que sonha em conquistar a preferência dos brasileiros. Por ora, o Brasil responde por apenas 1,5% do faturamento do grupo - que inclui a holandesa KLM -, mas o objetivo é elevar esse percentual diante do aquecimento econômico nacional. O grupo oferece 14 saídas por semana de São Paulo para Paris e mais 14 semanais do Rio para Paris, enquanto a KLM oferece uma saída diária de São Paulo para Amsterdã, totalizando 35 voos por semana entre Brasil e Europa.

Assim como a Delta, a Air France atua em parceria com a Gol para o compartilhamento de voos. Dessa forma, os passageiros têm acesso a voos operados pela brasileira que partem dos aeroportos internacionais do Rio e de São Paulo para seis destinos domésticos no Brasil: Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Salvador e Vitória. Ao Correio, a Air France diz que considera o Brasil como o mercado mais importante da América Latina e um dos mais importantes no mundo. O motivo principal, no entender da empresa, foi a estabilidade econômica conquistada nos últimos anos: "Isso permite que cada vez mais brasileiros viajem para o exterior de forma a promover o país, além de possibilitar que as empresas nacionais se estabeleçam e cresçam no mercado estrangeiro".

20.2.11

Brasil dá novo patamar à receita da TAP

Operações no País ajudaram faturamento a subir de 1 bi de euros para 2,5 bi em dez anos, e devem ser chamariz em processo de privatização

Uma guinada em direção ao mercado brasileiro, responsável por tirar a ineficiente empresa aérea portuguesa TAP da berlinda, está atraindo o interesse de investidores internacionais para seu processo de privatização, esperado para o primeiro semestre. Comandada pelo gaúcho Fernando Pinto desde 2000, a TAP é hoje o grupo estrangeiro com o maior número de voos para o Brasil,75 por semana, e o que atende a mais cidades no País.

Em junho, a empresa inaugura seu décimo destino brasileiro: Porto Alegre, que se soma a Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio, Salvador e São Paulo. O executivo assegura que a expansão em direção ao Brasil é o grande propulsor do aumento do faturamento, que saltou de  1 bilhão para  2,5 bilhão nos seus pouco mais de dez anos à frente da companhia.

"Houve um crescimento radical nos últimos anos, basicamente por causa de nossa expansão internacional, e o Brasil tem uma parcela considerável de participação nisso", diz.

Ex-presidente da Varig, Pinto sabia, ao deixar o País, que havia uma demanda reprimida fora do eixo Rio-São Paulo. Atender a outras cidades por meio de voos com escala em uma dessas duas capitais, no entanto, era inviável, pois aumentaria muito a duração das viagens.

Para fugir desse empecilho, a estratégia foi consolidar Lisboa como um grande hub (centro de distribuição de passageiros). Na outra ponta, a empresa aumentou o número de destinos na Europa e tornou a capital portuguesa a principal porta de entrada dos brasileiros no continente. 

Com a estratégia, a companhia consegue encher um avião - saindo de Campinas para Lisboa, por exemplo - com passageiros rumo a dezenas de cidades europeias diferentes. "Um voo atende múltiplos destinos, pois temos um centro de distribuição em Lisboa. Cada avião que chega do Brasil tem passageiros que vão para todos os lados da Europa e da África também", explica.

Os resultados colhidos por Pinto colocam a TAP mais próxima de uma privatização, desafio que a empresa tenta enfrentar há anos. Ele é categórico ao afirmar que seu objetivo é concretizar o processo este ano, ainda no primeiro semestre. "Temos tido declarações do governo de que agora estamos no caminho prioritário para a privatização da TAP. Ainda não existe nada oficial, mas há realmente vontade para isso", afirma.

Mercado. Pinto avalia que a participação que a empresa conseguiu no mercado de aviação brasileiro, um dos que mais crescem no mundo, a torna mais atrativa aos olhos de potenciais compradores. Mesmo antes da largada, os interessados já começaram a aparecer, garante. Porém perguntado sobre quem seriam os potenciais compradores, o executivo desconversa. "Sabemos bem quem são, mas como são empresas cotadas ou investidores, só aparecem formalmente no momento em que o processo é colocado oficialmente", diz. 

Na começo do mês, notícias de que a Gol estaria negociando a compra da TAP levaram a CVM a pedir explicações à companhia brasileira. Em esclarecimento à autarquia, a empresa disse que "não tinha qualquer fato relevante a divulgar" a respeito do assunto. Por meio da assessoria de imprensa, a Gol negou que esteja negociando. 

Fonte: Estado de SP

15.2.11

TAP vai aumentar para 6 número de voos semanais entre Belo Horizonte e Lisboa

A transportadora aérea portuguesa TAP vai aumentar para seis voos por semana, a partir de julho, a ligação entre Belo Horizonte e Lisboa. Nos três primeiros anos de ligação entre Belo Horizonte e a Europa, a TAP já transportou mais de 284 mil passageiros e no ano passado apresentou uma taxa de ocupação média de 80%. 

“Estes resultados conferem à TAP uma posição de liderança no transporte aéreo de passageiros entre a Europa e o Brasil, e refletem o bom acolhimento dos mineiros ao produto oferecido pela companhia”, disse Mario Carvalho, diretor geral da TAP para a América Latina, citado em comunicado da empresa. 

A abertura da rota Belo Horizonte trouxe à capital mineira maior visibilidade na Europa e Minas Gerais é reconhecida como um destino atraente, que mostra a diversidade brasileira, segundo a empresa. 

De acordo com a empresa, a ligação entre Lisboa e a capital estadual de Minas Gerais, na região sudeste do Brasil, registra elevado número de passageiros oriundos de Itália, Espanha e Alemanha.

Fonte: Primeira Edição

2.2.11

Interesse da Gol pela TAP começa a ganhar altitude

Conversas estariam em curso desde outubro do ano passado; eventual aquisição agregaria a malha aérea na Europa e elevaria faturamento a R$ 10 bilhões

A privatização da TAP está no radar dos Constantino. A Gol estuda entrar na disputa pela companhia aérea portuguesa. Não deixa de ser uma resposta, ainda que modesta, à associação entre TAM e Lan.  O projeto é guardado a sete chaves e discutido pelos controladores da empresa a 20 mil pés de altitude. 

Segundo uma fonte de altíssima patente, ligada ao Conselho de Administração da Gol, os Constantino vêm mantendo contatos regulares com o presidente da TAP, Fernando Pinto, desde outubro de 2010 – quando o governo português anunciou pela primeira vez o propósito de iniciar o processo de venda da companhia até março deste ano. 

Trata-se de uma operação complexa, a começar pelo funding. Embora ainda não haja um valor para a operação – o gabinete do primeiro-ministro José Sócrates fala apenas em arrecadar seis bilhões de euros com a venda de quatro ou cinco estatais – a Gol não está disposta a entrar sozinha na disputa. Os Constantino pretendem desembarcam na TAP na companhia de fundos de private equity. 

Os Constantino enxergam na compra da TAP uma oportunidade de dar uma grande chacoalhada na Gol. A operação representaria um choque de expectativa no mercado e aumentaria a autoestima entre os funcionários da companhia, a começar por seus próprios acionistas. 

A Gol, que nasceu sob a bandeira do low cost, é hoje uma companhia sem identidade. Perdeu a franquia do baixo custo para outros concorrentes, como Azul e Trip, e não conseguiu reposicionar sua imagem no mercado.  Hoje, é uma empresa com dificuldades em todas as latitudes. Convive com a tendência de perda de participação no mercado interno para competidores menores, como a própria Azul, e não tem escala suficiente para concorrer nas rotas internacionais. 

Do ponto de vista operacional, a compra da TAP colocaria a Gol em outro patamar. A empresa, que voa apenas para a América do Sul, finalmente criaria uma malha internacional de fôlego, notadamente na Europa. Os portugueses operam em 30 países, contra apenas 12 da empresa brasileira. Hoje, a TAP é a companhia que mais oferece voos entre o Brasil e o continente europeu. 

A Gol herdaria ainda 71 aeronaves, o que lhe permitiria saltar para uma frota de mais de 180 aviões. Em termos de faturamento, passaria de R$ 6,5 bilhões para mais de R$ 10 bilhões ao ano. 

Fonte: http://cidadebiz.ig.com.br

26.1.11

TAP: Governo diz que não há decisão sobre como será feita privatização

Secretário de Estado das Obras Públicas diz que Governo tem recebido manifestações de interesse na compra da companhia aérea

O secretário de Estado das Obras Públicas disse esta segunda-feira que não há uma decisão sobre a forma como será feita a privatização da TAP, avançando que o Governo tem recebido manifestações de interesse na compra da companhia aérea, nota a Lusa. 

«Neste momento, não foi tomada qualquer decisão sobre esse assunto (privatização da TAP), nomeadamente sobre a forma, o procedimento, e, portanto, é extemporâneo da minha parte falar sobre qualquer matéria que tenha a ver com o procedimento», afirmou Paulo Campos aos jornalistas, à margem da assinatura de protocolos entre duas associações do sector da construção e o Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI).

«Não existe qualquer decisão do Governo relativamente à forma como o procedimento seja feito», sublinhou o secretário de Estado, referindo que «dentro dos planos apresentados pelo Estado existe a vontade de fazer a privatização» da TAP.

Paulo Campos disse que «o Governo desde há muito tempo que tem recebido manifestações de interesse, que têm sido reforçadas nos últimos tempos de uma forma significativa», escusando-se a avançar mais detalhes.

Na sexta-feira, a SIC Notícias noticiou que o Governo português e as autoridades do Qatar estão em conversações para a aquisição de 40 por cento do capital da TAP pela Qatar Airways.

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da TAP, António Monteiro, disse, na altura, que o accionista «ainda não abriu o processo» da compra de parte do capital da empresa, ressalvando que «se há interessados, isso é a confirmação da existência de condições para a privatização este ano, consoante o presidente da TAP tem vindo a afirmar».

Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

21.1.11

TAP é a 4ª companhia aérea mais segura do mundo

A TAP ocupa o quarto lugar entre as companhias de aviação mais seguras do mundo, segundo o "ranking" anual do Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (JACDEC), que analisou as quotas de segurança das 60 maiores transportadoras aéreas mundiais.

A companhia de bandeira portuguesa alcançou a pontuação máxima, 30 pontos, na lista liderada pela Qantas (Austrália), que surge à frente da Finnair (Finlândia) e da Air New Zeland.

Segundo o relatório da JACDEC, a TAP só não subiu ao pódio porque a sua frota tem mais anos do que a média das frotas europeias, o que se deve, sobretudo, à aquisição da Portugália (companhia aérea local), que tinha algumas aeronaves de modelos mais antigos.

Outro fator desfavorável são algumas das rotas para aeroportos em ilhas, com condições de aterragem difíceis, de acordo com a mesma agência.

Todas as companhias referidas e ainda a Cathay Pacific (Hong-Kong), a All Nipon Airways (Japão) e a Air Berlin (Alemanha), obtiveram 30 pontos, o que significa que não tiveram qualquer acidente nos últimos 30 anos, desde 1980.

Entre as grandes companhias europeias, a British Airways surge no 20º lugar, seguida pela Lufthansa, enquanto a KLM fica-se pela 23.ª posição.

Fonte: Revista Fator

12.1.11

TAP fará voos de Porto Alegre à Europa

A partir de 12 de junho, os gaúchos poderão viajar para Europa sem escalas em São Paulo, Rio de Janeiro ou outras cidades da América Latina. A TAP Portugal iniciará voos ida e volta Porto Alegre-Lisboa quatro vezes por semana. Da capital portuguesa, a companhia operará conexões para outros destinos europeus. O vice-presidente mundial da empresa, o gaúcho Luiz da Gama Mór (à esquerda de Tarso na foto), se reuniu na segunda-feira (11) com o governador do Estado, Tarso Genro, para finalizar os detalhes do projeto. O pedido de autorização será encaminhado para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) essa semana.

Fonte: JCRS

11.11.10

Tap é eleita aérea líder para América do Sul

Pelo segundo ano consecutivo, a Tap foi eleita Companhia Aérea Líder Mundial para a América do Sul, durante a 17ª edição do World Travel Awards, realizada ontem (domingo, dia 7) no Grosvenor House Hotel, em Londres. A aérea portuguesa disputou com Air France, American Airlines, British Airways, Iberia e Tam.

A companhia transportou, até final de outubro, cerca de um milhão e duzentos mil passageiros, com um crescimento de 29%, em relação ao ano passado.

“Esta distinção consagra e reconhece o trabalho que a companhia aérea tem persistentemente desenvolvido, nos últimos anos, para promover e reforçar os nossos serviços na América do Sul, em especial no Brasil, País onde a Tap é a companhia aérea internacional que mais passageiros transporta, ligando mais de 30 cidades na Europa a nove destinos: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo (GRU)”, disse o vice-presidente da Tap, Luiz Mór.

Fonte: Panrotas