29.2.08

Primeiras fotos da Nova Pintura da TAM

Para quem ainda não viu, essas são as primeiras fotos da nova pintura da TAM.

Fonte: www.airliners.net


Ministro defende privatizar Infraero

São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse ser favorável à privatização da Infraero, estatal que administra os aeroportos do País. A medida está em estudo pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que também pode optar pela abertura de capital à iniciativa privada, no limite de 49%. Antes disso, o banco deve criar um plano de reestruturação da empresa. “Eu, pessoalmente, e como ministro também, defendo que a Infraero seja totalmente privatizada”, disse Miguel Jorge, acrescentando, porém, que acatará a decisão do governo.

Segundo ele, no mundo todo os aeroportos são geridos por empresas privadas e os sistemas de vôo, controle aéreo e as pistas estão nas mãos dos Estados. Apenas essas áreas são consideradas estratégicas para o governo, afirmou o ministro. Já as “lojas, o estacionamento e a escada rolante não podem ser considerados estratégicos.” Em sua opinião, o sistema atual gerou uma “deformação” como a que ocorreu em Congonhas.

A última grande reforma em Congonhas, lembrou Miguel Jorge, foi feita para que se pudesse alugar espaços e a área abriga hoje várias lojas de luxo. “A pista não teve reforma”, afirmou, referindo-se ao período que antecedeu o acidente da TAM, em julho, que resultou na morte de 199 pessoas. A vantagem da privatização para o usuários, na visão do ministro, seria o governo ter verba maior para aplicar em ações como a reforma das pistas.

Fonte: Tribuna do Norte (RN)

Na Rota (BH)

Até o final do ano, se tudo correr bem, Confins já estará recebendo vôos diretos de Miami e Nova Iorque.

Após o sucesso que foi o lançamento do vôo da TAP para Portugal, as autoridades mineiras finalmente se convenceram de que vale a pena lutar para que o Aeroporto Tancredo Neves se torne realmente internacional. E há empresários mineiros que sonham até com vôos semanais diretos para a China, a Índia e o Oriente Médio.

Aeroporto indústria terá obras em 120 dias

Depois de quatro anos de negociação, governo assina convênio para licitar nove lotes em Confins, orçados

HELENICE LAGUARDIA

Após quatro anos de negociação, o governo de Minas Gerais se prepara para assinar nos próximos dias o convênio com a Infraero para licitar a primeira fase da instalação de nove lotes do aeroporto indústria dentro do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. A informação é do subsecretário de assuntos internacionais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Athayde. Ele confirmou o contrato durante reunião com representantes do comércio varejista ontem, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-BH), para discutir incentivos a empresas que se instalarem no contorno Norte da região metropolitana de Belo Horizonte, mais conhecido como Rodoanel.
A obra, que vai custar R$ 16 milhões, terá prazo de 120 dias para ficar pronta. "A China construiu 15 aeroportos em quatro anos, enquanto a Infraero levou o mesmo tempo para autorizar a primeira fase dos 50 mil metros quadrados do aeroporto indústria", criticou.

Rodoanel

Sobre o Rodoanel, obra que deve consumir até R$ 2 bilhões, a expectativa é que nos próximos 90 dias o governo federal entregue o traçado da obra. Empresas de alta tecnologia, biotecnologia e de fármacos já estão interessadas em se instalar ao longo da nova via, informou o subsecretário. "Vamos contratar uma consultoria internacional para fazer o estudo", diz, sem antecipar a empresa responsável pelo levantamento.

O esforço, segundo ele, é para enxergar o potencial da região metropolitana na atração de empresas. "Estamos a 500 km de 75% do mercado consumidor do país", ressaltou. Na reunião, que contou com a participação de 32 empresários de diversos setores do comércio, o presidente da CDL-BH, Alfeu Silva, destacou a importância de o setor enxergar que a obra vai gerar ganhos e oportunidades. "Se o comerciante não entender isto, ele vai exportar renda", advertiu.

O vice-presidente da Fiemg, Teodomiro Diniz Camargos, disse que o Rodoanel estará incorporado à Grande BH, responsável por 35% do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais. O Rodoanel terá 64 km de extensão, com pista dupla, cada uma com 3,5 metros de largura. O canteiro central terá 21 metros de largura, sendo 2 metros de grama, com acostamento de 4,5 metros de largura, sendo 1,5 metro gramado.

O Rodoanel vai cruzar as BRs 040 e 262 e as MGs 020 e 433, com área de influência direta nos municípios de Betim, Contagem, Ribeirão das Neves, Pedro Leopoldo, São José da Lapa, Vespasiano, Santa Luzia e Sabará.

Fonte: O Tempo (MG)

Anac pode interditar helipontos na avenida Paulista

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) discute com donos de helipontos da região da avenida Paulista, em São Paulo, um novo regulamento para pousos e decolagens de helicópteros. O processo poderá levar a agência a interditar helipontos na área, segundo informações do jornal "Folha de S. Paulo".

O motivo é a existência de cruzamentos entre rampas de aproximação e entre rampas e prédios nos mais de 80 helipontos da região, local de tráfego intenso de helicópteros. Rampa de aproximação é uma linha imaginária, horizontal e descendente que o piloto é obrigado a seguir para chegar a um heliponto.

A definição das rampas leva em conta obstáculos naturais e a direção do vento. Elas apontam o caminho mais seguro até o local de pouso.
Outros fatores de definição são a existência de helipontos próximos e a possibilidade de cruzamentos de rampas de aproximação.

Segundo a publicação, um levantamento do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) verificou a ocorrência de cruzamento de rampas em mais de 80 helipontos da região da avenida Paulista.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Oriente Médio tem conferência sobre aviação

A conferência, promovida pela Companhia Abu Dhabi de Aeroportos, vai discutir, em dois dias, fatos recentes do setor. Especialistas apresentarão sugestões de como lidar com o desenvolvimento recorde nos aeroportos do Oriente Médio, que cresceram 18% no ano passado. Os investimentos ultrapassam US$ 50 bilhões.

Algumas companhias investem inclusive no aumento de suas frotas. Os pedidos de aquisição de novas aeronaves na região giram em torno de mil aviões, no valor de US$ 200 bilhões. O aeroporto de Abu Dhabi é o que mais cresce na região. Inaugurado em 1982, o aeroporto teve sua capacidade aumentada de 3,5 milhões de passageiros para sete milhões em 2005. A previsão é que neste ano o aeroporto possa receber 12 milhões de passageiros com a inauguração de um novo terminal.

Fonte: www.aerobusiness.com

Diagnóstico internacional

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai contratar, ainda este semestre, uma companhia internacional para fazer um diagnóstico sobre a aviação comercial brasileira e apresentar uma proposta de restruturação do setor. A decisão foi revelada ontem aos parlamentares que participaram do encontro entre os parentes das vítimas do acidente com o avião da TAM e o ministro da Defesa, Nelson Jobim. “Precisamos rever todo o sistema da aviação comercial brasileira, do sistema de fiscalização ao controle aéreo”, comentou o deputado Miguel Martini (PHS-MG).

A contratação da companhia internacional ainda não foi definida pela agência. Segundo Martini, esta restruturação deverá reformular o atual sistema de controle de vôos, dividido entre funcionários civis contratados pela Aeronáutica para a defesa e controle do tráfego aéreo, o chamado sistema Dacta, civis da Infraero, a estatal responsável pelos aeroportos, e sargentos da Aeronáutica, que são a grande maioria e obedecem à hierarquia salarial da Força. Apesar de regimes diferentes, os controladores exercem as mesmas funções — recebendo salários desiguais.

A desmilitarização do setor ainda não foi definida pelo governo, mas deverá fazer parte do estudo da companhia a ser contratada pela Anac. O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, é contra, os diretores da agência estão divididos e a grande maioria dos sargentos controladores é a favor. “Nós temos hoje uma balbúrdia no sistema de controle de vôos que compromete a segurança da aviação comercial”, ponderou Martini. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), defendeu ontem uma reforma profunda na legislação que regula a aviação civil. O parlamentar esteve no encontro entre as vítimas do avião da TAM e o ministro Jobim. “Precisamos fazer uma reforma também do código aéreo nacional para enfrentar crises futuras”, ponderou.

Fonte: Correio Braziliense

Governo não deve privatizar Infraero, mas abrirá capital

O governo não tomou uma decisão de privatizar a Infraero, segundo fontes. De acordo com essas fontes, os estudos que vêm sendo realizados no governo prevêem a reestruturação da empresa e, posteriormente, a abertura de capital à iniciativa privada até o limite de 49%.

A privatização da empresa não está nos planos do governo até mesmo por questões de segurança nacional, explicou uma fonte.

Os estudos para a abertura de capital estão avançados na equipe econômica. Uma das idéias prevê colocar a Infraero no chamado Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, que tem regras mais rígidas para as empresas nos quesitos de transparência e gestão. Uma das exigências para se fazer parte do Novo Mercado é a colocação de ao menos 25% das ações para negociação no pregão da bolsa.

Agência Estado

Varig anuncia acordo operacional com a Japan Airlines, o terceiro em três dias

SÃO PAULO - Três dias, três anúncios de acordo interline da Varig. Hoje a companhia, subsidiária da Gol, informou ter fechado parceria operacional com a japonesa Japan Airlines (JAL). Ontem, o acordo foi com a holandesa KLM e, no dia anterior, com a espanhola Iberia.

A Varig, agora, passa a ter contrato de parceria com 11 empresas estrangeiras, além de com sua controladora.

O acordo interline permite que passageiros das duas companhias parceiras comprem passagens para todos os destinos operados por elas. Os clientes da brasileira, porém, só podem receber pontos do programa de milhagem pelos vôos realizados pela própria companhia - eles não valem para trechos operados pela parceira.

O objetivo da Gol com a multiplicação de acordos como esse é gerar maior tráfego e receita em seus aviões com passageiros captados pela parceira. Por outro lado, seu interesse é poder oferecer um maior número de destinos a seus próprios clientes, obtendo receita com viajantes que, sem esses acordos, possivelmente comprariam seus bilhetes para o trecho inteiro em outra companhia.

O modelo de acordos também é reflexo de uma mudança na estratégia da Gol para a subsidiária Varig. Ao anunciar a aquisição, no início do ano passado, a empresa da família Constantino afirmou ter a intenção de se tornar a maior empresa aérea brasileira no segmento internacional, abrindo vôos para o maior número de destinos. As dificuldades e a complexidade desse mercado, porém, a fizeram mudar de idéia no há alguns dias e mesmo a abandonar algumas rotas internacionais - entre elas três em operação há menos de cinco meses (Frankfurt, Londres e Roma).

(José Sergio Osse | Valor Online)

28.2.08

Até julho, TAM vai anunciar a sua entrada na Star Alliance


Até julho, TAM vai anunciar a sua entrada na Star Alliance

Resgatar a imagem da qualidade do serviço da TAM é o grande objetivo de uma escalada de mudanças na TAM, a começar pela nova logomarca e o lançamento da maior campanha publicitária da história das companhia fundada pelo saudoso comandante Rolim Adolfo Amaro, há mais de 30 anos.

Os números que hoje a TAM ostenta são invejáveis - entre eles, as 21.800 operações mensais (pousos e decolagens) e a média de 2,2 milhões de passageiros transportados -, que fazem dela a empresa líder nas operações e no número de passageiros transportados no Hemisfério Sul, segundo estudo da consultora Bain & Company.

Mas a TAM sabe que o desgaste do acidente com o A320 foi tão sério e profundo que criou para ela a obrigação de mostrar, ao respeitável público usuário de seus serviços, que foi capaz de tomar atitudes corajosas e fazer mudanças que levam ao aperfeiçoamento dos seus serviços.Quando a TAM invoca que mais de 22 mil empregados estão assinando essa comprovação pública de esforço para fazer dela a empresa
preferida dos brasileiros, ela não está preocupada tão-somente com a concorrente Gol, que continua crescendo, ou com o retorno da Varig às operações domésticas.

Há três aspectos importantes a considerar:

1) A TAM prepara o anúncio de sua adesão a uma grande aliança internacional, a ser confirmada até julho. Tudo indica que será a Star Alliance, onde já estão suas principais parceiras, como TAP Portugal e United Airlines. E empresas com quem tem afinidades, como Lufthansa e Air Canada.

2) A TAM precisa aumentar sua presença nas rotas para os Estados Unidos, dominadas pela American Airlines, sua ex-parceira, e fortalecer sua marca no disputado mercado europeu. Para isso, terá de acrescentar novos destinos e formatar novas parcerias comerciais.

3) Precisa, também, ser mais conhecida internacionalmente - daí esta boa idéia de passar a usar, fora do Brasil, o nome TAM Airlines. E destacar o Brasil na fuselagem de seus jatos. As turbinas, antes pintadas em vermelho, passam a ser brancas, com o nome do Brasil em azul.

Todas essas mudanças têm o dedo do novo presidente, comandante David Barioni Neto, escolhido na hora certa. Ele pretende demonstrar, com fatos, que a TAM voltou a ser uma companhia de aviadores com espírito de voar e compromisso de bem servir. Mais do que transportar passageiros e cargas, fazer isso com alegria e prazer.

A nova marca da TAM, com uma gaivota estilizada, em azul escuro, sobre fundo vermelho, e uma nova grafia, significam que a companhia não está apenas mudando símbolos, mas reafirmando os princípios básicos de sua missão. Não se contenta apenas em ser a maior. Quer voltar a ser a melhor.

A TAM, pelo visto, reconheceu que não basta ter comissárias de bordo bonitas, bem vestidas, maquiadas como se fossem para uma festa, e com penteados impecáveis - mas parecendo frias, mecânicas, robotizadas, sem transmitir calor humano. Sabe que elas precisam demonstrar ao viajante que trabalham com alegria; gostam do que fazem; e pretendem, realmente, transformar cada viagem numa experiência
agradável.

É importante que a TAM não fique deslumbrada demais com sua liderança, de 48,55% no mercado doméstico, e 67,04% nas rotas internacionais. A concorrência se torna mais acirrada, a cada dia, e ela enfrenta competidoras bem estruturadas, poderosas financeiramente e dispostas a ampliar seus lucros nas rotas brasileiras, e latinas em geral.

Ninguém falou mais sobre a alegria de voar e o espírito de servir do que o comandante Rolim. Pena que, num determinado momento, após sua perda prematura, a companhia que ele fundou, e amou demais, se esqueceu de seus ensinamentos - não meras palavras brilhantes em palestras, e frases de efeito, mas em atitudes coerentes ao longo de sua vida.

... Aquele Rolim que, às seis horas da manhã, numa segunda-feira de tempo nublado, estava ao pé da escada do Fokker 100 (então, estrela da frota), no Aeroporto de Congonhas, cumprimentando, um a um, cada passageiro que embarcava, e agradecendo sua preferência - isso num tempo em que a Varig era líder disparada, e a Vasp e Transbrasil, mais Nordeste, Rio Sul, Pantanal e Passaredo, eram suas concorrentes. Quanto mais a TAM voltar a se inspirar em Rolim, melhor para ela e para todos os usuários do transporte aéreo nacional.

Liberação de descontos para América do Sul é negativa para aéreas, dizem analistas

Aumento da taxa de ocupação das aeronaves não compensaria a guerra de preços

O mercado recebeu mal a liberação gradual dos descontos para tarifas aéreas para os 12 países da América do Sul, anunciada nesta terça-feira (26/2) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Embora a medida beneficie os passageiros, os analistas temem que estimule uma nova guerra de preços entre as companhias aéreas, o que prejudicaria suas margens de lucro e sua rentabilidade.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira (27/2), a corretora SLW reconhece que a liberação dos descontos é uma tendência mundial, mas ressalva que “a notícia é ruim para as ações da TAM e da Gol, pois resulta em estímulo ao aumento da concorrência e à redução do preço das passagens e impacto sobre os resultados das companhias”.

Na mesma linha, a corretora Socopa afirma que “mesmo que a redução do preço da passagem estimule a demanda, o volume de passageiros transportados pode não compensar a queda de receita”. Um sinal de que a notícia não agradou o mercado foi o comportamento dos papéis nesta terça-feira. As ações preferenciais da Gol (GOLL4) encerraram o dia com queda de 1,31%, negociadas a 30,20 reais. As preferenciais da TAM (TAMM4) recuaram ainda mais: 2,14%, cotadas a 36,50 reais. Os dois papéis compõem o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo. No mesmo pregão, o Ibovespafechou em alta de 0,28%, a 65.182 pontos.

Liberdade gradual

A liberação das tarifas entrará em vigor a partir do próximo sábado (1º de março). Atualmente, os vôos para a América do Sul têm descontos restritos a 30% do valor de referência da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). A nova resolução da Anac aumenta, de modo gradual, a margem de descontos, até atingir um regime de total liberdade tarifária em 1º de setembro deste ano.

Na primeira etapa, o limite dos descontos passará de 30% para 50%. Três meses depois, o teto será elevado para 80%. E, em setembro, chegará à liberação total. A medida vale para todos os vôos que partem do Brasil para a América do Sul, tanto de companhias nacionais, quanto estrangeiras. Até o final do ano, a Anac também pretende iniciar a liberação tarifária para vôos com destino à Europa. Para as rotas
domésticas, os descontos já são liberados desde 2005.

Para a Anac, os descontos maiores não prejudicarão as companhias brasileiras. A Agência afirma que as empresas nacionais têm uma sólida estrutura operacional e financeira, capaz de suportar o novo regime tarifário. Além disso, a expectativa é que os descontos estimulem o aumento de passageiros. Para a Argentina, por exemplo, espera-se um incremento de 10% no volume transportado. Para o Chile, a estimativa também é próxima disso. A Anac não teme, ainda, que esse aumento de passageiros gere problemas nos aeroportos, como tumultos no embarque e atrasos nos vôos.

Fonte: Portal Exame

Governo agora planeja privatizar a Infraero

Encarregado pelo governo de elaborar um plano para a Infraero, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estuda a privatização da estatal, que administra 67 aeroportos no país. O plano inicial era abrir o capital da empresa e vender 49% das ações ordinárias, mantendo-se o controle nas mãos da União. A estratégia mudou porque o banco e o governo foram informados de que a manutenção do
controle estatal desestimularia a atração de investidores privados, inviabilizando a reestruturação da empresa.

Numa reunião recente, em Brasília, com a participação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, empresários interessados em investir na Infraero explicaram que, dado o histórico de corrupção da companhia e a interferência política em sua administração, apenas a venda do controle despertaria o interesse do setor privado. Dilma, segundo apurou o Valor, teria, então, autorizado o BNDES a estudar a privatização da Infraero.

"É um negócio que pode render bilhões de dólares ao Tesouro", disse uma fonte do governo. A Infraero administra 67 aeroportos, 80 unidades de apoio à navegação e 32 terminais de logística de carga. Possui 26,5 mil funcionários, entre servidores de carreira e terceirizados. Dos 67 aeroportos, apenas dez - entre eles, os de Congonhas, Galeão, Guarulhos, Viracopos e Santos Dumont - são considerados lucrativos.

A reformulação da empresa terá três etapas: a reestruturação, a abertura de capital e a venda de 51% das ações. O BNDES, que conduzirá todo o processo, já procura, segundo informou um assessor graduado do governo, "um novo CEO" (sigla em inglês para presidente executivo de uma empresa) para a Infraero. O executivo, que substituirá o atual presidente da empresa, Sérgio Gaudenzi, tocará o processo de reestruturação.

O governo terá que superar obstáculos técnicos e políticos para levar adiante o plano de privatização da Infraero. Embora a estatal tenha uma estrutura grande, os aeroportos pertencem à União, portanto, não integram seu patrimônio. Como apenas 15% da operação da empresa hoje é rentável, o BNDES terá que estudar uma fórmula que assegure a lucratividade e, ao mesmo tempo, garanta o funcionamento e os investimentos nos aeroportos não-lucrativos.

Um modelo já mencionado, nas primeiras reuniões sobre o assunto, vem de fora, especialmente dos Estados Unidos e de países asiáticos. Lá, as receitas obtidas com o funcionamento de shopping centers chegam a responder por 70% do total arrecadado pelos aeroportos. Uma parte dessa experiência foi adotada durante o governo Fernando Henrique Cardoso, na gestão de Fernando Perrone à frente da Infraero. As receitas dos aeroportos onde isso foi feito aumentaram, mas, segundo os críticos, a empresa teria relegado a segundo plano, por exemplo, os investimentos em segurança e duplicação de pistas de pouso.

No plano político, o desafio será superar a resistência do PT, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e dos representantes das centrais sindicais que hoje têm cargos no governo. Há ainda a oposição de setores das Forças Armadas, contrários à privatização, e de partidos da coalizão governista, interessados em deter cargos na estatal. A reestruturação da empresa envolverá, como já deixou claro o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o enxugamento do quadro de pessoal.

Há resistência, à venda do controle da Infraero, em outros setores do governo. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defende a manutenção do controle nas mãos da União, que venderia apenas 49% das ações. Um assessor direto do presidente Lula também acha que esse modelo seria o mais viável do ponto de vista político.

"Seria um processo semelhante ao ocorrido na Petrobras, onde o capital é aberto, ações são vendidas no mercado, mas o governo continua majoritário e mantendo o controle", explicou o auxiliar. O BNDES trabalha pela privatização. Acha que a melhor solução de saneamento e de fortalecimento da Infraero passa pelo mercado de capitais. Empresários ouvidos pelo governo são favoráveis a um modelo de concessão.
Mesmo com uma possível privatização, o modelo em estudo pelo BNDES faria o governo manter sua influência nos destinos da Infraero. Para isso, deverá criar uma "golden share", uma ação especial que lhe permitirá vetar algumas decisões, como a venda do controle para grupos estrangeiros. O mesmo mecanismo foi utilizado na privatização da Embraer e da Companhia Vale do Rio Doce.

Fonte: Valor Econômico

VLJ vai invadir a Europa

O Eurocontrol anunciou um estudo segundo o qual os céus da Europa vão ser literalmente "invadidos" pelos VLJ (very light jets), prevendo-se a operação de 700 deles na região até 2015. O organismo europeu de controle deve lançar em breve a "Plataforma de Integração Européia dos VLJ" para que a chegada dos novos aviões executivos (100 por ano) se processe sem causar maiores problemas ao tráfego aéreo europeu.

Fonte: http://www.aerobusiness.com.br
.

Para maiores informações sobre os VLJ da EMBRAER click em: http://www.embraerexecutivejets.com

VRG firma parceria para vendas com a Iberia e KLM

SÃO PAULO, 27 de fevereiro de 2008 - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, controladora das companhias aereas brasileiras GOL Transportes Aéreos e VRG Linhas Aéreas, anuncia acordo de interline entre a VRG, a companhia espanhola Iberia e a holandesa KLM. Passageiros da VARIG poderão adquirir passagens para todos os destinos operados pela KLM e Iberia.

Desde setembro de 2007, a VRG participa do MITA (Multilateral Interline Traffic greement), um orgão da IATA que reúne empresas aéreas de todo o mundo. Todas as companhias filiadas ao MITA podem fechar contratos de interline entre si.

Passageiros que utilizam o programa de milhagem Smiles acumulam milhas somente nos trechos operados pela VRG.

Fonte: Gazeta Mercantil

27.2.08

Novo Aeroporto em Araçariguama

Está ganhando corpo,com apoio do Governo Federal e do Governo do Estado de São Paulo, a idéia de construir um novo aeroporto executivo capaz de receber jatos de médio porte, na região de Araçariguama, próximo de Alphaville, centro comercial/residencial da Grande São Paulo.


O aeroporto, que teria pista de 3000 m, vem sendo defendido por autoridades como o Ministério das Cidades e empresas especializadas como a Planway. Todas as companhias aéreas nacionais consultadas mostraram também interesse. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (11)3071-4135.

Fonte: www.aerobusiness.com.br

Aviação: Novo terminal de Pequim prestes a abrir, do tamanho de 170 campos de futebol

Pequim, 27 Fev (Lusa) - A China vai inaugurar na sexta-feira o terceiro terminal do aeroporto de Pequim, com uma aérea igual a 170 campos de futebol, uma das obras mais importantes da última fase de construções das infra-estruturas para os Jogos Olímpicos.

Um comunicado na página do aeroporto na Internet destaca hoje a abertura, com o arquitecto, o britânico Norman Foster, a lembrar ao jornal oficial China Daily que o terminal é a maior estrutura coberta alguma vez construída, tendo sido inspirada pelos barcos e pelas cores chinesas.

"É tão grande que, com pouca luz, de uma ponta do edifício é impossível ver a outra ponta", disse o arquitecto ao China Daily.

Quando o terminal, o maior do mundo, começar a operar na sexta-feira, o aeroporto de Pequim passa a ter capacidade para receber 76 milhões de passageiros por ano, mais do dobro dos actuais 36 milhões, disse Dong Zhiyi, director-geral do aeroporto, à agência noticiosa oficial chinesa Nova China.

"Estamos bem preparados, com a segurança a postos para garantir serviços cómodos e confortáveis aos passageiros", acrescentou Dong.

Menos de quatro anos de construção e 3,65 mil milhões de dólares depois, o novo terminal prepara-se agora para receber 64 milhões de passageiros para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, que decorrem na capital chinesa entre 08 e 24 de Agosto.

O aeroporto reservou já cerca de 100 mil metros quadrados de pista e 12 mangas do novo terminal para os voos fretados relacionados com os Jogos Olímpicos.

Com o aumento constante do número de passageiros na China, passaram pelo aeroporto de Pequim 453,47 milhões de passageiros em 2007, 17,47 milhões a mais do que a actual capacidade da infra-estrutura.

Tal como em muitas obras olímpicas, a obra no novo terminal obrigou ao realojamento de 10 mil pessoas, segundo o China Daily, que lembra ainda a morte de três trabalhadores na construção.

Fonte: http://www.rtp.pt/

Se vcoê quiser ver outros detalhes do projeto acesse o site do escritório do Norman Foster: http://www.fosterandpartners.com/Projects/1235/Default.aspx
.

Anac: Próximo passo é liberação tarifária para vôos para Europa

BRASÍLIA - O preço das passagens aéreas para 12 países da América do Sul - Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname - serão liberados gradualmente a partir deste sábado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O objetivo é que não haja mais qualquer tipo de restrição em 1º de setembro. A expectativa da Anac que é a medida beneficie o consumidor brasileiro com a queda dos preços das passagens aéreas nos vôos para a região.

Segundo o diretor da Anac, Ronaldo Seroa Motta, o próximo passo será a liberdade tarifária nos trechos para as nações européias. Até o final deste ano, informou Mota, a agência vai publicar uma resolução com os critérios para que a medida se concretize.

- O segundo mercado mais importante e onde já prevalece a liberdade tarifária de forma mais intensa é a Europa. Sem contar que a região corresponde a quase 50% do nosso mercado internacional - disse o técnico.

A resolução da Anac vale para todos os vôos que partem do Brasil, sejam de companhias aéreas nacionais ou internacionais. Até agora, as empresas aéreas estavam autorizadas a praticar um desconto máximo de 30% sobre o preço-referência fixado pela International Air Transport Association (Iata). A partir de 1º de março, o desconto passará para 50%. Neste caso, um bilhete Rio - Buenos Aires - Rio comprado no Brasil poderá custar US$ 189,50. Uma passagem Rio - Santiago - Rio custaria US$ 221,50.

Pelas regras atuais, quando o Brasil estabelece rotas internacionais, as autoridades da aviação civil fecham acordos bilaterais com os países de destino, garantindo a entrada de empresas lá fora e das estrangeiras no país. Nesses acordos, determina-se que a abertura de mercado deve respeitar um piso mínimo para os preços das passagens naquele trecho. O objetivo era evitar a prática desleal de dumping, o que prejudicaria as empresas nacionais. Hoje, o que se quer é aumentar a concorrência.

O tráfego entre o Brasil e a América do Sul é de 4 milhões de passageiros/ano, sendo 50% para a a Argentina e 20% para o Chile. No entanto, para a Europa ele é bem maior, de 10 milhões de viajantes/ano e, para os Estados Unidos, de cerca de 4 milhões de passageiros/ano.

- Se o preço cair 50%, o tráfego para a Argentina aumentará em torno de 10% - disse o diretor da Anac, acrescentando que o crescimento pode ser acomodado "muito bem" nos aeroportos brasileiros.

Motta assegurou que os aeroportos do país estão preparados para o aumento de tráfego que haverá com a liberação das tarifas. No ano passado, houve um aumento de tráfego nos aeroportos de 12%, e segundo ele, em 2008 poderá ser ainda maior.

- Acreditamos que a liberdade tarifária é um incentivo à eficiência.

O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), José Márcio Mollo, concorda que os preços das passagens internacionais deverão cair, assim como aconteceu nos últimos quatro anos no mercado interno, entre 2003 e 2007, quando as tarifas foram reduzidas em 37%. Para ele, a TAM e a Gol têm condições de concorrer no mercado internacional.

- A abertura do mercado aumenta a concorrência - afirmou o presidente do SNEA.

As tarifas dos vôos nacionais foram totalmente liberadas em 2005, pela Lei 11.182, que criou a Anac. As empresas domésticas, por exemplo, já fizeram promoções cobrando passagens R$ 1,00 ou R$ 0,50.

A diretoria da Anac criou um grupo de trabalho que tem prazo de 90 dias para apresentar uma proposta inicial para a liberação das tarifas dos vôos internacionais para a União Européia. Depois, a proposta deverá passar por consulta pública, como ocorreu com a regulamentação dos países da América do Sul.

Fonte: O Globo

Movimento de passageiros no aeroporto de Guarulhos cresceu 19,27% em 2007, diz Infraero

SÃO PAULO - O aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, fechou o ano passado com movimento total de 18,7 milhões de passageiros. Apesar da crise no setor aéreo brasileiro, que persistiu por quase todo o ano passado, esse resultado indica um aumento de 19,27% no tráfego anual do aeroporto, segundo dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

O maior crescimento foi registrado nos movimentos domésticos, de 37,07%, para 10,3 milhões de passageiros. Isso foi reflexo direto da decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de desviar, no terceiro trimestre, parte dos vôos domésticos de Congonhas para Guarulhos, para desafogar o aeroporto central da capital paulista.

Nos movimentos internacionais, o acréscimo foi mais modesto, de 2,9% em relação a 2006, para 8,4 milhões de pessoas.

De acordo com a Infraero, a circulação de aeronaves também cresceu no ano passado. Foram 187,9 mil operações de pouso e decolagem, 21,31% mais que em 2006. As operações domésticas foram responsáveis por 113,4 mil movimentos, 28,95% mais que no ano anterior. Já as operações internacionais aumentaram 11,16%, para 74 mil movimentos.

O tráfego de cargas no aeroporto de Guarulhos cresceu 1,03% em 2007, com um volume total de 420,1 mil toneladas.

Fonte: José Sergio Osse | Valor Online

26.2.08

Helicóptero que presta serviço à Petrobras sofre acidente em Macaé

CAMPOS e RIO - Um helicóptero Super Puma da empresa BHS Táxi Aéreo, que presta serviço à Petrobras, fez um pouso forçado, por volta das 16h desta terça-feira, em Macaé, no Norte Fluminense, com 20 a bordo, sendo três tripulantes. A Petrobras informou, por meio de nota oficial, que há um morto, 15 sobreviventes e quatro desaparecidos. O site Ancelmo.com informou em primeira mão o acidente que, segundo a Petrobras, ocorreu próximo à plataforma P-18, no campo de Marlim, na Bacia de Campos, a 109 quilômetros do litoral. A Polícia Federal deverá abrir inquérito para apurar as causas do acidente .
A empresa estatal informou ainda que o helicóptero decolou da P-18, com destino a Macaé, e não chegou a afundar, mas adernou entre a P-18 e a P-19. Os trabalhos de resgate estão em andamento, com 13 embarcações e três helicópteros de prontidão na área, sendo um aeromédico.
A lista com os nomes dos envolvidos no acidente ainda não foi divulgada. Todas os resgatados estão sendo encaminhados ao Hospital Municipal de Macaé. Com sede na cidade, o Sindicato dos Petroleiros Base Norte Fluminense quer que a Petrobras divulgue logo a lista.
- Por volta das 16h30m, houve no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, um pouso forçado. Havia de 18 a 20 pessoas a bordo. Há desaparecidos e há a confirmação de um falecimento. São funcionários da Petrobras e de empresas contratadas. Era um vôo normal de desembarque na terra. Segundo a Petrobras, aconteceu um pouso forçado logo que saiu da plataforma. Não temos informação sobre explosão. A aeronave está boiando - afirmou o diretor de comunicação do Sindicato dos Petroleiros Base Norte Fluminense, Marcos Breda, em entrevista à rádio Tupi.

De acordo com um piloto de helicóptero da Marinha, é possível fazer um pouso forçado na água, já que a "aeronave possui uma certa flutuabilidade". Segundo ele, o piloto faz um pouso forçado na água para a tripulação abandonar a aeronave. Algumas vezes, o helicóptero não chega nem a afundar, o que teria acontecido com o helicóptero Puma. O que pode acontecer também é a aeronave emborcar por causa do peso do motor, por exemplo, e se o mar estiver agitado.
O tempo em Macaé foi de chuva forte e mar revolto, nesta terça-feira.

À tarde, o aeroporto de Macaé e o heliporto da Petrobras em Campos suspenderam os vôos para as plataformas por causa do mau tempo. Em comentários enviados ao site Ancelmo.com, alguns leitores também contaram que o tempo estava ruim para vôos ( leia aqui ). Entretanto, a estatal afirma que as condições climáticas eram operacionais para o vôo.

A Região de Macaé já teve pelo menos três grandes desastres aéreos . Em um deles, no dia 31 de março de 2006, um bimotor da empresa Team Transportes Aéreos, modelo turbo-hélice LET-410, que seguia de Macaé para o Rio, caiu, matando 19 pessoas, após bater em uma montanha, entre Rio Bonito e Araruama.

Fonte: O Globo

Anac libera descontos de até 50% em passagens para América do Sul

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) anunciou nesta terça-feira a liberação gradual das tarifas dos vôos que saem do Brasil com destino aos 12 países da América do Sul: Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname.

Segundo a Anac, a primeira etapa do processo entra em vigor neste sábado (1º), após publicação no "Diário Oficial" da União.

Atualmente, as tarifas de vôos para a América do Sul têm seus descontos limitados a um máximo de 30% do valor de referência da Iata (associação internacional de transporte aéreo), patamar que, no sábado, passará a 50%. Três meses depois, em 1º de junho, os descontos poderão ser de até 80%.

Pela nova resolução, o limite de descontos aumentará de forma gradual, até a adoção de um regime de liberdade tarifária total, em 1º de setembro, quando as companhias poderão cobrar qualquer preço pela passagem.

A medida vale para todos os vôos que partem do Brasil, tanto de companhias nacionais quanto de internacionais, entre elas TAM, Gol, Varig, Aerolineas Argentinas, Lan, Pluna, American Airlines, British Airways, Lufthansa, Taca-Peru, Avianca e Lloyd Aéreo Boliviano. As tarifas dos vôos domésticos já estão totalmente liberadas desde 2005.

Segundo a Anac, o objetivo da decisão é "corrigir uma distorção que existe atualmente entre os valores das passagens cobradas no Brasil e nos demais países sul-americanos que já têm as tarifas liberadas, como Argentina, Chile e Peru".

A agência cita como exemplo uma passagem Buenos Aires-São Paulo na classe econômica, que pode custar apenas US$ 205 se comprada na Argentina e US$ 405 no Brasil, uma diferença de 97%. "Em períodos de promoções agressivas, essas diferenças já chegaram a mais de 800%", afirma a Anac.

A Anac ressalta que os descontos não são obrigatórios e afirma que o maior beneficiado será o consumidor. "Nos vôos domésticos, por exemplo, a liberação tarifária propiciou campanhas promocionais agressivas, com passagens de até R$ 0,50", afirma a agência em comunicado.

Fonte: Folha Online

Jobim diz que projeto de ampliação de Cumbica pode sofrer alterações

O ministro Nelson Jobim (Defesa) disse nesta segunda-feira que o projeto original do terceiro terminal de passageiros do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo) poderá sofrer mudanças.

A construção do terceiro terminal, obra incluída no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e com previsão de conclusão até 2010, foi confirmada pelo ministro há cerca de um mês. Na ocasião, Jobim anunciou que o governo decidira não construir a terceira pista do aeroporto, obra até então considerada essencial para atender o crescimento da demanda por vôos em São Paulo. Disse que as opções analisadas eram "inviáveis" ou não compensavam o alto custo.

"No [projeto do terceiro] terminal poderá haver ajustamentos considerando-se a inexistência da terceira pista", disse Jobim, após ministrar aula inaugural no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), em São José dos Campos (91 km de SP).

Jobim não disse quais seriam essas mudanças. Apontou, contudo, que a capacidade de pousos e decolagens em Guarulhos vai aumentar, já que as obras incluem a construção de mais pontos de estacionamento de aeronaves.

"Hoje, Guarulhos tem a capacidade operacional de 54 a 56 slots [pousos e decolagens] por hora e está operando com 40 slots por hora pela inexistência de pátio. No momento em que criarmos o pátio, vamos ter um crescimento para 54 slots por hora." O custo da obra do terceiro terminal está avaliado em cerca de R$ 1 bilhão.

Estudo do ITA divulgado pela Folha em janeiro apontou que, sem a terceira pista, 32% do terceiro terminal de Guarulhos ficará ocioso. Isso porque nessa situação a capacidade do terminal (atendimento de passageiros) do aeroporto seria superior a da pista (pousos e decolagens). O professor do ITA Carlos Müller, um dos autores, afirmou que a construção do terceiro terminal sem uma nova pista resultaria em desperdício de dinheiro público.

A Infraero (estatal que administra os aeroportos) informou hoje que o aeroporto de Guarulhos atendeu a 18,7 milhões de passageiros em 2007, aumento de 19% em relação a 2006. Pela primeira vez, o número superou a capacidade dos dois terminais de passageiros do aeroporto, que, segundo a própria Infraero, é de 17 milhões de passageiros por ano.


Fonte: Folha Online

Embraer não terá fábrica na Argentina

São José dos Campos (SP), 26 de Fevereiro de 2008 - Durou pouco a euforia dos presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Argentina, Cristina Kirchner, que comemoraram na semana passada o anúncio da instalação de uma fábrica da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) em Córdoba. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, desfez ontem o clima de festa em passagem por São José dos Campos (SP).

Segundo Jobim, a Embraer terá, no máximo, um centro de manutenção caso o mercado argentino venha a adquirir aviões do Brasil. A antiga Fábrica Militar de Aviões de Córdoba, que já foi dirigida pela Lockheed, poderá ser reformulada para comportar o serviço ao cliente e a produção de pequenas peças de reposição. Nada além disto. "Mas isso dependeria da Argentina comprar os jatos Legacy e 190. E deixei claro ao ministro da Defesa e ao governador de Córdoba, que se encontravam na reunião, da necessidade de se trabalhar junto ao governo para adquirir produtos da Embraer e, assim, justificar uma contrapartida, que seria a instalação do centro", comentou Jobim.

A negociação se dará em regime de offset. A revitalização da fábrica situada em Córdoba dependerá da compra de aviões da Embraer. A informação do ministro foi ao encontro da nota oficial emitida pela companhia brasileira. Nela, se mostrou que a negociação está longe de ser concretizada. Até mesmo porque nenhum executivo da empresa acompanhou a comitiva presidencial e inexiste qualquer contrato ou oficialização de acordos comerciais. Em nota oficial, emitida na sexta-feira, a Embraer confirmou estar em negociações preliminares com o governo argentino. A empresa ainda diz: "Nas discussões mantidas entre a Embraer e as entidades do Governo Argentino, identificou-se, de uma parte, a possibilidade de vendas de aeronaves Embraer para o mercado argentino e, de outra, a capacitação da Aérea Material Córdoba (AMC) de prestar serviços de manutenção e produzir peças para as aeronaves civis Embraer. Até o momento, não há, em nenhum dos casos, compromisso firmado entre as partes."

Segundo Jobim, há entendimentos entre a Embraer e o governo argentino. Num primeiro momento há, por parte do governo, uma avaliação do jato executivo Legacy e do avião comercial 190. Atualmente a Argentina não possui nenhum dos novos aviões produzidos no Brasil. "Há vontade por parte do governo deles de substituir os aviões presidenciais Tango 1 e o Tango 2, que são modelos já superados. Essa seria uma parte da contrapartida com a Embraer", comenta o ministro.

Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 8

Argentina negocia compra de avião Embraer para Presidência

Segundo o ministro Nelson Jobim, negociação para troca de Boeing por aeronave brasileira estão avançadas

SÃO PAULO - O governo brasileiro confirmou no domingo, 24, a existência de negociações avançadas para que o governo de Cristina Kirchner adquira um avião da Embraer, que serviria para uso presidencial e que substituiria o Tango 01, um Boeing 757 que a Casa Rosada pretende aposentar. "Há negociações entre o governo argentino e a Embraer", disse ao jornal La Nacion o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Em uma coletiva no Aeroparque Jorge Newbery, Jobim se recusou a dar mais detalhes, afirmando que não é função do ministério cuidar dos detalhes específicos da operação.

As negociações acontecem entre a Secretaria Geral da Presidência argentina, comandada por Oscar Parrilli, e a Embraer, uma das maiores fabricantes de aviões da América Latina. O avião eleito para substituir o Tango 01 é um Lineage 1000, aeronave para 19 passageiros.

Fonte: O Estadão.

Obs.: Quem quiser conhecer um pouco mais do Lineage acesse em: http://www.embraerexecutivejets.com

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Aeroporto do Guarujá

A ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil já teria dado luz verde para a implantação do Aeroporto Metropolitano do Guarujá (SP). Falta agora a aprovação final do Comando da Aeronáutica.

A obra vem sendo pedida pela Prefeitura Municipal, pelo Governo do Estado de São Paulo e pelo empresariado local, que se ressentem de um aeroporto á altura do potencial da região. O total de investimentos para a primeira fase da obra será de R$ 15 milhões, na sua maioria fornecidos pelo Governo Estadual, embora o Ministério do Turismo tenha já liberado R$ 1 milhão para a ampliação da pista de táxi e para o terreno do núcleo da Base Aérea local.

Fonte: www.aerobusiness.com.br

Aprovada a ampliação de Ribeirão Preto

Foi finalmente aprovada a obra de ampliação e modernização do Aeroporto Leite Lopes, de Ribeirão Preto, no interior paulista. Um dos mais movimentados do Estado (cerca de 1 milhão de passageiros/ano) Ribeirão Preto já se aproxima da saturação.

O Governo do Estado de São Paulo já autorizou uma verba de R$ 10 milhões para a ampliação do seu Terminal de Passageiros, para a instalação de um posto de Correios e para a climatização do prédio. O Ribeirão Preto e Região Convention Bureau vem insistindo há tempos por essas melhorias devido ao grande potencial econômico da região. O Aeroporto Leite Lopes também já foi autorizado a operar carga aérea.

Fonte: www.aerobusiness.com.br

25.2.08

Heathrow: Greenpeace protesta contra expansão do aeroporto

Quatro activistas da organização ecologista Greenpeace contornaram hoje as medidas de segurança no aeroporto de Heathrow, em Londres, e subiram para cima de um avião para protestar contra a construção de uma terceira pista naquela infra-estrutura.

Os activistas - duas mulheres e dois homens - cobriram a cauda do avião com uma faixa onde podia ler-se: «Emergência Climática - Não há terceira via», em referência aos planos de contrução de uma nova pista naquele aeroporto, segundo a organização.

De acordo com a Greenpeace, o incidente ocorreu por volta das 09:45, pouco depois de um Boeing 777 que vinha de Manchester, norte do Reino Unido, ter aterrado no terminal 1 daquele aeroporto.

A zona foi rodeada de imediato por um forte aparato policial.

Uma das activistas, Anna Jones, de 27 anos, disse aos meios de comunicação social britânicos que a decisão de subir ao Boeing foi tomada para lembrar que o planeta e a sua população estão em perigo.

"O fenómeno das alterações climáticas pode ser combatido, mas não ao quase duplicar a área do maior aeroporto do mundo», sublinhou."

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=320293
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MBA Aeronáutico na FGV

A FGV - Fundação Getúlio Vargas está divulgando seu novo curso (MBA) em "Gestão Estratégica do Sistema de Aviação Brasileiro", que começou dia 18 de abril passado.

O curso, que tem a duração de 18 meses (432 horas-aula) destina-se aos futuros profissionais em cargos de gestão em empresas aeronáuticas.

Os interessados podem obter mais informações pelo telefone 0800-285-5900 ou via Internet, no endereço cursosmba@fgv.br

Oceanair com promoção para a "melhor idade"

Segmento turístico que está crescendo a cada ano devido ao aumento do público potencial, a Melhor Idade, como gostam de ser chamados os com mais de 65 anos - ganha um presente especial da OceanAir a partir do próximo sábado, 23 : 50% de desconto em todos os vôos domésticos da companhia aérea. A promoção será válida até o dia 22 de março e permitirá que os passageiros viajem para os 45 destinos oferecidos pela companhia, que vão de norte a sul do País.

As reservas estarão, sujeitas a disponibilidade de assentos e poderão ser feitas para os vôos que acontecem às terças, quartas e quintas feiras.

O regulamento da promoção está no site da OceanAir www.oceanair.com.br , mas as reservas podem ser realizadas através dos telefones 4004 4040 nas principais capitais e 0300 789 8160 , para as demais cidades , ou via seu Agente de Viagens . (João Tilki)

Fonte: http://www.aerobusiness.com.br

Reformas em vôo rasante no Aeroporto Tom Jobim

Relator reduz de R$ 182 milhões para R$ 30 milhões emenda de bancada para aumentar investimentos no aeroporto

Por: Selma Schmidt

A meta da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (infraero) de recuperar totalmente o Aeroporto Tom Jobim em três anos pode ser não ser alcançada. Se for mantido o texto do relatório final do projeto de lei orçamentária do governo federal, que deve ser votado esta semana pelo Congresso, os investimentos no Tom Jobim em 2008 totalizarão 66,1 milhões (4% do total de despesas da infraero).

Mesmo assim se forem somados os R$ 36,1 milhões propostos pela União — para obras em pistas, pátio e terminal de cargas — com os R$ 30 milhões que restaram da emenda apresentada pela bancada do Rio, que originalmente fixava uma dotação de R$ 182 milhões para a reforma e a modernização dos terminais de passageiros do internacional do Rio.

A semana passada foi de negociações em Brasília. Em nome de mais de 30 entidades da sociedade civil, o presidente da Frente Pró Rio e da Associação de Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro, Francis Bogossian, entregou uma carta ao relatorgeral da Comissão Mista de Planos, Orçamentos e Fiscalização do Congresso, deputado José Pimentel (PT-CE), que também recebeu parlamentares.

Ele, no entanto, não acolheu o pedido de rever a decisão do relator setorial, senador Sergio Zambiazi (PTBRS), que reduziu a um sexto o valor da emenda da bancada fluminense.

— O dinheiro que consta do relatório serve para tapar buraco com peneira. O atendimento no Tom Jobim está muito aquém do desejável — argumenta Bogossian.

Deputado: no Terminal 1 foram feitos só remendos Numa corrida contra o tempo, o deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) afirma que amanhã parlamentares da bancada fluminense vão voltar a pressionar Pimentel. Querem que ele apresente uma errata alterando o seu relatório, antes que seja levado a plenário para votação.

— Quando estivemos com o deputado Pimentel (semana passada), ele disse que analisaria nosso pedido com carinho.

Mas acabou mantendo o valor estabelecido pelo relator setorial para a emenda da bancada do Rio — diz Leite. — A ausência de obras atrapalha a captação de novos vôos para o Tom Jobim. No Terminal 1, foram feitos apenas remendos.

O deputado chama atenção ainda para a distribuição das despesas de R$ 1,65 bilhão — 985 milhões do Tesouro Nacional, R$ 372,3 milhões de receitas próprias e R$ 289,5 milhões de outras fontes — estabelecidas pelo governo federal para a infraero investir em aeroportos de todo o país. Enquanto para Guarulhos (São Paulo) são previstos gastos de R$ 390 milhões, o Tom Jobim fica com uma fatia de R$ 36,1 milhões, menor do que a do aeroporto de Macapá (R$ 36,3 milhões) e bem inferior às de Vitória, Florianópolis, Porto Alegre, Brasília, Goiânia e Curitiba.

— É uma discriminação contra o Rio — reclama Leite.

O PAC também é pouco generoso com o Aeroporto Internacional, lembra o deputado.

O site do Ministério do Planejamento mostra previsão de licitação de obras apenas para o terminal de cargas. Por sua vez, a gerente da TAP no Tom Jobim e presidente do Comitê das Empresas Aéreas (CEA), Maria Antônia Assunção, ficou desanimada ao saber que a emenda não tinha sido incluída integralmente na proposta orçamentária: — Houve um aumento do número de vôos no Galeão.

Existem passageiros, mas o aeroporto não está em condições de recebê-los bem. Precisamos ter um aeroporto em condições para mantermos o patamar que alcançamos e captarmos novos vôos. O Terminal 1 necessita de reforma estrutural, geral, e o Terminal 2 tem de ser concluído. A reformas feitas foram só maquiagem — explica Maria Antônia.

Estado: comissão vai avaliar investimentos federais O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, é mais uma voz a criticar os valores que constam do relatório de José Pimentel para investimentos no Tom Jobim.

Lopes anuncia a criação de uma comissão, no estado, para avaliar a proposta federal e elaborar uma proposta visando a recuperação do aeroporto.

— Os recursos colocados no orçamento federal são incompatíveis com a demanda do estado para o Tom Jobim.

Nosso aeroporto internacional tem carência de verbas há muito tempo. A própria infraero avaliou que precisaria de R$ 100 milhões, este ano, para realizar obras no Tom Jobim (o valor consta de documento apresentado pelo órgão federal) — comenta Lopes.

Fonte: O Globo (24/02/2008)
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O 1º vôo com biocombustível

Virgin usa mistura com sementes da Amazônia

LONDRES. Um Boeing 747 da Virgin Atlantic fez ontem o primeiro vôo comercial com biocombustível. A mistura, com sementes extraídas da floresta amazônica, é composta por dois tipos de biodiesel, um extraído do babaçu e outro à base de coco. A aeronave, sem passageiros, decolou de Londres por volta do meio-dia, com destino a Amsterdã.

- Essa demonstração de vôo com biocombustível deixa clara a factibilidade do uso do biodiesel em aviões comerciais, e é um passo significativo em direção a uma visão de longo prazo, totalmente sustentável e com poucas emissões de gás carbônico, para a aviação industrial - disse o bilionário britânico Richard Branson, fundador da Virgin. - É um marco vital para toda a indústria da aviação.

As companhias aéreas estão procurando reduzir custos, diante da escalada do preço do petróleo, que, na semana passada, atingiu US$ 101 o barril. O biocombustível é visto como opção mais barata e menos
poluente.

A mistura usada pela Virgin contém 20% de biocombustível e 80% do combustível tradicional.

Fonte: O Globo (25/02/2008)

Procura-se

O Palácio do Planalto trata como líquida e certa a substituição de Sérgio Gaudenzi nomeado há apenas seis meses para a presidência da Infraero. Ele permanece no cargo somente devido à ausência de um substituto. Os nomes até agora cogitados não produziram consenso.

Relax - Depois de meses de crise aérea, a Infraero quer que seus funcionários relaxem. Vai contratar empresa especializada em massagens para atender o pessoal que trabalha em Confins (BH).

Fonte: Folha de São Paulo (24/02/2008)

20 mil reservas

A TAP ultrapassou as 20 mil reservas nos vôos entre Lisboa e Belo Horizonte, confirmando-se a forte adesão do mercado à nova aposta da Companhia. Os vôos Belo Horizonte/Lisboa têm partida às 19h00 e chegada à capital portuguesa às 06h05 e, no sentido inverso, decolam de Lisboa às 10h e chegam a Belo Horizonte às 17h30, às segundas, quintas, sábados e domingos.

Fonte: Jornal do Brasil (23/02/2008)

TAM muda marca e posicionamento

A TAM apresentou hoje em coletiva as diretrizes de seu reposicionamento para se consolidar como uma das principais empresas do mercado mundial de aviação. O fio condutor desta nova etapa da companhia é: "Paixão Por Voar E Servir." Uma nova campanha publicitária entra no ar para comunicar as mudanças nesta sexta-feira, dia 22 de fevereiro. A mudança na empresa é mais profunda do que a nova logomarca sugere. Maria Claudia Amaro, presidente do Conselho da TAM, afirmou que "A modificacão da identidade visual vai muito além da questão estética.

Os novos traços curvilíneos e azulados trazem uma mudança de cultura, comportamento e humanização da nossa longa trajetória que sempre foi ligada à paixão pela aviação".
Hoje a noite, em Congonhas, o PT-MZL será a primeira aeronave no novo padrão a ser apresentada a uma platéia de seletos convidados da companhia. Com direito a Show de Ivete Sangalo e muitas outras novidades.

A mudança também ocorre num clima de celebração. A TAM acaba de ultrapassar a Qantas e atingir a liderança em operações e passageiros transportados no Hemisfério Sul. Segundo estudo da consultoria Bain&Company, a média foi de 21.800 operações/mês no último ano e em número de passageiros transportados (2,251 milhões/mês).

Fonte: www.jetsite.com.br