30.4.08
Embraer 190 recebe certificação Etops 120
O Etops permite a operação do Embraer 190 em rotas afastadas até 120 minutos de qualquer aeroporto adequado. Com isso, o jato poderá realizar vôos de longas distâncias sobre mares, desertos e outras áreas inóspitas, aumentando a capacidade operacional da aeronave especialmente no Sudeste Asiático e na Oceania. Esta nova funcionalidade do Embraer 190 já se encontra em operação regular, a serviço da companhia aérea Air Niugini, em rotas conectando a Papua Nova Guiné e a Austrália.
Fonte: Mercado e Eventos
Gol fecha 1o tri com prejuízo e reduz projeção de frota
A companhia ainda reduziu sua estimativa de frota para o ano, de 112 aviões estimados anteriormente para 108 aeronaves. Em 2007, a Gol tinha 111 aparelhos. A projeção de investimento no ano, no entanto, foi mantida em 1,1 bilhão de reais.
Segundo padrões norte-americanos (US Gaap), a companhia fechou o trimestre passado com prejuízo de 3,5 milhões de reais, contra ganho de 116,6 milhões de reais entre janeiro e março de 2007.
A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) foi de 184,8 milhões de reais, recuo de 25,8 por cento sobre o obtido um ano antes.
A margem Ebitdar da companhia entre janeiro e março ficou em 11,4 por cento, queda de 12,6 pontos percentuais na mesma comparação. A Gol adicionou à frota 44 aviões no primeiro trimestre ampliando sua capacidade de transporte no período em 36 por cento no mercado doméstico. Com isso, o volume de passageiros transportados aumentou 22 por cento e a taxa de ocupação ficou em 62 por cento, oito pontos percentuais a menos que nos três primeiros meses de 2007.
Segundo a companhia, novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) obrigaram a empresa a manter malhas de alta temporada até 24 de março, 45 dias após o fim do período de férias. As despesas operacionais totais dispararam 77,7 por cento e atingiram 1,63 bilhão de reais, incentivadas por aumento de 83,8 por cento nos gastos com combustível e também por despesas duas vezes maiores com prestação de serviços e expansão das operações. A empresa viu o preço por litro de combustível crescer 17,6 por cento no trimestre passado.
Fonte: O Globo
Obra Difícil
Fonte: Correio Braziliense
ALA MIAMI – O Evento que define a Aviação da América Latina.
A sigla CRM do inglês *Corporate Resource Management* é normalmente traduzida como gerenciamento de recursos de equipes. Apresentado por especialistas no assunto, o seminário possibilitará à assistência, além de conhecer mais a fundo as atividades práticas envolvendo um programa de CRM, montar e conduzir o mesmo em sua organização. Durante os três dias serão abordadas formas de elaboração e escolha de estudos de caso, dinâmicas de grupo, e até, treinamento em vôos simulados.
Maiores informações se encontram no link: http://www.ala.aero/ala2/miami/seminarios_detalle_es.php?idioma=1
Caso haja alguma dúvida relativa ao conteúdo, pode-se contactar diretamente os seminaristas pelo e-mail: alamiami2008@yahoo.com.br A inscrição pode ser feita pelo site, baixando e preenchendo a ficha de inscrição e enviando a mesma por fax. É altamente recomendável optar pela hospedagem no próprio hotel Doral Resort que, conforme informações constantes na ficha de inscrição, oferece um mega desconto para os participantes do evento durante aquela semana.Para aqueles que se interessarem, mas não possuem Passaporte e/ou o visto americano. O Passaporte demora um tempo médio de dez dias para ser providenciado e as informações estão no site da policia federal. Quanto ao visto, o mais adequado seria solicitar o visto B1 e B2(turismo), que além de turismo permite a participação em seminários.
O custo tem um acréscimo de U$60 além dos U$100 normais para o visto de turismo, porém, pode-se solicitar uma carta do presidente da ALA à embaixada americana, confirmando sua inscrição no evento. Isso pode, de alguma maneira, facilitar a concessão do visto.Para consulados de muito movimento como RJ e SP, o agendamento está demorando entre três e quatro meses. Para B1 e B2 existe uma pequena diferença, mas de qualquer forma não há tempo a perder.
Fonte: ALA
29.4.08
Companhias aéreas estrangeiras querem atuar mais no Brasil
O cenário de crescimento da economia brasileira e o aumento da renda estão atraindo o interesse das estrangeiras. Desde a crise da Varig, elas fizeram aumentos progressivos no número de vôos para o Brasil e, agora, novas companhias querem entrar no país. As que já operam aqui investem na diversificação de pontos de origem dos vôos.
Apesar do crescimento das operações da TAM no mercado internacional, com mais freqüências e novos destinos, as estrangeiras têm participação de 60%, de acordo com dados da Anac.
Nos cálculos da consultoria Bain & Company, quando se inclui nessa conta as rotas em que só atuam as estrangeiras, a participação das companhias brasileiras nos vôos internacionais fica em 33%. Atualmente, 36 empresas estrangeiras fazem vôos para o Brasil.
Segundo a Folha apurou, até mesmo a RyanAir, empresa de baixo custo e baixa tarifa, já teria sondado informalmente a agência para buscar informações sobre vôos para o Brasil.
"Assim como na política, não existe espaço vazio no mercado. É natural que outras empresas procurem ocupar a brecha deixada pela saída da Varig durante a crise da companhia e agora com a saída da Europa e dos EUA", afirmou Lucia Helena Salgado, economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Nos últimos dias, a Taca anunciou um aumento de 29% nos vôos para o Brasil, com a criação de um vôo Rio-Lima com quatro freqüências semanais. "Estamos observando novos mercados que têm potencial no Brasil, como Porto Alegre, Manaus e a região Nordeste", afirmou Ian Gillespie, representante da companhia peruana no Brasil.
A empresa que mais explora o filão de vôos diretos a partir de diversas cidades do país é a portuguesa TAP. Segundo Mario Carvalho, diretor da TAP para o Brasil, houve um aumento de 43% nos vôos da companhia para o país em 2007.
A partir de julho, a empresa deve chegar a 67 vôos semanais entre Brasil e Europa.
"Inauguramos a rota para Belo Horizonte em fevereiro. Trocamos o equipamento usado nos vôos no Nordeste, o que aumentou o número de assentos disponíveis", disse.
Hoje ela voa para a Europa a partir de Brasília, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Belo Horizonte. Segundo especialistas, a prática funciona melhor para empresas com foco no passageiro que viaja para fazer turismo.
No último ano, a Air France quase dobrou a oferta de vôos para o país. Atualmente faz 14 vôos semanais a partir de São Paulo e 10 do Rio de Janeiro. Na alta temporada, o número de vôos no Rio sobe para 14.
Entre as brasileiras, a TAM ocupa o primeiro lugar isolado. Segundo dados da Anac, em março ela representava 68,88% do mercado de vôos internacionais, na análise de participação de companhias nacionais. Para André Castellini, da Bain & Company, é essencial ter uma companhia de bandeira brasileira em vôos de longo curso.
"Em momentos de crise, empresas estrangeiras podem optar por reduzir vôos, e a oferta pode ficar prejudicada. É importante ter ao menos uma companhia nacional forte porque envolve geração de emprego e estratégia de atuação."
Fonte: Folha On Line
4,3% viajam de avião no Brasil
Fonte: Jetsite
Fusão ou Fissão ?

Continental diz não para proposta da United
Fonte: Jetsite
Confira as mais recentes matérias do website do Instituto CEPTA
"The best way to have a good idea is to have lots of ideas."(Linus Pauling, Prêmio Nobel de Química de 1954 e Prêmio Nobel da Paz de 1963)
Confira as mais recentes matérias do website do Instituto CEPTA:
--- Aumentar tarifas aeroportuárias nas horas-pico não é a soluçãohttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=690
--- 2008: O Ano das empresas low-cost/low-farehttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=689
--- Uma parte da 'mágica' por trás dos lucros da Ryanairhttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=688
--- Relatório aponta três das principais tendências para a hotelariahttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=687
--- Amadeus cria unidade de negócios voltada para distribuição de turismo de lazerhttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=686
--- American Airlines negocia com a Continental e a US Airwayshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=685
--- Opinião: Alguns Mitos e Verdades sobre Fusões de Empresas Aéreashttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=684
--- Guarulhos: Trem expresso deve ficar pronto em 2010http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=683
--- TAM prevê crescer 50% em cinco anoshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=682
--- Varig retoma vôos para Paris em Julhohttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=681
--- Empresas aéreas brasileiras querem investir em Viracoposhttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=680
--- Empresas aéreas latino-americanas destacam-se pelos resultados positivoshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=679
--- United muito próxima de escolher a parceira para fusãohttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=678
--- Euro forte sobre o dólar faz EADS/Airbus rever estratégiashttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=677
--- Prejuízo da Northwest no 1o trimestre ultrapassou US$4 bilhõeshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=676
--- VLT ligará metrô de São Paulo a Congonhashttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=675
--- Infraero investe em projetos de aeroportoshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=674
--- Investimentos de R$ 20 milhões nos aeroportos do Estado de São Paulohttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=673
--- Monopólio da administradora de aeroportos prejudica a sociedade e o mercado***Com COMENTÁRIOS do Presidente do Instituto CEPTA.http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=672
--- Prejuízos no 1o Trim.: Delta US$6,4 bi -- United US$537 milhões -- JetBlue US$8 milhõeshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=671
--- Boeing e Airbus firmam parceriahttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=670
--- Empresas brasileiras deixam de operar 47 freqüências internacionaishttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=669
--- As mais recentes sobre: IATA -- Airbus: ADS-B e P&W GTF -- BAA -- FlightSafety -- Eoshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=668
--- Opinião: Robert Crandall (ex-CEO da American Airlines, de 1985 a 1998)http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=667
--- Manutenção: Empresas norte-americanas estão confusas com as novas exigências da FAAhttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=666
--- Governo contratará auditoria internacional para o setor aéreohttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=665
--- Só em 2007 Brasileiras perderam R$ 2 bilhões para as estrangeirashttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=664
--- Acabar com a regulação (com as intervenções no mercado) é bom para a sociedade?http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=663
--- Hotéis buscam reduzir os efeitos do jet-laghttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=662
--- Preços baixos não são, necessariamente, um bom indício...http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=661
--- Novos rounds: Empresas aéreas X GDSshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=660
--- Milhares de vôos cancelados e milhares de passageiros no chão: De quem é a culpa?http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=659
--- OAB ingressa com medida judicial contra empresas aéreashttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=658
--- Movimento de cargas cresceu 743% entre 1992 e 2007http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=657
--- Sukhoi lança jato regional de 80-110 assentoshttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=656
--- Fusão Delta/Northwest pode desencadear outras fusões pelos EUAhttp://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=655
--- Passageiros estão otimistas com a "Nova Delta"http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=654
--- Frota mais eficiente é vital para o sucesso da "Nova Delta"http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=653
--- Entrevista com os executivos da Delta: "We want to be the strongest airline"http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=652
--- Atlanta já prevê crescimento com a fusão entre a Delta e a Northwest***Com COMENTÁRIOS do presidente do INSTITUTO CEPTA.http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=651
--- Delta e Northwest anunciam fusão; nova empresa será a maior do mundo***Com COMENTÁRIOS do presidente do INSTITUTO CEPTA.http://www.institutocepta.org/php/noticia/ler.php?id=650
=== Confira outras matérias no website do INSTITUTO CEPTA: http://www.institutocepta.org
27.4.08
Berlinenses votam para opinar sobre fechamento do aeroporto de Tempelhof
Cerca de 2,44 milhões de cidadãos foram convocados para expressar sua opinião sobre a questão do aeroporto, o mais antigo da Europa em funcionamento e que se encontra dentro do centro urbano da capital alemã, muito perto de seu centro histórico.
Para que a consulta seja um sucesso, deverão votar a favor não menos que 25% dos cidadãos com direito ao sufrágio, embora seu resultado não obrigue as autoridades da cidade a respeitá-lo.
O prefeito de Berlim, o social-democrata Klaus Wowereit, advertiu que o fechamento de Tempelhof, confirmado pelos tribunais para outubro próximo, deverá ser realizado apesar de tudo.
Fonte: Folha On Line
Daesp investe R$ 20 mi em aeroportos de todo Estado
O BOM DIA apurou que a administração do aeroporto já reivindicava este equipamento porque o que funciona hoje no local é antigo. Ele teria sido instalado há cerca de 40 anos.Segundo funcionários do aeroporto de Rio Preto, o terminal de passageiros será ampliado e ganhará um novo visual. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o motivo principal da maquiagem imediata é de acelerar o processo de habilitação do aeroporto para o embarque e desembarque de cargas internacionais.
O impasse para a autorização da internacionalização do local existe desde 2000. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o pedido foi refeito pelo Daesp na última semana.A agência nacional afirma que está estudando o potencial e a infra-estrutura da região para verificar se é possível autorizar a habilitação da importação e exportação.
Cidade movimentaria US$ 6 mi
A internacionalização de cargas no aeroporto de Rio Preto movimentaria, por ano, inicialmente, de US$ 5 a US$ 6 milhões, segundo o diretor da Eadi, Vivaldo Mason Filho. “Este é o valor movimento anualmente no sistema rodoviário.”Vivaldo afirma que o setor que mais se beneficiaria com a habilitação seria a área médica. Rio Preto é referência nacional nessa área. “Produtos médicos, aparelhos hospitalares, instrumentos e equipamentos cirúrgicos, por exemplo, poderiam ser importados e exportados com mais facilidade.”Ele lembra que apenas três cidades paulistas contam efetivamente com aeroportos habilitados à exportação e importação. “Campinas, Guarulhos e São José dos Campos. Ribeirão Preto está na mesma situação que a gente.”
Fonte: Jornal Bom Dia
Encontro de aviões em São Carlos
Fonte: JB Online - SLOT
TAM quer investir em Viracopos
Ele admite, entretanto, que "faria mais sentido que fosse um investimento das companhias aéreas". As conversas já começaram, de acordo com Barioni, no âmbito do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), mas as empresas ainda "estão analisando o conceito". Como o terminal utilizaria um terreno da União, dentro do atual aeroporto de Viracopos, "é preciso ver como fica essa equação", afirmou, já que as empresas não seriam donas do ativo. "Seria um direito real de uso", explicou.
De qualquer forma, o executivo informou que, uma vez decidido o investimento, o terminal poderia ficar pronto "em 18 meses". Ainda não existem, entretanto, cálculos sobre o volume de recursos necessário".Barioni, que participou de evento na Câmara Britânica de Comércio e Indústria, disse ter recebido informações do ministério da Defesa de que a terceira pista em Campinas já estaria sendo licitada.A estrutura aeroportuária em São Paulo foi um dos gargalos citados pelo executivo diante da perspectiva de que o mercado de aviação doméstico cresça cerca de 9 por cento ao ano no país até 2027.
Fonte: Reuters
Mudança na malha da Webjet
Fonte: JB Online - SLOT
26.4.08
Aviões da Embraer substituirão Sucatinhas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aguarda a apresentação pela Embraer ao Palácio do Planalto dos termos do contrato para a compra do avião brasileiro - a sofisticada versão Lineage 1000 do jato Emb-190 - que vai substituir os dois Sucatinhas, velhos Boeing-737, usados como reservas do Airbus 319, o Aerolula. A primeira unidade, a um preço estimado de US$ 41 milhões, seria entregue até dezembro. O custo é menor, em média, US$ 15 milhões ao da concorrência. A entrega do segundo avião está prevista para 2009.
O presidente quer empregar a aeronave nacional em funções mais nobres que as de mero equipamento substituto. Lula pretende fazer com o Lineage as viagens regionais de sua agenda. Na reunião que tratou do assunto, há pouco mais de um mês, Lula disse que quer ser “o garoto-propaganda da indústria aeronáutica”.
O chefe da assessoria militar da Presidência da República, brigadeiro Joseli Camelo, confirmou ao Estado que a decisão de substituir os Boeing-737 - comprados pelo ex-presidente Ernesto Geisel há mais de 30 anos - por aviões da Embraer já tinha sido tomada pelo presidente Lula em 2005, quando foi adquirido o Airbus, na França. O brigadeiro ressaltou, no entanto, que o processo ganhou velocidade em outubro do ano passado, depois que um dos Sucatinhas, que atuava como alternativa ao A-319 presidencial, sofreu pane técnica em uma turbina, durante vôo pela África.
“A Embraer está trabalhando na elaboração do projeto e irá apresentá-lo ao governo brevemente”, revelou Joseli Camelo.
O acerto técnico está a cargo do comando da Aeronáutica. Segundo o oficial, ao encomendar o estudo à Embraer, o governo apresentou algumas especificações que o avião da empresa precisa seguir para atender às exigências da Presidência da República. Entre elas destacam-se o alcance da aeronave, que terá de ter autonomia para, saindo de Brasília, voar para todos os países da América do Sul ou para atravessar o Oceano Atlântico e de ser capaz de pousar em pistas curtas, como, por exemplo, no Aeroporto Santos Dumont, que tem 1.300 metros. Além disso, deve oferecer uma confortável seção privativa para o gabinete do presidente e cerca de 40 lugares. A eletrônica de bordo precisa ser completa - permitindo que as decisões de comando, as comunicações e as atividades de inteligência do governo possam funcionar a bordo com segurança.
A Embraer está trabalhando na adaptação de sua aeronave. Além da Presidência do Brasil, também a da Argentina optou pelo mesmo avião. Cristina Kirchner vai trocar o Boeing-757 Tango Uno por um Lineage 1000.
O arranjo padrão do avião acomoda uma suíte, com cama de casal, TV de alta definição, conjunto sonoro, banheiro com ducha, poltronas de couro e mesa. Voa a 850 km por hora, com alcance máximo de 7.778 km - o suficiente para ir de Nova York a Paris ou Londres sem escala. O bagageiro pode ser acessado de dentro da cabine.
Fonte: Estado de SP
Aéreas da América Latina até que vão bem
No mês passado, o fundador da JetBlue, David Neeleman, anunciou a abertura de uma nova companhia. "O Brasil é o mercado de aviação mais importante da América Latina, e se ele não tivesse fundamentos atraentes no longo prazo, nós não veríamos essas companhias internacionais martelando a porta para poder entrar", disse Stephen Trent, analista do setor aéreo do Citigroup, em Nova York. Mesmo assim, o país deve ficar atento aos chumbos que vem por aí, via USA. Desde novembro, a BRA entrou em colapso. Neste mês, a OceanAir e a Varig suspenderam vôos importantes em suas operações. A TAM e a Gol também viram redução do lucro, mas as duas continuam lucrativas.
Fonte: JetSite
25.4.08
MAIS UMA VEZ OBRIGADO...
Trem expresso deve ficar pronto em 2010
O governo do Estado anunciou ontem um acordo para a construção de uma linha de trem ligando a estação da Luz (centro de SP) ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, além de uma nova linha de metrô que passará pelo aeroporto de Congonhas (zona sul de SP).
A previsão é que as obras fiquem prontas em 2010, afirmou o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella. Segundo ele, o acordo foi firmado após um encontro do governador José Serra (PSDB) com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Pelo acordo, o governo federal cederá galpões da Infraero para a construção de um terminal de passageiros da linha de trem em Cumbica -batizada de Expresso Aeroporto- e arcará com parte do custo das obras do metrô até Congonhas.
O Expresso Aeroporto, que desde o ano passado é defendido por Jobim como uma das alternativas para descongestionar o aeroporto de Congonhas, será feito em concessão à iniciativa privada, que bancará parte da obra, comprará trens, construirá os terminais e cuidará da operação da linha.
"O Ministério da Defesa vai autorizar a concessão dos terminais da Infraero. Isso vai permitir soltar o edital bem próximo, em dias, no máximo semanas", disse Portella.
O projeto aproveita parte dos trilhos já existentes da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e a obra de expansão do trem até o Parque Cecap, em Guarulhos.
O governo do Estado vai investir cerca de R$ 2 bilhões na modernização e ampliação dessas linhas suburbanas de trem, beneficiando também o Expresso Aeroporto. Caberá à iniciativa privada concluir cerca de 9 km de trilhos entre a estação Engenheiro Goulart (zona leste) e o aeroporto.
Parte dos trilhos será compartilhada, embora os trens para Cumbica sejam exclusivos dos passageiros, com tarifa diferenciada -o valor será definido na licitação- e sem paradas. A previsão é que os 31 km sejam percorridos em 22 minutos.
O projeto prevê que os passageiros que forem a Cumbica possam, inclusive, fazer check-in e despachar as malas já na estação da Luz. Portella afirmou que em 2010 o Expresso Aeroporto deve iniciar a fase de testes para entrar em operação.
"Metrô municipal"
A ligação entre a estação São Judas do metrô e o aeroporto de Congonhas, outra medida anunciada ontem, fará parte de uma nova linha de metrô na zona sul. Ainda não está definido se essa linha será de um metrô tradicional ou de outro tipo de VLT (veículo leve sobre trilhos), que Portella chama de "bonde chique".
Segundo ele, a União bancará parte dos R$ 200 milhões necessários para a ligação entre a estação São Judas e Congonhas. O restante será custeado pelo Estado e pela prefeitura.
O anúncio de Portella, feito no início da tarde de ontem, pegou a equipe do prefeito Gilberto Kassab (DEM) desprevenida. Kassab havia programado para anunciar no dia 2 de maio a construção da "linha municipal de metrô", entre a estação São Judas e a linha Esmeralda da CPTM, passando por Congonhas e pela futura estação Campo Belo (linha 5-lilás).
A idéia é que a prefeitura faça o projeto e a obra da nova linha. Os recursos da prefeitura virão da Operação Urbana Água Espraiada, com a venda de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção).
A previsão é que a linha custe R$ 1,2 bilhão. A primeira etapa -1,2 km até Congonhas- custará R$ 200 milhões. O projeto está a cargo de Marcos Kassab, diretor de Planejamento do Metrô e irmão do prefeito, em conjunto com a prefeitura.
O Estado estima que a demanda nessa linha seja de 15 mil passageiros por hora em cada sentido, menos da metade da capacidade de transporte de um metrô tradicional. Por isso é que existe a possibilidade de ser instalado outro tipo de trem, de menor capacidade.
No final da tarde de ontem, a assessoria de imprensa de Jobim confirmou o encontro do ministro com Serra, mas não informou o teor da conversa.
Fonte: Folha On Line
Infraero investe em projetos de aeroportos
Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) anunciou, ontem, que vai investir R$ 265 milhões em projetos integrados de navegação para atender aos aeroportos de Brasília, Campo Grande, Fortaleza, Macaé, Porto Alegre, Recife, Salvador e Congonhas em São Paulo.
Segundo a Infraero, os investimentos serão para a construção de novas torres de controle para os aeroportos, além de estabelecer "uma nova distribuição dos encargos administrativos referentes a bens patrimoniais da União nesses aeroportos como prédios e terrenos". Na nota divulgada pela Infraero, o superintendente de Navegação Aérea da empresa, Will Wilson Furtado, destaca que as condições de tráfego aéreo ficarão mais seguras e eficientes, mas não detalhou o prazo em que serão feitas as mudanças e nem a origem dos recursos financeiros.
A Infraero informou apenas que o contrato assinado entre a empresa e a Aeronáutica engloba oito termos de compromisso para melhorias e modernização da infra-estrutura Aeronáutica que estavam sendo discutidos há quatro anos.
Fonte: Gazeta Mercantil
Documento para o congresso americano
Boeing anuncia novo cronograma
Competições e shows aéreos no Voa Bauru
24.4.08
Airbus entrega 13 A380 neste ano; TAM pode receber o seu em 2010
A TAM é, entre as empresas aéreas brasileiras, a mais forte candidata a operar um Airbus-A380, o gigante com capacidade para até 800 passageiros e longos percursos. Para a Airbus, isso pode ocorrer a partir de 2010. A fabricante entrega 13 A380 neste ano, todos fora da América Latina
O presidente da TAM, David Barioni, já havia mencionado em dezembro do ano passado, durante vôos demonstração do Airbus-A380, que a empresa estudava adquirir o modelo. A TAM detém 68,88% do market de vôos internacionais, segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de março.
Com os 13 A380 que a Airbus deve entregar neste ano a companhia terá em operação 16 unidades do modelo. Atualmente a Singapore Airlines opera três unidades como essas, e deve receber mais uma neste ano, além da australiana Qantas e da Emirates.
A Airbus tem 196 A380 encomendados por 17 empresas, nenhuma brasileira. De acordo com a companhia, o Brasil precisará de 332 aviões até 2026, sendo oito A380.
Segundo Rafael Alonso, vice-presidente da empresa para a América Latina e Caribe, a crescente demanda por aviões no Brasil é conseqüência do incremento do tráfego aéreo de passageiros. Segundo a empresa, desde os anos 90 o tráfego internacional brasileiro mais que dobrou, enquanto o movimento doméstico, cresceu 77%.
Fonte: Folha On Line
Já voa o quarto Phenom
Airbus prevê demanda brasileira de 330 aviões até 2028
O mercado brasileiro de aviação civil deverá demandar 330 aviões comerciais de passageiros acima de 120 lugares nos próximos 20 anos, o que representa US$ 32 bilhões, foi o que afirmou Rafael Alonso, vice-presidente de vendas da Airbus para América Latina, Caribe e Espanha, em coletiva realizada hoje (24/04) em São Paulo. A apresentação do Global Market Forecast, é um encontro realizado anualmente que mostra as tendências do mercado mundial para os próximos 20 anos. Segundo a empresa, a demanda crescente no País é conseqüência do aumento no tráfego aéreo, que mais que dobrou desde 1990. Nos últimos dez anos, a fabricante diz que o tráfego aéreo doméstico aumentou 77%. A projeção da Airbus é que as viagens aéreas na América Latina cresçam a uma taxa de 5,3% ao ano nos próximos 20 anos, acima da média mundial, estimada em 4,9%. A empresa respondeu por 61% das encomendas feitas no Brasil nos últimos dez anos, e espera aumentar essa fatia com o lançamento de novos modelos. Fonte: JetSite |
23.4.08
Webjet recebe quinta aeronave Boeing 737-300 e amplia malha a partir de maio
Segundo a empresa, o novo avião também permitirá um aumento nas freqüências do aeroporto do Galeão para Brasília e Porto Alegre. Serão três novos vôos no total.
A Webjet aparece como a quinta maior empresa aérea doméstica do país no levantamento de março da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em relação ao mesmo mês do ano passado, a empresa registrou aumento de 179,5% em sua demanda. Em comparação, a demanda geral da indústria cresceu 13,7% entre os meses de março de 2007 e deste ano, segundo a Anac.
Fonte: José Sergio Osse Valor Online
Gigantes assinam acordo para redução do impacto ao meio ambiente
Fonte: Jetsite
Aeronáutica compra sistema de pouso para quatro aeroportos
Neste próximo inverno, entretanto, a não ser que o clima colabore excepcionalmente, a forte névoa matutina, típica de muitos aeroportos no Centro-Sul, poderá causar transtornos e dificuldades para cumprir a pontualidade de vôos.
O chefe do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), tenente-brigadeiro Ramon Borges Cardoso, informou que esses valores serão aplicados entre 2008 e 2009. Os investimentos referem-se apenas à compra dos equipamentos e não envolvem gastos com os sistemas complementares ao ILS, como as luzes de aproximação à cabeceira e as luzes centrais de pista, que orientam a orientação visual do piloto na fase final para o pouso.
De acordo com o Decea, a modernização em curso é fruto de um planejamento feito ao longo dos últimos cinco anos e não conseqüência do "apagão aéreo" que atormentou os passageiros no último ano e meio. Atualmente, pouco mais de 20 aeroportos brasileiros dispõem de ILS de primeira geração, que permitem pousos com até 800 metros de alcance visual da pista e 60 metros de "teto" (altura da base da camada de nuvens). O ILS II auxilia pousos com até 200 metros de visibilidade horizontal e 30 metros de teto. Está disponível hoje em somente três aeroportos: Guarulhos, Galeão e Curitiba. Não existem pistas no Brasil equipadas com o sistema de terceira geração, que permite uma aproximação da aeronave praticamente sem que o piloto veja a pista.
No ano passado, uma semana após o acidente com o Air bus da TAM em Congonhas, o brigadeiro Ramon prometeu a compra e instalação dos sistemas de terceira geração nos aeroportos de Guarulhos, Galeão, Curitiba e Porto Alegre. Todos eles costumam fechar durante algumas horas, em vários dias do fim do outono e do inverno, por causa de névoa forte.
Sem equipamentos suficientemente modernos para permitir o pouso, as aeronaves só aterrissam quando as condições meteorológicas melhoram. Isso pode gerar um efeito-cascata nos vôos previstos, com atrasos indesejáveis. No ano passado, esse problema foi agravado no inverno por dois motivos: o rescaldo do motim dos controladores de tráfego, com um ambiente de tensão no Comando da Aeronáutica, e o acidente da TAM, após o qual houve uma semana de confusão generalizada.
Fonte: Valor Econômico
22.4.08
Caos anunciado na ANAC (demissão OACI)
A Agência Nacional de Aviação Civil vai demitir 180 consultores contratados em convênio de cooperação técnica do antigo DAC com a Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, em inglês, órgão máximo de fiscalização aérea), celebrado há mais de vinte anos. Sem vínculo trabalhista, homologaram aeronaves, linhas aéreas, escolas de aviação, concederam rotas, aplicaram multas. Os atos serão anulados. Será grande o tamanho do rolo, que envolve controladores de tráfego, engenheiros aeronáuticos e de infra-estrutura aeroportuária. A Anac alega que serão substituídos por concursados, mas não discute a conivência da Icao, que recebe taxa de administração do convênio. Os atos desses consultores, que não são entes públicos, poderão ser questionados na Justiça por empresas aéreas e eventuais prejudicados.
Fonte: Claudio Humberto
(http://www.claudiohumberto.com.br/Colunasanteriores/tabid/297//tabid/297/articleType/ArchiveView/month/4/year/2008/day/19/Default.aspx/Default.aspx)
Fokker da OceanAir faz pouso forçado
Sessenta passageiros da OceanAir tomaram um susto ontem no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande (MT), com o pouso forçado de um Fokker 100, que vinha de Ji-Paraná (RO) para São Paulo com escala em Cuiabá. Pouco antes da aterrissagem, o trem de pouso apresentou problemas e o jato teve de sobrevoar a região por oito minutos para gastar combustível. Bombeiros acompanharam o pouso. ninguém ficou ferido.
Fonte: Estado de SP
Crise aérea abate nove empresas
A combinação inédita de retração econômica nos Estados Unidos com preço recorde do petróleo já fez nove vitimas no setor este ano, a maioria empresas pequenas ou novatas que entraram com pedido de falência ou de recuperação judicial. Muitas são americanas, como Frontier, Skybus, Aloha e MaxJet, mas a crise se espalha por todo lado, com o fechamento da Oasis de Hong Kong e da Adam Air, da Indonésia.
As companhias aéreas deverão desembolsar US$ 156 bilhões com querosene de aviação este ano, valor que corresponde a quatro vezes o que foi gasto em 2002. Nos últimos doze meses, o combustível, que responde por 30% a 40% dos custos de uma companhia aérea, subiu 69% em média.
“O combustível é o sangue das companhias”, afirma Respício do Espírito Santo Filho, presidente do Instituto Cepta, especializado em estudos do transporte aéreo. “Se a situação perdurar, não será de surpreender que a gente venha a assistir um quebra-quebra tipo pós-11 de setembro.”
No Brasil, o impacto só não é maior pois a apreciação do real tem compensado o aumento de custo de combustível. A Varig e a OceanAir, que já eram muito pouco competitivas no mercado internacional, cancelaram recentemente suas rotas de longo curso alegando aumento dos custo com combustível. “Para quem é competitivo, o mercado de longo curso é bem rentável”, afirma o vice-presidente da consultoria Bain&Company, André Castellini.
Setor que movimenta US$ 500 bilhões em todo o mundo, a aviação amargou perdas de US$ 42 bilhões desde 2000, mas em 2007 reverteu a situação e comemorou um lucro de US$ 5,6 bilhões. A demanda, no ano passado, cresceu 7,4%.
As previsões da International Air Transport Association (IATA) para 2008 já foram bastante otimistas: até meados do ano passado, falava-se em um lucro global de US$ 7,8 bilhões. A entidade, que representa as companhias aéreas de todo o mundo, reviu recentemente essa previsão para US$ 4,5 bilhões e avisa que poderá revê-la novamente. Pela conta atual, o crescimento da demanda não deve passar de 5%, puxado principalmente pelo crescimento na China, Oriente Médio e América Latina. No Brasil, a previsão da indústria é de um crescimento da ordem de 12%.
Nos EUA, onde a situação é mais crítica, o banco JP Morgan prevê perdas de US$ 4 bilhões a US$ 9 bilhões, com uma queda de demanda da ordem de 6-7%. A única empresa que não deve ter prejuízo este ano, segundo o banco, é a Southwest.
A disparada dos custos com combustível começa a ofuscar os ganhos de eficiência alcançados pela indústria nos últimos anos. Com a crise do 11 de setembro, e o aumento da competição com o surgimento das companhias de baixo custo, o setor buscou obter ganhos de produtividade. Segundo a IATA, a produtividade trabalhista aumentou 64% e o houve uma redução de 18% nos custos unitários (excluindo combustível). Os avanços tecnológicos foram significativos. A partir de abril, o bilhete eletrônico (e-ticket), será utilizado por 100% da indústria, garantindo uma economia de US$ 3 bilhões.
Com a crise do início da década, as companhias americanas que entraram em recuperação judicial conseguiram economizar US$ 7 bilhões em acordos trabalhistas. Os resultados, do ponto de vista do passageiro, foram, passagens mais baratas, por um lado, e aviões apertados e mais atrasos e cancelamentos, de outro.
A crise deve detonar uma onda de fusões e aquisições no setor aéreo. Além da fusão da Delta com a Northwest, anunciada na semana passada, outras companhias estão conversando, como United e Continental. “As americanas são grandes no mercado doméstico, mas nem tanto no internacional. Para competir com as européias e ganhar dinheiro na política de céus abertos (entre Europa e Estados Unidos), elas precisam ganhar musculatura”, explica Espírito Santo.
No curto prazo, as companhias tentam minimizar os prejuízos com o reajuste de tarifas e a cobrança de por serviços extras. “A demanda por transporte só cresce, mas o preço do petróleo está limitando o crescimento”, afirma Castellini. “E como o petróleo não deve voltar ao nível de US$ 40, esse é um problema de médio e longo prazo.”
Fonte: Estado de SP
Hora Marcada - Monica Bergama
Embraer terá centro de manutenção nos Emirados
Alta dos combustíveis alcança o setor
A junção dos baixos índices na economia nos Estados Unidos com o aumento recorde do petróleo já fizeram com que nove companhias áreas, a maioria pequenas e recentes, entrassem com pedido de falência ou de recuperação judicial. Americanas, como Frontier, Skybus, Aloha e MaxJet, e, Oasis de Hong Kong e da Adam Air, da Indonésia. A aviação comercial deve desembolsar US$ 156 bilhões com QAV este ano. Valor quatro vezes maior ao que foi gasto em 2002. Nos últimos 12 meses o combustível subiu 69% em média. Fonte: Jetsite |
21.4.08
Governo fará auditoria internacional no setor aéreo
A informação foi repassada pelo próprio ministro Nelson Jobim (Defesa) a deputados da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. "[Vamos] verificar onde estão as deficiências, onde temos de promover ajustamentos," disse Jobim.
O ministro revelou-se preocupado com "o crescimento brutal que está acontecendo no tráfego aéreo no Brasil". Segundo ele, há, hoje, "1.950 vôos diários controlados pelo sistema" submetido à gestão da Aeronáutica. Mais: há, nas palavras do ministro, "um crescimento exponencial em torno de 15% ao ano."
"Ou seja, teremos, ainda em 2008, um acréscimo de 150 vôos. Isso nos leva a discutir a infra-estrutura aérea", acrescentou Jobim na reunião com os deputados. Quem ouviu o ministro ficou com a impressão de que a atmosfera de tranqüilidade nos aeroportos não autoriza a conclusão de que a crise aérea acabou. Longe disso.
Fonte: Folha On Line
Movimento de cargas cresce 743% no período de 15 anos
Na semana passada, as empresas locais reforçaram o posicionamento estratégico e ampliaram os negócios em mais uma edição da Intermodal South America, maior feira de logística da América Latina, em São Paulo.Pelo menos seis empresas com sede em Campinas participaram do encontro. Dezenas de outros players com filiais e subsidiárias instaladas na região também estiveram presentes à feira.O executivo da unidade da UTi do Brasil, em Campinas, Omar Passos, afirmou que em meados da década de 90 as grandes empresas do setor possuíam operações restritas em Campinas. "Havia uma discussão sobre o desenvolvimento de Viracopos como grande terminal cargueiro.
Com a injeção de investimentos no terminal e a grande movimentação de cargas, as empresas fortaleceram suas operações na região. Outro fator importante foi a atração de empresas de alta tecnologia para a região, que passaram a demandar de todo aparato logístico", disse.Conhecedor do mercado local, Passos destacou que a malha rodoviária é outro diferencial que favoreceu a expansão desse setor nos municípios da região. "O desenvolvimento econômico da Região Metropolitana de Campinas incrementou o setor de logística. As empresas trouxeram novos serviços e fortaleceram suas unidades locais. Há subsidiária instalada em Campinas hoje que tem peso mais relevante em movimentação de cargas e nas receitas do que outras unidades da mesma empresa localizadas em diferentes regiões do País", disse.
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Fonte: Cosmo On Line
Aéreas brasileiras perderam R$ 2 bi para estrangeiras em 2007
Hoje, a TAM é a única empresa a oferecer vôos para a Europa e os EUA na concorrência com as estrangeiras. A saída da Varig do mercado internacional de longa distância, deixando de voar para Paris, Madri e Cidade do México, anunciada na semana passada, deverá reduzir em até 3% a presença das empresas brasileiras no segmento internacional a partir de julho. Pode parecer pouco, mas, segundo o presidente do Snea, José Márcio Monção Mollo, é uma redução expressiva, que poderá baixar a participação das brasileiras em vôos internacionais dos atuais 22% para 19%:
- Quando a antiga Varig deixou de fazer vôos internacionais por causa da crise, tínhamos 52% do mercado. Hoje, são 22%. Com a segunda saída da Varig, teremos mais uma queda, em torno de 3%.
Fonte: O Globo
A nova concorrente da Embraer
Procurada por ISTOÉ, a Embraer diz que não comenta lançamentos de produtos de concorrentes.
O projeto do novo avião faz parte da reformulação que a indústria aeronáutica russa sofreu recentemente. Em 2006, enquanto a empresa aérea russa Aeroflot anunciava que substituiria seus wide-body Ilyushin Il-96 por aviões da Boeing ou da Airbus, o presidente Vladimir Putin assinou um decreto criando uma estatal que passava a controlar os seis maiores fabricantes de aviões russos. A holding, chamada United Aircraft Corporation, passou a controlar a Sukhoi, a Mikoyan, a Tupolev, a Irkut, a Ilyushin e a Yakovlev.A decisão veio depois que o setor aeronáutico russo reconheceu que não tinha condições de competir com as grandes empresas aeronáuticas ocidentais no segmento de jatos de passageiros wide-body. Decidiuse, então, que o setor seria remodelado para produzir jatos regionais com capacidade máxima de 100 passageiros. "Temos que encontrar um nicho", disse Yuri M. Koptev, ex-vice-ministro da indústria. "Como a Boeing não faz jatos regionais, foi determinada a direção que a aviação russa deve tomar para se tornar líder mundial."
US$ 27,8 milhões é quanto vai custar o novo avião da SukhoiAo mesmo tempo, uma subsidiária da estatal, a Sukhoi Design Bureau, vem desenvolvendo desde 2002 um jato militar supersônico de 5ª geração, chamado T-50 PAK-FA, um avião "stealth" (invisível aos radares), que pretende ser superior ao caça americano F-35 Lightning II e tão furtivo quanto o também americano F-22 Raptor. Na visita que a missão russa fez ao Brasil na semana passada, chefiada pelo secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Valentin Sobolev, foi assinado um protocolo de intenções entre os dois governos. Os russos querem que o Brasil se una a eles e à Índia para desenvolver o T-50 PAK-FA.
O problema é que, na Rússia, o Estado controla 100% da holding de aviação, mas os fabricantes são privados. Ora, numa situação dessa, o Estado pode absorver custos de produção de aviões como o Superjet 100. Além disso, a indústria aeronáutica russa conta com mãode- obra barata no setor: cerca de US$ 300 por mês. Assim, ao se associar a uma parceria para construir um caça de 5ª geração, o Brasil estará investindo num concorrente da Embraer.
Fonte: Istoé

Arapongas da Infraero
Especialistas em estratégia militar garantem que a inteligência é a melhor arma para combater o inimigo. Essa “arma” tem sido levada a sério por diferentes órgãos do governo federal. Muito antes do Palácio do Planalto preparar o dossiê com contas sigilosas do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso e deflagrar a crise política do momento, a Infraero, estatal que administra os aeroportos brasileiros, criou uma sessão exclusiva para coletar, produzir, analisar e interpretar dados “necessários à tomada de decisões”. Servidores da empresa e pessoas ligadas ao setor temem estar sendo monitorados pela Assessoria Especial de Inteligência Empresarial, que funciona no mezanino do aeroporto de Brasília.
Para o comando do setor de inteligência foi escolhido um coronel da reserva da Aeronáutica, Hélcio Medeiros Ribeiro, há 10 anos na estatal. Foi o ex-presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, quem criou a Assessoria Especial de Inteligência, em 31 de maio do ano passado. Ele argumenta que a idéia inicial era colaborar com órgãos como a Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas, armas, carga, obter informações de pessoas nos aeroportos e também trabalhar com estatísticas e dados sobre o setor aéreo. O atual presidente da estatal, Sérgio Gaudenzi, manteve ativa a sessão de inteligência para, segundo a assessoria de imprensa da empresa, “garantir informações adequadas ao processo decisório, colaborar com o presidente da Infraero e com os diretores”.
O criador do setor de inteligência jura que nunca mandou confeccionar dossiês nem espionar a vida de ninguém. Mas diz não ser possível garantir se houve ou não arapongagem em nome da segurança da aviação civil. “Não ponho a mão no fogo por ninguém”, disse, ao Correio, José Carlos Pereira. Ele próprio já foi do setor de inteligência da Força Aérea e também da Junta Interamericana de Defesa. Dentro da Infraero, há quem arrisque a dizer que o setor foi criado para tentar proteger o brigadeiro dos ataques inimigos e identificar quem eram os funcionários que repassavam a jornalistas informações e documentos internos.
Caixa-preta
Um dia antes de assinar o ato administrativo nº 947/PR/2007 — que deu vida a unidade e criou nove cargos com salários de R$ 4,3 mil até R$ 11 mil — o brigadeiro José Carlos Pereira viu o tempo se fechar contra a Infraero no Congresso. Era o primeiro sinal de que as duas CPIs instaladas na Câmara e no Senado poderiam trazer à tona contratos suspeitos e muitos problemas envolvendo a cúpula da estatal em todas as suas gestões mais recentes.
Em 30 de maio do ano passado, com o voto de governistas e oposicionistas, foi aprovada na CPI do Apagão Aéreo da Câmara a convocação de Pereira, e de quatro ex-presidentes da estatal, incluindo o deputado federal Carlos Wilson (PT-PE), que colecionava acusações de corrupção durante a gestão na estatal. Nesse mesmo dia, o procurador junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Lucas Furtado fazia uma afirmação explosiva aos parlamentares da CPI do Senado: “A Infraero é uma caixa-preta em todos os sentidos”.
O advogado Airton Soares, integrante do Conselho da Infraero, diz desconhecer ações de espionagem dentro da estatal. Mas acredita que já foi investigado, em especial no final de 2006, quando afirma ter incomodado muita gente ao apontar mais de um contrato suspeito firmado pela empresa que agora são alvo de investigação no Tribunal de Contas da União (TCU). “Devo ter sido bisbilhotado e seguido. Ouvido também”, afirma, emendando que só não sabe por quem. Garante que nunca viu nenhum dossiê contra ele.
Já Denise Abreu, a ex-diretora da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), recebeu em casa um dossiê anônimo. A Polícia Federal concluiu, em novembro do ano passado, ser falso o documento onde aparecia o nome de Denise como titular de contas bancárias no Uruguai. Segundo a assessoria da ex-diretora, ela nunca teve contas bancárias no exterior e nem cartões de crédito das bandeiras citadas no dossiê. O documento também trazia informações sobre Jorge Luiz Brito Velozo, ex-diretor da Anac, e José Anchieta Moreira Hélcias, diretor de Relações Governamentais do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias. Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil de São Paulo para identificar quem confeccionou o documento.
Fonte: Correio Braziliense
20.4.08
Embraer participa de Wats 2008
A Embraer participará da World Aviation Training Conference & Tradeshow (Wats 2008), realizada de 22 a 24 de abril, no Rosen Shingle Creek Resort, em Orlando, Estado da Flórida, nos Estados Unidos. Durante o evento, a Empresa promoverá sua ampla estrutura de soluções para serviços aeronáuticos. Os participantes poderão obter mais informações sobre a Embraer, bem como se familiarizar com a área de Serviços Aeronáuticos, visitando o estande 108."Nossa participação nesta edição da conferência WATS é de grande importância para a área de Serviços Aeronáuticos, pois é um meio de divulgar para o mercado global de treinamento de aviação as soluções de serviço que oferecemos", disse Simon Newitt, Gerente de Treinamento de Clientes da Embraer. "Nosso comprometimento com a entrega de um programa de treinamento abrangente e de qualidade visa atingir o mais alto nível de satisfação de nossos clientes."Executivos do departamento de Treinamento de Clientes da Embraer estarão presentes no evento e a nova marca e campanha de marketing da Embraer Aviation Services serão promovidas. Para mais informações sobre o evento, visite www.halldale.com/WRATS.aspx.
Fonte: Mercado e Eventos
Aeroportos baianos ganharão modernos equipamentos
A boa nova foi comemorada pelo secretário de Turismo Domingos Leonelli, que considera o Estado estar iniciando um novo e importante estágio na atração de mais turistas para a Bahia, com a melhoria de sua malha regional. “Com o novo caminhão de combate a incêndio – com capacidade para 10 mil litros – destinado ao aeroporto de Lençóis, na Chapada Diamantina, poderemos voltar a operar vôos nacionais e com isso incrementar o turismo na região, que é um dos roteiros mais importantes do Estado”, afirma Leonelli. Ele acentua que com isso está atendendo a uma das metas do governador Jaques Wagner, que é a da interiorização do turismo.
O coronel Barbosa salienta que o aeroporto de Lençóis já possui um carro com capacidade para 1,500 mil litros que atendia a exigência mínima da ANAC para operar pequenos aviões com capacidade para até 50 lugares, “Com o novo equipamento, o aeroporto poderá retomar os vôos domésticos recebendo aviões com maior número de passageiros”, diz o comandante dos Bombeiros.
Segundo ele, além de Lençóis, o aeroporto de Porto Seguro também ganhará um carro com capacidade para 10 mil litros, enquanto que o de Teixeira de Freitas – que já tem um com capacidade de 1.500 litros – receberá um novo com capacidade para 6 mil litros. Ele diz que será enviado um aeródromo com capacidade para 6 mil litros para o aeroporto de Barreiras, um outro para Vitória da Conquista e um, com capacidade de 2,5 mil litros, para o aeroporto de Valença.
Combate a incêndios florestais - Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, o governo do Estado adquiriu no total 31 carros de combate a incêndios no valor de US$ 10 milhões. Desse total, 3 são os denominados carros florestais – com capacidade para 2 mil litros cada – que serão enviados para a Chapada Diamantina para combater os incêndios florestais comuns na região nos períodos de seca.
Um outro veículo desse tipo foi destinado a Porto Seguro, um para Feira de Santana, um para Vitória da Conquista e dois para Salvador, num total de oito equipamentos.
O coronel Barbosa informa ainda outros equipamentos serão destinados a unidades do Corpo de Bombeiros que serão implantadas nos municípios de Paulo Afonso, Senhor do Bonfim, Barreiras, Lauro de Freitas, Alagoinhas e Camaçari. Já Barreiras receberá uma caminhão urbano do tipo ABT – Auto Bomba Tanque. “O governador pretende, até maio deste ano, ativar em Barreiras um grupamento do Corpo dos Bombeiros”, afirma o militar. Segundo ele, serão 14 ABTs – que tem pressão e vazão para atingir altura de até 20 metros -, sendo quatro destinados a Salvador e os demais para o interior do Estado. Por: Ascom/Setur
Fonte: Portal Fator Brasil
19.4.08
Projeto da JetBlue enfrenta primeiros obstáculos no Brasil
David Neeleman não encontra executivos dipostos a tocar a empreitada, e pode ter problemas com a Anac
Há algumas nuvens no caminho de David Neeleman. Quatro executivos já recusaram convite para assumir a presidência executiva da sua futura companhia aérea no Brasil. Além disso, a Anac já sinalizou que dificilmente concederá todas as linhas de vôo solicitadas por Neeleman. Por falar no empresário, nascido no Brasil e criado nos EUA, ele convidou o ex-presidente da Embraer Ozires Silva para presidir o conselho de administração da nova empresa.
Fonte: Cidade Biz
Anac visita órgãos reguladores da Europa
De 21 a 30 de abril, a diretora-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira, e o diretor Ronaldo Seroa da Motta farão visitas técnicas às agências e órgãos reguladores do setor no Reino Unido, Bélgica e Alemanha. Enquanto a presidência será ocupada interinamente pelo diretor Alexandre de Barros.
O objetivo dessas visitas é conhecer o funcionamento e adquirir experiências que possam ser úteis para o desenvolvimento da entidade. Em Londres, os representantes da Anac têm compromissos agendados com a CAA – Civil Aviation Authority (Autoridade de Aviação Civil), com a BAA (operadora privada dos aeroportos londrinos), e com o NATS - National Air Traffic Service (Serviço Nacional de Tráfego Aéreo).
Em Bruxelas, a diretoria será recebida pelas autoridades de gerenciamento e controle do tráfego aéreo e de segurança de vôo na União Européia: a Air Traffic Management & SESAR (Single European Sky ATM Research) e a Eurocontrol. Em Colônia, a visita será na EASA - European Aviation Safety Agency, agência responsável pela segurança na aviação civil da União Européia.
Nesses encontros, os diretores de Anac conhecerão os modelos locais de fiscalização, regulamentação, segurança de vôo, direitos do consumidor, controle de tráfego aéreo, certificação de aeronaves e tripulantes e de planejamento e gestão do setor de aviação civil.
Fonte: Mercado e Eventos
COPA recebe seu 12º Embraer
Fonte: Jetsite
WebJet freta avião da Flex
Fonte: JetSite
18.4.08
IATA preocupada com a América Latina
Fonte: Aerobusiness
Nova empresa comemora propostas
Fonte: Aerobusiness
Primeiro B777 cargueiro
Fonte: Aerobusiness
Amplição de Viracopos
Fonte: Aerobusiness
Anac proíbe pilotos e co-pilotos de recepcionarem passageiros no 'tapete vermelho' das companhias
De acordo com entidades como ABRAPAVAA (Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vítimas de Acidentes Aéreos), AFAVITAM (Associação dos Familiares e Amigos das Vitimas do Vôo JJ 3054) e Sindicato Nacional dos Aeronautas, fazer com que o piloto e o co-piloto deixem a cabine para dar boas-vindas aos passageiros no período em que eles deveriam estar cuidando dos preparativos da viagem diminui a segurança do vôo.
A decisão da Anac, tomada na reunião de diretoria realizada na segunda-feira, foi publicada na página 37 da Seção 1 do "Diário Oficial da União" de quinta-feira. Trata-se da resolução de número 24, assinada no dia 16 de abril, pela diretora-presidente da Anac, Solange Paiva Vieira.
Confira o que diz o texto:
"A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no uso da competência que lhe conferem o inciso VIII do art. 7º e o inciso I do art. 101, ambos do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 1, de 18 de abril de 2006, tendo em vista o disposto no inciso X do art. 8º da Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005, e considerando a decisão prolatada na Reunião de Diretoria de 14 de abril de 2008, resolve:
Art. 1° Fica proibido o afastamento dos tripulantes técnicos da cabine de comando para recepção de passageiros durante a preparação
da aeronave para o vôo.
"Art. 2° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação."
Fonte: Jornal Extra
Cliente TAM Fidelidade voa com 3.000 pontos dentro do Brasil
Fonte: JetSite
17.4.08
Tata e a Embraer
Fonte: Folha de SP
Nova Companhia Australiana
Fonte: Aerobusiness

Melhorias em Afonso Pena
Fonte: Aerobusiness
Internacionalização do aeroporto de São José do Rio Preto
Fonte: JetSite
China construirá aeroporto em Gannan
Fonte: Jetsite
Campanha voceescolhe entra na segunda fase
Fonte: JetSite