Fonte: www.airliners.net





Está ganhando corpo,com apoio do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, a idéia de construir um novo aeroporto executivo capaz de receber jatos de médio porte, na região de Araçariguama, próximo de Alphaville, centro comercial/residencial da Grande São Paulo.
O aeroporto, que teria pista de 3000 m, vem sendo defendido por autoridades como o Ministério das Cidades e empresas especializadas como a Planway. Todas as companhias aéreas nacionais consultadas mostraram também interesse. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (11)3071-4135.



BRASÍLIA - O preço das passagens aéreas para 12 países da América do Sul - Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname - serão liberados gradualmente a partir deste sábado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O objetivo é que não haja mais qualquer tipo de restrição em 1º de setembro. A expectativa da Anac que é a medida beneficie o consumidor brasileiro com a queda dos preços das passagens aéreas nos vôos para a região.
Segundo o diretor da Anac, Ronaldo Seroa Motta, o próximo passo será a liberdade tarifária nos trechos para as nações européias. Até o final deste ano, informou Mota, a agência vai publicar uma resolução com os critérios para que a medida se concretize.
- O segundo mercado mais importante e onde já prevalece a liberdade tarifária de forma mais intensa é a Europa. Sem contar que a região corresponde a quase 50% do nosso mercado internacional - disse o técnico.
A resolução da Anac vale para todos os vôos que partem do Brasil, sejam de companhias aéreas nacionais ou internacionais. Até agora, as empresas aéreas estavam autorizadas a praticar um desconto máximo de 30% sobre o preço-referência fixado pela International Air Transport Association (Iata). A partir de 1º de março, o desconto passará para 50%. Neste caso, um bilhete Rio - Buenos Aires - Rio comprado no Brasil poderá custar US$ 189,50. Uma passagem Rio - Santiago - Rio custaria US$ 221,50.
Pelas regras atuais, quando o Brasil estabelece rotas internacionais, as autoridades da aviação civil fecham acordos bilaterais com os países de destino, garantindo a entrada de empresas lá fora e das estrangeiras no país. Nesses acordos, determina-se que a abertura de mercado deve respeitar um piso mínimo para os preços das passagens naquele trecho. O objetivo era evitar a prática desleal de dumping, o que prejudicaria as empresas nacionais. Hoje, o que se quer é aumentar a concorrência.
O tráfego entre o Brasil e a América do Sul é de 4 milhões de passageiros/ano, sendo 50% para a a Argentina e 20% para o Chile. No entanto, para a Europa ele é bem maior, de 10 milhões de viajantes/ano e, para os Estados Unidos, de cerca de 4 milhões de passageiros/ano.
- Se o preço cair 50%, o tráfego para a Argentina aumentará em torno de 10% - disse o diretor da Anac, acrescentando que o crescimento pode ser acomodado "muito bem" nos aeroportos brasileiros.
Motta assegurou que os aeroportos do país estão preparados para o aumento de tráfego que haverá com a liberação das tarifas. No ano passado, houve um aumento de tráfego nos aeroportos de 12%, e segundo ele, em 2008 poderá ser ainda maior.
- Acreditamos que a liberdade tarifária é um incentivo à eficiência.
O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), José Márcio Mollo, concorda que os preços das passagens internacionais deverão cair, assim como aconteceu nos últimos quatro anos no mercado interno, entre 2003 e 2007, quando as tarifas foram reduzidas em 37%. Para ele, a TAM e a Gol têm condições de concorrer no mercado internacional.
- A abertura do mercado aumenta a concorrência - afirmou o presidente do SNEA.
As tarifas dos vôos nacionais foram totalmente liberadas em 2005, pela Lei 11.182, que criou a Anac. As empresas domésticas, por exemplo, já fizeram promoções cobrando passagens R$ 1,00 ou R$ 0,50.
A diretoria da Anac criou um grupo de trabalho que tem prazo de 90 dias para apresentar uma proposta inicial para a liberação das tarifas dos vôos internacionais para a União Européia. Depois, a proposta deverá passar por consulta pública, como ocorreu com a regulamentação dos países da América do Sul.
Fonte: O Globo
SÃO PAULO - O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, fechou o ano passado com movimento total de 18,7 milhões de passageiros. Apesar da crise no setor aéreo brasileiro, que persistiu por quase todo o ano passado, esse resultado indica um aumento de 19,27% no tráfego anual do aeroporto, segundo dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
O maior crescimento foi registrado nos movimentos domésticos, de 37,07%, para 10,3 milhões de passageiros. Isso foi reflexo direto da decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de desviar, no terceiro trimestre, parte dos vôos domésticos de Congonhas para Guarulhos, para desafogar o aeroporto central da capital paulista.
Nos movimentos internacionais, o acréscimo foi mais modesto, de 2,9% em relação a 2006, para 8,4 milhões de pessoas.
De acordo com a Infraero, a circulação de aeronaves também cresceu no ano passado. Foram 187,9 mil operações de pouso e decolagem, 21,31% mais que em 2006. As operações domésticas foram responsáveis por 113,4 mil movimentos, 28,95% mais que no ano anterior. Já as operações internacionais aumentaram 11,16%, para 74 mil movimentos.
O tráfego de cargas no aeroporto de Guarulhos cresceu 1,03% em 2007, com um volume total de 420,1 mil toneladas.
Fonte: José Sergio Osse | Valor Online
O ministro Nelson Jobim (Defesa) disse nesta segunda-feira que o projeto original do terceiro terminal de passageiros do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo) poderá sofrer mudanças.
A construção do terceiro terminal, obra incluída no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e com previsão de conclusão até 2010, foi confirmada pelo ministro há cerca de um mês. Na ocasião, Jobim anunciou que o governo decidira não construir a terceira pista do aeroporto, obra até então considerada essencial para atender o crescimento da demanda por vôos em São Paulo. Disse que as opções analisadas eram "inviáveis" ou não compensavam o alto custo.
"No [projeto do terceiro] terminal poderá haver ajustamentos considerando-se a inexistência da terceira pista", disse Jobim, após ministrar aula inaugural no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos (91 km de SP).
Jobim não disse quais seriam essas mudanças. Apontou, contudo, que a capacidade de pousos e decolagens em Guarulhos vai aumentar, já que as obras incluem a construção de mais pontos de estacionamento de aeronaves.
"Hoje, Guarulhos tem a capacidade operacional de 54 a 56 slots [pousos e decolagens] por hora e está operando com 40 slots por hora pela inexistência de pátio. No momento em que criarmos o pátio, vamos ter um crescimento para 54 slots por hora." O custo da obra do terceiro terminal está avaliado em cerca de R$ 1 bilhão.
Estudo do ITA divulgado pela Folha em janeiro apontou que, sem a terceira pista, 32% do terceiro terminal de Guarulhos ficará ocioso. Isso porque nessa situação a capacidade do terminal (atendimento de passageiros) do aeroporto seria superior a da pista (pousos e decolagens). O professor do ITA Carlos Müller, um dos autores, afirmou que a construção do terceiro terminal sem uma nova pista resultaria em desperdício de dinheiro público.
A Infraero (estatal que administra os aeroportos) informou hoje que o aeroporto de Guarulhos atendeu a 18,7 milhões de passageiros em 2007, aumento de 19% em relação a 2006. Pela primeira vez, o número superou a capacidade dos dois terminais de passageiros do aeroporto, que, segundo a própria Infraero, é de 17 milhões de passageiros por ano.
São José dos Campos (SP), 26 de Fevereiro de 2008 - Durou pouco a euforia dos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Argentina, Cristina Kirchner, que comemoraram na semana passada o anúncio da instalação de uma fábrica da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) em Córdoba. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, desfez ontem o clima de festa em passagem por São José dos Campos (SP).
Segundo Jobim, a Embraer terá, no máximo, um centro de manutenção caso o mercado argentino venha a adquirir aviões do Brasil. A antiga Fábrica Militar de Aviões de Córdoba, que já foi dirigida pela Lockheed, poderá ser reformulada para comportar o serviço ao cliente e a produção de pequenas peças de reposição. Nada além disto. "Mas isso dependeria da Argentina comprar os jatos Legacy e 190. E deixei claro ao ministro da Defesa e ao governador de Córdoba, que se encontravam na reunião, da necessidade de se trabalhar junto ao governo para adquirir produtos da Embraer e, assim, justificar uma contrapartida, que seria a instalação do centro", comentou Jobim.
A negociação se dará em regime de offset. A revitalização da fábrica situada em Córdoba dependerá da compra de aviões da Embraer. A informação do ministro foi ao encontro da nota oficial emitida pela companhia brasileira. Nela, se mostrou que a negociação está longe de ser concretizada. Até mesmo porque nenhum executivo da empresa acompanhou a comitiva presidencial e inexiste qualquer contrato ou oficialização de acordos comerciais. Em nota oficial, emitida na sexta-feira, a Embraer confirmou estar em negociações preliminares com o governo argentino. A empresa ainda diz: "Nas discussões mantidas entre a Embraer e as entidades do Governo Argentino, identificou-se, de uma parte, a possibilidade de vendas de aeronaves Embraer para o mercado argentino e, de outra, a capacitação da Aérea Material Córdoba (AMC) de prestar serviços de manutenção e produzir peças para as aeronaves civis Embraer. Até o momento, não há, em nenhum dos casos, compromisso firmado entre as partes."
Segundo Jobim, há entendimentos entre a Embraer e o governo argentino. Num primeiro momento há, por parte do governo, uma avaliação do jato executivo Legacy e do avião comercial 190. Atualmente a Argentina não possui nenhum dos novos aviões produzidos no Brasil. "Há vontade por parte do governo deles de substituir os aviões presidenciais Tango 1 e o Tango 2, que são modelos já superados. Essa seria uma parte da contrapartida com a Embraer", comenta o ministro.
Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 8

Os activistas - duas mulheres e dois homens - cobriram a cauda do avião com uma faixa onde podia ler-se: «Emergência Climática - Não há terceira via», em referência aos planos de contrução de uma nova pista naquele aeroporto, segundo a organização.
De acordo com a Greenpeace, o incidente ocorreu por volta das 09:45, pouco depois de um Boeing 777 que vinha de Manchester, norte do Reino Unido, ter aterrado no terminal 1 daquele aeroporto.
A zona foi rodeada de imediato por um forte aparato policial.
Uma das activistas, Anna Jones, de 27 anos, disse aos meios de comunicação social britânicos que a decisão de subir ao Boeing foi tomada para lembrar que o planeta e a sua população estão em perigo.
"O fenómeno das alterações climáticas pode ser combatido, mas não ao quase duplicar a área do maior aeroporto do mundo», sublinhou."
